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O PODER está no QUERER 2/20 - António Fernandes

Uma crise é uma bênção 1

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O poder está no QUERER

O pensamento é a matéria prima das coisas

2/20

No artigo anterior ficou claro que o único requisito para fazer, ou criar a “vida em abundância”, a partir da miséria existencial, é QUERER, e a pergunta que fechou o primeiro ensaio introdutório para uma vida em abundância…, (Uma crise é uma bênção) foi; “quero verdadeiramente mudar a minha realidade”? Peço-te que pares a leitura, e de forma honesta e responsável perguntes a ti em voz alta “quero verdadeiramente mudar a minha realidade”? Aguarda alguns segundos antes de continuar e escuta a resposta.

  Na verdade, a maior causa de fracasso do homem moderno, é lutar por aquilo que não se quer. Não importa em que inferno existencial nos encontremos…, não importa se somos novos, de meia idade, ou já com idade avançada, se vivemos num casebre ou num palácio, se frequentamos escola superior, ou temos dificuldades em ler estas palavras. É preciso estar cansado! Da crise, ou da miséria em que estás afundado. E querer verdadeiramente a mudança.

Vou definir Crise e miséria para que possamos chegar a um ponto de partida e podermos pôr em ação os 3 passos para a liberdade de uma vida em abundância.

Mas antes vou contar de novo a história dos jovens que encontraram a saída do mundo das trevas eternas. A história que vou escrever aqui agora li-a há muitos anos e marcou-me para toda a vida.

Conta a história que em tempos remotos, existiu uma civilização com milhares de anos, que habitava nas trevas de uma caverna gigantesca. Essa civilização antiga, tinha uma estrutura política e religiosa muito semelhante ao mundo moderno de hoje. O Universo dessa civilização resumia-se ao mundo das trevas de uma caverna gigante. Ninguém conhecia outra realidade além das trevas. Funcionava como um Big Brother Gigante em circuito fechado. Ninguém sabia que vivia numa caverna, assim como o peixe, não sabe que vive dentro de água. Era esse o seu mundo, o mundo que sempre conheceram e que ninguém jamais poderia questionar.

Mas um dia, 3 jovens amigos em segredo decidem explorar as trevas dos abismos tenebrosos não habitados. Durante tempo indefinido, aqueles 3 jovem foram mergulhando no negrume desconhecido, até que se julgaram perdidos sem saber como regressar para junto dos amigos e familiares. Continuaram caminhando pelas trevas aos tropeções sem saber para onde se dirigiam na esperança de encontrar um caminho…, até que surge algo totalmente desconhecido do mundo da escuridão. Algo que seus olhos habituados às trevas, não conseguiam identificar. Paralisados pelo medo do desconhecido, permaneceram imóveis por tempo indefinido (o conceito de tempo, ou de dia e noite não era conhecido, nas trevas perpétuas da caverna). Até que aquele monstro aterrador que os cegava, acabou se diluindo lentamente na escuridão da caverna. Os jovens apesar de perdidos e aterrorizados, por algo totalmente desconhecido, acalmaram…, e ficaram curioso para saber do que se tratava. Que monstro seria aquele que os cegava? Mantiveram-se atentos, e algum tempo depois no mesmo lugar onde se encontrava aquele monstro que os cegava, começavam a surgir algo poderoso que seus olhos conseguiam enxergar, eram raios luminosos que entravam, engolindo a escuridão do mundo das trevas. Os jovens pensaram que tinham chegado ao fim do mundo. Os raios luminosos consoante iam destruindo as trevas, tornavam-se cada vez mais fortes, até cegarem os olhos dos 3 jovens. O medo paralisa-os de novo, mas de novo aquela luz começara a enfraquecer. É nessa altura que a curiosidade e o gosto pelo perigo falou mais forte, e começaram por se aproximar enquanto aqueles raios luminosos iam enfraquecendo. Consoante se aproximavam; assim se iam apercebendo que estavam a aproximar da entrada de um lugar desconhecido. Os raios luminosos desapareceram, e um manto de escuridão com pequenos pontos cintilantes dão uma nova vida à escuridão. Os 3 jovens pensam que estão a viver um sonho prazeroso. Queriam que esse sonho nunca mais acabasse. Até que se sentem a ser banhados por luz. Já não sabem se é sonho, pesadelo ou delírio. A luz desfez as trevas. Mostrando flores, ervas, plantas, aves e outros seres, desconhecidos daqueles 3 jovens. Tudo possuía beleza. sentiram pela primeira vez o sabor de frutos deliciosos. Precisaram de algum tempo para percebem que tinham encontrado o paraíso. Logo que perceberam que os seus ancestrais e eles tinham vivido enganados na escuridão de um buraco gigantesco, que chamavam realidade, quiseram levar a notícia, para que todos pudessem ter acesso ao novo mundo, ao paraíso. Entusiasmados com a ideia de o seu mundo das trevas encontrar a luz, entram entusiasmados pela escuridão da caverna até chegarem ao abismal coração da caverna, onde aquela civilização se tinha desenvolvido durante milhares de anos.  Eufórico e felizes contaram a parentes e amigos, o que tinham encontrado. A realidade não era só trevas. Também havia luz e calor. Até lhes mostram alguns frutos deliciosos que tinham trazido para se alimentarem no caminho. Ninguém acreditou…, nem familiares nem amigos. –“estão loucos”…, -“como é possível tal loucura”?…, “nada mais existe além das trevas” “são loucos perigosos”…, diziam os amigos. Acabaram por ser julgados por perigosos agitadores e condenados à fogueira, para não contaminarem com a sua loucura os felizes homens das trevas.

Não é primeira vez que escrevo esta história, para ilustrar o que acontece hoje em todas as áreas da sociedade moderna. Aqueles 3 jovens poderiam permanecer no paraíso usufruindo do banquete que lhe era oferecido. Mas como eram bons e generosos não quiseram o benefício só para si. Havia que chegasse para todos…, A vida é um banquete…, no texto de amanhã, será descobriremos que a sociedade moderna de hoje em nada é diferente da civilização da caverna.

Mas antes de terminar este texto vou definir Crise e miséria para que possamos chegar a um ponto de partida e podermos pôr em ação os 3 passos para a liberdade de uma vida em abundância.

Crise – resulta de negar o fluxo e processo da vida. Ou seja…, uma concentração de energia (energia em potencial = uma barragem). Energia potencial (“armazenada”) dá a capacidade de ser transformada numa bênção (naquilo que se quer).

Miséria existencial – zona de conforto – ou realidade conhecida.

Qual é diferença entre crise e miséria existencial?

Na crise (energia em potência), não pode manter a situação por muito tempo. A energia retida (crise), tem de ser libertada e transformada. As possibilidades são infinitas. A escolha da possibilidade criada depende sempre do observador que a pode transformar numa bênção, num fracasso ou mesmo numa doença (ao longo dos próximos artigos serão ensinado como usar essa energia em potencia).

Miséria é uma zona de conforto (como os habitantes da caverna), justifica-se e nega-se qualquer outra possibilidade… para não deixar o conhecido (zona de conforto) pelo desconhecido. Sair da miséria existencial, para a vida em abundância é exigido QUERER.

Resumindo numa frase: da miséria existencial para a abundância, exige (QUERER), da crise para a bênção é ESCOLHER (uma questão de escolha entre as infinitas possibilidades).

Recomendo que voltes ao artigo anterior (se ainda tens dúvidas) de teres uma vida em abundância.

Qualquer dúvida não hesites em colocar em comentário ou para o endereço de email antonio@solucaoperfeita.com

Incondicionalmente disponível,

António Teixeira Fernandes

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