Uma crise é uma bênção 2

“Consciência é matéria amorfa, onde a mente cria a realidade”

No artigo anterior iniciou-se o caminho para transformar uma crise numa bênção e a miséria em riqueza. Mas não basta definir qual a diferença entre miséria e crise, nem tão pouco saber como se faz; é preciso fazer.

Então o que impede de fazer? Se não se pode ficar parado no auge de uma crise…, se as saídas possíveis são uma bênção; ou frustração e fracasso. A escolha parece óbvia, e iremos lá, já em seguida. Quanto à miséria, já pertence à zona de conforto. Uma zona, que apesar de nada confortável, já se está habituado a ela.

Voltemos de novo “à crise”. “A crise”, forma-se num acumular de energia, resultante da resistência, ao fluxo, natural de crescimento (mudança). Ou seja, funciona como uma barragem num rio que vai acumulando energia em potência.

Hoje vamos deixar o facto “miséria existencial” e vamos somente nos dedicar em transformar “uma crise” numa bênção. 

Já vimos nos artigos antecedentes que o processo é feito em 3 passos. E hoje vamos desenvolver estes 3 passos.

1º passo assumir 100% responsabilidade pela crise (realidade). Apesar de se tentar justificar…, qualquer “crise” resulta somente da resistência ao fluxo e processo da mudança.

Mas antes de continuar é preciso saber que a “crise” particular e a crise em que a humanidade moderna está mergulhada, estão intimamente ligadas…, e, a resistência ao fluxo natural da mudança, não é assim tão absurdo.

Vou explicar melhor; o mundo já mudou, já saiu da era industrial…, para entrarmos na era da in- formação. Onde o conceito dualista, deu lugar ao moderno conceito unicista. Mas a consciência individual e coletiva ainda estão no velho dualismo.

Mas você agora pergunta; o que é que tem isso a ver com a crise que eu estou afundado? Tudo. Vou dar um exemplo concreto. Desde o início do ano passado, temos assistido ao fecho de muitas dietéticas e outras farmácias homeopáticas, ervanárias etc., todos eles revendedores dos suplementos alimentares da Casa Escola António Shiva®. Perante essa realidade, poder-se-ia criar uma crise financeira na Casa Escola António Shiva® e justificar com o fecho das farmácias e dietéticas. Vejamos…, os clientes que escoavam um determinado produto fecharam as suas portas…, não comprando mais os suplementos da Casa Escola António Shiva® . E na lógica essa fonte de rendimento se esgotaria naturalmente por falta do velho circuito comercial. Certo? Seria assim no antigo mundo.  mas no novo mundo, no mundo de hoje…, isso pode ser alterado. Como?

Não vou aqui explicar o velho circuito comercial, que vai do produtor ao consumidor passado por um sistema de distribuição, armazenista e retalho.  Mas da forma como se melhora o fluxo até ao consumidor final. Este processo está inserido em todas as formas de fluxo da nova era. Não importa se a crise é no casamento, na economia, ou na realização pessoal.  

Depois de, se assumir 100% da responsabilidade pela realidade que nos encontramos, é preciso confiar no processo e fluxo. Libertando totalmente a mente da ilusão separatista dualista, transformando a crise numa bênção (logo que o observador (quem vive a crise), não se deixe influenciar pela aparência (nefasta), “o milagre” acontece). A ciência moderna faz deste facto descrito, a 2º lei da mecânica quântica (o observador interfere no observado). Certamente que esta ação precisa de algum treino (como tudo na vida), e o que faz a crise, transforma-se em bênção é a certeza e autoconfiança do observador. Assim como a crise transformar-se em fracasso, é a dúvida e incerteza do observador (concluindo assim o 2º passo).

No 3º passo, o observador, eleva a bênção para um alto patamar de frequência, mantendo o fluxo sem sessar de crescimento, através da sua própria radiação irradiação de certeza e autoconfiança.

O contrário pode acontecer transformando a crise em miséria e a miséria tornar-se uma zona de conforto.

Espero que este curto texto possa te incendiar, transformando não só a crise numa bênção, mas também num farol de sucesso cada vez mais brilhante.

Continuo a aguardar o teu feedback

Incondicionalmente disponível,

António Fernandes

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