A pandemia e o “FAÇA-SE LUZ”!

A pandemia e o “FAÇA-SE LUZ”!

faça-se luz

Nas últimas semanas, deste tempo de águas agitadas, e pouco transparentes, em que chovem noticias contraditórias, em relação a algo que, ninguém sabe muito bem definir…, tenho sentido crescer a onda de aceitação (amor) e solidariedade, no mundo. Como por passe de magia, ou graças a este parar, e ficar em casa, ou até por algo, que a mente tridimensional, não consegue abranger, sente-se no ar a mudança do despertar e o alinhar com ideais que se julgavam extintos. A esperança de um mundo de paz e amor, está a ressuscitar no coração da humanidade, apesar do caos, instalado e da desagregação dos sistemas políticos, sociais, económicos detentores do “poder” no mundo.

Nesta onda de novos ideais, que trazem uma nova expectativa para a humanidade, dou por mim a observar, do ponto em que me encontro, o percurso das instituições até agora detentoras do poder, outrora respeitadas e poderosas, hoje frágeis, em ruína.

Porque é que, o processo tem de ser esse? As instituições, nascem; crescem e morrem, “num universo onde nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”?  Porque é que, precisamos de novos idealistas? Ou será que tudo é perfeito da forma que é? Porque é que, estas perguntas perturbadoras me perseguem quando todos sabemos, que a natureza, é sempre sábia e justa? Será o Covid-19, “fruto” da sabedoria e justiça universal? Vou deixar aqui alguns ideais, que prometiam um mundo maravilhoso, mas acabaram por se distorcer e escravizar o homem moderno.

Ainda…, há bem pouco tempo, no início do ano, eu perguntava a um antigo colega de seminário, porque é que, os bons ideais sociais, acabam deformados e adulterados? Iniciou-se uma grande explicação filosófica, que não explicava grande coisa…, mas que, me criou ainda mais dúvidas, e me flagela a mente com uma hipotética espécie de hipnose psicótica coletiva. Jamais ousaria escrever sobre este episódio, se não estivesse animado com a grande onda de esperança, que invade a humanidade.  

 Então vamos lá, dar como primeiro exemplo a educação liberal, idealizada para ativar a criatividade e desenvolver a mente com o propósito de somar novos sentidos à vida. Mas na verdade este ideal da educação liberal, que prometia liberdade poder e sabedoria, rouba a liberdade, sabedoria e poder de crescer formatando para um emprego (cargo), que amordaça a essência e o poder divino inerente ao ser humano.

Posso dar como segundo exemplo o ideal de Adam Smith, o pai da economia moderna, ou capitalismo idealizado para dar capital a todos; mas, o que acontece é que vivemos a mesma lacuna do feudalismo. Entre ricos e pobres, existe um fosso que se alarga a cada dia que passa…, como é que, este ideal, foi tão distorcido? Espero que o Covid, ajude a fechar o fosso que separa a pobreza da riqueza, assim como o fez ao buraco do ozono.

Como terceiro exemplo, dou a causa onde investi o meu sonho de adolescente. A democracia, o ideal de um “governo pelo povo e para o povo”. Mas, o que de facto, acontece com esse ideal político? Os nossos políticos na ânsia de poder, deixam-se enlear pelos órgãos de “informação”, que os transforma a seu belo prazer em testa de ferro das grandes organizações. Na verdade, quem detêm o poder e governa são as grandes organizações, não os políticos eleitos pelo povo.

Há outros ideais, como os da Fundação Carnegie fundada em 1905, por Andrew Carnegie, que no puro ideal humanitário equipou da mais moderna tecnologia científica as Universidades de medicina, acabando em menos de 50 anos com o estudo de Hipócrates (pai da medicina) em todo o mundo. Criando-se assim a poderosa e muito bem organizada indústria da doença.

 Poderíamos para terminar por falar do ideal religioso que tem como finalidade promover, valores e princípios espirituais, e levar a esperança de uma vida mais próspera e feliz, aos mais afastados de uma vida com sentido. Mas que a cada dia que passa, tornam-se cada vez, mais cúmplice do sistema e da política.

Onde é que erramos? Porque é que os bons ideais, acabam deformados e adulterados? Poder-se-ia certamente arranjar milhares de explicações filosóficas, até científicas para esse fenómeno, instalado em todas as áreas da sociedade moderna. Mas afinal o que é que a Pandemia ou o Covid tem a ver com isso?  Não tem nada a ver? Ou tem tudo a ver? Neste momento está a despertar a consciência colectiva, para os problemas sociais a uma escala global. Apesar do aquecimento global, e a ameaça de guerra nuclear, que pairava no início do ano, ter ficado para segundo ou terceiro plano, a crise económicas a escala global, ameaça colapsar o mundo. Apesar do esforço do sistema, para remendar os buracos económicos, não há pano que aguente mais remendos. “O saco arrebenta pelas costuras”.

Enfim…, já expus à luz, o que tanto me tem consumido, nos últimos dias. Sinto-me liberto, alegre e feliz, convicto que, com o novo paradigma unicista, da moderna física quântica, os ideais estão protegidos de adulteração. Se tens uma opinião ou explicação pela matéria, por favor não hesites…, permite que se faça luz.

Incondicionalmente disponível,

António Fernandes   

O sofrimento como motor da mudança

O sofrimento como motor da mudança

motor da mudança

“Onde nada muda, nada muda” – diz a sabedoria popular

Nenhum sofrimento pode ser tão cruel, do que o não confiarmos em nós mesmos, nem no processo e fluxo da vida (ANSIEDADE).

Vivemos num mundo maravilhoso e todos os dias chegam pelos vários meios de comunicação soluções para os mais variados problemas. Mas…, com a instalar da pandemia, começa-se a despertar para o facto de que tanto o sistema como as instituições detentoras do poder, não oferecem soluções para a crise que a sociedade moderna enfrenta. Parece que, se torna urgente rever as prioridades, e possivelmente mudar de eixo.

Cada vez mais a humanidade desperta para o facto, que remediar, já não é mais solução. “É urgente mudar”, dizem eles. Como e onde mudar? Em primeiro lugar, é preciso recuperar a individualidade (sair da massa). Só livres, temos acesso ao poder e sabedoria, para assumirmos a responsabilidade pela nossa vida. De outra forma, somos como pedaços de cortiça, a flutuar na água, ao sabor dos sentimentos e emoções.

Como mudar e o que mudar? Aqui reside o cerne da questão. Não existem duas pessoas iguais, e o conceito de normalidade (normativo), não pode ser aplicado ao ser humano. Formatar um ser humano, como se de um parafuso se tratasse, foi o maior erro, da sociedade moderna. Apesar da necessidade urgente de uma mudança de paradigma, que liberte a humanidade da formatação normativa, a mudança da humanidade será sempre, através do individual e nunca pelo social, como foi feito no último século, com resultados catastróficos.

A mudança é individual e começa dentro de cada um de nós. Nada vem de fora…, um pobre jamais será rico só porque lhe saiu o Euromilhões. Um pobre que lhe saiu o Euromilhões, torna-se num pobre com muito dinheiro. O pobre só será rico, quando mudar interior/mente. Assim como um doente oncológico ou cardíaco, não deixa de ser doente só porque se submeteu a uma cirurgia. Da mesma forma, a alegria de viver, a felicidade, a realização pessoal, a paz e a serenidade, se consegue com a conquista de algo. Assim como sabemos que um analgésico, não cura a causa da dor ou um ansiolítico, resolve o problema da ansiedade.

Apesar de tanto o analgésico assim como o ansiolítico se devam usar em SOS, sabemos, que só removendo a causa, mudando interior/mente, teremos uma nova realidade exterior.

Como, e quando se deve mudar? Mudar é reciclar, é transformar o inútil em útil. Os ventos estão favoráveis à mudança, porque uma onda de amor “mudança”, está a varrer a face da terra, e no meio destas mudanças profundas começam a surgir vocações até aqui escondidas em milhões de homens e mulheres aumentando o desejo da transformação pessoal.

O mundo vive o grande momento de viragem, e a maior procura de transformação pessoal, vem através do sofrimento da ansiedade. Nenhum sofrimento pode ser tão cruel, do que, o não confiarmos em nós mesmos, nem no processo e fluxo da vida.

Para ser possível avaliar a gravidade da situação vou mostrar aqui “a solução ideal”.

Acompanha-me! Como é que, alguém que vive imerso no terror (sofrimento/ansiedade), pode mudar para viver sereno seguro e confiante? Há sempre uma solução perfeita para cada caso. O primeiro passo é o individuo em sofrimento ter o desejo de mudar. Mas por si só o desejo não é suficiente se não tiver uma ajuda consciente e responsável (aqui a filosofia do pronto a vestir, não funciona…, seria o mesmo de que tentar apagar o fogo com gasolina). Para os casos mais graves, é exigido, uma escola com uma equipa experiente e multidisciplinar. Em alguns casos, o sucesso só é possível através de um programa de reciclagem e transformação 100% flexível (em ambiente protegido).

É verdade que esta solução é fictícia, para mais de 99% dos que sofrem de ansiedade, o seu custo é tal, que possivelmente, nem 1% dos ansiosos tem condição financeira, para se submeter a um programa personalizado de reciclagem e transformação pessoal. Mas…, mesmo que exista a possibilidade financeira, a oferta especifica no mundo, é tão limitada, por falta de verdadeiras escolas de reciclagem e transformação que nem 1% dos que têm possibilidade financeira, teriam acesso, ou corriam o risco de morrer na lista de espera.

 Então qual é a solução para os milhões de ansiosos no mundo? Apesar de ser verdade que há milhões de ansiosos em sofrimento atroz, no mundo, nem todos querem verdadeiramente mudar.

    Faz-me lembrar mais uma vez,  o conto do enorme Cão pastor Alentejano, que agonizava de dor. O pobre do cão, gania…, gania…, sem parar de forma agonizante…, perante o visível sofrimento do enorme cão, um forasteiro indignado que passa pelo local confronta o dono que repousa tranquilamente na espreguiçadeira. – “o senhor não vê o seu cão em sofrimento”? “Como pode ser tão cruel”?  O dono levanta a cabeça e responde…, “não se preocupe”…, “o meu cão deitou-se em cima de um prego que lhe está a rasgar a pele…, mas enquanto a preguiça para mudar de sitio for maior que a dor ele não muda”. Infelizmente há muita gente em grande sofrimento, mas ainda não surgiu o desejo de mudar…,

Para todos que estão em sofrimento e estão dispostos a mudar, há oferta acessível a todos. Basta querer verdadeiramente e procurar uma solução…, que a vida, vai providenciar a melhor solução para cada caso.

Qualquer dúvida, não hesites.

Incondicionalmente disponível,

António Fernandes

O QUE É QUE SE PASSA REALMENTE NO MUNDO?

O QUE É QUE SE PASSA REALMENTE NO MUNDO?

o que se passa realmente no mundo

O que é que estamos a viver?

Depois do “estado de emergência” é provavelmente decretado o “estado de calamidade publica” …, o momento é de tranquilizar. Acalmar o coração e a alma. Apesar de ninguém saber o que verdadeiramente se passa, temos a certeza de uma coisa, TUDO VAI FICAR BEM! A natureza é sábia e sempre justa. O universo é autoconsciente e tudo que nele existe, visível ou invisível, é matéria inteligente.

     As instituições detentoras do poder, estão a fazer, o melhor que sabem, através do que conseguem enxergar, do ponto de luz em que se encontram. Consoante vão sendo trazidas “à luz” declarações científicas, políticas, médicas, sociais, económicas, religiosas, mais me é trazido a memoria a velha parábola Hindu – Os Sábios Cegos e o Elefante.

Para os que, já não se recordam da parábola, eu vou avivar a memória. “Como quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto” eu não quero fugir à regra.

 ENTÃO VAMOS LÁ…

“Numa cidade da Índia viviam sete sábios cegos. Como os seus conselhos eram sempre soluções brilhantes, todas as pessoas que tinham problemas procuravam a sua ajuda.

A pesar dos sábios serem amigos, existia competição entre eles…, que, de vez em quando, davam origem a grandes dissertações sobre qual deles, seria o mais sábio.

Certo dia, já altas horas da noite, depois de muito discutirem acerca da verdade da vida, e não chegarem a um acordo, um dos sábios ficou tão zangado, que resolveu ir viver sozinho, numa caverna da montanha. Disse aos companheiros:

– Somos cegos, para estarmos despertos, para podermos ouvir, e entender melhor que as outras pessoas, a verdade da vida. E, em vez de aconselharmos os pobres adormecidos, ficamos aqui discutindo como se estivéssemos em competição. CHEGA! Não aguento mais! Vou-me embora.

Uns dias depois, chegou à cidade um comerciante montado num enorme elefante. Toda a cidade entrou em alvoroço, nunca ninguém tinha visto, animal tão colossal. Os sábios cegos nunca tinham tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.

O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:

– Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar nos seus músculos e eles não se movem; parecem paredes…

– Que palermice! – disse o segundo sábio, tocando nas presas do elefante. – Este animal é pontiagudo como uma lança, uma arma de guerra…

– Ambos se enganam – retorquiu o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante. – Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia…

– Vocês estão loucos! – gritou o quinto sábio, que mexia nas orelhas do elefante. – Este animal não se parece com nenhum outro. Os seus movimentos são bamboleantes, como se o seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante…

– Vejam só! – Todos vós, mas todos mesmos, estão completamente errados! – irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante. – Este animal é como uma rocha com uma corda presa no corpo. Posso até pendurar-me nele.

E assim ficaram horas discutindo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava na caverna, apareceu conduzido por uma criança.

Ouvindo os gritos histéricos da polémica, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tateou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:

– É assim que os homens se comportam perante a verdade. Pegam apenas numa parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!”

Apesar da visão acertada do sétimo cego, em relação ao comportamento dos homens perante a verdade, poderíamos aqui também incluir os sistemas detentores do poder mundial, neste tempo agitado de mudanças.

 O mundo já mudou! O Covid19 veio mostrar o que a velha máquina do poder, tentava esconder. De nada adiantou tentar tapar “o sol com a peneira”, com as tomadas de força. “A verdade”, mesmo escondida, manipulada, ou ignorada, não deixa de ser verdade (“na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” – Lavoisier). A velha máquina, outrora prospera e poderosa, ao resistir a mudança de paradigma, entrou em stress, adoeceu, e foi ficando cada dia mais frágil (apesar de tentar manter a aparência). A máquina perdeu o controlo sobre os sistemas e virou sucata para reciclar.

“Uma nova era dourada de amor iluminará a face da terra”, já dizia o mestre.

O terror de ser contagiado e contagiar, passa pela metamorfose e transforma-se em aceitação (a mais ampla expressão se amor)? Estou convicto que sim. Apesar dos alertas, para a segunda vaga de “Covid”, acalma a vibração de medo, e renasce a essência amorosa em cada ser humano. A vida está a emergir da egoesclerose, e um novo homem, habitará a terra.

O momento é de acalmar a vibração, e todas a ferramentas são boas, quando os resultados são bons.

A minha poderosa ferramenta de mudança foi inicialmente oração da Serenidade

“Deus concede-me serenidade, para aceitar o que não posso modificar.

Coragem para modificar aquelas que posso,

e sabedoria, para distinguir uma das outras”.

Chegou a hora de aproveitar a oportunidade do momento que estamos vivendo, baixar os braços, aceitar que o mundo já mudou, me voltar para dentro, e permitir a mudança, em vez de lutar (“coragem para mudar o que posso mudar”).

A mudança já aconteceu, se enxergarmos com um pouco de atenção. Vemos que “o salve-se quem poder”, está a dar lugar a aceitação, e ao verdadeiro sentido da palavra “solidariedade”. E cresce a cada dia que passa, a certeza e autoconfiança, que; seja lá o que for, que venhamos a precisar, a vida (natureza/universo), vão providenciar. Não é o ser humano, o único de todos os reinos da natureza, munido do poder divino?

Benvindo ao novo mundo

António Teixeira Fernandes  

O novo mundo é um mundo de infinitas possibilidades

O novo mundo é um mundo de infinitas possibilidades

novo mundo

Negociar é acima de tudo servir

Quer aceitemos, ou não, o mundo já mudou. E o facto não se deve ao COVID 19; ele só serviu para libertar a consciência sufocada. O planeta (natureza) ou qualquer outro elemento do universo, permanecem em eterna ascensão. Quem me conhece sabe, que apesar da minha insolência, jamais teria a ousadia de entrar nos mundos do achar-ismos. Ninguém tem dúvidas, que os últimos acontecimentos pandémicos, serviram para que a humanidade libertasse e expandisse a consciência e percebesse quanto efémero, volátil e superficial, é o mundo da casca (aparência). As grandes organizações, detentoras do poder mostram quanto são instáveis e frágeis. O mesmo aconteceu às sorridentes carreiras profissionais, que em quatro meses, simplesmente desapareceram. Apesar de não ver telejornais, noticiários, nem ler jornais há mais de vinte anos…, em rodapé entram constantes “manchetes” (Google Notícias), que apresentam o surgir de uma nova humanidade a construir o novo mundo.

O processo de ascensão da natureza (humanidade), é continuo e encontra-se bem apoiado pela moderna física quântica, pela inteligência artificial e pela emersão da 5ª Geração tecnológica.

Nova natureza, nova economia, nova política, novo homem, nova sociedade…, NOVO MUNDO.

  Todas as mudanças (crises), trazem confusão (caos), e nessa desordem, “há quem chore, e quem venda lenços”.

Os projetos digitais são sem sombra de dúvida, a porta da realização económica da Nova Humanidade.

Todos já ouvimos falar das inúmeras possibilidades de um rendimento extra, através da internet, ou mesmo de um modelo totalmente digital. E apesar de há mais de 18 anos, ter iniciado o meu negócio digital, só em 2008/2009, foquei toda a energia da nossa escola, no modelo digital.

O que é que nestes últimos doze anos constatei neste novo mundo digital? Uma multidão de “gurus”, oferecendo altos rendimentos (muitas vezes forjados), a pessoas desesperadas, à procura de lucro fácil e rápido.

Apesar de não existir dúvidas que o futuro passa por aqui, e a possibilidade de ganhar a liberdade financeira, ser real é preciso acordar para o facto, que o novo mundo, não é competitivo, mas sim criativo. É aqui que a maioria esbarra, e muitas vezes desiste, mais rápido, do que começou. A internet já é o novo mundo, além matéria (espiritual); e o novo mundo espiritual, exige uma nova consciência (espiritual). Um mundo isento de predadores e vítimas. Mesmo parecendo que se ganham milhões de €uros com a mente competitiva (e pessoalmente conheço várias pessoas que, em poucos meses ganharam meio milhão de €uros), todos eles (os que conheço) os perderam, tão rápido como o ganharam, deixando para trás, o investimento e em muitos casos dívidas que ainda hoje estão a pagar.

Apesar de haver quem esteja a ganhar dinheiro com a venda dos cursos de “como se tornar um expert no negócio digital”, certamente que o resultado vai ser o mesmo (falência), se a venda estiver apoiada no velho conceito (mente de ladrão), do marketing, “neste caso digital”.

    Apesar de parecer, que estou contra os projetos digitais, a verdade é que sou 100% a favor deste novo conceito. Apesar de só agora, estar a ser implantadas as consultas de saúde por vídeo, eu desde o final de 2008, que possuo uma sala de vídeo conferencia, e desde essa data apostei no aconselhamento e na mentoria de saúde integral on-line. As vantagens são infinitas, tanto para o cliente como para minha realização, como conselheiro de saúde integral (quanto mais longe chegar, mais clientes conseguem uma solução perfeita para o seu problema (melhor está o mundo), e melhor estarei eu).

  Na verdade, quero somente alertar, que todos fazem o melhor que sabem e podem, dentro do que conseguem enxergar. Na Internet, existe de TUDO, que é possível procurar.

Vejamos como tudo funciona…, cada um encontra o que procura (pesquisa), através da frequência que irradia (por outras palavras, o resultado da pesquisa, é influenciada pelo pesquisador). Exemplo: se na tua procura, na internet, para uma solução para o teu problema; estás seguro, de mente aberta, honesto e responsável, convicto que a vida é perfeita, porque a natureza é sábia e sempre justa…, certamente que na tua pesquisa encontras a solução perfeita para o teu problema (ainda mais…, posso garantir que encontras melhor do que alguma vez poderias imaginar).

Mas se pelo contrário, estás ansioso, desesperado, certamente encontrarás um guru “míope”, com um site bem-estruturados com inúmeros de depoimentos, de pessoas de todas as classes, até de sem abrigo, que dormiam num carro abandonado, que se tornaram milionários da noite para o dia. Atrais o que irradias. Assim encontras quem te prometa mundos e fundos, dizendo que basta cadastrar-se em um de teus cursos, para que o milagre acontece na tua vida. O que vais conseguir com tua pesquisa é mais do que já tens. Apesar do entusiasmo inicial, invariavelmente vai resultar em frustração, ansiedade, insegurança, falência (atrai-se sempre o que se irradia, multiplicado).

Mas na internet, há oportunidades fabulosas, para pessoas honestas sem qualquer investimento. Os negócios na internet, só empencam porque ainda estamos muito viciados na luta pela sobrevivência da mente competitiva. O mundo (natureza) muda ao ritmo que mudamos a consciência. 

Um exemplo de boa oportunidade sem qualquer investimento é o ser-se afiliado, de negócios honestos feitos e orientados por pessoas honestas e responsáveis. Mas atenção; o mais importante, para o sucesso, neste novo mundo, é perder a mente competitiva (esta condição é indispensável).

 Atenção: é preciso ter em conta princípios, ou leis fundamentais, neste novo mundo. Negociar acima de tudo é servir.

A consciência da natureza evoluiu, e um novo homem está a surgir dessa evolução. Os negócios são claros e têm como função servir o cliente. Hoje, para se ter sucesso nos negócios, não basta ter um produto de qualidade; não basta ter um bom preço e condições; não basta ser honesto; não basta fidelizar o cliente; é preciso acima de tudo, assegurar o sucesso do cliente. Estes princípios aplicam-se a todo o tipo de serviços e negócios do novo mundo.

Não estou aqui para te alertar para os perigos da internet. Pelo contrário, estou aqui para te alertar para ti, para o que sentes (irradias). Somos a única causa, da nossa realidade. Cada um atrai o que irradia. A natureza é sempre, inteligente sábia e justa. Assumir a responsabilidade, pela nossa realidade, e fazer ao outro aquilo que desejaríamos que fizessem a nós…, não tem nada a ver com bondade, altruísmo ou outra fantasia qualquer, é ser-se inteligente. O mundo já mudou e se queremos abundância e felicidade, é bom que entremos no seu processo e fluxo.

Os negócios do novo mundo, serão sempre claros e benéficos, para todos os intervenientes. E para que algo possa fluir na perfeição, é preciso boa vontade para fazer ao cliente aquilo que desejaríamos que nos fosse feito, e mente aberta para libertar o predador instalado (a competitividade ou mente de ladrão).

“Junta-te aos bons, serás como eles; junta-te aos maus, serás pior que eles” diz o povo.

Sucesso neste novo mundo e bons negócios!

Obrigado! Se lês estas palavras, é porque estás na minha vida e no meu mundo.

António Teixeira Fernandes

Como será o mundo pós Covid?

Como será o mundo pós Covid?

O Novo mundo não é ficção

O Cardeal Tolentino afirma hoje num artigo: “É importante darmo-nos conta que o mundo já não voltará a ser aquilo que era, e que há um novo percurso que devemos seguir. Mas para isto temos de reforçar a nossa experiência comunitária. E juntos, todos unidos, sem descartar ninguém, sem deixar ninguém para trás, que seremos capazes de enfrentar os imensos desafios que nos esperam. Não tenhamos dúvidas: a única verdadeira “imunidade de grupo”, de que tanto se fala, é o amor, a justiça social, a construção de um mundo mais humano”.

 A questão é a seguinte. Será possível um novo mundo, sem uma nova consciência? Certamente que não. Se dermos uma vista de olhos, pela história da humanidade, percebemos que em cada época, predominava um tipo de consciência. E, é a consciência individual e coletiva, que define a realidade de cada época. A humanidade sempre fez o melhor que sabia e podia, dentro do que conseguia enxergar. Apesar de em todas as épocas surgirem alguns despertos (iluminados), foram mal-interpretados, pelas mentes fechadas de discípulos e seguidores, que em vez de seguirem os seus mestres…, deturparam os seus ensinamentos geralmente de amor e compaixão, pelas trevas do medo, originando fanáticas instituições religiosas, que espalharam o terror em nome de Deus, e regaram com sangue o paraíso, criado por Deus (natureza).

Será que “a vida em abundância” é uma utopia? Será que “o nazareno” nos enganou? Será que nascemos para sofrer com doenças horrorosas, guerras, fome, genocídio, homicídio, ansiedade, depressão, suicídio, ou qualquer outra forma de sofrimento? De forma alguma, posso acreditar que Deus “criação/natureza”, criaria este maravilhoso planeta/paraíso, para fazer dele uma arena onde se deleitava com as lutas insanas dos filhos, que tinha vendado à nascença.

 Se assim fosse, Deus o criador de todas as criaturas da natureza, seria insano, masoquista e cruel. “Deus é amor”, dizia Paulo, e não há como duvidar. Deus é amor e essência, que dá vida a forma humana. A criação, é sábia e sempre justa. O mundo de amor e abundância, é uma realidade, e está aí…, esperando por ser habitado pela humanidade. O que falta…? Somente amplificar a consciência, ao estado mais puro de amor “aceitação”. Sabemos que estas afirmações, não têm nada novo.  

Não será verdade, quando o nazareno, afirmava: “o meu reino, não é deste Mundo” João 18: 36; ele já falava, no que hoje a ciência moderna chama de mundos paralelos. O tal “Reino dos Céus”, não é um outro lugar…, mas sim um novo estado de consciência.

Pouco adianta opinar com mais ou menos palha. O que não falta para aí é opiniões e “achismos”, dos “especialistas na matéria”.

A pergunta é; como será o novo mundo? Como é que todos viveremos?

Ontem saí para ir ás compras, e encontrei um mundo de pessoas fechadas em suas cápsulas, de rostos tapados, abatidas, num processo de reciclagem. À primeira vista, pareciam almas penadas (mortos vivos), mas ao estar mais atento, percebi que existia um profundo mergulho cogitativo.

Se os mais adormecidos e distraídos ainda não se refizeram, do grande abanão, os mais despertos e atentos, já veem o novo mundo para além da matéria (quântico/metafisico). Já enxergam a grande derrocada das já frágeis estruturas dos velhos sistemas político/económico/social/religioso. Não resta pedra sobre pedra. Tudo já mudou (ou está em mudança) … desde o ensino, até a saúde, já nada é como dantes “no quartel de Abrantes”.

Mas afinal o que é que vai mudar, que seja motivo de tanta expectativa e regozijo?

Não haverá certamente a caça as bruxas. Tudo é perfeito da forma que é.

Vamos aos factos…, até aqui o ser humano e a humanidade em geral tem procurado a própria realização, progresso e felicidade no material. Contruíram-se coisas fabulosas, viaturas, comunicações, palácios e toda a espécie de equipamentos práticos para facilitar a vida (conforto, lazer e prazer). Apesar deste progresso material maravilhoso, que ainda está para dar um salto gigantesco num futuro muito próximo, com a estabilização da 5ª geração tecnológica. O ser humano (humanidade), não encontrou a tão famigerada felicidade (plenitude). “A plenitude não está fora (na matéria), mas sim dentro na pessoa”. Penso que esta frase já foi escrita e lida biliões de vezes. Mas só agora, na era Covid, é que se começa a fazer luz.

Como o novo mundo, não é um lugar, mas um novo estado de consciência, o ser humano passará a viver de dentro para fora. Não estará mais sujeito ao efeito das circunstâncias externas, mas pela posse interna do Ser construir a realidade externa do ter.

Na verdade, este novo mundo sempre foi anunciado, e tudo que possa escrever é palha ao lado da sabedoria dos grandes mestres e mentores. Não deixo de ser um pomposo arrogante tentado ser humilde. O novo mundo já foi anunciado das mais diversas formas. “Vi, então, um novo Céu e uma nova Terra”, Apocalipse 21.1. o que faz a nova terra (realidade material) é o novo Céu (consciência). A consciência do Ser para Ter. A consciência do Ser para ter, está a surgir na humanidade há já muito tempo. Mas o sistema educacional instituído, viciados mantinha a formatação na competitividade e luta pela sobrevivência, condenando através da repressão do “SER” milhões de homens e mulheres ao sofrimento da ansiedade, pânico, depressão, que em casos extremis leva a dependência de droga, suicídio, morte. Mas na verdade já são águas passadas. O mundo já mudou e uma nova humanidade surge de dentro para fora.

Já nada é como antes. Uma nova consciência mudou a face da terra. Toda a natureza rejubila de alegria. Uma nova espécie surge no planeta. E todos nós fazemos parte dela!

Obrigado por estares na minha vida e no meu mundo

António Teixeira Fernandes

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