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Viver é crescer 2020 - António Fernandes

Viver uma Vida com sentido

Caros amigos, não estamos apenas a entrar num novo ano, é preciso aceitarmos experimentar uma nova experiência para que a vida se renove. As novas realidades que se avizinham são experiências desconhecidas para todos nós. Não adianta tentar fazer previsões, bloqueando as maravilhas que a vida tem para nos oferecer. As mudanças maravilhosas que estão a acontecer jamais poderiam ser imaginadas no início da década que agora se fechou.

  Sei que alguns ao lerem este primeiro parágrafo do primeiro artigo do ano, pensam que estou ou sou doido varrido. Compreendo e aceito que assim pensem, porque quer aceitemos quer não, cada um de nós molda a sua realidade (vida), com o que pensa. Tudo que é a nossa realidade física, é inicialmente criada pela mente a partir da matéria prima que chamamos pensamento. É sem dúvida (o pensamento), a razão básica para que exista tanto sofrimento numa altura em que melhores condições são oferecidas para viver a humanidade.

Este absurdo em que a humanidade se deixou envolver tem sido um dos meus principais motivos de reflexão nos últimos dias. E a pergunta é esta: porque é que, sendo nós que criamos estas mudanças, não as usufruímos? Porque serão as gerações vindouras a beneficiar do Paraíso, e não nós que o criamos?

Porque é que teimamos em não querer enxergar o mundo maravilhoso que habitamos? Porque é que não aproveitamos a oportunidade de experimentarmos a nós mesmos? Porque continuamos a desconfiar de uma “vida em abundância” como dizia o mestre. Já passaram 2000 anos e continuamos incrédulos e estéreis…, Porquê?

Então vamos ver se consigo alguma luz, que ilumine o caminho de saída deste absurdo existencial. Vamos recuar um pouco no tempo, para ver se encontramos “o fio à meada”. É verdade que no tempo de nossos bisavós, a mudanças eram raras. Apesar de ter conhecido o meu bisavô (o Cirurgião, como era conhecido), até aos 98 anos, duvido que algum dos seus conceitos básicos, tivesse mudado.  Falei em conceito básico (ou princípio espiritual), com que gerimos a nossa realidade. Porque é aí que está (o cerne da questão)…, apesar de meu bisavô, ter nascido e vivido na 2ª metade do século XIX, e na primeira do século XX, conhecendo a monarquia, que deu lugar a uma republica “sem rei nem roque”, que desembocou no estado novo, a duas guerras mundiais, a guerra civil Espanhola, à depressão económica mundial, a 1ª e 2º geração tecnológica, e apesar de todas estas mudanças os princípios básicos das crenças mantiveram-se. O que importante aqui ficar claro é que meu bisavô viveu sua vida inteira sem ver pelo menos um dos conceitos básicos do seu sistema de crenças mudar seriamente. As coisas eram como eram, simplesmente. Entretanto no tempo de meu avô, as mudanças eram lentas viviam-se várias décadas sem ver qualquer dos conceitos básicos do seu sistema de crenças mudar. Para meu pai, que nasceu no ano que se iniciou a depressão mundial, as mudanças dos princípios básicos já foram em ciclos bem menores acabando por ver a maioria dos conceitos básicos do seu sistema de crenças mudados. Mas hoje no 1º dia de 2020 a velocidade das mudanças é vertiginosa. Deixou de rolar só na horizontal para fluir em ascensão. A transformação alcançou velocidades estonteantes, que não se limitam somente a tecnologia, mas também, a teologia, filosofia, medicina, física, química, biologia…, enfim trazendo novas interpretações mentais e físicas, a cada dia que passa, abalançado gravemente as estruturas onde assentam os velhos sistemas políticos, económicos e sociais que governam o mundo e a humanidade.

Esta visão da realidade atual, para um ansioso ou ausente da vida, chama-lhe um caos, para o surfista da vida chamam O PARAÍSO.

A verdade é que aquilo que pensamos conhecer como realidade a um minuto atrás, não pode ser AGORA considerado como tal. Esta visão da realidade atual eleva-nos para um vórtice ainda mais fascinante; da mesma forma que a física moderna não pode precisar onde se encontra o elétron; também não podemos conhecer onde está a mudança. Aqui, ali, acolá, em toda à parte. 

Conclusão; a ansiedade e, por conseguinte, o sofrimento da humanidade, não se deve a um fator externo, ou a castigo de uma entidade severa, mas ao facto de não conseguirmos enxergar com os nossos filtros (crenças “princípios”) a velocidade a que tudo muda, e surfar a onda da vida (mudança).

Como fazer nesta condição? Hoje alguém me veio perguntar, “como é que descubro quem sou”? Mas à velocidade que tudo se encontra neste momento não basta procurar quem sou eu mas quem escolho ser, como individuo e qualidade.

Como se pode concluir é simples sair do inferno da ansiedade e do sofrimento, mas não é fácil. É preciso procurar ajuda, e seguir sugestões pondo ação sem hesitar; como o surfista que tenta, sem parar melhorando a com a queda.

O importante é não adiar a decisão. Decide agora mesmo.

Decide Agora…, Viver uma Vida com sentido.

antonio@solucaoperfeita.com

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