Introdução – Pedagogia da Nova Era

Uma nova pedagogia para uma nova humanidade

Pedagogia quântica para pais, alunos e professores

“Quando deixamos de tentar tapar o sol com a peneira e somos honestos e responsáveis connosco… enxergamos quanto falhámos como pais, mestres e educadores”.

O despertar da limitação do ter para a plenitude do ser está a fazer a mudança mais profunda, excitante e desafiadora de toda a história da humanidade. Apesar de todos sabermos que a mudança passa por desmoronar os velhos sistemas social, político e financeiro, a resistência é grande e feroz, porém… inútil. Nada pode travar a evolução do ser humano e da humanidade como um todo. O mundo e a humanidade entraram numa nova era, e quanto menos se resistir à mudança mais fácil será a transição. Basta observar à nossa volta e vemo-nos num mar de jovens adultos aflitos e ansiosos no limbo da transição. Não importa o seu grau académico, a profissão que desempenhem, ou o lugar que ocupem…, por todo o lado e em todas as instituições deparamo-nos com o medo (incerteza do novo), vincado por uma gravata ou uma bata branca com cabeça erguida a tentar esconder a deceção dos sonhos tridimensionais trazidos na bagagem que não se realizam.

Como será a nova humanidade? 

Chegou a hora de guardarmos as armas e abandonarmos as nossas velhas guerras e lutas pela sobrevivência. Apesar da resistência ao novo desconhecido, o mundo caminha para o bem-estar integral, manifestado na paz interior, protagonista do paraíso na terra.

“Isaías 11 …6 O lobo conviverá com o cordeiro e o leopardo repousará junto ao cabrito. O bezerro, o leão e o novilho gordo se alimentarão juntos pelo campo; e uma criança os guiará”.

 Chega de luta e frustração! Basta de sofrimento!Estejamos atentos aos sinais emesmo que cegamente queiramos agarrar-nos às velhas ideias, a nova geração não vai permitir. Se quisermos enxergar, deparamo-nos com a crescente revolta das nossas crianças e jovens, manifestada através do desinteresse pelo programa de ensino. Não seria melhor ensinarmos-lhes o que eles querem aprender, do que querer que eles aprendam o que nós queremos que eles aprendam? Porque é que não aprendemos com a última década de licenciados? Quantos deles desempenham a profissão pelo qual estudaram e conseguiram uma licença de trabalho? É bom que meditemos sobre isso.

 Os sinais são esclarecedores do quanto a reação é imatura.

NOTA: TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) é o nome dado às crianças e jovens que manifestam o seu desinteresse pela normalização e formatação. Infelizmente a cegueira é ainda tão grande, que em vez de entendermos que algo está mal “ no reino” e atendermos ao real interesse das nossas crianças e jovens, estimulando-os a desenvolverem os seus talentos criativos, para que no futuro sejam adultos seguros e autoconfiantes, capazes de viver uma vida plena e feliz, catalogamo-los como indisciplinados e resistentes à normalização e drogamo-los com “ritalina” de forma a que não tenham mais poder para manifestar a sua vontade.

Será que alguém tem o direito de drogar uma criança indefesa, em nome de uma normalização? O conceito de normalização aplicado ao ser humano é algo muito pouco inteligente (reflete o caos em que se encontra o velho sistema social). Só porque a criança não quer pertencer ao mundo dos tais “vitoriosos infelizes” é marginalizada.

Vivemos na “Santa inquisição”? Ou é a luta desesperada para tomar o controlo?

Como será a futura geração de adultos? Será que teimamos em não querer ver? Continuamos a ser os nossos piores inimigos? Preferimos deixar os nossos egos entupir a evolução do mundo e da humanidade? É ridículo, mas preferimos continuar agarrados às nossas ideias, do que sermos honestos e reconhecer que o mundo já mudou e que a nossa velha forma de pensar já não funciona. 

Como passar pela mudança de forma tranquila e agradável?

Neste momento existem no mundo milhares de movimentos de boa vontade e com grande capacidade de resposta. Desde a revolução cultural da “Laudato si’” do Papa Francisco com a nova encíclica; “A economia de Francisco”, em que o papa convoca jovens e economistas para “mudar o mundo”; até a novo paradigma científico que reinventa a roda e está a mudar a face da terra, com milhares de homens e mulheres a porem em prática (o melhor que conseguem) os novos princípios quânticos.

A mecânica quântica não só deu origem à nova era da eletrónica com toda a tecnologia de ponta, como traz consigo a mudança para a unicidade do ser humano com a sua verdadeira essência divina. Traz a energia da união de dois polos e deita por terra a dualidade de Descartes e o velho paradigma científico tridimensional. As duas polaridades positivo e negativo fundem-se numa união sagrada assim como toda dualidade existente dentro de cada um: masculino, feminino, etc….

Essa unicidade dá-nos uma nova consciência, uma nova forma de estar e de interagir com o mundo e a realidade que nos envolve. Esta nova consciência faz-nos sentir conectados com tudo e com o todo. 

Não importa o lugar em que cada um de nós se encontre, uma nova realidade só pode surgir de uma nova expansão da consciência. E a Casa Escola António Shiva®, assim como outras organizações no mundo, adotou e desenvolveu nos últimos anos uma pedagogia baseada nos princípios teóricos da mecânica quântica, com resultados maravilhosos em todas as áreas da vida dos seus elementos.

Uma rápida visão

A mecânica quântica é atualmente a teoria científica mais abrangente, precisa e útil na aplicação ao quotidiano. Porém, para uma mente ainda treinada no velho paradigma materialista/dualista, gera alguma confusão…, sobretudo em relação à forma pela qual a teoria se relaciona com a ação no quotidiano. Como a mecânica quântica descreve com precisão o fluxo contínuo no mundo microscópico de átomos e moléculas, a sua interpretação através de uma mente limitada ao conceito tridimensional é confusa.  Por essa razão, apesar de 98% de todos os instrumentos que usamos diariamente serem resultado da mecânica quântica (eletrónica), tentar perceber através dos conceitos materialistas é entrar num beco sem saída.

Uma breve descrição da mecânica quântica e sua utilidade nas ações cotidianas.

A mecânica quântica surgiu no século XX como uma ciência que estuda o movimento do mundo atómico (moléculas, átomos e partículas subatómicas), que trazem à luz aquilo que identificamos por matéria ou realidade. Este novo entendimento veio revolucionar e deitar por terra o paradigma Newtoniano/cartesiano. 

Então vejamos, em vez do determinismo da física Newtoniana e dualismo Cartesiano, a mecânica quântica apresenta o princípio da incerteza num mundo de infinitas possibilidades. Ou seja, segundo a física Newtoniana o mundo é avaliado através de fórmulas, cálculos e resultados precisos. A física quântica é a física das possibilidades. Ou seja, antes da sua materialização tudo é possível. Apesar de não ser possível prever o comportamento das partículas subatómicas, podemos interferir no resultado.

Vamos com calma…, tudo que existe é feito de uma mesma coisa…, átomo. Tudo é átomo, desde um pensamento, sentimento e emoção, até o corpo que cada um de nós habita. O átomo e as partículas subatómicas que gravitam em seu redor são  a unidade básica da matéria.

  As partículas subatómicas são vistas como ondas de possibilidades, que podem estar em qualquer lado…, lá, cá ou em qualquer parte incerta. Por exemplo, o elétron, que é uma partícula subatómica, comporta-se como partícula e como onda simultaneamente, e uma não existe sem a outra. Ou seja, é juntamente partícula e onda (não há dualidade) . Mas tem mais, o seu movimento é constante, podendo estar em vários lugares ao mesmo tempo.

Assim, a ciência moderna ao provar que não se pode separar a partícula (matéria) da onda (energia) e que todas as possibilidades estão em aberto perante qualquer acontecimento, deita por terra o conceito dualista-Cartesiano.

Em que é que este conhecimento nos pode ajudar no quotidiano?

Perante isto; e com o conhecimento que tudo que existe é feito de átomos…, desde o pensamento, sentimento e emoções; até tudo que é visível ou invisível no universo; ficamos libertos do comportamento reativo (luta pela sobrevivência), causa essencial do sofrimento. Mas há mais…, é comprovado cientificamente que interferimos diretamente no desfecho de qualquer acontecimento, através do simples ato de observar (o observador interfere no objeto ou acontecimento observado, tendo consciência disso ou não). Esta prova científica deita por terra o mito, da “sorte ou azar” e esclarece a razão de duas pessoas na mesma profissão ou mesmo negócio, no mesmo lugar, terem resultados opostos. Enquanto uma tem sucesso, outra mergulha no fracasso.

E como é que isso acontece?

É comprovado por experiências científicas que o ato de observar altera o rumo do elétron, mas o cientista (observador) não pode prever o seu comportamento e destino.  Mas há mais…, quando o observador no seu ato de observar altera o movimento do átomo, ele influencia outros átomos, dando-se assim o conhecido “entrelaçamento de onda”. Mas o mais interessante de tudo é que essa influência ou entrelaçamento de onda pode dar-se em qualquer parte do planeta ou mesmo em outro planeta (por exemplo, a forma de observar um acontecimento aqui no Ribatejo, pode influenciar na China, Japão, Brasil ou até na Lua ou Marte). Não existe o conceito de espaço ou distância na mecânica quântica. 

Na verdade, estes princípios quânticos estão na base da tecnologia usada diariamente. Tanto neste computador com que escrevo neste momento este livro pedagógico, como de todo o resto. Desde a inteligência artificial, à robótica, desde o simples cartão de cidadão, ao de crédito ou de débito. Nada escapa a estes princípios quânticos. Mas se agarrarmos nestes princípios e estabelecermos um paralelo no quotidiano educacional, financeiro ou nos relacionamentos, vemos milagres acontecer no nosso mundo.

Vamos lá…,

Então vejamos; se tudo que existe visível e invisível é feito de átomos, e se por meio da observação, somos capazes de influenciar a realidade microscópica do átomo, também podemos alterar a nossa realidade se mudarmos a forma como enxergamos (observamos) a vida. Perante este facto incontestável, é necessário desenvolver uma nova forma de nos vermos e de enxergar o mundo que nos rodeia, se de facto queremos mudar a realidade que experimentamos.

Sorte ou azar é a teoria da ignorância, chegou a hora de assumirmos o comando da nossa vida. Se analisarmos com cuidado a realidade que cada um de nós experimenta, percebemos que ela não é mais do que o reflexo da forma como nos vemos, vemos os outros e vemos o mundo.

Ansiedade e Stress, como acabar?

Ansiedade e Stress, como acabar?

ansiedade e stress


Aqueles que dançavam eram considerados totalmente insanos por aqueles que não conseguiam escutar a música.
Angela Monet

Stress e ansiedade, “o vilão” e a “bruxa malvada” da sociedade moderna. A história ensina-nos que só porque a maioria acredita numa coisa, essa coisa não tem de ser verdadeira.  Nunca a humanidade teve tanta informação e nunca foi tão doente. Como por fim a esta lacuna e vazio existencial? Apesar de existirem milhares de livros editados e milhões de artigos na internet sobre a ansiedade e o stress, o mundo de ansiosos e as doenças criadas pelo stress não trava o seu crescimento. Bem pelo contrário; segundo as últimas informações da OMS, o número das doenças resultantes do stress aumenta a uma velocidade assustadora. Porque será que a informação e o conhecimento existente não se traduzem em paz interior, realização, bem-estar, enfim alegria de viver? Onde está o obstáculo?

É preciso acordar e mudar o rumo. Se as soluções apresentadas pelas organizações responsáveis não funcionam…, porquê continuar? Tenho a certeza de que aqueles que seguem os protocolos fazem o melhor que podem, dentro daquilo que sabem…, mas a verdade é que o sofrimento continua a aumentar a um ritmo descontrolado, como fogo em rastolho seco.

Se queres a solução para a ansiedade e o stress… dá-me a mão, vem comigo que eu mostro-te como fazer. Mas antes quero deixar bem claro que não tenho a intenção de te ensinar seja o que for ou de te convencer seja do que for; os meus textos sobre o assunto provocam sempre algum mal-estar sobre quem ainda dorme o sono profundo da normose. A solução é acordar e mudar.

Comecemos por saber o que é ansiedade e stress. Ansiedade é medo sem coisa. E Stress é a energia criada na rejeição da coisa ou acontecimento. Porque é que temos medo do que não existe? Ou porque rejeitamos uma coisa ou um acontecimento, quando não fazemos a mínima ideia do que está a acontecer no mundo, nem tão pouco à nossa volta?

Isso só acontece porque estamos profundamente formatados e adormecidos. Muitos justificam que a causa deste fracasso existencial são as crenças ou os conceitos preconcebidos. Mas uma crença ou um preconceito não faz de ninguém insano. E criar um medo sem razão ou objeto é insano. Assim como rejeitar uma coisa só porque não está dentro da sua expectativa também o é. A verdade é que estamos profundamente adormecidos. E o que chamamos a “nossa realidade” é um sonho. Mas na verdade o vivermos adormecidos não é nada novo. Todos os mestres conhecidos, que ao longo dos tempos passaram por este planeta, apelaram ao despertar. Todos eles sem exceção, independentemente da forma que o fizeram, apelaram incessantemente ao despertar.

Então para nos libertarmos da ansiedade e stress precisamos ser despertos? Claro que não…, despertos foram Buda, Jesus, Lao Tsé, Confúcio e tantos outros mestres, conhecidos e desconhecidos.

Para se libertar da ansiedade e dançar com a vida, começa por se acordar para o facto, de que aquilo que chama realidade nada é mais que um sonho. Sem essa consciência todos os sonhos, mais tarde ou mais cedo se revelarão como pesadelos. O Stress resulta exatamente do mesmo. Estar-se profundamente adormecido… tão adormecido que se julga centro do universo. Tudo tem de estar sob controlo e ser de acordo com a sua vontade. Se não for como deseja que seja, resiste; (cria o stress) como uma criança mimada que faz uma birra para que o papá ceda ao seu capricho.

Então como fazer? Como despertar quem se encontra afundado nas devastações da futilidade e da banalidade, propagadas pela televisão e redes sociais? Há solução, é acordar. Chega de sedar e tapar o sol com a peneira, é preciso abanar para despertar do pesadelo, o pobre descontente que vive mergulhado no medo.  É urgente semearem-se sementes de esperança no mundo.

Antes de tudo, é necessário despertar e mostrar que existe outro mundo além da futilidade das televisões e redes sociais e assumir o compromisso com a vida. Não acredito que alguém mesmo ainda ensonado abdique de ter o comando da própria vida. Quem quer permanecer no vitimismo, não está ciente do seu próprio poder de mudar. Nem consciente para assumir a responsabilidade pela própria realidade.  E apesar de não terem culpa, são os que sofrem a angústia, muitas vezes adormecida com poderosos sedativos.

Hoje, assim como antigamente, quem se arrisca a mostrar o óbvio é um agitador que abana as frágeis estruturas em que assentam os velhos paradigmas, causadores da insana, mas atual situação.

A solução. Cada caso é um caso e cada ansioso vive o seu sonho. Não basta dizer que é urgente acordar, ou semear sementes de esperança. É preciso dar a solução perfeita a cada homem ou mulher que queira mudar. E para isso a Casa Escola António Shiva® tem para oferecer gratuitamente, o que ninguém tem para vender. Vem libertar-te da ansiedade e dançar com a vida AQUI

Ou libertar o stress e surfar a onda da vida AQUI, com o treino de gestão de stress

Se estás pronto para embarcar e dar outro rumo à tua vida, não fiques com quem precisa, dá uma oportunidade a ti mesmo, vem dançar com a vida.

Prezado leitor, todos sabemos que ao longo da história da humanidade o que era muitas vezes aceite como verdade, revelou-se como grande ignorância. Houve até quem fosse condenado à morte por afirmar que a terra era redonda e não era o centro do mundo. Mas hoje apesar de isso já não ser possível, o trazer uma solução prática e simples fora do confuso contexto pré-definido é normalmente rejeitado. Também estou ciente que cada um faz o melhor que pode e sabe dentro do que consegue enxergar. Não estou aqui para te convencer, mas para te dizer que independente do lugar que te encontres há sempre uma solução perfeita e criativa para cada problema.

Obrigado,

António Fernandes

Libertar a Ansiedade para dançar com a vida

Libertar a Ansiedade para dançar com a vida

Libertar a Ansiedade

«A nossa vida é aquilo em que os nossos pensamentos a transformam.»

Marco Aurélio

Quando não conseguimos entrar no ritmo e fluxo da vida, deixamos de fazer parte do processo e penetramos na anti vida. Iniciamos um caminho de sofrimento, muitas vezes sem volta. É um caminho paralelo, que no início em tudo se assemelha ao da vida; mas sem vida. Inicialmente até nos leva ao engano de pensar que tomamos este caminho por opção. Uma opção a que todos têm direito, mas quanto mais nos embrenhamos no caminho, mais nos afastamos da vida. Tornamo-nos corpos biológicos abandonados sem ninguém, possuídos por emoções difíceis de identificar que se podem tornar tão dominadoras que, se não forem contrariadas, acabam por derrubar o que ainda resta da nossa personalidade e tornar a nossa vida insuportável.

No seguimento deste caminho ao lado da vida, o ser é anulado pelo racional, também conhecido por muitos pelo Ego. Fica a prevalecer um ego racional, como identidade que desfigura o verdadeiro ser, controlando assim o que resta com a culpa e o medo. Culpa do que se fez ou que não se fez e deveria ter feito e medo de tudo e de todos, como resultado da culpa. Esta emoção é tão destrutiva que depois de tomar o poder em qualquer um de nós, acaba com tudo de benéfico, belo e prazeroso e muitas vezes com nossa própria vida.  

Como sair desta agonia existencial que muitas vezes nos leva ao suicídio? Ninguém sai sozinho deste inferno existencial a que deram o nome de ansiedade. Estamos demasiado comprometidos com o Ego, a culpa e o medo para que nos possamos libertar sem ajuda.

Quem nos pode ajudar?

Aqueles que entraram no ritmo e fluxo da vida e gozam uma vida de qualidade. São os únicos que nos podem ajudar!

Mas apesar de neste inferno existencial abundarem outros sofredores como nós, que para não sentirem a sua própria agonia convencem-se que têm o poder ou condições de ajudar. Somos infelizes…, estamos cegos pela nossa própria agonia, ludibriados pelo desespero de aliviar o nosso sofrimento, a tal ponto que convencemos que temos o poder de mostrar o caminho a outros cegos. Apesar de estarmos convictos que estamos certos e as intenções serem as mais nobres, não passamos de sofredores que combatem o seu próprio sofrimento ao aliviar um pouco o sofrimento do outro. É preciso despertar, ficar ciente, porque apesar da boa-vontade conduzimos muitas vezes os nossos pacientes à queda em fossos abismais, como os das drogas legais ou outras substâncias igualmente poderosas, com que nos alienamos da vida.

Como sair deste sofrimento e reencontrar o sentido da vida?

Mesmo sabendo que muitos são os que se encontram viciados no sofrimento, não conseguindo tão pouco conceber o mundo de outra forma, há sempre oculta nas profundezas do ser a esperança que existe um mundo diferente daquele que conhecemos. Se assim não fosse eu não estaria agora aqui em frente ao meu computador a escrever. Estamos cansados de tantas tentativas frustradas, que para não passar por mais uma frustração é preferível negar que existe outra realidade para nós além da que experienciamos.

Que fazer? Só aceitando a realidade que experimentamos e nos responsabilizando em 100% por ela, poderemos aceder ao caminho da vida em abundância. O que ciência moderna chama mundos paralelos.

Mas atenção este é o primeiro passo. Apesar de indispensável a responsabilização integral pela nossa realidade para saltarmos e resgatarmos a vida em abundância, é preciso conhecer os passos que precisamos dar para fazer da vida uma festa e dançar com a vida.

De nada serviria esta leitura se não trouxesse soluções para quem quer de facto “Libertar a Ansiedade para dançar com a vida”. Chegou a hora de fazer da vida uma festa.

Deixo-te aqui o programa que te indica passo a passo como fazer: https://solucaoperfeita.com/casaescola/programa-de-recuperacao-e-mudanca-de-realidade/

António Fernandes 

Trevas são ausência de Luz

Trevas são ausência de Luz

Ansiedade é ausência de confiança, a luz que ilumina a vida

Programa de recuperação e mudança de realidade

Muito se fala de ansiedade ou mal-estar generalizado e pouco ou nada se fala do que lança a humanidade para este inferno existencial. Os psiquiatras e psicólogos, chamam-lhe estados patológicos: ansiedade, agorafobia, síndrome de pânico, etc. A verdade é que a indústria que explora esta área e os seus agentes não apresentam soluções para esta calamidade. Homens e mulheres, seniores ou juvenis, de qualquer raça ou credo vivem nesse sofrimento.

Antes de continuar quero avisar que não estou a escrever mais uma vez sobre a ansiedade, eu quero deixar aqui uma luz que te conduza a uma solução. Quero também desde já prevenir que só existe uma solução perfeita para quem está disposto a erradicar a causa deste mal-estar, tão confrangedor. Dirijo-me também a todos que sofrem e não conseguem avistar uma luz no fundo do túnel.

Para melhor poder ajudar vou passar uma das muitas questões postas em relação à ansiedade. Fiquei extremamente comovido com desespero com as pessoas se dirigem à Casa Escola António Shiva na busca de ajuda.  Esta senhora de Portugal com 30 anos deixou esta mensagem:

 “Sofro de ansiedade e tenho crises, em s.o.s tenho de tomar xxxxxx. Quando ando pior tudo está mau, já ando na hipnoterapeuta mas acho que preciso de mais ajuda mas não queria ir para medicamentos outra vez. Gostaria de saber se posso tomar o gaba por tempo indeterminado, se vicia ou como é um aminoácido não afeta a produção dos nossos? Ou seja, quando deixar de tomar o gaba temos na mesma a produção normal do nosso sistema. Aguardo uma resposta. Obrigada

Estamos perante uma senhora responsável que procura uma solução que não lhe traga prejuízos maiores. Mas o problema é que a ansiedade tem origem no paradigma (padrão) com que filtra a sua realidade. O “GABA” ou outro qualquer meio de minimizar a agonia, não faz mudar o padrão com que observa a realidade. Claro que a senhora é responsável e bem informada e sabe que as drogas sedantes receitadas pelos profissionais da doença só devem ser usadas em SOS, para que não sejamos alheados da vida. Quando não se respeita essa exigência (SOS), o seu uso por mais de 3 semanas tem 90% das possibilidades de tornar o seu usuário toxicodependente, além de começar a ver a vida a lhe passar ao lado.

Então como fazer? Em primeiro lugar, aceitar que a ansiedade é um medo sem causa, criado por uma forma não atual de ver a realidade. Depois de aceitar que só a mudança pode mudar a realidade, fica apto para receber ajuda.

Onde e como pedir ajuda? Tanto em Portugal como no Brasil, assim como na Europa e Estados Unidos existem profissionais responsáveis que te conduzem do inferno que te encontras para o bem-estar que mereces ter. Mas só me compete a mim falar da Casa Escola António Shiva especializada há mais de 20 anos na ansiedade que disponibiliza ajuda para todos que queiram abandonar esse sofrimento, escoltando cada utente do lugar que se encontra para o lugar que deseja estar. As soluções gratuitas online e presenciais são vastas aplicadas ao perfil de cada utente. Os programas pagos são 100% personalizados a cada indivíduo e são 100% garantidos, com a devolução total do investimento se o programa não resultar. 

Mas há mais um senão…, a maior parte das pessoas deste mundo que se agarraram a um medo sem objeto ou causa, mergulharam na ansiedade e procuraram ajuda…, e por falta de conhecimento não foram encaminhados para uma mudança de paradigma. Fizeram o melhor que sabiam e podiam sedando os clientes, que rapidamente se tornaram toxicodependentes. Perante essa situação muitas vezes comete-se o erro de desmamar a droga, entrando-se num processo de pescadinha de rabo na boca.

Quando se pode desmamar uma droga? Só se pode desmamar uma droga quando o usuário NÃO está dependente da droga. Quando o usuário é toxicodependente é necessário ser ajudado por especialistas na arte de desintoxicar, para que a libertação da droga seja feita sem danos colaterais.

Seja qual for a situação HÁ SEMPRE UMA SOLUÇÃO, o importante é não adiar e procurar ajuda em instituições especializadas na desintoxicação e mudança de paradigma.

Todos os outros profissionais por mais responsáveis e competentes se não conhecerem profundamente como funciona a dependência no organismo e não possuírem experiência na mudança de paradigma, existe a possibilidade de 99% do utente recair.

A ansiedade ou aflição resulta da falta de confiança no processo e fluxo da vida, graças a um paradigma inadequado para as necessidades do indivíduo no cotidiano. 

Não vou me alongar mais, fico incondicionalmente disponível, a aguardar qualquer dúvida.

António Fernandes

Ansiedade – a origem do sofrimento

Ansiedade – a origem do sofrimento

“O REI VAI NU”
Conto popular

Ainda na sequência da formação de março para profissionais facilitadores do bem-estar e qualidade de vida, volto a tocar no ponto fulcral do sofrimento do homem moderno. “O rei vai nu”. Continuamos cegos e surdos a insistir tapar o sol com a peneira, não querendo enxergar o óbvio. Usamos todo o tipo de drogas para conseguir um sofrimento menos doloroso, em vez de entrarmos em harmonia com a vida.

É urgente ficar-se ciente que nenhuma droga vai anular a infelicidade ou o sofrimento. O mais que se pode conseguir é ficar ainda mais inconsciente da realidade, ou seja, com mais do que já cria o insuportável sofrimento. Porque o sofrimento ou infelicidade já é um estado de inconsciência. É-se infeliz porque não se está ciente do que se está a fazer nem do que se pensa, nem do que se sente. Qualquer droga legal ou ilícita só vai tornar mais inconsciente quem a usa. E por isso, com mais sofrimento.

Atenção, é preciso esclarecer que quando falo de drogas não me refiro às proibidas, essas são as que menos mal produzem na humanidade. Apesar de serem uma espécie de folclore com que se distraem as massas, também servem muitas vezes como o grito do “o Rei vai Nu” para o mundo de zumbis ou mortos vivos, que detêm o poder governam este mundo. Existem mil e uma drogas “estorva sofrimento”. Não são só somente as receitadas pelos “testa de ferro” da indústria da doença e o álcool; todas as religiões; as redes sociais; o sucesso; o sexo; as relações; o poder; etc.; também são usados como o ópio para anular o sofrimento. Claro o ópio ou as várias marcas de ópio não anulam a ansiedade ou o sofrimento, apenas o adormecem, ao mesmo tempo que estimulam um crescimento cada dia maior do sofrimento, através da ansiedade.

Como sair da ansiedade ou sofrimento? Tomar consciência do ridículo que é alimentarmos as nossas fontes de dor e sofrimento é o primeiro e grande passo. Logo que se esteja ciente que alimentar uma dor ou mágoa é uma atitude pouco inteligente, começamos a percorrer o caminho que nos traz de volta para casa. Estar ciente é única forma de sair da ansiedade ou estado de inconsciência. Somos infelizes porque não estamos conscientes do que fazemos e pensamos.

É muito simples ter uma vida de qualidade. E resume-se a entrar no fluxo da vida em vez de estupidamente lutar contra o que não se pode mudar.

Como fazer? Antes de tudo é importante esclarecer os grandes equívocos com que a humanidade tem vindo a ser burlada (sem se mudar esses infelizes preconceitos jamais entraremos no fluxo e processo da vida «nos reinos dos Ceus» “como dizia o mestre Jesus”).

“Estabilidade” a Grande Burla – com que são enganados os tolos mais adormecidos. Esta burla é a âncora de todos os preconceitos que constroem o sofrimento (ansiedade) e roubam a vida ao homem moderno. Procura-se estabilidade em tudo, no casamento, nas finanças, no emprego, etc.,

Porque é a grande burla? Somos incitados em procurar estabilidade, quando no universo nada é estável. Tudo é movimento, nem na morte existe estabilidade. É urgente descartar a estabilidade das nossas vidas, para que a nossa caminhada seja uma prazerosa aventura, sempre na expectativa das bênçãos que nos traz cada momento do dia.

Quando descartamos a falsa ilusão de estabilidade da nossa realidade, ficamos confiantes e perdemos a necessidade de controlar; e por consequência embarcamos na vida. O único lugar que é bom estar.

Basta para isso uma postura de aceitação em relação à vida para que rapidamente se entre num estado de graça. Infelizmente a aceitação é ainda confundida com tolerância, uma atitude oposta que leva quem a usa à autodestruição. Aceitação é um ato de amor e inteligente enquanto tolerância é arrogância.

Se assim não fosse não existiria insegurança em relação à única coisa que nunca nos abandona: o fluxo e o sentido da vida. É preciso despertar do estado de sonho de olhos abertos. Só despertos podemos estar conscientes do que fazemos, pensamos e sentimos.

Não é certamente com drogas que temos acesso à felicidade e à verdadeira alegria de viver. Não existe qualquer tipo de segredo para se ser alegre e feliz. O único “segredo” é viver conscientemente. E todos os mestres e budas que passaram por esta terra foram unânimes na receita, apesar das formas diferentes. Estar consciente (vigilantes) é a receita.

Para ilustrar o sofrimento do homem moderno temos o conto infantil “o Rei vai nu”

Conta-se que em tempos já lá vão, existiu um rei muito inseguro que morria de medo que alguém notasse a sua insegurança. Para que ninguém se apercebesse de sua insegurança, ele vestia-se de forma muito espampanante. Preferia que lhe chamassem vaidoso ou excêntrico que medroso. Por isso usava sempre roupas muito vistosas e que ninguém conseguisse igualar. 

Apercebendo-se das fragilidades do pobre rei, um dia vieram ter com ele dois habilidosos manipuladores que lhe falaram assim:

– Majestade, sabemos que gosta de andar sempre muito bem vestido – vestido como ninguém e bem o mereceis! Descobrimos um tecido muito belo e de tal qualidade que os tolos não são capazes de o ver. Com um fato assim Vossa Majestade poderá distinguir as pessoas inteligentes dos tolos, parvos e estúpidos que não servirão para a vossa corte.

Oh! Mas é uma descoberta espantosa! – retorquiu o rei. Tragam já esse tecido e façam-me o fato; quero ver as qualidades das pessoas que tenho ao meu serviço.

Os dois burlões tiraram as medidas e, umas semanas depois, voltam ao palácio apresentando-se ao rei dizendo:

– Aqui está o fato de Vossa Majestade.

O rei não via nada, mas como não queria passar por parvo, respondeu:

– Oh! Como é belo!

Então os dois burlões fizeram de conta qua estavam a vestir o fato, com todos os gestos necessários e com elogios do género:

– Ficais tão elegante, meu rei! Todos vos invejarão!

A notícia correu todo reino: o rei veste um fato que só os inteligentes eram capazes de ver. Um dia o rei resolveu sair para se mostrar ao povo. Aí era aclamado por todos. Toda a gente admirava a vestimenta, porque ninguém queria passar por estúpido, até que, a certa altura, uma criança, em toda a sua inocência, gritou:

– Olha, olha! O rei vai nu!

Gerou-se a confusão que acabou com a gargalhada geral. Só então o rei compreendeu que fora enganado; envergonhado e arrependido de ocultar a sua insegurança com a extravagância, correu a esconder-se no palácio, jurando a si mesmo nunca mais tentar esconder suas limitações.

Só assumindo a responsabilidade pela nossa realidade, poderemos transformar uma limitação em poder.

Todos os iluminados ensinaram uma única lição. Em diferentes idiomas, com diferentes metáforas, mas melodia é a mesma. “O rei vai nu”. Despertai da hipnose psicótica… peguem a vida…

António Fernandes

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