Como transformar o “CAOS” em oportunidades

Como transformar o “CAOS” em oportunidades

caos

Assunto “estou sem rumo, vou ser despejada”

É este o assunto de um dos muitos emails que recebo diariamente provenientes dos mais variados cantos do mundo. Esta carta foi-me enviada do Brasil e respondi na hora. Não vou divulgar o conteúdo desesperante de uma mãe solteira com quatro filhos, mergulhada no caos, nem tentar tapar o sol com a peneira com filosofias que nada resolvem. Esta é uma realidade em que estão mergulhadas milhares de famílias de Portugal e Brasil. Sei que não é fácil para alguém mergulhado nos caos ter capacidade para discernir qual o melhor caminho; a opção mais inteligente é aceitar sugestões de quem está a ver a situação como um todo. Este artigo não tem como intenção mostrar uma saída para situações como a desta mãe solteira, mas uma saída transformadora para qualquer tipo de caos.

De nada adianta saber que o caos resulta da resistência à mudança e que a pobreza resulta da ignorância, nem tentar apresentar uma oportunidade de negócio a alguém mergulhado no desespero. Por melhor que seja ele nunca irá funcionar para o desesperado. Em desespero nada funciona! Este artigo é para quem quer resultados, não para quem quer filosofar.

O que quero aqui mostrar é como transformar esse desespero em oportunidades maravilhosas. Sei que pode parecer simples demais, mas também quero garantir que comigo e com todos que tenho acompanhado nos últimos 10 anos tem funcionado a 100%. E enquanto não houver alguém que faça o aqui sugerido (como indicado) e falhe, este método é 100% garantido. Atenção, na próxima palestra (sábado 20/10, podes assistir pessoalmente ou on-line) será mostrado todo o processo de transformação, ilustrado com exemplos e podes tirar qualquer dúvida que te possa ocorrer.

Na verdade, muitos de nós já passaram por momentos de desespero e aparentemente sem saída. Momentos em que somente um milagre poderia transformar aquela situação desesperadora. Mas na verdade nada é o que parece e existe sempre uma solução perfeita e criativa para cada problema. Mas o que quero aqui mostrar é transformar as dificuldades em oportunidades brilhantes. Porque na verdade tudo passa. E não é disso que se trata.

Vou deixar de palavreado e vamos ao que interessa. Quando se está desesperado de nada adianta dizerem-nos que “todo o ser humano tem dentro de si tudo que necessita”. E muito menos julgar a razão que o levou a uma situação degradante.

Não é só o que fazer quando nos encontramos num aparente beco sem saída ou numa situação desesperante; é mais do que isso, é transformar essa realidade numa oportunidade.

Vamos lá então:

– A minha experiência pessoal ensinou-me que dentro de uma infinidade de possibilidades temos sempre duas escolhas: ou continuarmos a fazer como se tem feito, mantendo a situação desesperante, sem saída ou mudar para sair dessa realidade.

Vamos ao como sair…? A saída faz-se em 3 passos simples e 100% eficazes.

Primeiro passo – aceitar e responsabilizar-me integralmente pela realidade em que me encontro. Sem isso não há como saltar do caos.  Na palestra presencial que também podes seguir on line, vou mostrar-te o que acontece se não aceitarmos a realidade em que nos encontramos e nos responsabilizarmos integralmente pela situação que estamos a viver.

Depois de nos responsabilizarmos 100% pela realidade que experimentamos, saímos da situação de vítima e acedemos àquilo que a ciência chama de mundo paralelo e ao que eu chamo mundo da realização.

Segundo passo – manter a certeza e autoconfiança de que a vida nos oferece tudo que o precisamos para nosso bem-estar, sucesso e riqueza.

Com esta certeza e autoconfiança chegamos ao terceiro passo.

Terceiro passo – aceitar e desenvolver (pôr em ação) as oportunidades que a vida oferece no momento.

Com estes três passos, tens em teu poder a fórmula que transforma todos os problemas da vida em oportunidades brilhantes.

Parece simples demais? Será a vida difícil? O que é um problema senão a resistência à simplicidade da vida? Com estes simples passos a ordem retorna. A vida emerge. Tudo fica arrumado no lugar certo.

Como tudo funciona na prática?

Quando parece que a vida está em ruína e sem sentido (um caos) podemos criar a ordem e a calma e tranquilidade a partir da desordem. Só que muitas vezes simplesmente nos esquecemos disso. Temos a tendência para reagir negativamente aos acontecimentos que aparentemente não estavam previstos, renegamos o projeto e o propósito da Criação, criando assim o caos.

Mas no momento em que mudamos nossa consciência, responsabilizando-nos reconhecemos a oportunidade nas nossas dificuldades e quanto maiores forem os obstáculos, mais fascinantes serão as oportunidades que criamos. Nada acontece por acaso. Tudo acontece por um motivo; não existem encontros casuais. A sorte e o azar é filosofia da ignorância.

Assim quando a nossa realidade parece não fazer sentido, podemos sempre afundarmo-nos um pouco mais ou sair para uma nova oportunidade. Temos sempre a liberdade de escolher.

Qualquer dúvida não hesites em colocar. Ou vem à palestra on-line pedir diretamente esclarecimentos e expor a tua opinião. Não reprimas as tuas dúvidas, responsabiliza-te responsabilizando.

António Fernandes

 

A física quântica e a pedagogia da Casa Escola António Shiva

A física quântica e a pedagogia da Casa Escola António Shiva

pedagogia da casa escola antónio Shiva

Nos últimos tempos muito se tem escrito e falado sobre física e mecânica quântica e a sua aplicação no quotidiano. Apesar de uma mente materialista não ter possibilidades de interpretar minimamente estes princípios, neste artigo vou ter mais uma vez a pretensão de abordar alguns princípios da mecânica quântica, para, de uma forma singela, ilustrar formas mais abrangentes de nos enxergarmos e enxergarmos o mundo à nossa volta.

Foi no último século do milénio passado que surgiu a física quântica, a ciência que está a revolucionar o mundo com o estudo do movimento dos átomos e suas partículas. Essa nova visão científica (que na verdade de novo pouco tem,) deita por terra todos os conceitos materialistas (Newtoniano/Cartesiano) sobre a realidade e dá origem a uma nova era. Assim como o domínio do fogo e a invenção da roda deram origem a novas eras na história da humanidade, também os princípios da física quântica impulsionarão a humanidade para uma realidade até aqui desconhecida. Apesar da física moderna ser clara, simples e acessível a qualquer criança, quando se quer entender através de um conceito dualista ou materialista ela se torna inacessível. Porquê?

Observemos; na humanidade predomina o conceito materialista/dualista, em que o ter predomina em relação ao ser. Esta dominância prevalecerá até que haja um número suficiente de pessoas com a mente suficiente aberta para acatar os princípios da moderna física quântica, também conhecida pela física das possibilidades. A predominância do ter deve-se essencialmente à ignorância incutida pelos já obsoletos princípios da velha física clássica e na “impossibilidade” que uma mente treinada nessas ciências exatas tem em conceber possibilidades infinitas dentro de um único acontecimento.

Então vejamos de outra forma; enquanto a física clássica nos apresenta princípios e ferramentas para calcular distância, tempo, peso, força, velocidade, stress, etc…, a física moderna através do princípio da incerteza e do famoso “efeito observador” demonstra-nos que o simples facto de observar transforma possibilidades quânticas (concebíveis) em realidades na vida do observador. Assim em vez da rigidez da física clássica, suporte de uma sociedade socioecónomica debilitada e doente, temos a flexibilidade e o poder transformador da física moderna, para nos transformar e modificar as instituições sociais, económicas e políticas, e dar lugar a um novo homem, uma nova humanidade.

As partículas do átomo são vistas como ondas de possibilidades, pois podem estar ali, aqui e acolá, inclusivamente em vários lugares simultaneamente. Se agarrarmos como exemplo de partícula subatómica o fotão, através da velha experiência da dupla fenda, ficamos a saber que tanto se comporta como partícula, como se comporta como onda. Essa dupla característica, é designada pelos físicos da nova era “dualidade onda-partícula” e uma coisa não funciona sem a outra. Se enxergarmos através dos princípios exatos da física clássica, esta afirmação seria contraditória. Mas experiencias científicas, repetidas milhares de vezes em laboratório, comprovam que uma partícula subatómica ao ser observada sofre a interferência do observador tanto pode parar, mudar o movimento ou mesmo o rumo. Ou seja, o observador é capaz de interferir no rumo da partícula e alterar a realidade do mundo quântico, embora não tenha controlo sobre o que vai acontecer.

Ciente do mundo de possibilidades infinitas (mundo subatómico) e convicto do poder do “efeito observador” entra-se num novo paradigma em que o material manifesta o espiritual.

Saber que tudo é átomo, e átomo é onda e partícula simultaneamente, e que uma não existe sem a outra de pouco, ou nada serve, enquanto não limparmos a mente dos preconceitos materialistas.

Uma mente quântica, é uma mente liberta de apegos a conceitos (preconceito). Pura para abranger todas as possibilidades e podermos ser donos e desenvolvedores do nosso livre-arbítrio. Apesar de sempre nos ter sido anunciado o livre-arbítrio, dentro dos conceitos clássicos ele não poderia ser usado. Não há direito de escolha. Mas com a física quântica temos o direito a possibilidades infinitas de escolha e podemo-nos libertar sempre de hábitos nocivos criadores de ansiedade, carência, depressão, stress, doença etc., através de uma inter-relação cósmica, que os cientistas chamam de não localidade quântica. Por outras palavras a moderna física quântica fornece ao observador possibilidades infinitas, para nos mudarmos a nós mesmos, realizarmo-nos e contribuirmos para a mudança da sociedade atual.

Como é que funciona (como é possível)?

Na realidade quântica, uma partícula pode influenciar outra partícula. Ficou provado pela física moderna que um elétron pode influenciar outro elétron quando sofre a intervenção do observador. E o mais aliciante é que isso pode ocorrer à distância. Os cientistas, comprovaram em laboratório que o simples ato de observar ativa a interação e a comunicação dos átomos entre si. De uma forma mais simples o observador provoca uma ação em cadeia, quando perante uma determinada situação ou acontecimento, opta por uma possibilidade. Mas o mais relevante é que não existe distância. Não importa o local onde nos encontremos (local onde escolhemos uma dentro de um universo infinito de possibilidades) para a possibilidade escolhida ser realizada. Por exemplo: perante o anúncio de um desemprego, a perda de um negócio ou a avaria do automóvel ou mesmo de uma doença, a forma como é observada pelo próprio, assim será o resultado final. E se nesse ato de observar o acontecimento ou situação, precisar da intervenção de átomos na China, Japão, Rússia, ou mesmo fora do planeta ou do sistema solar, não existe distância entre partículas. A esta ação a ciência dá o nome de “entrelaçamento de onda”.

Como com este conhecimento é possível melhorar (interferir) a realidade?

Se pensarmos no quotidiano dentro destes conceitos quânticos, podemos exercer uma correspondência e ao mesmo tempo uma aplicação desses princípios. Vejamos o nosso corpo é composto de átomos, assim como tudo que existe visível ou invisível, incluindo os pensamentos claro. Perante esta verdade científica, e se através do ato de observar o ser humano é capaz de alterar a realidade microcósmica, também posso alterar a minha realidade através de um pensamento criativo e de uma atitude proativa e positiva perante mim e o  mundo que me rodeia. A verdade é que a realidade que cada um de nós experimenta resulta da forma como nos vemos, como vemos o mundo e vemos os outros. Por outras palavras, a nossa realidade reflete os nossos pensamentos, sentimentos, emoções e ações. Se não me sinto realizado na minha realidade, preciso mudar a forma como me vejo, vejo o meu trabalho, os meus vizinhos, políticos, instituições etc.

Se desejo receber beleza, bem-estar, abundância, alegria, felicidade, da vida, preciso dar tudo isso ao mundo. Acreditar que tudo o que eu dou ao mundo o mundo me devolverá. Da mesma forma que que uma partícula subatómica é influenciada no seu trajeto pelo observador, também qualquer um nós, pode mudar a sua realidade, quando mudamos a nossa atitude reativa para uma postura proativa.

Exemplo de uma atitude reativa: eu fazendo parte do povo Português e reclamar dos corruptos, dos políticos ou do cão do vizinho, lamentando-me, culpando-os ou mesmo denunciando nas redes sociais, ou por outros meios, posso mudar a minha atitude reativa para proativa, responsabilizando-me pessoalmente por essa realidade.  Se está na minha realidade eu sou responsável. Não sou o autor, mas sou responsável. Quando julgo, crio mais do que o que estou a julgar. Assumindo a responsabilidade, altero essa realidade. Se desejamos despertar o melhor em nosso mundo, precisamos pensar, falar, sentir e desejar o melhor para todos. Precisamos acreditar que o mundo tem o melhor para nos oferecer e esperar com certeza e autoconfiança.

Perante os princípios da moderna física quântica, é urgente desenvolver o princípio integral da realidade e do papel ativo do ser humano, no bem-estar pessoal e coletivo.  Cada um é responsável pela sua realidade. Somos todos um. O cosmo funciona como uma grande orquestra em que a interligação dos instrumentos faz a melodia. Nada acontece por acaso. Nada é fruto da sorte ou do azar, tudo obedece à forma de observar, “entrelaçamento de onda”.

O Mundo já mudou, é urgente integrarmo-nos na nova era, como ativistas responsáveis…, e na liberdade do livre-arbítrio, concedida pela nova ciência, navegarmos em soluções perfeitas e criativas, em vez de continuarmos afundados no mar de problemas que entram pelas nossas vidas a dentro, através dos mais variados órgãos de comunicação.

António Teixeira Fernandes

Inferno & paraíso: duas realidades possíveis dentro do mesmo evento

Inferno & paraíso: duas realidades possíveis dentro do mesmo evento

inferno e paraiso

“Vivem-se tempos de grande turbulência. Os ventos poderosos da mudança sopram de todas as direções… Apesar de ainda ensonados na ilusão dos sentidos, os primeiros raios de luz, rompem por entre a tempestade indicando um novo alvorecer; ao mesmo tempo que a humanidade começa lenta e progressivamente a despertar para uma nova realidade”.

Assim inicio um novo capítulo do próximo livro “A pedagogia do novo mundo”. Sei que terei mais quem discorde do que quem concorde com a minha visão da realidade. Mas a realidade dependo do famoso “efeito observador”, tanto divulgado pela moderna física quântica e responsável pela avalanche tecnológica que entra diariamente na vida de cada cidadão deste planeta. Nunca esqueci e tive sempre presente em minha vida o já longínquo dezembro de 1966, quando em Aldeia nova, me dirigia em grupo para o refeitório depois das aulas da manhã… ouvi o António Valente com o seu jeito característico e com sorriso de orelha a orelha, esfregando as mãos de contente ao mesmo tempo que as aquecia, comentar com o Luís Guedes: “com este almoço ficam só a faltar 14 almoços para ir para casa”. Estas palavras caíram como uma bomba sobre mim, despertando em mim uma ansiedade brutal; só comparável aos condenados no corredor da morte. Fiquei a saber que depois daquele, só faltavam 14 almoços para descer às profundezas do “inferno”.

Um só simples facto… o fim do primeiro período que dá lugar as “férias” do natal e o transportar para dois mundos paralelos bem diferentes.

O António Valente desejava o fim das aulas para estar junto dos irmãos e da mãe…, e esfregava as mãos de contente…, e a mim foi lembrado que entrara na contagem decrescente para descer ao abismo existencial. Desde essa altura que tive consciência dos famosos mundos paralelos tão falados mais tarde no mundo da ciência. O que eu não sabia era como o provar cientificamente, para dar soluções para problemas como depressão, alcoolismo, ansiedade ou ir ainda mais longe para o campo social e económico.

Hoje felizmente esse conhecimento está ao alcance de todos. Mesmo os mais resistentes ao novo (principalmente quando o novo não é deles), que alegam “que as coisas não são tão simples assim”…, e mesmo apesar de hoje no mundo moderno estarmos familiarizados com tecnologia, que mais parece magia ou milagre. Quando se trata de observar determinado facto, ainda temos a tendência de negar tudo que não está dentro do nosso campo de observação. E quando tento adequar os “modernos” conceitos quânticos à pedagogia da nova era, esbarro sempre com críticas acirradas por parte de alguns ainda adormecidos na velha ilusão dos sentidos. E isso faz sentido? Claro que faz…

Mas vejamos… se estudarmos com alguma atenção os fundamentos, tanto dos que reagem ainda adormecidos na ilusão da matéria (newtonianos/cartesianos) como a visão de um desperto para a “nova” visão da realidade quântica, percebemos que ambos conseguem comprovar com os seus argumentos que estão certos. Isso torna-se ainda mais complicado, quando pretendemos perceber quais deles têm razão…, se ambos conseguem demonstrar cientificamente que estão certos.

A própria ciência moderna mostra-nos que ambos estão certos e estão carregados de razão. Este facto é maravilhoso, porque deita por terra qualquer medo de errar ou mesmo da crítica, exercida por quem não consegue enxergar o que o outro já enxerga.

Assim hoje, como há mais de cinquenta anos atrás, naquele frio dia de dezembro, a realidade de cada um não depende do acontecimento, mas sim do observador. Eu e o Antonio Valente vivíamos duas realidades opostas apesar do facto ser o mesmo.

Assim termino com a 1ª lei da mecânica quântica que diz: infinitas possibilidades estão no mesmo acontecimento. Só o efeito observador tem poder para colapsar a onda da “verdade”. Desta forma, através dos olhos da ciência moderna, cada observador, através da sua consciência e conceitos pré-concebidos, cria a sua própria realidade. Por outras palavras, cada um só vê o quer consegue enxergar. O Inferno & paraíso são duas realidades sempre ao alcance do observador.

António Fernandes

O que é a realidade? E como saltar de uma realidade para outra?

O que é a realidade? E como saltar de uma realidade para outra?

realidade

 “morre a lagarta ou nasce a borboleta?”

A humanidade, nunca na sua história (conhecida), viveu uma época de mudanças tão rápidas. O que ontem era impensável, hoje é realidade.  O que hoje é verdade, amanhã já não é. A velocidade com que estas mudanças se fazem é tal, que a perceção dos cinco sentidos não tem capacidade de a identificar.

Hoje sabemos que a perceção de realidade depende sempre da consciência do observador. Mas como o observador comum não tem capacidade de acompanhar a velocidade vertiginosa da mudança, a forma como avalia os acontecimentos diários, está no mínimo desatualizada. Essa forma obsoleta de avaliar a realidade, leva-nos inevitavelmente a sentimentos pouco saudáveis que nos dividem. Nesse estado emocional tenta-se controlar e o mais que se consegue é stress, depressão, doença, caos.

Ordem a partir do caos

Apesar do mundo já ter mudado, e a humanidade, conviver direta e diariamente com a inteligência artificial, transitando assim para uma realidade bem mais ampla do que o velho conceito materialista/dualista…, ainda nos afundamos no caos porque orientamos as nossas vidas nos trilhos profundos do materialismo…, embora o queiramos negar muitas vezes, a realidade que exibimos, prova que ainda valorizamos mais a quantidade do que a qualidade. Focamo-nos no efémero e esquecemos o permanente. O ter que é transitório em prejuízo do ser que é perpétuo. Enfim, todos procuramos a felicidade, mas…, na maioria das vezes permanecemos apegados a pessoas, coisas ou algo que nos dê poder visível. A ordem emerge sempre a partir do caos.

 Nada é o que parece – a ordem é simplificar

Nada é o que parece e hoje a ciência moderna mostra de forma simples e clara o poder do observador na criação da sua própria realidade. Os meus artigos não se destinam àqueles que têm uma predileção pelo vitimismo. Homens e mulheres que tentam justificar a sua realidade malfadada, com justificações karmicas, crises, más decisões etc….Na verdade a realidade de cada pessoa reflete a forma como ela própria se enxerga; como vê o mundo a sua volta; como vê o universo; e como vê Deus.  Apesar de muito se falar em crise; todos sabemos, que a situação política e económica de um país cria realidades diferentes de observador para observador. Também há muito que todos sabemos que nada acontece por acaso, tudo o que existe resulta de leis universais precisas e “imutáveis” agarradas pela física clássica e moderna para explicar o visível e o invisível do universo. Já ninguém acredita na sorte e azar já há muito foi classificada pela ciência e religião como a teoria dos ignorantes.

Vivemos num universo de possibilidades infinitas- infinitas possibilidades estão no mesmo lugar – 1ª lei da mecânica quântica

Se não existe sorte ou azar e se há leis universais que se autocumprem, significa que cientes ou não; somos os criadores da própria realidade e 100% responsáveis por o que experienciamos na vida. Será? Todos os meus clientes são unânimes em afirmar que não foram eles que criaram o cancro, a diabetes, a dependência química, a falência das suas empresas, o desemprego, a falta de dinheiro, etc. Mas a verdade é que estamos sempre a criar. Não importa se criamos com intenção ou por defeito: “A realidade é que estamos sempre a criar”.

Então como é que essa criação se processa?

O observador influencia (manipula) o resultado – 2ª lei da mecânica quântica

Se observarmos com atenção, percebemos que carregamos preconceitos em relação à vida que nos levam a uma realidade que geralmente não cremos. Vou dar este exemplo: recebi na semana passada um e-mail de meu amigo Nelson que dizia mais ou menos isto: “amigo António, tudo vai bem comigo, dentro dos normais problemas inerentes à idade (BI)”. Já temos como certo que a idade traz problemas. Sei que não vai ser fácil à humanidade sair deste preconceito. Já Albert Einstein afirmou “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”

Então vejamos: não é o observador que influencia (manipula) o observado? Se já existe o conceito pré-definido que a idade traz problemas, certamente que a idade traz problemas. O observador tem sempre razão.

Vejamos outro exemplo que acabo mesmo de receber por email, de uma empresária no ramo da cosmética que diz isto: “Brasil está em crise abalando “todos” os setores, não apenas o meu. Não aceito ser mais uma a fechar as portas.”

É verdade que o Brasil está em mudança; normalmente estas mudanças são chamadas de crises, pela maioria dos observadores. E numa “crise” existem sempre dois tipos de pessoas (observadores), sendo que exsitem os que resistem à mudança tenazmente, lutando até a exaustão, com todos os seus meios para manterem “estáveis” os seus propósitos.

Há muitos anos atrás, ainda através do preconceito materialista, escrevi um artigo que dizia: “numa crise existem sempre os que choram e os que vendem lenços”.

Hoje a velha consciência expandiu-se e não vejo da mesma forma. Perante uma situação “aparentemente negativa” aceito autoconfiante e certo de que tudo acontece para meu bem-estar, sucesso e riqueza.

Na verdade, é a forma como enxergamos a situação que cria o resultado.

Claro que tudo isto tem explicação à luz da ciência moderna. Mas para que resulte, não precisa de ser perito em física quântica, da mesma forma que não precisa de saber a mecânica quântica para usar o telemóvel ou celular. Na palestra deste sábado vou explicar o fenómeno conhecido por entrelaçamento de onda, ou seja, a forma de enxergar do observador (uma determinada situação), influencia um elétron, que por sua vez influencia outro e outros, e outro, e outro, criando o resultado observado.

Por favor não hesite, ponha as suas questões na palestra “Como o observador influi o resultado”.

António Teixeira Fernandes

 

Criação consciente da realidade

Criação consciente da realidade

criação

Como é que a física quântica nos pode conduzir no processo consciente da realidade? Na verdade, a realidade que cada um de nós experimenta é criada pelo próprio. Apesar de afirmarmos: “não fui eu que criei “a minha” doença”…”; “não fui eu que criei esta crise no meu casamento” …, “não fui eu que criei a falência da minha empresa …, “não fui eu que criei o que não quero”, na verdade somos unicamente nós que criamos a nossa própria realidade. Vejamos os factos; com a “crise mundial de 2008” (eu pessoalmente não gosto de lhe chamar crise, prefiro chamar-lhe de bênção) e a concorrência da mão de obra barata da China, indústrias portuguesas, até essa altura prósperas, “repentinamente” entraram em decadência e a maioria fechou as suas portas, empurrando para o desemprego centenas de milhares de pessoas. As circunstâncias eram iguais para todos os desempregados, mas a realidade era diferente. Alguns suicidaram-se, quando os bancos executaram as penhoras de suas casas. Outros realizaram os sonhos que haviam adiado, por estarem presos na “ZONA DE CONFORTO”. Na verdade, as circunstâncias eram as mesmas. Mas uns confiaram na vida e procuraram a oportunidade que a vida lhe oferecia e são pessoas realizadas e felizes…, outros suicidaram-se, outros ainda continuam no desemprego de longa duração, lutando pela sobrevivência, arranjando artimanhas para prolongar a situação.

Como podemos constatar não foram as circunstâncias (crise/desemprego = bênção/oportunidade), que eram igual para todos…, mas o que cada um quis para a sua vida. Vamos dar um passeio e estejamos atentos aos resultados agora 10 anos depois. Vemos uma legião de homens e mulheres, preambulando pelas ruas deste Portugal, doentes e falidos a lutar pela sobrevivência, a contrastar com outros milhares felizes e realizados…, quando há 10 anos atrás todos tinham o desemprego como condição.

Sei que neste momento algumas mentes mais renitentes, justificam que as oportunidades não são iguais para todos. Alguns estavam numa idade já avançada para recomeçar alguma coisa. Todas essas justificações são desculpas esfarrapadas. Porque ainda hoje assisto em nossa casa, a duas senhoras, uma casada outra viúva, de 84 e 76 anos, a iniciarem novos projetos, em áreas totalmente desconhecidas para elas em que têm que aprender o básico para darem andamento aos seus investimentos.

Chega de conversa… deixem a justificações e venham entender na prática como a física quântica nos explica a criação da realidade de cada um. Mas antes de continuar quero pôr duas questões como reflexão: Alguém sabe o que vai acontecer amanhã? Claro que ninguém sabe… Então os que confiaram na vida também não sabiam o que aconteceria na hora ou no dia seguinte. Todos estavam na mesma condição… todos tinham acabado de perder o emprego. A única coisa que os diferenciava era: uns confiavam na vida e outros não confiavam na vida. O que faz a diferença de resultado é confiar ou não confiar na vida. Agora já podemos prosseguir, porque de nada adianta conheceres todas as leis do universo da física clássica e da física moderna se não confiares na vida…, o mais que poderás conseguir é doença, dor e sofrimento. Enfim… um inferno existencial.

Para que algo se manifeste na realidade de cada um é preciso que exista a energia para criar a realidade. Um acontecimento, não importa o que seja, é uma onda de energia. Com essa onda de energia criamos a nossa realidade. Os acontecimentos vêm uns após outros como as ondas no mar.  Quem não confia na vida, com essa energia que não para de fluir, cria medo, ansiedade, sofrimento, doença, pobreza, miséria, enfim, tudo que seja contra a realização (felicidade). Para quem confia na vida todos os acontecimentos, por mais estranhos ou confusos que sejam, são energia que vai criar o que for necessário para o bem-estar, sucesso, realização pessoal, enfim, felicidade.

Como isso é explicado pela física moderna? A mecânica é esta: tudo que existe é onda e partícula simultaneamente. O que significa que, antes de qualquer possibilidade criada, tudo é possível. Quem confia na vida (observador está numa posição que perante qualquer circunstância (desemprego, avaria no automóvel, qualquer coisa que aconteça) sabe que nada de mal lhe pode acontecer. E perante essa certeza, o que “parece” desagradável é criador do que o indivíduo precisa (oportunidades surgem da situação, portas se abrem), para o seu bem-estar e progresso. Foi isso que aconteceu aos que saíram realizados e felizes duma situação de parecia nefasta.

Para quem não confia na vida (observador) todos os acontecimentos (ondas) não vêm de feição. Se não confia, não tem a certeza e autoconfiança, vive mergulhado no medo, criando tudo que realmente é contra.

Assim num mundo de infinitas possibilidades, o observador cria as possibilidades que lhe são nocivas. Porque ao não confiar na vida não está alinhado com a expansão da prosperidade.

Prometi que faria textos curtos, claros e esclarecedores. Qualquer dúvida não hesites em colocar.

O próximo artigo esclarecerá o porquê de tanta gente criar o que não quer em vez de criar o que quer.

António Fernandes

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