Muitas são as questões que me chegam diariamente via correio eletrónico de pessoas de todo o mundo, que procuram no Cloreto de magnésio, uma cura para os seus males. Neste artigo procuro responder às questões mais solicitadas, mas também esclarecer a grande confusão que há em relação ao cloreto de magnésio, o sal que tempera uma vida de qualidade, também conhecido pelo “Santo Remédio”.
Se quer mesmo saber venha comigo, leia cada parágrafo de boa vontade e mente aberta, liberte-se dos conceitos pré-concebidos em relação à doença e à cura.
Agora que está pronto ou pronta venha comigo nesta visita guiada para desfazer o preconceito. Mantenha a mente aberta sem julgar, porque ninguém é vítima de uma doença, ela somente acontece porque são criadas as condições físicas e psíquicas para que isso aconteça.
O magnésio é um nutriente imprescindível no DIA-A-DIA. A sua carência limita centenas de trocas químicas, originando um terreno pobre e debilitado, condição ideal para qualquer tipo de doenças prosperar.
O que é preciso fazer?
É indispensável a nutrição diária de magnésio. Todos os dias é necessário juntar magnésio na alimentação do homem moderno. A humanidade continua a cada dia que passa mais doente, apesar dos avanços científicos. A doença instala-se no terreno principalmente por carência e intoxicação. Nas carências o magnésio é chave fundamental por entrar direta ou indiretamente em mais de 90% das ações biológicas conhecidas. Abrangendo desde o mental e emocional, com o natural reflexo no sistema hormonal ou sistema endócrino, que por sua vez coordena todos os restantes sistemas do organismo humano ou animal. Por isso se afirmar que o magnésio é o sal da vida. Todos os sistemas do organismo humano são afetados diretamente com a sua carência desde o respiratório ao digestivo passando pelo circulatório, excretor e locomotor, todo o organismo é fragilizado sem exceção.
Qual é a razão de tal falência?
Não seria possível num simples artigo informativo nomear todas as causas de tal falência, correndo o risco de induzir a formação de opiniões sobre os vários sectores da vida mundial.
Somente existe um único propósito INFORMAR – não quero fazer o que não me compete a mim fazer – Julgar.
Basicamente esta carência deve-se ao desenvolvimento da humanidade. Os alimentos, disponíveis hoje nos supermercados, estão carentes deste imprescindível mineral. Porque os terrenos estão empobrecidos por inexistência de magnésio nos adubos químicos e quase inexistência nos fertilizantes orgânicos. Além disto também é preciso saber, que para que um alimento possa entrar dentro de uma embalagem e ser exposto numa prateleira de um supermercado, precisa passar por um processo de secagem, retirando dessa forma a capacidade de absorção pelo organismo do magnésio ainda existente. No caso do Sal Marinho, a principal fonte fornecedora de magnésio à vida animal, a situação é a igual. Quando chega a casa do consumidor já lhe foi retirado praticamente tudo o que beneficia a vida.
Por outro lado também é preciso saber-se que mais de 90% das doenças crónicas tem na origem a sua carência, desencadeando um processo de envelhecimento precoce.
Como fazer?
Para que as necessidades orgânicas de Magnésio sejam supridas, precisamos antes de tudo ver o magnésio como um alimento vital semelhante à àgua.
A melhor forma de beneficiar a humanidade seria juntá-lo na água potável, à semelhança de muitas pequenas comunidades espalhadas pelo mundo. Confio que em breve isso irá acontecer e a humanidade gozará de saúde e bem-estar.
Enquanto isso não acontece como fazer?
O Cloreto de magnésio PA é forma mais fácil e económica de suprir o bem-estar e a saúde numa família.
Recomenda-se o cloreto de magnésio PA porquê?
Em primeiro lugar porque esta forma,PA, possui todas as formas de magnésio que o organismo necessita e não é confundido com as outras formas de cloreto de magnésio que vão do industrial, usado no tratamento de madeiras (antifogo) ou para derreter a neve nas estradas, como outros mais aceites usados na confeção de alimentos ou mesmo o cloreto de magnésio farmacêutico, usado na fabricação da loção de magnésio e em outros preparos.
Como funciona?
O cloreto de magnésio PA assim como os similares é hexahidratado significando que é composto por seis moléculas de água de cristalização por molécula ou célula unitária. Esta característica é indispensável para a sua dissolução em água e absorção pelo organismo humano. Por essa razão ser contra procedente a sua secagem no intuito de o poder encapsular.
O Paradoxo
Na verdade, depois do conhecimento dos benefícios do cloreto de magnésio muitos laboratórios na tentativa de satisfazer os seus clientes secaram o cloreto de magnésio assim como a indústria alimentar procede para poder embalar os cereais e outros alimentos.
Estou convicto que esta tentativa da indústria farmacêutica não teve qualquer intenção de enganar os seus clientes.
Mas pode levar as pessoas mais descuidadas e desinformadas a procurar os mesmos resultados em coisas totalmente diferentes e com princípios antagonistas.
O cloreto de magnésio ao ser diluído em água, ou na preparação de alimentos, consegue uma melhor e mais rápida absorção pelo organismo, condição indispensável para uma recuperação das células e tecidos.
Cuidados a ter no seu uso…
Quanto mais degradado e carente se encontrar um organismo doente, mais necessidade existe de proceder de uma forma consciente e rápida a sua reposição.
Sugiro que se inicie a toma com uma dosagem baixa de 25 ml três vezes ao dia, aumentando diariamente até sentir que atingiu a dose ideal.
Como se sabe qual a dose ideal?
Atenção: o cloreto de magnésio é um alimento vital por conseguinte importante (vital) em qualquer idade.
Quando se fala em conseguir a dose ideal, refere-se a pessoas que procuram eliminar as suas doenças, resultado de carência prolongada de magnésio no seu organismo.
Por essa razão se sugere um aumento de 5 ml diariamente em cada dose. É preciso ter consciência que precisa restaurar os recetores de magnésio que por falta deste mineral, foram desaparecendo.
Admita-se que se inicia com 25 ml – 3 vezes ao dia. No 1º dia assim;
no 2º dia faz-se 30ml – 3 vezes ao dia
no 3º dia faz-se 35ml – 3 vezes ao dia
no 4º dia faz-se 40ml – 3 vezes ao dia…
E assim sucessivamente aumentando, até que se sinta que o organismo reage por uma descarga intestinal. Assim volta-se para a dose do dia anterior, que é quantidade ideal para aquele organismo no momento. Manter essa dose como base diária se sentir bem-estar pleno.
Como preparar para uso o cloreto de magnésio PA?
Dilua 20 gramas de cloreto de magnésio PA em um litro de água, ou 100 gramas em 5 litros de água, de preferência filtrada.
Como conservar?
Não precisa de frio para conservar a solução, basta proteger dos raios solares diretos. Quando o recipiente for de plástico mole (tipo garrafão de água vendido nos supermercados), não reutilize, ao fim de algum tempo tem tendência a libertar componentes tóxicos do plástico. O vidro e as vasilhas de plástico próprias para armazenar água são os recomendados para o seu uso contínuo.
Quanto tempo pode ser conservada a solução depois de pronta para uso diário?
O cloreto de magnésio PA hexahidratado é vitalício à temperatura ambiente. Basta ter os cuidados normais que se tem com a água. Inicialmente uma família de 4 pessoas consome cinco litros da solução do cloreto de magnésio num tempo máximo de 15 dias, embora em média cinco litros do preparado numa família de 4 adultos que usufruam de uma boa qualidade de vida seja para cinco dias.
Quem pode usufruir dos benefícios do cloreto de magnésio?
Todos podem e devem usufruir deste precioso alimento exceto quem faz hemodiálise, por precaução.
Possíveis sintomas menos agradáveis na fase inicial.
Na fase de restruturação e equilíbrio do organismo nas pessoas com grande carência uma descarga intestinal ou uma diarreia pode acontecer, tanto como processo próprio da desintoxicação orgânica, como por uma toma excessiva. Basta reduzir a dose para a estabilização.
Pode surgir cansaço no início do uso, num corpo extremamente intoxicado e doente. Trata-se de uma reação natural de um corpo que precisa de toda a energia disponível para iniciar um processo de cura. Descansar é a única atitude inteligente.
NOTA: Estas informações são fruto da experiência adquirida, com milhares de homens e mulheres que procuraram uma solução para a sua vida. Não podem ser interpretadas como um aconselhamento médico, mas unicamente como partilha da experiência adquirida durante mais de 20 anos.
Qualquer opinião é bem-vinda.
Se ainda persiste a sua dúvida, por favor não hesite, ponha-a aqui.
Paradigma Newtoniano Cartesiano domina o mundo atual.
Muito se tem escrito sobre o paradigma dualista de René Descartes.
O Dualismo é uma conceção filosófica do mundo baseada na presença de duas realidades opostas e distintas sem possibilidade de cooperação entre si.
Mente/corpo; espiritual/material; Bom/mau; feio/bonito; Elogio/critica; dar/receber; Gastar/poupar; Rico/pobre; etc. etc.
Fomos educados a fugir de uma das realidades, para nos apoiarmos na realidade oposta. Apesar de esta filosofia ter sido fundamental na transição dum regime feudal para uma economia mercantil, e também ter desempenhado um papel vital, no desenvolvimento e aceleração da economia, também através da competição deu origem a uma sociedade de classes e a todo o desenvolvimento que a história exibe.
Enfim o paradigma Cartesiano completado com os fundamentos Newtonianos liberta a humanidade do velho conceito (nascer-se destinado a…). Não existia iniciativa e para aqueles que o seu destino seria “reinar”, somente o faziam quando os astros lhe eram favoráveis.
Assim, o paradigma Newtoniano Cartesiano foi indispensável para a libertação e desenvolvimento da humanidade. Graças ao seu total aproveitamento, e a expansão constante do universo, os benefícios deste paradigma esgotaram-se, e deram lugar a um novo e revolucionário paradigma; “o paradigma quântico”.
O que é o paradigma quântico?
O paradigma quântico, nasce da necessidade constante do ser humano crescer (“Crescei e multipliquei-vos” diz a Bíblia). Tanto o primeiro conceito filosófico de universo como o segundo, excluíam a humanidade do todo (UNIVERSO).
Se no primeiro se acreditava que se nascia com uma determinada influência e que a vida de cada um dependia totalmente dos movimentos astrais. Uns nasciam para governar outros para serem governados. Outros para escravizar, outros para serem escravizados; cada pessoa era uma marionete totalmente dependente do que os astros lhe permitiam. Esta filosofia reinou e governou a humanidade durante 5000 anos. Com o paradigma Newtoniano Cartesiano, os papéis invertem-se. Deixa de ser os movimentos astrais ou o Universo a dizer o que fazer e quando fazer, para que seja o homem através das leis da física a tomar as suas decisões.
O paradigma Newtoniano Cartesiano demorou séculos a se tornar o paradigma consciente dominante.
Como se pode entender o ser humano em nenhum dos dois paradigmas dominantes referidos pela história, fez parte integrante do universo. Ou era dominado ou dominava. O ser humano sente-se como peixe fora de água. Vazio; não sentindo a fazer parte. Luta; luta; luta… numa ilusão até que se desilude. Perdeu a alegria de viver, entra na depressão. Luta pela sobrevivência esmagado na ansiedade entre o medo e a culpa.
No novo conceito da Física Moderna (Mecânica quântica), o ser humano faz parte integrante do universo. É dono consciente da sua vida. Cria intencionalmente a sua realidade. Não a cria por defeito ou por acaso.
Como?
Em primeiro lugar entra na origem de tudo – Átomo a matéria com que tudo é feito. Tudo o que existe no universo é átomo. Tudo o que é visível ou invisível é átomo. O que é átomo? Átomo é uma matéria inteligente que preenche e permeia todos os espaços do universo.
Como é que o ser humano é parte integrante do universo dentro do novo paradigma e cria conscientemente a sua realidade?
Teoricamente é muito simples, mas somente a prática torna possível a sua mestria (usa o manual de gestão de Stress e torna-te um ativista da nova era).
A mecânica quântica e a certeza que o átomo é partícula e onda simultaneamente (um conceito totalmente antagonista do conceito cartesiano), e que uma não funciona sem a outra, prova a primeira lei da mecânica quântica que diz: “Todas as possibilidades estão no mesmo lugar”.
Após saber que todas as possibilidades estão no mesmo lugar precisamos saber como criar a possibilidade que desejamos. Assim chegamos à segunda lei da Mecânica quântica que afirma (confirmado pela experiência da dupla fenda; a teoria onde assenta toda a tecnologia de ponta) “O observador interfere no observado”. Significa que qualquer situação (energia inteligente (átomo)), pode ser transformada naquilo que o observador quiser.
Agora a terceira lei não menos importante para a mecânica quântica mas básica para a criação da realidade que cada um deseja e precisa “Atrais o que irradias na mesma frequência e intensidade”.
Agora que estamos esclarecidos neste ponto, e não ser possível de uma forma linear esclarecer melhor como criar a realidade que deseja. Não porque seja difícil ou complicado, mas porque uma mente ainda dominada pelo conceito newtoniano cartesiano, jamais pode entrar no mundo do fluxo da nova era. E criar de uma forma simples a realidade que deseja e merece.
Não basta estar atento aos sinais do tempo e reconhecer que ao mesmo tempo que a tecnologia de ponta entra por nossa porta a dentro, assim aumentam a cada dia que passa doenças de toda a espécie. Não somente a nível psiquiátrico e psíquico: depressões, ansiedade, pânico, transtornos obsessivos compulsivos, mas também as que existem aumentam em número e gravidade e novas aparecem diariamente. Contradizendo o investimento milionário que se faz diariamente para combater ou procurar soluções.
Agora apesar de já estar um pouco longo este artigo é preciso ainda concluir:
Com a entrada nesta nova era, o mundo entra em transição e o ser humano já não se sente satisfeito. Se até aqui procurava a realização pessoal e felicidade na aquisição de coisas, agora quanto mais tem mais vazio se encontra. A separação do espiritual do material fá-lo viver dominado pela ansiedade, pânico, depressão que cresce de forma galopante a cada dia que passa. Incidentes designados por doenças resultam dessa mesma separação. Que o remete para a ilusão do paradigma cartesiano (materialista), desajustado a pessoas em desenvolvimento.
Consoante se entra na nova era assim os sinais de mudança são a cada dia mais visíveis. Mesmo os que ainda estão tenazmente absorvidos na conservação dos seus lugares na pirâmide social, começam a duvidar se é bom ou mau, a posição que ocupam. Porque neste conceito dualista o bem e o mal alternam entre si, a pressão sobre o individuo (Stress).
Entramos numa nova era e a evolução do ser humano conduze-o a sua verdadeira dimensão divina. Já não se satisfaz com a ilusão das aparências. Sente-se enganado e espoliado. Pais, mestres e professores convenceram-no a abdicar dos seus sonhos e seguir carreiras promissoras que lhe dariam poder felicidade e riqueza; e o mais que conseguiram foi um vazio existencial e uma visita mensal ao psiquiatra.
O mundo já mudou! E o paradigma dominante no planeta, tornou-se obsoleto para o habitante do novo mundo que começa a despertar (estou-me a repetir).
O ser humano desperta e procura a sua dimensão divina. Apesar de estar sobre a influência dos dois princípios não subordináveis e irredutíveis entre si, ele sabe que as leis da mecânica quântica o ajudam de forma inequívoca nesta fase de transição. Juntando-se a outros homens e mulheres que nas mesmas condições praticam o ativismo da nova era.
Dar e receber
Duas faces da mesma moeda
Dar e receber as duas faces do mesmo movimento. Muito já foi escrito e dito sobre o dar e receber e tão pouco foi absorvido. O receber não pode ser separado do dar (assim como no átomo, onda e partícula são uma única coisa).
A dificuldade em aceitar esta verdade de uma forma clara e criativa está no facto de nos encontrarmos sobre a influência do paradigma dominante Newtoniano Cartesiano. Enquanto prevalecer esta influência qualquer esforço para perceber será em vão. Assim como acreditar que é assim, também o é.
Se assim, é não acredites nem queiras perceber. Sabe somente que dar e receber é uma coisa só.
Qual a diferença entre saber, perceber e acreditar?
Enquanto te encontrares pela influência do paradigma newtoniano cartesiano, perceber implica usar os mesmos pesos, medidas e bitolas do paradigma dualista. Da mesma forma que as leis da física clássica não se aplicam na física moderna, também é impossível perceber a unicidade pela dualidade. Quanto ao acreditar. O acreditar já contem a dúvida. Acreditar e dúvida pertencem ao conceito dualista. Duvida e acreditar são companheiros do mesmo caminho. Saber apenas não tem como não ser.
Eu sei que dar e receber é uma coisa só. Quando dou estou a receber. Aqui tudo muda.
Agora só mais uma coisa para te aguçar a curiosidade.
Crítica e elogio as duas extremidades da mesma coisa. Uma não pode existir sem a outra. Quando assim não acontece o desequilíbrio pode trazer consequências trágicas.
Para não se entrar em controvérsias com os conceitos pré concebidos do paradigma newtoniano cartesiano vou esclarecer usando as leis da mecânica quântica, pondo na prática o que foi declarado atrás (por favor não tentes perceber).
Todo aquele que usa um simples telemóvel (celular no Brasil), ou outro qualquer instrumento eletrónico do quotidiano, usa um utensílio que foi possível conceber graças às leis da mecânica quântica.
Já sabes que a primeira dessas lei diz: Todas as possibilidades estão no mesmo lugar.
A segunda afirma: O observador influencia o observado.
A terceira lei declara: Atrais na mesma frequência e densidade o que irradias.
Agora que recordamos as três leis base vamos aprender como as usar para o bem-estar, sucesso e riqueza.
Atenção se queres beneficiar e melhorar a tua realidade não tentes compreender. Todo o esforço que possas fazer somente te vai enganar (lembra-te que estás sobre a influência de um paradigma limitado à ilusão dos sentidos). Jamais com uma mente dualista se pode entender ou perceber o átomo ou a matéria amorfa que simultaneamente é onda e partícula, criadora de tudo o que existe no universo.
Voltemos ao elogio e a crítica por exemplo, ser uma coisa só!
E uma não funcionar sem a outra.
A crítica e o elogio têm uma função fundamental no equilíbrio do ser humano. De uma forma simples elas constroem o trilho que é preciso pisar em segurança e equilíbrio. “Infelizmente” ainda se é dominado pelo velho paradigma, que tem a crítica como mau e o elogio como bom. Esta visão dualista destrói a evolução natural em direção ao sucesso.
Sei que neste momento surgem diversas dúvidas em relação ao que foi escrito até aqui. Poucos têm acesso ao mundo tenebroso dos Ídolos do futebol, (agora que Portugal está apurado para a final de Paris) do cinema, televisão e rádio. Mas todos sabemos como a maior parte acaba. Somente as personalidades bem formadas (boa autoestima) não procuram protagonismo e não se deixam escravizar pelo elogio.
A terceira lei da mecânica quântica diz: “atrais na mesma frequência e densidade o que irradias”.
Como mudar o trilho se o elogio e a crítica constroem o trilho do caminho?
Aumentando a autoestima.
Como se aumenta a autoestima?
Através do amor. Amarmo-nos e aceitarmo-nos e aprovarmo-nos é o caminho.
Somente se sobe a frequência e por conseguinte a autoestima (atrai-se o que se irradia) através do amor. Em primeiro lugar sobre nós mesmos, depois aos outros como nos amamos.
Vou parar por aqui para não gerar confusão. Se não estás a seguir as indicações de “O Manual de Gestão de Stress“, podes-te sentir perdido e confuso.
Aguardo que ponhas as tuas questões concretas no fórum do ativista da nova era. Vive a vida que desejas e mereces.
A humanidade atravessa a época mais fascinante e gloriosa da sua existência, ao mesmo tempo que se encontra mergulhada na apatia existencial.
Apesar de a cada instante a humanidade ser surpreendida com descobertas fascinantes de belezas deslumbrantes, vive mergulhada na tristeza que alterna com uma euforia psicótica. Num caminho de picos e vales passa ao lado duma vida promissora e maravilhosa, que não tem capacidade de enxergar.
Muitas seriam as justificações para esta estranha realidade. Mas hoje precisamos falar do flagelo que está a arruinar homens, mulheres e crianças de todas as raças, credos e extratos sociais.
Acredito sinceramente que a propagação desta calamidade teve origem num plano inocente e bondoso, por parte de seus promotores.
Estamos a falar de Benzodiazepinas (BZD) drogas legalmente receitadas livremente por agentes da indústria da doença.
Apesar de existir uma lista de muitas centenas de drogas registadas que levam em sua composição BZD, com consequências mais ou menos nefastas, este artigo não tem como propósito entrar nesses pormenores para não induzir a erros. Nem tão pouco dizer mal seja do que for.
A única intenção deste artigo é informar e ajudar a esclarecer dúvidas que me são postas diariamente.
BENZODIAZEPÍNICOS: O QUE SÃO E COMO SURGIRAM?
As benzodiazepinas foram descobertas nos inícios dos anos sessenta, renascendo assim a esperança de acabar com as cruéis salas de terapias psiquiátricas (eletrochoque), que mais não são que salas de tortura dum campo de concentração. Além desta importante vantagem também substituíam os velhos barbitúricos e outros tipos de sedativos hipnóticos usados desde os anos quarenta.
Tudo isto era muito animador e teria certamente sido de grande de grande utilidade para o doente psiquiátrico sempre tão mal tratado e desprezado nos vários campos de concentração espalhados pelo mundo que chamamos manicómios.
Como é que uma droga com poder tão dopante, que tinha sido criada para as Urgências Psiquiátricas, chega às farmácias e ao protocolo de um vulgar e impreparado agente da indústria da doença?
Voltemos aos anos sessenta por uns momentos:
Corriam os gloriosos anos sessenta das grandes revoluções culturais. João XXIII abre as portas da liberdade ao mundo. Os mais variados movimentos de libertação iniciam a sua caminhada. Povos colonizados revoltam-se contras os colonizadores. Inicia-se o movimento de emancipação feminino que revolucionou o planeta (cresceu mais o planeta nos últimos sessenta anos que nos últimos 2000, graças à emancipação feminina). O movimento Hippy, que alastrava por todo o planeta e criava uma nova humanidade, foi prontamente desacreditado e dizimado, pois semearam e desenvolveram o consumo de droga dentro das suas estruturas mundiais.
Sopravam os ventos da mudança e sentia-se que a hora de a humanidade concretizar a sua verdadeira dimensão ser feliz tinha chegado.
Os que detinham o poder perdiam o controlo e era urgente desacreditar esses movimentos antes que se tornassem uma bola de neve de dimensões incontroláveis.
Como infelizmente nesse tempo, assim como agora nas mentes mais perversas, os fins justificam os meios, a oportunidade não podia ser desperdiçada.
E assim a indústria da doença e seus agentes ganhavam o controlo do planeta, ao difundirem essa droga tão poderosa a que deram o nome de “CALMANTE” (BDZ) e os sistemas instituídos, prestes a perder o controlo, teriam sobre dominação hipnótica os seus contribuintes.
Agora que já sabemos como é que essa terrível droga foi difundida vamos falar um pouco das suas várias ramificações.
As Benzodiazepinas encontram-se camufladas nos mais variados tipo de medicamentos que vão desde alguns xaropes infantis para a tosse até uma grande parte dos analgésicos que se compram em qualquer supermercado.
As moléculas mais comercializadas de BZD e indicadas pela ordem de curto, médio e longo-prazo são: Alprazolam (não indico nome comercial para não publicitar veneno), Clonazepam; Clordiazepóxido; Diazepam; Lorazepam; Midazolam; além de muitos outros.
O que alguns agentes dizem… Mas é mentira.
As (BZDs) Diminuem a ansiedade – relaxam músculos – auxiliam um bom sono.
Na verdade, as (BZD), somente drogam (dopam, efeito hipnótico) nada mais.
Sobre um efeito hipnótico, acredita-se que se dorme. Sobre uma diminuição do estado de alerta, tem-se a ilusão de relaxamento muscular.
As (BZD) são simplesmente droga. NÃO TÊM EFEITO TERAPÊUTICO.
Sobre a Ansiedade e as (BZD)
Apesar de alguns agentes do sistema chamarem as BZD de tranquilizantes ou de ansiolíticos por terem a propriedade de dopar as pessoas descontroladas e ansiosas, na verdade, os efeitos jamais são terapêuticos. Por essa razão o seu uso nunca deva ser fora de um quadro de SOS, situação em que a falta de controlo da pessoa ponha em risco a sua própria integridade física assim como a integridade física de terceiros.
A prescrição do seu uso contínuo, por parte de um agente do sistema, é uma atitude irresponsável que normalmente leva o seu usuário à dependência.
Apesar dos alertas da OMS e do esforço de algumas pessoas responsáveis pela qualidade de vida, o mundo moderno encontra-se mergulhado na droga, cego e perdido.
As (BZD) e o sono de Qualidade.
Alguns agentes chama as BZD de hipnóticas por induzirem sono nas pessoas que têm dificuldades de dormir. Este não é um sono reparador, é um estado hipnótico, que ao ser usado mais que 3 dias seguidos, pode levar o seu usuário a graves problemas de dependência, assim como o degradar metabólico do organismo enquanto mergulhado nessa dormência.
É preciso lembrar que o uso de BZD é considerado pela OMS como caso de saúde pública. Apesar dos agentes da doença serem os grandes responsáveis por tal flagelo ou porque não estão preparados cientificamente ou porque obedecem a diretrizes da indústria do qual são seus fiéis representantes.
Chegou a hora de nos responsabilizarmos pelo próprio bem-estar. Não podemos mudar o passado, assim como não podemos mudar o sistema implementado, mas podemos mudar a nossa atitude perante a vida e criar o bem-estar que cada um de nós merece.
Para terminar é preciso reforçar que existem no mercado português muitas centenas de marcas de químicos que têm BZD, em sua composição, provenientes de pelo menos de 12 moléculas diferentes de BZD.
Muito há ainda para dizer sobre as BZD, mas penso que a informação pouco poderá ajudar que sofre os horrores da sua dependência. O importante é dar a conhecer que há uma solução perfeita para cada problema.
Se te encontras escravo desta substância e queres recuperar a tua liberdade, pede ajuda.
Se vives na ansiedade, não uses drogas, a não ser em SOS, pede ajuda para saíres desse beco.
Se sofres de insónias, existe por detrás um motivo. Não te drogues, não adies a tua vida. Não queiras resolver um problema enganando-te e criando um problema bem pior com o uso de drogas que te levam à escravatura.
Em qualquer caso tens ao teu dispor ajuda 24 horas por dia.
Por favor se não queres uma verdadeira solução para a tua vida, sê minimamente responsável não uses este endereço para não prejudicares os utentes que estão em sofrimento e querem respirar o ar da liberdade.
Nota: Este artigo não oferece aconselhamento médico, nem recomenda técnicas de tratamento para males físicos, emocionais sem conselho médico, direto ou indireto. O autor pretende apenas oferecer informações de natureza geral, úteis na busca de bem-estar físico, emocional, mental e espiritual. Nem o autor nem os colaboradores são responsáveis pelo uso das informações aqui apresentadas.
Como se Libertar da Dependência dos “Ansiolíticos”
O Elevado uso de tranquilizantes é “problema de saúde pública”
Portugal o Pais do XANAX e Brasil o pais do RIVROTIL.
O tenebroso mundo dos Sedativos Hipnóticos
Vou-lhe ensinar passo a passo como se libertar desta maldita prisão (os ansiolíticos) que fez do povo Português um povo Toxicodependente.
Esta é uma notícia do Publico que pode ler na integra no site do Infarmed no link que deixo no final.
“Apesar dos alertas repetidos nos últimos anos, a utilização de medicamentos ansiolíticos, sedativos e hipnóticos continua muito elevada em Portugal. Tão elevada que, nas conclusões de estudo em que analisou o consumo dos psicofármacos em Portugal Continental entre 2000 a 2012, uma especialista da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) defende que este é “um importante problema de saúde pública””.
Por mais que se alerte, para este grave problema de saúde pública, que alastra como fogo em capim seco dia após dia, criando assim um mundo de toxicodependentes; fáceis de manipular, assegurando o poder da indústria de estupefacientes.
Muito existia para narrar desde os simples analgésicos de compra livre a muitos xaropes que levam na sua composição Benzodiazepinas, para que os “inocentes” utentes fiquem dependentes desta ou daquela marca. Tudo isto acontece a dezenas de anos, com o conhecimento de todos mas o medo do sistema, aterroriza qualquer um. Lembro as palavras do Dr. Ryke Geerd Hamer o pai da nova Medicina Alemã. “Assim como na Idade Média, a Igreja era a instituição mais poderosa do planeta. Era dela que os reis e rainhas recebiam o poder de governar e de onde também poderiam ser excomungados, caso os interesses da Igreja estivessem em risco. Assim também a indústria da Doença mantém o planeta sob controlo, através da constante imposição do medo”.
Por isso o melhor é estar-se quieto e irmos ao que é importante a liberdade da maldita droga que mantem no cativeiro famílias inteiras.
Como se encontra a Liberdade das drogas. Neste caso as Benzodiazepinas (vulgo Calmante)?
Para que possa libertar-se desta dependência. É preciso em primeiro lugar, saber como a droga funciona.
Ao contrário do que muitas vezes se tenta fazer crer as benzodiazepinas não podem passar por um processo de desmame. O desmame pode sim ser aconselhável, noutras substancia, ou no caso do utente não se encontrar dependente da substância. O que é pouco provável, se assim fosse, não precisaria da desintoxicação.
Embora não exista um estudo oficial para a desintoxicação do organismo de Benzodiazepinas, a minha experiencia em quinze anos, a resgatar homens e mulheres desta maldita prisão, concedeu-me experiencia, para ajudar qualquer um que queira libertação.
Antes de iniciar a desintoxicação é preciso saber como o processo se vai desenrolar. É preciso também saber que se está perante um adversário poderoso, e que de forma alguma o poderemos vencer se quisermos fazer braço de ferro com ele.
Ansiolíticos – uma droga dura
Depois de Aceitar a impotência em relação a droga eu vou ensinar como se proceder.
Precisa também saber como tudo vai acontecer. O processo de desintoxicação tem o seu pico as 72 horas. Por outras palavras as primeiras 72 horas ou 3 dias, é quando se chega ao pico da ansiedade. Começando a diminuir até que a droga sai-a definitivamente do organismo. Mas para que não sinta ansiedade nessa fase vai suplementar-se com um ou dois produtos naturais, que vão substituir a benzodiazepina. Deixando assim definitivamente, a droga de uma forma simples e sem sofrimento.
Como não existem duas pessoas iguais, e para melhor poder assegurar o sucesso da desintoxicação peço-lhe que me contate. Asseguro que todos os seus dados médicos e pessoais estão cobertos pela lei do sigilo e anonimato. Somente servem para o fim que se destinam.
O primeiro passo, inscreva-se no treino em Gestão de Stress
“Vive-se num mundo em que nada faz sentido. O que é verdade agora é mentira daqui a pouco. O que é remédio hoje amanhã é veneno; Tudo que pode dar errado está a dar errado. Tudo acontece pior do que se previa, vegeta-se na luta pela sobrevivência”. Este é o mundo (realidade) dos que ainda não mudaram o paradigma. Esta é a verdade dos coitados que ainda não despertaram para a nova era. O pior é que estão certos. Mas será assim mesmo? Não há outro mundo além deste?
– Esta é a verdade (realidade), de quem resiste a mudança.
– Como podemos ajudar estes irmãos em sofrimento?
Quando o milénio passado chegava ao final muitos foram os que se desfizeram de tudo por acreditarem no “fim do mundo”. Mas entrou-se em 2000 e nada aconteceu como se previa. Os mensageiros do apocalipse que durante décadas profeticamente anunciavam o fim do mundo, acabaram frustrados por não se terem cumprido as profecias.
Será que as profecias anunciavam o fim do mundo ou anunciavam o fim do velho homem?
A humanidade fez uma mudança radical nestes primeiros anos do novo milénio. Apesar de ainda se ouvirem o rufar dos tambores do folclore New Age, hoje emergem poderosos pilares onde solidamente uma nova humanidade começa a se estabelecer. Programas de transformação pessoal como o “Treino em Gestão de Stress”, assim como a Sintonia Quântica harmonia no quotidiano, são alguns exemplos da onda de amor, generosidade e criatividade que estão a mudar a face da Terra.
Apesar de a maioria ainda estar agarrado ao velho paradigma, e desesperadamente lutar pela sobrevivência; firmando assim um mundo egoísta e feroz. Muitos são os despertam dessa hipnose e caminham a passos largos para a liberdade.
Já se ouvem hinos de amor e gratidão da multidão de homens e mulher de todas as raças e credos que encontram um sentido para vida.
Deixo a mensagem da Paula na íntegra
“Obrigada pela vossa presença na minha Vida. Estou grata ao sábio Universo.
Muito tem mudado na minha vida, nos últimos anos, mas o Treino em Gestão de Stress, tem sido a cereja no topo do bolo, mas, o “bolo” não está terminado, o estado em que me encontro é apenas um “andar/degrau”, como aqueles bolos que no seu todo, são a sobreposição de vários. Eu continuo construindo o meu bolo e tenho a certeza que muitas mais cerejas tenho para lhe colocar.
A minha vida tem sido uma mudança constante, do caos (aparente) à felicidade. Nos momentos de aparente caos, consegui serenar a mente, sabendo que portas têm de ser fechadas, para que outras se abram, que o copo que tem de ser esvaziado, par ser novamente cheio, para dar lugar à Mudança e ao Novo.
Este treino veio em mais um momento crucial da minha. Decisões que têm de ser tomadas, estão sendo! De forma serena, Com a consciência, certeza e a aceitação que eu sou a Criadora da minha Vida. Obrigada Treino em Gestão de Stress por constantemente me lembrares esta verdade, as Leis Universais.
A minha Vida tornou-se uma Bênção. Nos mais inesperados momentos, nas mais pequenas coisas e gestos, eu somo e tomo consciências do que a Vida me tem acrescentado, materialmente, emocionalmente, espiritualmente.
Vivo em confiança, serenidade e plenitude, sentimentos renovados a cada instante, pois estou construindo, não dei, nem quero dar a obra por concluída! Afinal, estagnação, é morte, e quem disse que eu quero ter uma vida moribunda?
Não, quero continuar a sentir este “gozo” pela Vida, este construir diário, esta sensação e certeza que estou a construir um Mundo Novo. Para mim, irradiando-o à minha volta, onde o Meu Bem Estar, Sucesso e Riqueza vibram em mim.
Este Treino tem sido o meu companheiro de jornada diária. OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA!
PS, não me convenci que sou “aluna brilhante”, “apanho-me” vezes sem conta, e, lá volto aos trilhos! Mas o sentimento de que estou no caminho que me enche de Felicidade, é uma FELICIDADE SEM TAMANHO.
E, se me permitirem continuar a crescer convosco, eu cá estou e, estarei.
A Sintonia Quântica…fecho os olhos e parece que estou numa autoestrada que caminha para o infinito e para a Luz, é difícil explicar.
Obrigada ao melhor dia de nossas Vidas”
*
Muito bem afinal quem tem razão?
Os que dizem que vivem num inferno ou os que encontraram o paraíso?
Ambos têm razão. Cada um escolhe o mundo que quer viver.
Todas as possibilidades estão no mesmo lugar.
O mundo já mudou. Quem não mudar através do amor e da boa vontade, mudará através da dor e sofrimento.
Mas enquanto a dor for menor que a preguiça; a pessoa não muda. No dia em que a dor for maior que a preguiça, a pessoa pede ajuda e transita para a outra realidade.
Sempre assim foi!
Será que sempre assim será? Quanto mais sofrimento, doenças incuráveis serão precisas para que não seja preciso a dor e o sofrimento para se mudar.
O excerto já vai longo. Chegou a hora de me despedir mas antes quero lembrar que existe sempre uma Solução perfeita e criativa para cada problema.
São muitos os estudos feitos à Diabetes, e parece que está ainda longe o entendimento para esta doença, a meu ver, porque se procura encontrar uma explicação para a doença, esquecendo os velhos princípios da medicina de que “não existem doenças mas sim doentes”. Aqui parece residir o cerne da questão.
Tanto se pode afirmar que a Diabetes é uma doença do pâncreas, como se pode dizer que a diabetes é uma doença ligada ao meio ambiente. A verdade é que não existem dois diabéticos iguais.
Apesar de todas as teses poderem ser provadas, e por consequente quem as defende ter razão, porque é que a doença continua a evoluir como rasto de pólvora?
Mas ainda há mais: diariamente durante dezenas de anos são gastos centenas de milhares de Dólares, Euros ou Libras na sua investigação e apesar disso a doença continua a alastrar.
Afinal se todos podem provar as suas teses em que é que ficamos?
Quem é que está certo?
Se assim é, para que serve este artigo sobre a diabetes? Será que pomposamente tenho a pretensão de trazer aqui a cura para a diabetes?
Só falar da cura e já fico arrepiado. Não acredito em curas e todas as que conheço são fictícias. Então para que serve este artigo sobre a diabetes?
Somente pretendo partilhar humildemente a minha experiência dos últimos quinze anos.
Apesar de ser conhecido que a diabetes é uma deficiência da função endócrina do pâncreas, que se traduz por um défice de insulina, ou ainda em alguns casos de diabetes a resistência à insulina, em certos casos de obesidade, existem centenas de abordagens ao tema e cada vez nos encontramos mais longe do entendimento.
De todas as que conheço uma que mais me inspira é a visão do meu grande mestre Dr. CRISTOPHER VASEY, deixada no livro “ Como lidar com as doenças graves” da Editora Estampa, que vou deixar transcrita no final.
O que quero aqui partilhar é que em todos os casos de diabetes que passaram pelo nosso centro de recuperação de doenças graves, depois de terem concluído o programa de recuperação (mudança), os valores normalizaram, tanto para o insulinodependente como para os não insulinodependentes, ficando livres de qualquer tipo de medicação ou dieta imposta.
A minha experiência provou-me que todos os que mudaram e se tornaram donos da sua vida, normalizaram não somente os níveis de glicose (açúcar no sangue) como recuperaram a saúde integral.
Como é feito?
Passa por duas fases distintas:
1ª Desintoxicação – física e emocional
2ª Reposição de princípios adequados a realidade atual, úteis para uma vida com qualidade.
Muito poderia ser dito. Inclusivamente poderia relatar várias histórias fantásticas de recuperação. Mas deixo-vos com a transcrição do mestre CRISTOPHER VASEY retirada do livro “ COMO LIDAR COM AS DOENÇAS GRAVES” da Editora Estampa que aconselho.
Mas antes de transcrever “a diabetes” do Dr. CRISTOPHER VASEY, quero dar-te a conhecer uma forma de recuperar a saúde integral. Fica aqui o link, não hesites, aproveita a oportunidade que a vida te oferece.
A diabetes é um bom exemplo das doenças ligadas ao meio, tanto a nível das causas desencadeadas, como da natureza dos danos e da sua evolução. Inclusivamente, o tratamento põe a nu a importância do estado humoral e da higiene de vida no que respeita à evolução da doença.
A diabetes caracteriza-se por uma deficiência maior ou menor do pâncreas, que se encontra incapacitado de fabricar a insulina suficiente, podendo até dar-se o caso de não produzir quantidade alguma desta hormona que condiciona a utilização do açúcar. Sem ela, a glicose contida no sangue não poderá penetrar nas células para ser utilizada e, assim, permanecerá no sangue, onde se acumulará de forma anormal.
Quanto mais elevada for a deficiência pancreática, ou seja, a carência de insulina, mais grave é a doença. Portanto, a gravidade varia, consoante as pessoas.
Causas da diabetes
A explicação a que normalmente se recorre (a origem da manifestação da doença é uma predisposição hereditária) não responde à pergunta, apenas adia um pouco a resposta. Poderemos, com efeito, perguntar-nos por que os pais têm diabetes ou por que motivo manifestam propensão para ela.
O processo de funcionamento do pâncreas permite-nos compreender como se pode originar a deficiência pancreática. A proporção de aminoácidos, minerais e vitaminas do sangue é controlada constantemente pelos diversos órgãos responsáveis, com o propósito de que as células tenham permanentemente à sua disposição os nutrientes de que necessitam. Este controlo realiza-se para evitar tanto as carências como os excessos, ambos prejudiciais ao bom funcionamento do organismo. O sangue possui, pois, uma composição ideal que é a garantia de uma boa saúde.
A função do pâncreas é controlar a percentagem de açúcar sanguíneo (ou glicemia), para evitar que se encontre em excesso.
Graças às secreções de insulina, o açúcar em excesso abandona o sangue e, ou penetra nas células musculares, para ser utilizado como carburante energético, ou nas células adiposas, para ser armazenado na forma de gordura, como prevenção para futuras necessidades energéticas.
Após refeições ricas em glúcidos, a glicemia eleva-se demasiado e o pâncreas deve intervir, segregando insulina. Quanto mais elevadas forem as quantidades de glicose que penetram no sangue, mais fortes serão as secreções de insulina necessárias para restabelecer um nível normal de glicemia.
Devemos precisar que a glicose é a forma sob a qual o corpo utiliza os glúcidos e que as diversas fontes dos açúcares proporcionados pelos alimentos (açúcares simples ou complexos, como o amido) se transformam em glicose, para se tornarem utilizáveis.
Outro facto importante: o pâncreas segrega insulina de diversas maneiras, consoante a origem da glicose que penetra no sangue:
A glicose procedente da digestão da fruta praticamente não solicita a intervenção do pâncreas;
A glicose procedente da digestão do amido das batatas e dos cereais passa ao sangue lentamente e solicita uma intervenção moderada do pâncreas;
A glicose proveniente da digestão da sacarose industrial (açúcar refinado) passa rapidamente ao sangue e origina fortes secreções de insulina.
Quando se consomem regularmente alimentos que contêm açúcar refinado, como acontece atualmente, o pâncreas sente-se excessivamente solicitado. Obrigado a reagir de forma enérgica e rápida a cada refeição e, mesmo entre as refeições, devido aos aperitivos, obrigado a segregar (e portanto, também a produzir) grandes quantidades de insulina, o pâncreas acaba por se esgotar. Deixa de ser capaz de realizar o seu trabalho como lhe é solicitado. A debilidade pancreática, e a deficiência que deste modo se adquire podem transmitir-se à descendência.
Os efeitos negativos deste tipo de alimentação não ficam por aqui.
Devido à sobrealimentação, a maioria dos diabéticos têm excesso de peso; o meio sobrecarrega-se dos resíduos procedentes dos múltiplos excessos em glúcidos, assim como de proteínas e lípidos. Logo, o pâncreas, como os demais órgãos, sofre essa obstrução, e o seu funcionamento vê-se prejudicado na devida proporção. Por outro lado, o terreno fica debilitado, uma vez que os alimentos diretamente implicados (açúcares, guloseimas, pastéis, chocolates, etc.) são, precisamente, refinados e desnaturados. A função pancreática, privada das vitaminas e dos oligoelementos indispensáveis, fica, consequentemente, perturbada.
As carências e as sobrecargas associam-se para tornar o campo pouco favorável ao funcionamento do organismo em geral e do pâncreas em particular.
Como acontece em todas as doenças, a importância da higiene de vida também desempenha um papel determinante na manifestação da diabetes.
Os transtornos do diabético são a expressão da contaminação humoral.
Apesar de o açúcar ser um nutriente indispensável ao organismo, converte-se num veneno se estiver presente em quantidades exageradas num lugar que não lhe é próprio (no sangue, mais que nas células).
Para além de todos os resíduos que normalmente se encontram num sangue sobrecarregado, o sangue de um diabético contém uma percentagem demasiado elevada de glicose, que atuará como veneno. Os primeiros a sofrer com esta situação serão os vasos sanguíneos e todos os órgãos que estão em contacto direto com o sangue, uma vez que, na diabetes, é precisamente no sangue que o açúcar se detém.
A alteração das paredes vasculares é, pois, típica desta doença.
Quando os vasos se rompem ou ficam obstruídos, perfila-se todo o cortejo de doenças cardiovasculares: angina de peito, enfarte do miocárdio, hemorragia cerebral, artrite dos membros inferiores ou gangrena.
A rutura dos vasos ao nível dos olhos pode provocar a cegueira.
A irritação provocada pelas sobrecargas sanguíneas ao nível do órgão excretor cutâneo (os diabéticos transpiram açúcar) provoca eczemas, pruridos, furunculoses, etc. As articulações são, também, afetadas. Surgem nevralgias e, até, paralisias, quando os nervos são mal irrigados e quando os resíduos tóxicos criam traumatismos e lesões nos filamentos nervosos.
O corpo tenta desfazer-se do açúcar em excesso através dos rins.
Infelizmente, utilizados como válvula de segurança, acabarão por ceder perante o peso dos resíduos que agridem e destroem os seus tecidos, acabando eles próprios por adoecer. Esta é outra das graves complicações que os diabéticos têm que enfrentar.
Um campo tão desequilibrado é ideal para a multiplicação dos germes infeciosos, e, efetivamente, os diabéticos estão submetidos a múltiplas infeções.
A evolução dos transtornos descritos está em função da intensidade da deficiência pancreática, quer dizer, da intoxicação pelo açúcar ou, por outras palavras, do estado do meio. A adoção de um tratamento bem adaptado ocasiona-lhes um retrocesso, no caso de o grau das lesões não ser ainda irreversível. Por outro lado, os transtornos pioram a cada desordem da função pancreática, como ocorre com o abandono do regime alimentar, com o esgotamento provocado pelo cansaço excessivo ou com os choques emocionais.
Tratamento da diabetes
Para tentar compensar a falta de glicose a nível celular, o organismo desencadeia a autofagia dos seus tecidos gordos e das suas proteínas de constituição. Proteínas e gorduras podem ser transformadas em glicose. Quando a autofagia é importante, a degradação dos corpos gordos em glicose é mal realizada. As transformações que as gorduras sofrem para produzir a glicose detêm-se no estado ácido (acetona, ácidos cetónicos).
Os corpos cetónicos, ao acumularem-se no sangue, tomam-no ácido (acidose). As reservas minerais básicas, capazes de neutralizar os ácidos, esgotam-se, e o sangue torna-se, bruscamente, mais ácido. Este estado é muito perigoso, pois corresponde a um envenenamento do organismo por acetona (crise cetónica). Desta forma, o doente penetra num sono (coma diabético) que, sem cuidados enérgicos, pode ser mortal.
Desde a descoberta da insulina em 1925, os diabéticos deixaram de estar à mercê das crises cetónicas. A toma regular de insulina permite que o organismo utilize normalmente a glicose. Assim, este não se vê obrigado a originar crises de autofagia, com todos os perigos que estas encerram.
De imediato, poderá parecer que o tratamento dos diabéticos reside inteiramente na utilização da insulina. De facto, esta substância evita a morte do paciente, mas não a dispensa, antes pelo contrário, de uma reforma da sua higiene de vida. Por outro lado, esta higiene é muito rigorosa e indispensável. O regime alimentar do diabético foi estabelecido após numerosos ensaios e análises e deve ser escrupulosamente seguido, sob pena de recaídas ou de complicações. Para os diabéticos que não dependam da insulina, quer dizer, para aqueles cujas deficiências pancreáticas não são de molde a necessitarem de tomar insulina, o problema coloca-se da mesma forma. O seu estado de saúde depende, igualmente, da observação rigorosa do regime alimentar a que se submeterem.
As refeições a horas certas, as quantidades exatamente doseadas dos alimentos, segundo a capacidade orgânica, a recusa de todos os alimentos desnaturados e a busca de uma vida o mais equilibrada possível, tanto física como emocionalmente, permitem aos diabéticos recuperar um equilíbrio do seu estado de saúde e viver com normalidade. Estas medidas nada têm de estranho; são as aconselhadas para sanear o terreno.
As carências e as sobrecargas associam-se para tornar o meio pouco favorável ao funcionamento do organismo em geral e do pâncreas em particular.
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