Uma nova visão de mundo II

Uma nova visão de mundo II

visão de mundo II

O mundo já mudou, é urgente mudar o paradigma!

Uma nova visão de mundo implica uma nova visão de nós mesmos, uma nova visão dos outros, uma nova visão de Deus e da humanidade. Como prova disso, quero só lembrar e reforçar a parte mais importante do primeiro artigo que mostra que a realidade das diferentes civilizações, refletia a forma como a humanidade se auto enxergava, enxergava o mundo e enxergava Deus ou as divindades. Penso que ficou também esclarecido no artigo anterior que o paradigma atualmente vigente (Newtoniano/cartesiano) responsável pela realidade atual, já destrói mais do que constrói na sociedade atual. As estruturas sociais da educação à saúde, passando pela economia e política estão desfiguradas, instáveis…, em ruína. Aqui não há qualquer tipo de exagero ou partidarismo. Só não vê quem se negar a enxergar. Mas de nada adianta expor a infeliz realidade sem soluções para apresentar. Mas normalmente só nos abrimos ao novo quando o velho já não tem mais conserto.

Mais uma vez vou bater na mesma tecla, enquanto permanecermos sob o efeito do velho paradigma Newtoniano/cartesiano as doenças psicossomáticas não param de crescer a uma velocidade alucinante. Desde a ansiedade, à depressão, passando pela diabetes e outras mais, acabando nas doenças cardiovasculares, tudo é psicossomático; e segundo os dados oficiais (O.M.S.), nunca pararam de crescer, apesar dos investimentos da indústria da doença. Alguns meios de comunicação até já lhes chamam “as doenças do século”. Enfim, se é psicossomático, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) são criadas pela própria pessoa, num processo de somatização, que só possível através de conceitos com que orientam as suas vidas. Por sua vez um conceito, é uma verdade baseada num princípio, verdades aceites por cada um de nós, baseadas no paradigma atual. Este paradigma demorou séculos a substituir o baseado nos movimentos astrais. Não aconteceu de um dia para o outro, como vai também demorar algum tempo o conceito da moderna física quântica (a física das possibilidades) a substituir o velho e já obsoleto conceito newtoniano/cartesiano com que criamos as disparidades do mundo de hoje.

Este artigo é sobre “uma nova visão do mundo” e não vou fugir do essencial.

Mas não consigo continuar sem voltar a repetir-me…, para se ter uma nova visão de mundo precisamos de ter uma nova visão melhorada de nós mesmos que, por conseguinte, vai dar uma nova visão dos outros, para assim termos uma nova visão do universo e do mundo. Mas para isso é preciso perceber não como é que a física moderna funciona, (para isso temos cursos intensivos de expansão da consciência) mas sim o que a física quântica ou física das possibilidades nos mostra de nós e do mundo.

É urgente despertar.

É verdade que oiço muitas vezes da boca de pessoas que lhe foram concedidos “cargos de poder” dizer: “só acredito no que posso ver, tocar e cheirar”. E é um pouco (consciente ou não) essa postura de quem vive na hipnose dos sentidos. O efeito hipnótico é de tal forma poderoso que apesar de se estar no limiar da 5G de telemóveis e de 99% de tudo que utilizamos no quotidiano depender da moderna física quântica, continua-se a negar como na “idade da pedra lascada” o que o que não conhecemos. Uma nova visão de mundo implica uma nova visão de nós mesmos. E precisamos começar por aí. Por nós… comecemos pelo corpo que cada um de nós habita.

Então vamos lá com calma.

A física quântica é a ciência das possibilidades. E vamos com a ajuda dela ter uma nova visão de nós mesmos. Apregoa-se aos quatro ventos, e com verdade, que com o simples conhecimento das leis da mecânica quântica, podemos conscientemente criar a realidade que se deseja. Mas de nada vale o conhecimento das leis bases da mecânica quântica se não tivermos uma visão mais clara de nós mesmos e do corpo que habitamos e como nos inserimos conscientemente no universo.

Continuando…, começamos por uma “nova noção” de corpo físico para iniciarmos o processo de mudança de paradigma. Basta de ansiedade! Chega de frustração, depressão e sofrimento. Já todos aprendemos na escola que tudo é feito de energia (átomo), tudo é energia, uma mesa, uma cadeira, um calhau ou árvore; tudo é átomo, tudo é energia…, e o corpo que cada um de nós habita, apesar da ilusão da aparência física, também o é.

Peço-te agora só um pouco de paciência…,

É verdade que poderia só mostrar uma nova visão quântica (espiritual) de mundo, mas para quem está sobre o efeito hipnótico da matéria, cria ansiedade, depressão, stress, enfim sofrimento… precisa de ir além da ilusão dos sentidos. Então o melhor é começarmos por nós mesmos. Pelo nosso corpo. O nosso corpo que parece uma estrutura sólida, também é uma ilusão dos sentidos. Vejamos…, a estrutura física que cada um de nós habita está organizada por sistemas: sistema cardiovascular, sistema digestivo, sistema nervoso, sistema respiratório etc…. Os sistemas são feitos de órgãos: coração, pulmões, estomago, cérebro, por aí a diante. Os órgãos são feitos de tecidos, os tecidos são feitos de células, as células são feitas por moléculas, as moléculas são feitas de átomos e os átomos por partículas subatómicas, tais como o quantum que deu o nome a física quântica, mesões, protões, eletrões, etc… Enfim o que os cientistas chamam de energia. Ao fim das contas somos 99,99999 vibração. Claro que isto não tem nada de novo. De novo só os termos e a explicação da ciência. Com esta pequena demostração podemos subir para uma visão mais ampla do que aquela que nos é fornecida pela física clássica. Da mesma forma que o corpo físico que habitamos é essencialmente energia, também todas as formas físicas da matéria o são. Quando julgamos identificar um pedaço de madeira, betão ou mesmo um seixo, estamos perante a vibração. Se os dividirmos até à sua origem entramos sempre no estranho mundo em que tudo o que existe são ondas e partículas vibrando. Enfim todo o universo é vibração (energia) e cada coisa no universo gera a sua própria frequência vibracional.

Sei por experiência própria que não é fácil para uma mente educada através da ilusão da matéria conceber que tudo que existe visível e invisível no universo é feito de uma mesma energia (ou substância amorfa) e o que vulgarmente chamamos coisas (matéria) são diferentes vibrações de uma mesma matéria. Tudo é vibração, mudança e transformação em simultaneidade. Nada está separado. Tudo é interação, tudo é UM.

Podemos, através da física moderna, concluir que tudo faz parte de tudo.

Somos formados pela mesma substância com que todo o universo é feito e possuímos dentro de nós tudo que existe no universo. Possuímos o todo dentro de nós mesmos. Por outras palavras: somos uma partícula de todo o universo e temos todo o universo dentro de nós. O nosso espírito é eterno e habita num corpo infinito. Com outras palavras tudo que fazemos,  fazemos a nós mesmos. O velho paradigma dualista dá lugar à unicidade do universo que nos indica: se eu não estou separado de nada nem de ninguém, não posso agredir, porque me estarei agredindo; não posso difamar, porque difamarei a mim mesmo; não posso matar, porque estarei matando a mim mesmo e a interferir no projeto divino da criação.

Somos um espírito eterno num corpo infinito, nada acontece por acaso, tudo tem uma finalidade que nos leva para a frente e para cima.

Sei que muitos de nós estão neste momento em sofrimento, incapazes de compreender estas palavras e conceber um sentido mais profundo para o seu sofrimento. Mas despertar a consciência para que tudo na vida tem um propósito mais amplo e profundo que nos leva para frente e para cima, garante uma vida de certeza e autoconfiança no universo e em Deus. Na realidade tudo é perfeito; tudo está no seu devido lugar; tudo é sagrado e em tudo existe uma ordem, mesmo quando aparenta desordem.

O artigo já vai longo, e começa a tornar-se confuso para algumas mentes ainda empedernidas com a ilusão matéria. No próximo artigo, vou resumir os princípios basilares com que podemos nos transformar e transformar o mundo. Este artigo é tirado do Curso intensivo de limpeza e recuperação para adultos, agendados para o próximo janeiro, março e maio de 2019, na casa escola António Shiva.

Por favor esclarece as tuas dúvidas, ajuda-me a melhorar

António Fernandes

O importante é a mensagem não o mensageiro

O importante é a mensagem não o mensageiro

mensagem

O portal para um mundo diferente

Hoje que completo mais um ano de vida, tenho a certeza que muitos daqueles que não me acompanharam nas últimas cinco décadas têm dificuldades em entender o porquê da importância que dou à nova era e à mudança de paradigma. Como os meus últimos artigos têm gerado celeuma e reações hostis de alguns filósofos, eu decidi por bem esclarecer.

Quem lê os meus artigos está acostumado a ler “não acreditem nem rejeitem aquilo que aqui escrevo”…, por isso não tenho a intenção de ensinar nada a alguém. Todos sabemos que uma reação violenta em relação a qualquer coisa é originada no medo. Quero lembrar que não há que ter medo. Sugiro que peçam esclarecimentos perante uma dúvida em vez de uma reação hostil que impede que se faça luz.

Como tudo começou. Já está quase a perfazer duas décadas que tudo começou. Era final de século e início de um novo milénio. Era o início do ano 2000 e coordenava na altura o instituto de gestão de stress, um projeto inovador, ao serviço de uma dezena de psiquiatras e outros agentes ligados a doenças aditivas. Neste espaço residencial, em regime de absoluto anonimato (indispensável ao estigma da doença), eram recebidos homens e mulheres da classe média/alta, essencialmente com problemas de álcool. Era um serviço honesto e responsável, com resultados incríveis.

A grande cambalhota. Ainda no decorrer do ano 2000 é recebido no espaço que coordeno um novo residente do sexo masculino com 36 anos de idade (que vamos dar o nome de João) com um grave problema (cirrose hepática), em estado de degradação avançada. A sua permanência tinha sido requerida, na esperança de o manter vivo até a hora do transplante (fígado). Apesar de jovem e simpático, o mal-estar provocado pela doença e a ascite tornava-o antissocial, agravando ainda mais a nada animadora deterioração física. As semanas passaram e o João, lenta mas progressivamente, começou a integrar-se na casa e no grupo que nela habitava. Começou por participar com a sua presença nas palestras diárias, em que entrava mudo e saía calado e no final da 3ª semana a ascite estava a ceder e o volume dos líquidos abdominais (barriga d’água) tinha reduzido cerca de 50 %. A língua começou a desatar-se e os primeiros sorrisos começaram a esboçar-se e na quinta semana já fazia parte integrante de todos os trabalhos terapêuticos e das tarefas da casa. Na oitava semana o João estava em condições físicas emocionais e mentais para regressar ao seu trabalho. O João não precisou mais de transplante e todos os valores estavam dentro na normalidade. Qual foi o tratamento? Somente as limpezas linfáticas normais e uma mudança de consciência. Nada mais. Na altura não tive consciência da dimensão real e não dei importância ao caso. Ainda no mesmo ano outro caso, uma senhora de 68 anos que vamos dar o nome de Maria, que apesar de um problema de álcool, tinha cancro da mama já com metástase nos ossos e pulmão. O seu estado era muito delicado. O objetivo era conseguir alguma qualidade para o tempo de vida que lhe restava. Da mesma forma como o João, a Maria mudou a forma de ver vida e o mundo e além de não precisar de adicionar o álcool para lidar com os seus sentimentos e emoções, também o cancro e as metástases desapareceram sem explicação. Uma recuperação incrível. Como o João e a Maria outros casos se seguiram de portadores de doenças crónicas como a diabetes e outras (alguns insulinodependentes). Depois de um estudo mais aprofundado percebi que todos os que mudavam a forma de pensar, mudavam a forma de lidar com os sentimentos e as emoções e problemas físicos mais ou menos graves desapareciam definitivamente. Por outras palavras, logo que a pessoa mudava tudo mudava na vida do indivíduo. Eufórico com as conclusões tentei expor o caso junto dos profissionais de saúde que me enviaram os pacientes com casos mais dramáticos, mas o melhor que consegui foi “cala-te bem calado que é melhor para todos”. Achei a posição muito estranha, porque eram vários “profissionais” todos com postura igual…, alguns nunca mais me falam e nenhum dos que viram os seus doentes recuperar para uma vida de qualidade mandou mais doentes para o instituto que coordenava. Parece tudo muito estranho, mas não o é… Tudo é perfeito, não podia ser diferente…, Embora na altura não conseguisse enxergar o grande benefício na “grande frustração”.

Procura e achareis. Apesar de todos os resultados conseguidos não podia quebrar o anonimato dos residentes e mesmo que alguém tivesse disposto a quebrar o anonimato (o caso da Maria), ficaríamos com um caso isolado que nada mostrava. E acima de tudo não tinha a intenção de tentar convencer alguém, mas sim mostrar que o simples largar de um conceito pode fazer milagres de mudar uma realidade. Não desisti de procurar uma explicação, não porque tivesse qualquer dúvida, mas porque não queria embandeirar no folclore New Age da altura, carregado de misticismo…, ou pior ainda, fazerem de mim um Guru. Essa a razão de procurar explicação para todo o processo de recuperação e transformação pessoal à luz da ciência. Inicialmente cruzei-me com John Demartini um disléxico que mostrou a quântica e Amit Goswami que me mostrou o maravilhoso mundo da quântica e como todo este processo de transformação pode ser explicado. É verdade que poderia simplesmente sugerir a leitura do “Universo Autoconsciente de Amit Goswami em vez de escrever artigos, mas arriscava-me a ouvir que a leitura é difícil e confusa, onde a espiritualidade caminha lado a lado com equações complicadas.

Alusões finais

Caros leitores com este texto não tive a intenção de justificar nada, o meu único objetivo é partilhar a minha experiência. E com minha experiência, acender uma luz no fundo do túnel daqueles que estão mergulhados no sofrimento. O meu trabalho destina-se a quem quer resultados, não para quem quer perder o tempo precioso que lhe resta a filosofar.

Continuo incondicionalmente aberto a qualquer pedido de esclarecimento.

António Fernandes  

Criação consciente da realidade

Criação consciente da realidade

criação

Como é que a física quântica nos pode conduzir no processo consciente da realidade? Na verdade, a realidade que cada um de nós experimenta é criada pelo próprio. Apesar de afirmarmos: “não fui eu que criei “a minha” doença”…”; “não fui eu que criei esta crise no meu casamento” …, “não fui eu que criei a falência da minha empresa …, “não fui eu que criei o que não quero”, na verdade somos unicamente nós que criamos a nossa própria realidade. Vejamos os factos; com a “crise mundial de 2008” (eu pessoalmente não gosto de lhe chamar crise, prefiro chamar-lhe de bênção) e a concorrência da mão de obra barata da China, indústrias portuguesas, até essa altura prósperas, “repentinamente” entraram em decadência e a maioria fechou as suas portas, empurrando para o desemprego centenas de milhares de pessoas. As circunstâncias eram iguais para todos os desempregados, mas a realidade era diferente. Alguns suicidaram-se, quando os bancos executaram as penhoras de suas casas. Outros realizaram os sonhos que haviam adiado, por estarem presos na “ZONA DE CONFORTO”. Na verdade, as circunstâncias eram as mesmas. Mas uns confiaram na vida e procuraram a oportunidade que a vida lhe oferecia e são pessoas realizadas e felizes…, outros suicidaram-se, outros ainda continuam no desemprego de longa duração, lutando pela sobrevivência, arranjando artimanhas para prolongar a situação.

Como podemos constatar não foram as circunstâncias (crise/desemprego = bênção/oportunidade), que eram igual para todos…, mas o que cada um quis para a sua vida. Vamos dar um passeio e estejamos atentos aos resultados agora 10 anos depois. Vemos uma legião de homens e mulheres, preambulando pelas ruas deste Portugal, doentes e falidos a lutar pela sobrevivência, a contrastar com outros milhares felizes e realizados…, quando há 10 anos atrás todos tinham o desemprego como condição.

Sei que neste momento algumas mentes mais renitentes, justificam que as oportunidades não são iguais para todos. Alguns estavam numa idade já avançada para recomeçar alguma coisa. Todas essas justificações são desculpas esfarrapadas. Porque ainda hoje assisto em nossa casa, a duas senhoras, uma casada outra viúva, de 84 e 76 anos, a iniciarem novos projetos, em áreas totalmente desconhecidas para elas em que têm que aprender o básico para darem andamento aos seus investimentos.

Chega de conversa… deixem a justificações e venham entender na prática como a física quântica nos explica a criação da realidade de cada um. Mas antes de continuar quero pôr duas questões como reflexão: Alguém sabe o que vai acontecer amanhã? Claro que ninguém sabe… Então os que confiaram na vida também não sabiam o que aconteceria na hora ou no dia seguinte. Todos estavam na mesma condição… todos tinham acabado de perder o emprego. A única coisa que os diferenciava era: uns confiavam na vida e outros não confiavam na vida. O que faz a diferença de resultado é confiar ou não confiar na vida. Agora já podemos prosseguir, porque de nada adianta conheceres todas as leis do universo da física clássica e da física moderna se não confiares na vida…, o mais que poderás conseguir é doença, dor e sofrimento. Enfim… um inferno existencial.

Para que algo se manifeste na realidade de cada um é preciso que exista a energia para criar a realidade. Um acontecimento, não importa o que seja, é uma onda de energia. Com essa onda de energia criamos a nossa realidade. Os acontecimentos vêm uns após outros como as ondas no mar.  Quem não confia na vida, com essa energia que não para de fluir, cria medo, ansiedade, sofrimento, doença, pobreza, miséria, enfim, tudo que seja contra a realização (felicidade). Para quem confia na vida todos os acontecimentos, por mais estranhos ou confusos que sejam, são energia que vai criar o que for necessário para o bem-estar, sucesso, realização pessoal, enfim, felicidade.

Como isso é explicado pela física moderna? A mecânica é esta: tudo que existe é onda e partícula simultaneamente. O que significa que, antes de qualquer possibilidade criada, tudo é possível. Quem confia na vida (observador está numa posição que perante qualquer circunstância (desemprego, avaria no automóvel, qualquer coisa que aconteça) sabe que nada de mal lhe pode acontecer. E perante essa certeza, o que “parece” desagradável é criador do que o indivíduo precisa (oportunidades surgem da situação, portas se abrem), para o seu bem-estar e progresso. Foi isso que aconteceu aos que saíram realizados e felizes duma situação de parecia nefasta.

Para quem não confia na vida (observador) todos os acontecimentos (ondas) não vêm de feição. Se não confia, não tem a certeza e autoconfiança, vive mergulhado no medo, criando tudo que realmente é contra.

Assim num mundo de infinitas possibilidades, o observador cria as possibilidades que lhe são nocivas. Porque ao não confiar na vida não está alinhado com a expansão da prosperidade.

Prometi que faria textos curtos, claros e esclarecedores. Qualquer dúvida não hesites em colocar.

O próximo artigo esclarecerá o porquê de tanta gente criar o que não quer em vez de criar o que quer.

António Fernandes

Libertar a ansiedade agora é muito simples

Libertar a ansiedade agora é muito simples

libertar a ansiedade

 

É verdade que agora é muito simples libertarmos a ansiedade e surfar cada onda da vida com entusiasmo e alegria. Mas por ser simples não quer dizer que seja fácil para uma mente calcinada pela ilusão da matéria. E é essa falha que contribui para vivermos num mundo cada vez mais povoado por ansiosos. Como alertar essas mentes petrificadas pela ilusão da matéria? Como mostrar a quem não quer ver? Este é o pesadelo com que me confronto diariamente, há mais de 20 anos. É desesperante presenciar o sofrimento de um ansioso, quando é tão simples e fácil deixar esse sofrimento, quando se abre a mente e com boa-vontade se seguem sugestões.

Vejamos; se nos encontrarmos numa praia a apreciar a beleza dos surfistas, vemos como homens e mulheres, de distintas idades e estratos sociais, com entusiamo, se divertem apaixonadamente surfando as ondas, do jeito que elas se apresentam. No quotidiano da vida é a mesma coisa. Há quem esteja empedernido pela ilusão dualista materialista, e em vez de surfar cada onda (situação ou acontecimento) entusiasmado, pleno de certeza e autoconfiança, independentemente da forma como cada situação se apresenta, paralisa por um medo de algo que nem tão pouco existe.  Se formos ao santo Google, e pesquisarmos a palavra ansiedade, todas as explicações nos levam para a mesma conclusão: medo sem objeto (causa). Graças a esse flagelo ilusório, muitos caíram no logro de tentar libertar a ansiedade com o consumo de drogas, álcool, compras, sexo, internet etc…. e rapidamente perceberam que procuraram a salvação do seu sofrimento no lugar errado. A ansiedade, assim como o stress, “o algoz”, são resultados da ignorância, que nos leva à pratica reativa em vez de proativa em relação ao fluxo dos acontecimentos diários. Basta observar como faz o surfista.

Libertar a ansiedade é muito simples. A questão está no “pôr em prática”. Como fazer? Existem imensas soluções e a casa escola António Shiva tem ajudado GRATUITAMENTE ansiosos de todo o mundo e stressados do mundo inteiro. Com o programa: Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva https://antoniofernandes.solucaoperfeita.com/saude-integral-solucao/  e com o treino de gestão de stress online http://stress.solucaoperfeita.com/treino-em-gestao-de-stress/, além de cursos e workshops, para desintoxicar química e emocionalmente pessoas que procuram a solução fora deles com drogas ou outros alteradores de humor, quando na verdade, para libertar a ansiedade, nada mais é preciso do que certeza e autoconfiança. CERTEZA que a vida SEMPRE nos dá o que mais precisamos para o nosso bem-estar, sucesso e riqueza. E AUTOCONFIANÇA para ACEITAR cada situação como um propósito da vida e do universo, para nosso bem-estar, sucesso e riqueza. É simples, mas muitos não conseguem conceber acabar com o sofrimento de uma forma tão acessível.

Para esses a Casa Escola António Shiva tem uma enorme lista de soluções feitas à imagem e semelhança do ansioso que ainda sofre.

No próximo artigo vamos expandir ainda mais a consciência com “O que a física quântica nos pode transmitir sobre o processo de criação da realidade”.

Espero que este artigo seja uma luz no fundo do túnel para o ansioso que ainda sofre.

Não se acanhe em expor as suas dúvidas.

António Teixeira Fernandes  

A Expansão da consciência e o fim do sofrimento

A Expansão da consciência e o fim do sofrimento

Introdução

Vivemos uma época fascinante de mudança. De todos os lugares surgem novas fórmulas para o bem-estar individual e coletivo. São homens e mulheres de boa-vontade, partilhando o que têm de melhor. Não me refiro a gurus nem líderes religiosos convictos da sua missão de salvar a humanidade. Apesar de respeitar todos por igual, eu aqui falo de homens e mulheres, como, Eckhart Tolle; Dalai Lama; Amit Goswami; Massaru Emoto; Deepak Chopra; Osho; Emanuel Sáskya; Augusto Cury; John Power; Shakti Gawain; Louise L. Hay; Frei Bento Domingos, Harry Massey, e tantos, e tantos outros igualmente importantes que não posso nomear, para que este artigo não se torne uma lista de nomes de homens e mulheres responsáveis pelas milhões de luzes que iluminam o caminho que leva a humanidade para a “terra prometida”, a nova era. Alguns tive o prazer de os receber em minha casa, outros tive que atravessar oceanos ou percorrer milhares de quilómetros para escutar a sua mensagem. Outros como o Osho, Gandhi, Martin Luther King, João XXIII, só conheci verdadeiramente o poder de suas pegadas na terra, quando já tinham evoluído para uma realidade mais ampla e real. A verdade é que, apesar de ser muito difícil nomear os espiritualizados (iluminados) conhecidos, também existem milhares de iluminados desconhecidos porque pouco ou nada se envolvem nas coisas materiais. Consideram-se cidadãos do planeta e sua expansão de consciência é tal que não sabem o que é ansiedade ou preocupação, veem-se como a fazer parte do Todo.

Este início introdutório tem somente o propósito de esclarecer que as jornadas, retiros ou semanas de expansão de consciência, organizados dentro ou fora da casa escola António Shiva, focadas na expansão da consciência, não têm a função de contradizer ou ir contra o conhecimento individual adquirido, mas sim expandir a janela da consciência, que dá a capacidade a cada participante de enxergar para lá da limitada ilusão materialista da realidade.

Somos seres espirituais a passar por uma realidade material. E todos os programas organizados pela casa escola, têm como objetivo a evolução espiritual de cada participante. A maior parte das pessoas que neste momento lê estas palavras, já iniciou uma busca pelo conhecimento. Alguns são terapeutas e ganham a sua vida ajudando pessoas. Outros são médicos, psicólogas, psiquiatras, e até mestres de alguma coisa. Outros mudaram as suas dietas; tornaram-se vegetarianos, vegans, crudívoros, outros mudaram de religião. Mas se estás a ler estas palavras é porque apesar de teres percorrido um caminho mais ou menos longo, não te sentes em plenitude contigo mesmo, com os outros, com o universo. Porquê? Porque de nada adianta mudar de religião, filosofia, alimentação; se não existir expansão da consciência não há transformação.

Antes de esclarecer a forma como se faz a expansão da consciência, é preciso saber porque é que gente que tem dedicado a sua vida ao entusiasmo new age ou a outras coisas mais sérias, adoece, está falida, não se sente realizada ou pior sente-se uma fraude.

Então um pouco de paciência, vou ser o mais breve possível nesta introdução. Há vinte anos, quando mergulhei na quântica através de Amit Goswami e Deepak Chopra, pensei que tínhamos encontrado a solução para a humanidade.  “A pobreza e a doença teriam os dias contados” – dizia e pensava eu.

A física quântica revoluciona o entendimento da realidade sobrepondo-se à física newtoniana. Com a nova visão da realidade, já nada era o que parecia; assim ansiedade, depressão, doença, eram criações psicossomáticas de uma consciência limitada à matéria. E uma transformação pessoal dependeria dessa tomada de consciência. Mas bem me enganei. No fulgor da emoção, que me deixava entusiasmadíssimo, esqueci que conhecimento não expande a consciência.

O conhecimento não torna o homem sábio nem o transforma. Se lembrarmos uma passagem Bíblica citada todos os anos no calendário cristão, percebemos melhor porque tanta boa gente, e tu que lês estas palavras, ainda não encontraram o bem-estar, apesar de ajudarem muito os outros que os procuram.

Lembras-te da entrada triunfante de Jesus em Jerusalém, na semana que antecede a Páscoa? Jesus era aclamado com hossanas às portas de Jerusalém. E Pedro ao assistir à glória do seu mestre, pergunta: “Mestre o que preciso fazer para que entre no reino dos céus (conhecido hoje como felicidade)?”.  O mestre ao avistar uma criança que se transportava num burrinho, eleva essa criança nos braços e mostra-a a Pedro e diz-lhe – “se não fores puro como esta criança, não entrareis no reino dos Ceus”.

A questão é esta: – O Pedro não era o seu discípulo eleito? Não tinha deixado as redes e o barco e não tinha seguido Jesus? Não o tinha acompanhado sempre, em todas as pregações e assistido aos milagres?  Então porque é que precisava ser puro ou humilde como uma criança?

Não adianta o conhecimento que uma pessoa tenha, a escola ou universidade que frequentou. Sem expandir a consciência não há mudança. O conhecimento só vai servir para mudar (melhorar) o outro, nunca para benefício ou realização do propósito pessoal. O conhecimento ascende a sabedoria com a expansão da consciência.

Como se processa a expansão da consciência dos participantes?

Apesar da expansão da consciência contemplar todas as áreas da vida dos intervenientes, a formação é personalizada às necessidades do grupo participante (motivo pelo qual os eventos de uma semana ou mais são para um número reduzido de participantes).

  1. a) 3 semanas antes da realização do evento, os participantes respondem a um questionário que observa todas as áreas da vida dos participantes.
  2. b) Com o conhecimento da área ou áreas afetadas de cada participante, é criado um programa expansivo, que além de equilibrar a área pessoal bloqueada, expande a consciência para que essa área nunca mais caia na estagnação.
  3. c) As áreas afetadas e os dados clínicos ou outros estão cobertos em 100% pelo anonimato.

Não alongo mais esta introdução, deixo a porta aberta a todo o tipo de questões relacionadas com tema.

O próximo artigo é postado daqui a 3 dias e tem como título “Como a expansão da consciência faz milagres na área financeira”

António Fernandes

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