O importante é a mensagem não o mensageiro

O importante é a mensagem não o mensageiro

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O portal para um mundo diferente

Hoje que completo mais um ano de vida, tenho a certeza que muitos daqueles que não me acompanharam nas últimas cinco décadas têm dificuldades em entender o porquê da importância que dou à nova era e à mudança de paradigma. Como os meus últimos artigos têm gerado celeuma e reações hostis de alguns filósofos, eu decidi por bem esclarecer.

Quem lê os meus artigos está acostumado a ler “não acreditem nem rejeitem aquilo que aqui escrevo”…, por isso não tenho a intenção de ensinar nada a alguém. Todos sabemos que uma reação violenta em relação a qualquer coisa é originada no medo. Quero lembrar que não há que ter medo. Sugiro que peçam esclarecimentos perante uma dúvida em vez de uma reação hostil que impede que se faça luz.

Como tudo começou. Já está quase a perfazer duas décadas que tudo começou. Era final de século e início de um novo milénio. Era o início do ano 2000 e coordenava na altura o instituto de gestão de stress, um projeto inovador, ao serviço de uma dezena de psiquiatras e outros agentes ligados a doenças aditivas. Neste espaço residencial, em regime de absoluto anonimato (indispensável ao estigma da doença), eram recebidos homens e mulheres da classe média/alta, essencialmente com problemas de álcool. Era um serviço honesto e responsável, com resultados incríveis.

A grande cambalhota. Ainda no decorrer do ano 2000 é recebido no espaço que coordeno um novo residente do sexo masculino com 36 anos de idade (que vamos dar o nome de João) com um grave problema (cirrose hepática), em estado de degradação avançada. A sua permanência tinha sido requerida, na esperança de o manter vivo até a hora do transplante (fígado). Apesar de jovem e simpático, o mal-estar provocado pela doença e a ascite tornava-o antissocial, agravando ainda mais a nada animadora deterioração física. As semanas passaram e o João, lenta mas progressivamente, começou a integrar-se na casa e no grupo que nela habitava. Começou por participar com a sua presença nas palestras diárias, em que entrava mudo e saía calado e no final da 3ª semana a ascite estava a ceder e o volume dos líquidos abdominais (barriga d’água) tinha reduzido cerca de 50 %. A língua começou a desatar-se e os primeiros sorrisos começaram a esboçar-se e na quinta semana já fazia parte integrante de todos os trabalhos terapêuticos e das tarefas da casa. Na oitava semana o João estava em condições físicas emocionais e mentais para regressar ao seu trabalho. O João não precisou mais de transplante e todos os valores estavam dentro na normalidade. Qual foi o tratamento? Somente as limpezas linfáticas normais e uma mudança de consciência. Nada mais. Na altura não tive consciência da dimensão real e não dei importância ao caso. Ainda no mesmo ano outro caso, uma senhora de 68 anos que vamos dar o nome de Maria, que apesar de um problema de álcool, tinha cancro da mama já com metástase nos ossos e pulmão. O seu estado era muito delicado. O objetivo era conseguir alguma qualidade para o tempo de vida que lhe restava. Da mesma forma como o João, a Maria mudou a forma de ver vida e o mundo e além de não precisar de adicionar o álcool para lidar com os seus sentimentos e emoções, também o cancro e as metástases desapareceram sem explicação. Uma recuperação incrível. Como o João e a Maria outros casos se seguiram de portadores de doenças crónicas como a diabetes e outras (alguns insulinodependentes). Depois de um estudo mais aprofundado percebi que todos os que mudavam a forma de pensar, mudavam a forma de lidar com os sentimentos e as emoções e problemas físicos mais ou menos graves desapareciam definitivamente. Por outras palavras, logo que a pessoa mudava tudo mudava na vida do indivíduo. Eufórico com as conclusões tentei expor o caso junto dos profissionais de saúde que me enviaram os pacientes com casos mais dramáticos, mas o melhor que consegui foi “cala-te bem calado que é melhor para todos”. Achei a posição muito estranha, porque eram vários “profissionais” todos com postura igual…, alguns nunca mais me falam e nenhum dos que viram os seus doentes recuperar para uma vida de qualidade mandou mais doentes para o instituto que coordenava. Parece tudo muito estranho, mas não o é… Tudo é perfeito, não podia ser diferente…, Embora na altura não conseguisse enxergar o grande benefício na “grande frustração”.

Procura e achareis. Apesar de todos os resultados conseguidos não podia quebrar o anonimato dos residentes e mesmo que alguém tivesse disposto a quebrar o anonimato (o caso da Maria), ficaríamos com um caso isolado que nada mostrava. E acima de tudo não tinha a intenção de tentar convencer alguém, mas sim mostrar que o simples largar de um conceito pode fazer milagres de mudar uma realidade. Não desisti de procurar uma explicação, não porque tivesse qualquer dúvida, mas porque não queria embandeirar no folclore New Age da altura, carregado de misticismo…, ou pior ainda, fazerem de mim um Guru. Essa a razão de procurar explicação para todo o processo de recuperação e transformação pessoal à luz da ciência. Inicialmente cruzei-me com John Demartini um disléxico que mostrou a quântica e Amit Goswami que me mostrou o maravilhoso mundo da quântica e como todo este processo de transformação pode ser explicado. É verdade que poderia simplesmente sugerir a leitura do “Universo Autoconsciente de Amit Goswami em vez de escrever artigos, mas arriscava-me a ouvir que a leitura é difícil e confusa, onde a espiritualidade caminha lado a lado com equações complicadas.

Alusões finais

Caros leitores com este texto não tive a intenção de justificar nada, o meu único objetivo é partilhar a minha experiência. E com minha experiência, acender uma luz no fundo do túnel daqueles que estão mergulhados no sofrimento. O meu trabalho destina-se a quem quer resultados, não para quem quer perder o tempo precioso que lhe resta a filosofar.

Continuo incondicionalmente aberto a qualquer pedido de esclarecimento.

António Fernandes  

Princípios universais da vida

Princípios universais da vida

princípios universais da vida

Texto retirado de um programa personalizado quinzenal

Lembras-te quando treinavas para uma melhor qualidade atlética? As dores musculares após o treino não eram sofrimento… eram satisfação pelo objetivo conseguido (treinar). Não tinhas a certeza que chegarias às olimpíadas, mas treinar era o caminho para melhorar a cada dia que passa. Hoje sabemos que somos seres integrais (não podemos separar-nos de uma área da nossa vida. Uma corrente é tão forte quão forte é o seu elo mais fraco. Não importa se tudo está bem, exceto uma área. Basta uma área estar mal para que tudo esteja mal. Mas há mais…,

Vamos lá:

O princípio básico do universo onde todos os princípios da vida assentam é: tudo o que existe é criador (Deus como cada um de nós o concebe). Tudo que existe é Deus! Desde o vírus ou bactéria até ao sol. Nada existe fora do universo ou de Deus. Da partícula subatómica às estrelas TUDO sem exceção é parte integrante do TODO (Deus).

Tudo é perfeito da forma que é apesar de não conseguirmos muitas vezes enxergar a perfeição na nossa realidade.

A vida funciona para connosco como os pais funcionam para uma criança que não sabe o objetivo de vestir, comer, tomar banho, agasalhar-se, tomar remédios etc.. Apesar de não sabermos, nada nos acontece que não tenha um propósito prazeroso.

Nada é fruto do acaso.

Por ainda estarmos inconscientes da perfeição latente no TODO (não temos consciência que o universo na sua expansão constante nos faz crescer continuamente e a resistência a esse crescimento inevitável são as nossas fontes de ansiedade, angústia e sofrimento), leva-nos para o princípio espiritual da vida que diz TUDO (todas as coisas) tem um propósito, um desígnio mais profundo a ser alcançado que nem sempre percebemos na nossa limitada visão (não precisamos perceber, só precisamos SABER). Qualquer sofrimento, qualquer situação difícil, dores, provações, (só o sentimos dessa forma por ignorância, porque toda a força do crescimento é prazerosa) tudo isso tem um sentido mais profundo que ainda somos incapazes de compreender intimamente. Despertar para o facto de que tudo na vida tem como objetivo divino a evolução integral, garante-nos a certeza e autoconfiança nos planos da vida (sem esta compreensão todas as terapêuticas falham).

Esta compreensão leva-nos para o princípio do amor que interliga o Todo. Não estamos separados de nada. O universo num todo é um tecido cósmico, de onde Jesus tirou o “mandamento do amor” que veio reformar o velho mundo: “Amai a Deus sobre todas as coisas (o tecido de onde fazes parte) e ao próximo como te amas” este princípio leva-nos para uma consciência de paz e plenitude, concluindo que:

Se faço parte de tudo e não estou separado de nada, não posso reagir negativamente (agredir) seja o que for…, pois estarei reagindo negativamente  (agredindo a mim mesmo “STRESS”); também não posso tentar ofender alguém, pois estarei tentando ofender a todos; não posso matar seja o que for, pois estarei a matar a mim mesmo e também um plano maior da Criação. Vivemos unidos em infinitas possibilidades de abundância múltipla.

Só com estas premissas poderemos falar do princípio do amor, honestidade, responsabilidade, alegria, fé, abundância, etc….

António Fernandes

Uma nova visão de mundo

Uma nova visão de mundo

visão de mundo

Sei que sou um presunçoso a tentar mostrar-se humilde. Foi o que consegui perceber de mim ao longo das minhas vidas. Enxergar de vez em quando quanto cego eu sou, foi o melhor que consegui. Assim, não acredites numa só palavra que eu aqui escrevo. Mas não deixes de ler, para perceberes do que um pomposo presunçoso é capaz.

Sempre me interessei por história universal. E sempre filosofei sobre a decadência e morte das civilizações Mesopotâmica, Egípcia, Grega e Romana. O que mais me fascinou e fez pensar foi descobrir que a realidade das civilizações sempre dependeu da visão que o ser humano tinha dele em relação ao mundo, ao universo e a Deus.

Desde Babel até ao séc. XVII, altura em que Isaac Newton revolucionou o mundo e a ciência com as novas leis (gravitação universal, a mecânica dos sólidos e dos fluídos, inércia, dinâmica e alquimia), o ser humano julgava ter nascido com uma influência astral. A sua vida dependia dos movimentos astrais, e do temperamento de Deus ou dos deuses mitológicos. Uns julgavam que tinham nascido para predadores, outros para vítimas. Tinham um destino traçado que não poderiam mudar. Com esse conceito de mundo, consultavam os astros para tudo. Para casar, para comprar uma junta de bois ou para invadir a privacidade do vizinho. Teriam também de estar atentos para não desencadear a ira de um Deus tirano, que raramente tirava férias e governava o mundo e o universo com punho firme, como o aço. Com esse conceito as possibilidades de criar a realidade que desejavam era nulas, se não fosse da vontade dos astros e se os deuses não estivessem bem dispostos. Com a chegada de Isaac e a nova visão de mundo e universo, juntamente com o dualismo de René Descartes, a visão de mundo mudou a um ritmo lento e firme, sendo a visão dominante de mundo e universo nos dias de hoje.

Esta visão newtoniana/cartesiana, foi revolucionária na época, alimentando a revolução industrial e o capitalismo Adam Smith e tirando a Europa da época do feudalismo. A melhoria de vida com o desenvolvimento inquestionável em todas as áreas é uma realidade. O ser humano passou a ser livre do senhor feudal, mas tornou-se escravo do medo dele mesmo. Embora tudo isto faça parte de um livro em preparação, este artigo somente tem a pomposa pretensão de mostrar uma nova visão de mundo, segundo a visão da moderna física quântica.

Mas antes de irmos à nova visão de mundo (que nova pouco tem a não ser os termos), precisamos perceber qual a razão da urgência em ampliar a consciência para esse “novo” conceito.

A urgência para mudar de paradigma deve-se à profunda hipnose psicótica em que a humanidade está mergulhada. Apesar de todos os dias desabrocharem novas associações de defesa de animais e plantas e novas formas de luta contra doenças que afligem a humanidade, não se consegue tapar o sol com a peneira. O ser humano perdeu a individualidade, submeteu-se a um conceito normativo, acabando como parte de uma massa fácil de mover e modelar. Todas as doenças crescem a uma velocidade vertiginosa, apesar do milhões de dólares, euros e libras gastos diariamente… A cada três minutos uma mulher recebe um diagnóstico de cancro de mama… Porquê? Porque é que apesar das grandes campanhas contra o fumo a cada dia que passa 4.000 adolescentes começam a fumar no mundo? Porque é que apesar de se queimarem milhões de toneladas de trigo, e se pagar a agricultores para não cultivarem nos próximos 60 minutos 1.800 crianças morrerão de desnutrição e fome? Não falemos de um terço da população mundial contaminada pela tuberculose, nem dos distúrbios alimentares em 25% das mulheres, da síndrome de pânico, dos transtornos obsessivo compulsivo etc. etc. etc. O paradigma newtoniano/cartesiano cega-nos para a realidade, vivemos em estado de hipnose psicótica coletiva.

Será este estado de coisas “normal”?

Só precisamos aceitar que o paradigma newtoniano/cartesiano foi libertador, mas hoje está obsoleto.  Tudo no universo funciona assim…, nasce, cresce desenvolve-se e transforma-se. Se a humanidade já não usa no seu quotidiano, apetrechos construídos segundo as leis da física clássica, salvo raríssimas peças de coleção, a mecânica clássica já só é encontrada em museu. Da mesma forma que a mecânica clássica já não funciona nos utensílios de hoje, também não funciona como estrutura/padrão de princípios tão importantes como o amor, responsabilidade, humildade, honestidade, etc. etc.

Resumindo: a física clássica, com a sua estrutura rígida tridimensional, mantém o ser humano afastado da sua verdadeira identidade divina, excluído do universo e de Deus. Se antes da física clássica era uma marionete sujeita ao movimento astral ou dos astrólogos que os interpretavam…, depois como donos (conhecedores das leis universais) licenciaram-se legalmente na manipulação do próximo e o mundo com essas leis (chamam-lhe Marketing). Apesar dos grandes melhoramentos materiais que trouxeram o conforto e a possibilidade de viajar e admirar as belezas da criação, o homem continua vazio e excluído do mundo e do universo. Tanto manipulando como manipulado, na sua pequenez existencial é incapaz de atingir a santidade, admirando a obra da criação.

Ao não se contentar com a posição de filho rejeitado e muito menos com a angústia do vazio existencial, o homem na sua infinita procura sondou no lugar onde nunca antes tinha procurado. Dentro da matéria (aparência física) onde encontra o novo. O fascinante mundo atómico, pondo em causa a mecânica de Isaac Newton. Dentro dos microcosmos as leis da física clássica não têm utilidade. Tudo é movimento, fluxo e interação…, uma dança infinita onde tudo se encadeia.

Como é que essa descoberta pode salvar a humanidade do vazio existencial?

Essas descobertas revelam-nos os princípios espirituais do universo onde a criação (Deus) é reconhecida em tudo. Tudo o que existe é energia (Deus), está dentro da energia, enfim…, tudo é criação (ou Deus como cada um o concebe). Todas as coisas possuem uma natureza divina que reside latente dentro de si mesmas. Do ser mais pequeno ao maior, do átomo ao sol, da molécula a qualquer ser visível ou invisível, tudo que acontece no universo faz parte da perfeição divina. É urgente escolhermos se queremos continuar com a consciência clássica (relíquia de museu), submersos no vazio angustiante do sofrimento ou sair e assumir a divindade que carregamos no mais profundo de nós mesmos. Mas não importa se que aqueles que leem este texto façam de conta que isto não é para eles. A essência divina existe, está lá…, esperando a hora de se manifestar em toda a sua pureza e grandeza. Saber que a perfeição reside oculta em nosso ser é uma certeza que devemos ter sempre presente.

A partir desta premissa poderemos desenvolver uma nova visão de mundo, o texto já vai longo. Vou deixar para amanhã os novos princípios espirituais da mecânica quântica. Repito, que de novo pouco têm…

Incondicionalmente disponível fico a aguardar pelas dúvidas,

António Fernandes

Quando já nada faz sentido – HÁ UMA SOLUÇÃO

Quando já nada faz sentido – HÁ UMA SOLUÇÃO

nada faz sentido

Mude a consciência… crie uma nova realidade

Não estou aqui para ensinar nada a ninguém, muito menos para tentar convencer seja quem for. Quando chegamos a um beco sem saída, quando já nada faz sentido, chegou a hora de mudar. Foi assim comigo e é assim com todos, que em vez de ficarem no vitimismo, preferem deixar a sua pegada na nova era. Já há mais de dezoito anos que em todos os meus artigos eu alerto para o facto de o mundo já ter mudado.

Nessa mudança, o ser humano deixou de se deslocar na horizontal para se deslocar na vertical. Mas muitos de nós, acredito que a esmagadora maioria, não estariam prontos para essa mudança e continuamos a deslocarmo-nos na horizontal até quando tomamos consciência que a nossa vida não faz sentido algum. Assim, com a admissão da impotência
em relação à situação que nos encontramos, começamos a perder a densidade das nossas estruturas mentais e a consciência começa a aclarar. Começamos a entender que andamos a lutar por aquilo que não conseguimos suportar. Percebemos que vamos num caminho paralelo à vida. E que todas as nossas lutas, vitórias e derrotas não passaram de jogos de diversão para nos alhearmos da própria vida. Não importa o porquê, nem quem nos levou ao engano. Tentar perceber o porquê seria iniciar ilusoriamente outro jogo para continuarmos afastados da essência da vida.

Se te identificas com o que foi escrito nestas duas centenas de palavras estás pronto para o acesso a uma consciência mais ampla e liberta da atração da lei da gravidade materialista. Já aprendeste que os sentidos nos enganam e toda a competitividade foi uma luta ilusória pela sobrevivência. Criando uma luta infantil de faz de conta em que predador e vítima alternavam jogo após jogo.

Vejamos como ainda se encontram milhões de pessoas em todo o mundo. Mergulhados na ilusão dos sentidos, identificando-se com o problema que transportam consigo, em vez de seres espirituais dotados de poder divino à procura de uma solução perfeita e criativa.
Recebo diariamente, na rubrica A Casa Escola António Shiva tem uma solução, dezenas de pedidos de ajuda como estes, que recebi nos últimos 10 minutos, enquanto escrevia estas palavras:

Qual é a tua situação: Minha filha tem 17 anos e tem epilepsia de difícil controle desde que nasceu.
O que desejas: Gostaria de saber se ela pode tomar oxxxxxxxxx, se é bom para o caso de epilepsia. Ela toma remédios de uso continuo. Obrigada
Qual é a tua situação: Tive ataque cardíaco, uma artéria entupida, e tenho verificado que minha pressão está sempre um pouquinho alta. O resto tá ok. Qual a dosagem por quanto tempo tomo. obrigado
O que desejasA contraindicação no meu caso?
Reparem que aqui o autor, um homem de 57 anos, nem refere o suplemento que pede sugestão.
Qual é a tua situação: Tenho alopecia áreata fibrosante.
O que desejas: Gostaria de saber se o xx pode resolver o meu problema e caso seja possível como proceder? Desde já agradeço.
Qual é a tua situação: Tenho hipotiroidismo e tomo xxxxxxxx diariamente.
O que desejas: Posso usar xxxxxxxxxxxxxxx?

É com o coração a vibrar de gratidão e muita compaixão que respondo diariamente a todos estes pedidos de ajuda. Mas se
repararmos com atenção percebemos que todos eles se identificam com o problema que carregam consigo. Na questão “o que desejas” ninguém procura a recuperação do problema, mas algo que possa juntar ao que já tem para o remediar. São homens e mulheres presos na ilusão dos sentidos, necessitando de ajuda para as suas maleitas. Merecedores de todo o respeito, amor e carinho ainda profundamente adormecidos. Este artigo, assim como os projetos da Casa Escola António Shiva , não se destinam a estes a que ainda não chegou a hora do despertar, apesar de os ajudarmos com nossa experiência, no mundo em que ainda se encontra.

O despertar de uma nova consciência pode ter origem na dor ou no amor. Quem não desperta através do amor, pode despertar como eu, através da dor. Ninguém vai ficar para trás, a humanidade está a entrar na “terra prometida”.

O que está a ser feito?

A Casa Escola António Shiva, assim como milhares de outras comunidades por todo o mundo, está a receber homens e mulheres, de todo o mundo, que chegaram ao fim da linha e a quem já nada faz mais sentido. Para que juntos e com a nossa experiência, possamos ajudar outros que estão a viver o que já vivemos a despertar e ampliar a consciência, criando uma nova realidade e contribuindo para o despertar de milhões como nós que um dia acordam e perceberam que a competição (vida de luta) só cava o vazio existencial.

Agora as perguntas mais frequentes:

Estaremos prontos para uma transformação de consciência e evolução interior tão radical e profunda que possamos superar todo o nosso sofrimento?

Seremos capazes de nos libertar da armadura do preconceito e tornamo-nos seres genuínos, libertos de julgamento?
Penso que é este o caminho! Percorro-o nos últimos 20 anos.

E se não for este o caminho?
Pode não ser este o caminho, só posso responder por mim. Neste caminho eu sinto-me realizado e feliz. Hoje quando vivemos rodeados da inteligência artificial, em que os conceitos tridimensionais do materialismo e o dualismo cartesiano caíram por terra, não seria muito inteligente guiar-me pelas mesmas veredas que levaram a humanidade a demência. Não estou aqui para ensinar nada a ninguém, muito menos para tentar convencer seja quem for. Foi assim com estas palavras que iniciei este artigo.

E com elas quero terminar, mas antes de me despedir, quero lembrar que as estruturas que governam este mundo estão a cada dia que passa mais instáveis, apesar do esforço para manter as aparências. O mundo já mudou e uma nova humanidade está a surgir. Os nossos netos são os protagonistas do novo mundo, compete-nos a nós, que vivemos no velho e novo mundo sermos o modelo de transformação e deixar este mundo melhor do que o encontramos.

É este o propósito primordial da Casa Escola António Shiva.

António Fernandes

Alimentação & saúde

Alimentação & saúde

alimentação

“Nem só de pão vive o homem”

Disse Jesus

Chegam todos os dias questões sobre alimentação. Embora seja naturopata de formação, tenho me dedicado nos últimos vinte anos à medicina quântica, impulsionadora da saúde integral. Não sou nutricionista, nem amante dessa prática reducionista. A indústria da doença já é bem poderosa, não precisa de mais ajudas.

Respeito todo o tipo de dietas e não tenho por hábito fazer proibições ou restrições alimentares aos meus clientes. Costumo dar-lhe uma clara informação sobre os alimentos e a sua boa absorção. Cito muitas vezes as palavras de Jesus à multidão (Mateus 15):

“Ouvi e entendei! Não é o que entra pela boca o que torna uma pessoa impura, mas o que sai da boca, isto sim, corrompe a pessoa”.

Sei que a maioria dos meus colegas e os gurus da internet ficam escandalizados com a minha postura flexível em relação à alimentação dentro de uma saúde integral. Fazem-me recordar mais uma vez os versículos bíblicos seguintes às palavras de Jesus:

“Então, aproximando-se dele os discípulos, avisaram: “Sabes que os fariseus se ofenderam quando ouviram essas tuas palavras?”.

Concordo com a OMS que diz “cerca de 50% da mortalidade por doenças crónicas pode ser atribuída a fatores do estilo de vida das pessoas. A alimentação está entre esses fatores, em conjunto com o hábito de fumar e o de beber álcool em excesso.”
Se analisarmos o texto da OMS “cerca de 50% da mortalidade por doenças crónicas pode ser atribuída à fatores do estilo de vida das pessoas”, até aqui correto. Os estilos de vida resultam da forma como se vê a vida. Nunca ninguém conheceu uma pessoa alegre e feliz sofrer de anemia, certo? Ou conheceu? A alimentação é a mesma coisa. Uma pessoa que está de bem consigo e com a vida não vai se drogar, embebedar ou se envenenar com alimentação tóxica. Segundo a mesma OMS, 85 % das doenças são psicossomáticas. Se são psicossomáticas, significa que resultam de criações mentais, que se manifestam nos diversos sistemas que constituem o nosso corpo. Vejamos alguns exemplos de doenças psicossomáticas: gastrointestinal (refluxo, úlcera, gastrite, colite, etc….); respiratório (enfisema, asma, cancro do pulmão, rinite, sinusite, tuberculose, bronquite… ); cardiovascular (hipertensão, taquicardia, angina, angina de peito, enfarte agudo do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais (AVC), cardiopatia hipertensiva, febre reumática, arritmia cardíaca, etc….); dermatológico (vitiligo, psoríase, dermatite, herpes, urticária, eczema, etc….); endócrino e metabólico (diabetes); nervoso (enxaqueca,
vertigens); das articulações (artrite, artrose, tendinite, reumatismos).

Enfim…,

perante esta realidade será que se justifica este folclore em volta da alimentação saudável? Não seria melhor irmos à causa de todos os problemas (em vez de sermos os “tolinhos” que criamos as nossas fontes de sofrimento para que não falte emprego aos pobres empregados da indústria da doença)?

O paradigma com que alimentamos as nossas mentes de onde resultam pensamentos, sentimentos e emoções?
As consequências desastrosas da escravidão de uma alimentação saudável. Já convivi de perto com pessoas radicais em relação à alimentação, vou relatar um exemplo e partilhar duas ou três situações, que marcaram profundamente a
minha carreira. Aqui na Casa Escola António Shiva temos o quarto Hulda Clark, o quarto onde ficou hospedada durante a sua estadia em Portugal, a cientista que mais trabalhou na investigação da cura do cancro e de outras doenças graves. Deixou um manancial de informação magníficas para o mundo distribuídos por sete livros, dos quais destaco “The Cure for all Diseases”, “The Cure for HIV and Aids” e “The Cure for all Cancers”. Hulda R. Clark, recordo-a como uma escrava de uma alimentação 100% saudável, que não a defendeu do cancro que a levou à morte em setembro de 2009. Como ela convivi com outros amantes da alimentação “100% saudável” que procuravam a minha ajuda já em fase terminal das suas vidas. Foram casos extremamente dolorosos, que me deixaram marcas até hoje.

ATENÇÃO: não sou contra uma boa alimentação, pelo contrário, e no nosso espaço, na casa escola António Shiva servimos um variado tipo de dietas, desde a crudívora à mediterrânica, passando pela vegetariana, vegan, hindu ou goesa. Eu, que também tinha aprendido na escola superior de medicina natural que a saúde entrava pela boca, rapidamente percebi que isso era assim…, mas não era bem assim.

O que pretendo dizer com isto?

Quando se está bem, o nosso corpo não pede alimentos tóxicos, quer alimentos que mantenham essa boa disposição. Só quando nos encontramos emocionalmente mal é que existem os exageros alimentares e por consequência a intoxicação (envenenamento).
Mas tem mais…, Muitas vezes fico com a sensação que me encontro mergulhado na mais profunda ignorância, quando tratamos ou tentamos tratar o corpo como ele fosse um saco de carne sem inteligência. Como não fosse ele quem melhor sabe como fazer. Todos os que estudaram Hipócrates (ATENÇÃO, não os que fizeram o juramento de Hipócrates), sabem que só podemos ajudar o corpo a curar-se facilitando o seu trabalho de recuperação.

Como…? Limpando-o (desintoxicando venenos emocionais e físicos, exercício e ar livre) e repondo carências (nutrientes, minerais e vitaminas)…, tudo o que se fizer além dessas duas ações é mutilar e envenenar.
Quanto aos alimentos bons ou maus eu vou escolher mais duas das várias passagens bíblicas (hoje deu-me para isto) que falam do alimento.

Em Timóteo 4:4,5 “Pois tudo o que Deus criou é bom, e nada deve ser rejeitado, se puder ser recebido com ações de graças”. E fecho com Tito 1:15 que resume tudo que quis dizer neste artigo : “Para as pessoas puras, tudo é puro; no entanto, para os corrompidos e descrentes, nada é puro; pelo contrário, tanto a razão quanto a consciência deles estão pervertidas”.
Não o canso mais, gostava de falar da obsessão por alimentação saudável, mas fica para uma próxima, o artigo já vai longo. Recordo que lembro sempre os meus clientes que o estômago não é um “caixote do lixo”, mas não posso pactuar com dietas que somente esgotam e desequilibram o organismo. Um corpo só pode ser são se a mente estiver sã.

Mas também gostava de ter a sua opinião e o sentimento que este artigo lhe despertou. Eu só partilhei a minha experiência, porque não partilha a sua?

Incondicionalmente disponível,
António Teixeira Fernandes

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