Depressão e ansiedade são doenças da alma

Depressão e ansiedade são doenças da alma

“Deus é amor e bondade infinita”

10/20

O caminho da serenidade

Há uma solução perfeita em cada problema. No último artigo, ficou esclarecido como é simples fazer da vida uma festa. Ficou também claro que, a vida nos dá a chave que abre o portão da “vida em abundância” como dizia o Nazareno.

Mas a ansiedade já tomou conta (está no poder), e fala mais alto. E aquele ou aquela já se encontra imerso no inferno da ansiedade, suportando as agruras instaladas no espírito, que já começam se manifestando no corpo. Tornando-se os meus textos pedras arremessadas às feridas em carne viva da alma. Há também aqueles, que sentem como que, os meus textos sobre ansiedade, aumentem a culpa que já sentem. Há também outros, que afirma que ninguém os compreende, e muito menos o seu sofrimento. Enfim, só conseguem identificar o que já têm registado neles próprios. Parece que estão sob o efeito de uma hipnose. Sentem-se e agem, como tudo e todos os quisessem agredir.

    Como é que esta realidade pode ser explicada? De pouco adianta explicar se com isso não ajudarmos estes homens e mulheres a saírem deste inferno existencial. Mas perante os conceitos da física moderna…, cada um de nós cria o seu meio ambiente externo (a sua realidade), compatível com nosso meio ambiente interno (conteúdo interno). Ou seja, conforme nos movimentamos, no meio ambiente exterior, assim o criamos, com a irradiação do nosso meio ambiente interno. Entramos numa roda de hámster; o mesmo que dizer numa tortura que só finaliza na morte.

   Como sair deste sofrimento?

     Para se sair do inferno da ansiedade, é preciso reconhecer a impotência em relação ao sofrimento, deixar de lutar, e pedir ajuda. Este primeiro passo, parece lógico e simples, mas na verdade, não é fácil. Reconhecer a impotência em relação ao sofrimento, é fácil…, pedir ajuda, também o é… O problema está no baixar os braços para seguir as sugestões de quem está a ser prestada a ajuda. Este 1º passo para sair do inferno da ansiedade é o início do caminho da serenidade.

 Qual é o maior bloqueio do ansioso? O que impede a entrada na serenidade do paraíso?

  Na maioria das vezes, quem vem pedir ajuda tanto on line como presencial, à Casa Escola António Shiva®, com depressão, síndrome de pânico, e ansiedade, já passou por vários processos de tentativa de controle do seu sofrimento. Os tratamentos mais comuns da indústria psiquiátrica é sedarem (dopar / drogar) o ansioso. Apesar do dopar, ser uma boa opção de recurso; é algo muito nocivo quando usado como tratamento.

     Eu vou explicar melhor; apesar da benzodiazepina (descoberta casualmente por Leo Sternbach em 1955), tornar-se na grande esperança para a humanidade, acabando com tortura cruel dos choques elétricos.  Rapidamente se iniciou o seu uso como tratamento da ansiedade, e em pouco mais de uma década contribuiu para milhões de toxicodependentes no mundo. Apesar dos alertas da O.M.S., para a sua redução, a toxicodependência com drogas receitadas pela indústria da doença, não tem parado de subir (apesar de não existirem números exatos, pensa-se que 80 % dos toxicodependentes no mundo, são de drogas legais).  

Como é que este contexto se torna uma complicação para o ansioso e depressivo, entrar no caminho da serenidade? Vamos neste momento focarmo-nos no ansioso. Ansiedade é um medo irracional. O medo irracional, é gerado em falsos conceitos em relação à vida (conceitos que já foram verdadeiros e úteis, mas que hoje são obsoletos).

– Se o ansioso nunca usou drogas como tratamento da ansiedade, é muito simples sair da ansiedade e navegar na segurança da serenidade. Assim, consoante se vai fornecendo dos novos conceitos, uteis e atualizados à nova realidade, assim a ansiedade se vai esfumando, dando lugar a serenidade.

– Se o ansioso usou drogas (benzodiazepinas) como tratamento da ansiedade, tudo se torna mais complicado. É necessário estudar-se rigorosamente cada caso. Na maioria dos casos, o ideal, é um programa de recuperação feito em regime residencial, longe de sua zona de residência.

Apesar de ser um investimento dispendioso, não há dinheiro que possa pagar a libertação do inferno da ansiedade.

  Quem está de fora do inferno da ansiedade, não pode imaginar o sofrimento dos homens e mulheres que habitam esse mundo.

Como fazer?

A Casa Escola António Shiva® com a sua rubrica “Há uma solução perfeita e criativa para cada problema”, tem ajudado homens e mulheres de todo o mundo, ao longo dos últimos vinte anos. Se os outros podem, qualquer um pode…, basta querer, e clicar neste link (é um serviço gratuito)

E, com este gesto, muitos foram, os que encontraram, soluções para os seus problemas, e transformaram as suas vidas.

   Sabemos que nem sempre, é fácil pedir ajuda. Há uma tendência muito grande para adiar.

 Mas por que é que temos essa tendência de adiar?

 Porque, para se pedir ajuda…, e se aceitar, a ajuda disponível, é preciso coragem e humildade. E apesar da coragem, ser comum a todos, já a humildade, requer sabedoria de uma boa autoestima. E, se existisse uma boa autoestima, existia segurança, e seria impossível, ou muito difícil, entrar em pânico, ansiedade, depressão ou outra qualquer maleita emocional.

    Por que razão, a humildade é um estado emocional tão raro?

O que é na verdade humildade? Humildade é estar recetivo…, em plenitude, sintonizado com a vida, Deus e o universo.

Fui enganado

Quando era criança, ensinaram-me que ser humilde, era ser submisso. Que “Deus gostaria de mim, se me deixasse humilhar”. Quando minha mãe me pedia para me humilhar, eu ficava sem ar, como que tivesse levado um soco na boca do estomago. Que raio de Deus Criador, quer a sua obra-prima humilhada? Nunca consegui me predispor a humilhação.

Foi só mais tarde, já em adulto (na meia idade), que o clique se deu. E ao ir a origem da palavra que originou “humildade” (HUMUS), que, significa terra fértil, rica em nutrientes, pronta para fazer germinar a semente (a vida).

Ser humilde, é estar (recetivo) sempre pronto a receber, e preparado para aprender, e deixa germinar, no solo fértil a boa semente.

“Abençoados os humildes que deles é o paraíso”.

    Assim como a 3ª lei da mecânica quântica; “atrai-se na mesma densidade e frequência o que se irradia”.

     A pessoa humilde atrai a boa semente porque a sabedoria divina e a inteligência universal, não ocupava um terreno fértil com semente de 2ª qualidade e muito menos, com semente ruim. A pessoa humilde é sábia, autoconfiante, segura e simples, incapaz de pactuar com a hipocrisia ou vitimismo.

     Enfim, a humildade é a mais nobre de todas as faculdades. Só aquele que a possuir pode atingir a sabedoria.

Prezado leitor, que sofre de ansiedade, depressão ou síndrome de pânico…, este texto tem como único objetivo dar a conhecer que não está só…, há mais como você…, Não continue a adiar…, se eu e os outros conseguiram; você também pode conseguir… de que está à espera?

Incondicionalmente disponível,

António Fernandes

Quântica, a ciência no quotidiano

Quântica, a ciência no quotidiano

9/20

A mecânica quântica, como ciência da espiritualidade usada no quotidiano, cria a saúde integral. O mundo já mudou, e já lá vai o tempo da ignorância, em que a espiritualidade era reservada aos místicos e a movimentos religiosos, com que angariavam adeptos, para as suas fileiras. Finalmente, a espiritualidade é tratada com o respeito que merece, passando a ser a essência humana e a base onde assenta a moderna física quântica, mãe da inteligência artificial, e da moderna tecnologia de ponta, aplicada aos átomos e galáxias.

Antes de continuar é importante definir que; saúde integral, não se limita à ausência de doença, mas à vida (em abundância), na sua máxima potencia e esplendor. Um ser harmonizado consigo mesmo, e com todo o meio ambiente envolvente.

     Chegou a hora, de acordar-se para a vida, largarmos o conformismo da vítima desgraçada, que nasceu para lutar, e assumirmos o nosso lugar no paraíso. Já tocou a alvorada, e a noite escura, da travessia do deserto, já deu lugar ao mais lindo e radiante dia de sol. É urgente e imperioso, largar a luta pela sobrevivência, onde só a morte vence, e assumirmos a responsabilidade pela realidade que usufruímos. A humanidade já atravessou o deserto, e entrou no verdadeiro paraíso, da era espiritual. É preciso largarmos as armas defensivas, que ainda guardamos da travessia do árido deserto. Nunca na história da humanidade existiu um mundo tão rico e belo para viver. Mas ainda traumatizados pelas chagas aberta da travessia, muitos de nós hoje, estamos ainda cegos pela dor do passado, que apesar de já não existir teimamos em lembrar. É urgente relaxar e abraçar o paraíso, largar o estado de alerta, com que atacamos e criticamos tudo que é novo (desconhecido). É preciso viver.

Responsabilidade – culpa – obrigação

Comecemos por desmistificar e não confundir responsabilidade com obrigação. Obrigação é forçar a fazer algo contra a própria natureza, do momento, e responsabilidade é consciência do próprio poder de causar mudanças no mundo. A “Culpa”, assim como outras palavras, deixarão de fazer parte do dicionário da nova era.

Como é que a mecânica, da moderna física quântica, nos ajuda a discernir o caminho a seguir, para nos libertarmos da ansiedade, ou de outra doença grave?

Já mestres e místicos, de todas as épocas, com as suas mais variadas formas, têm ao longo dos milénios, vindo a mostrar o caminho da felicidade. Apesar da forma de o dizer ter sido diferente, na essência todos disseram o mesmo. Desperta! Observa o teu modo de viver. Vê o que fazes…, e o sofrimento que estás a criar.” E de imediato, enquanto apelam ao despertar do pesadelo coletivo (normose)…, indicavam o caminho.

A mecânica quântica, aplicadas no quotidiano, não só indica o caminho, como os mestres e místicos de antigamente, como também não permite que suas mensagens sejam descaracterizadas pelas interpretações de pastores, padres, e outros conhecedores, como “doutorados” e “mestrados”.

Como funciona?

A mecânica quântica no quotidiano, leva por um caminho simples e seguro, sem falhas, o iniciado em saúde integral, a uma mudança radical na sua realidade. Ao contrário dos gurus internautas da “indústria transformadora”, que ensinam técnicas altamente competitivas e persuasivas, manipulando com destreza, o meio ambiente externo, levando os menos atentos á queda no buraco negro. A mecânica quântica aplicada no quotidiano, muda radicalmente a realidade de quem a pratica, num processo de crescimento continuo, para a frente e para cima.

    Inicia por uma limpeza e mudança interna que harmoniza o meio ambiente interior, eliminando feridas dolorosas e todo o tipo de padecimento. Essa limpeza e harmonização, do meio ambiente interno, tem como reflexo, uma nova realidade (o novo meio ambiente externo); por outras palavras uma vida plena em todas as áreas.

       Como é possível fazer essa mudança interna com a mecânica quântica no quotidiano, e como se reflete na realidade externa?

Os passos são muito simples, apesar de nem sempre, serem fáceis. Porquê?

Porque ainda temos como dominante o velho paradigma materialista/dualista na consciência coletiva. Mas na verdade é muito simples. O princípio da incerteza formulado por Heisenberg, aliado a experiência da dupla fenda (com mais de 200 anos), são o alicerce de uma vida espiritual, alegre realizada, abundante e feliz, assim como de toda a realidade tecnológica do momento. 

      É indispensável saber que é impossível, separar a saúde integral, da espiritualidade; da abundância; e de uma relação harmoniosa com os outros e o mundo.

Todos, aqueles que, abraçam a saúde integral, com os princípios da moderna mecânica quântica, caracterizam-se, em especial, pelo cultivo de uma espiritualidade cada vez mais livre, rica, realizada e independente.

A saúde integral e sua mentoria, ainda está a dar os seus primeiros passos, mas já mostra duas características importantes: todos aqueles que se dedicam a estudar a mecânica quântica, e a praticá-la verdadeiramente no quotidiano, somando as suas vivencias pessoais, tornam-se exemplos de vida de qualidade. Não só irradiando alegria felicidade e bem-estar no seu mundo; como também, atraem como polos catalisadores, de confiança, certeza e segurança. Em linguagem simples, eles tocam o coração das pessoas, muitas vezes, já petrificados e sem esperança, de uma solução perfeita em suas vidas. Através dos modernos princípios da mecânica quântica, o mentor em saúde integral, leva através do exemplo, uma nova forma de pensar e de sentir a vida, a seus clientes, familiares e amigos. Na verdade, ensina através da ação, não da promoção.  Desta forma, entra num fluxo continuo de desenvolvimento e expansão da consciência.

Como é que a saúde integral, pode ser uma solução, neste mundo em mutação?

Como já foi possível entender, a saúde integral não é um produto acabado para consumo. É um processo contínuo; de estímulo pessoal e coletivo, que possibilita a ação real na transformação de dentro para fora, do individuo e da sociedade.

Para que a realidade pessoal possa mudar de forma radical (dos alternados altos e baixos da vida), para uma vida de qualidade permanente, é necessário sair-se da dualidade em que estamos mergulhados.

O conceito materialista/dualista, dá lugar ao moderno conceito quântico Unicista. Por exemplo: perante o velho conceito materialista/dualista, critica e elogio, dão lugar a duas emoções opostas. Enquanto que no moderno conceito unicista, critica e elogio são uma única coisa, com uma única emoção. Logo que é aceite o novo conceito, a vida muda radicalmente. Porque da mesma forma que critica e elogio é as duas extremidades de uma mesma coisa, também a nível financeiro, o ter uma conta para pagar ou um dinheiro para receber, são as duas fases do fluxo do dinheiro na vida de uma pessoa. Se a emoção de uma conta para pagar, for diferente da emoção de um dinheiro para receber, será asfixiado o fluxo de riqueza na vida dessa pessoa. Apesar de existires estudos científicos que mostrem que a riqueza flui para quem menos sufoca o fluxo…, isso acontece da mesma forma, em todas as áreas da vida, do ser humano.

 VIDA é um sistema de transformação continuo, que a consciência pessoal precisa acompanhar num propósito consciente, de desenvolvimento das nossas habilidades e capacidades infinitas.

Como resumo fica que; A vida sempre nos quer dar saúde, bem-estar, abundância e felicidade e que somente nossa forma cega de estar e agir sufoca essa realização. Podemos sair dessa cegueira se começarmos por estarmos de bem connosco, convictos e autoconfiantes que a vida sempre nos dá, o que mais precisamos para pavimentarmos o caminho de autorrealização que precisamos percorrer.

 Rejeitar o que a vida nos oferece, é queimar a ponte que precisamos atravessar. A ponte que separa o inferno existencial, do paraíso que nos foi prometido à nascença.

Este texto, e todos os textos, desta série são baseados na experiência de 50 anos na minha reciclagem pessoal, e da experiência dos últimos 20 anos como coordenador do centro de reciclagem e transformação pessoal sediado na casa escola António Shiva em Portugal.

Qualquer esclarecimento pode ser pedido a apoio@solucaoperfeita.com ou a antonio@solucaoperfeita.com

Incondicionalmente disponível,

António Teixeira Fernandes

A saúde integral, o Coronavírus e o quotidiano

A saúde integral, o Coronavírus e o quotidiano

saúde integral e coronavirus

Como viver saudável, livre de qualquer risco

Todos nascemos para vivermos felizes e realizados. O que nos impede experimentar essa felicidade e realização, não são os factos da vida, mas a ignorância que está na sua interpretação.

Vou narrar tim tim, por; tim tim; como fluir alegre e feliz e imune a qualquer coisa que possa surgir na vida. Por essa razão, e como se trata de um simples texto, e não, de um programa personalizado de recuperação e transformação pessoal, é preciso cuidado, para que não haja interpretações irresponsáveis.

 Para simplificar e não entrarmos em filosofia de pescadinha de rabo na boca, começamos por considerar a vida, nesta realidade terrena. Assim é fácil entender que a vida, nunca nos abandona, desde a primeira inspiração até a última expiração. Ela está sempre presente. Na verdade, é a única coisa que não nos abandona nesta realidade e nos impulsiona sempre para a frente e para cima.

Mas afinal, o que é a vida?

Será uma tortura que só acaba com a morte? Ou uma fascinante aventura no paraíso? Tanto a mecânica quântica, quanto a Saúde Integral, instrumento da física moderna, indicam que é uma questão de escolha. E a escolha não tem nada de complicado e resume-se simplesmente ao facto de participarmos activamente na nossa própria vida ou nos tornarmos uns meros expectadores a julgar os acontecimentos.

Quer queiramos quer não, somos uma célula da humanidade, responsáveis por fazer o nosso melhor, para nosso próprio bem e para bem de toda a humanidade…, iniciando por espalhar o nosso próprio bem-estar, pelos que estão mais próximos de nós. Se assim é feito, pelo ser humano, também a célula do seu corpo procede da mesma forma e cria um corpo saudável, isento de qualquer tipo de mal-estar ou doença. A esta atitude chama-se altruísmo. Fazendo da vida uma fascinante aventura no paraíso.

Se em vez de sermos os participantes da nossa vida, nos tornarmos, uns meros expectadores, certamente que a vida se tornará numa permanente tortura que tem como final a morte. É a travessia do inferno.

Então como ser e fazer?

Vive-se num mundo em permanente mudança. Parece que vivemos numa montanha russa. Quando não estamos no momento presente, tudo serve para nos distrairmos da verdadeira, razão de viver. Hoje temos o Coronavírus, como principais acontecimentos dos últimos dias. O medo infiltra-se e instala-se na consciência coletiva, influenciando grandemente a vida, no quotidiano da humanidade. Não importa se pessoalmente se dá ou não valor, ao pobre vírus chinês, que ficou da noite para o dia, mais famoso que o Cristiano Ronaldo. Não só pelo facto de já 60 países, terem activado medidas de luta para combate ao novo coronavírus chinês. E com isso cancelarem voos, fecharem escolas e serviços públicos, empresas de portas fechadas…, enfim…, um folclore bem orquestrado, sem uma aparente razão de ser. Se pensarmos um pouco, e analisarmos as 259 pessoas que morreram no último mês na china de pneumonia, está mais que normal para esta época do ano.

 Como é, que isso é possível?

Seja o coronavírus, ou outro vírus qualquer; perante um corpo envenenado por tóxicos e fragilizado por carência, o resultado seria o mesmo. O mau da fita, não é o vírus, ele por si só, nada pode num organismo limpo e numa mente sã.

Acabar-se-ia, com a maioria dos problemas de saúde publica, se fosse ensinado, a limpar e a manter a mente sã, num corpo limpo, e bem nutrido. Mas o sistema oficial de “saúde”, continua a apostar no cavalo esgotado. E por sua vez a comunicação social, que teria a responsabilidade de informar…, faz vista grossa, fazendo de conta que não enxerga.  Porque são convenientes estes carnavais, para manter acesa a luta pelas audiências.

Mas há facto muito importante, que é preciso assumir; as cadeias televisivas, dão ao telespectador o que ele consome. Todos sabemos por experiência, que uma informação honesta e responsável, que não instigue os telespectadores ao medo, leva qualquer cadeia televisiva há falência.

Seria importante despertarmos e assumir-se a responsabilidade pela nossa realidade. em vez de culpar a indústria da doença, ou o sistema vampiro de “saúde”.  

Mas o melhor, é nem comentarmos, e irmos as soluções, em vez de ficarmos pelas constatações.

Então vejamos, a saúde integral vê o efeito do Coronavírus (pneumonia viral), num organismo debilitado não como uma doença em si, mas como a manifestação “superficial” do mal profundo, resultante dum organismo á muito, fraco, envenenado e carente. Seria bem mais útil, e muito mais económico, para a humanidade, desintoxicar e repor carência, para que nenhum vírus, micróbio, fungo ou bactéria possa ser mais preocupação.

Então porque não se faz? Porque é que não há um programa mundial de desintoxicação e reposição de carências? Porque quer se trate de uma pneumonia viral, uma gripe, quer de um tumor canceroso, o processo é o mesmo. É sempre o aumento das toxinas no organismo, e a carência de nutriente que fragiliza o organismo e agrava o estado gripal ou favorece o desenvolvimento do tumor. Os sintomas físicos localizados, diminuem, consoante a diminuição da carga tóxica e reposição de carências.

Os tóxicos são venenos orgânicos, mentais e emocionais. As carências são orgânicas de minerais, vitaminas e outros, e emocionais resultante da rejeição, anulação, auto-abandono etc.

Na verdade, o importante é educar e integrar. Vida é plenitude.

Para ser-se bem-sucedido, realizado e feliz, é preciso estar envolto, com boa auto-estima e grande amor-próprio. É preciso integrarmo-nos, sentindo-nos a fazer parte, sem sufocar-se a natureza íntima. Nenhuma meta será conseguida completamente, se for obtida à custa da negação do eu. Reprimir-se para alcançar aquilo que é valioso, fará perder o apreço pelos bons resultados obtidos.

A felicidade jamais será alcançada através da aparência, nem por se estar cercado de amigos. Ser feliz é estar integrado a si próprio e sentir-se bem consigo mesmo.

O acaso, sorte ou azar é a filosofia da ignorância.

É urgente sair da ilusão, e tomar consciência que, somente quando nos tornamos o nosso melhor amigo, estamos realmente preparados para alcançar tudo de bom que existe para ser usufruído nesta vida. A saúde ou doença, dependem do nosso meio ambiente íntimo. Ou seja, a forma como nos vemos, vemos os outros, vemos o mundo.

antonio@solucaoperfeita.com

António Teixeira Fernandes

 O Coronavírus e sua hospedagem

 O Coronavírus e sua hospedagem

Quanto mais intoxicado e carente se encontra o organismo, melhor se aloja o vírus e melhor evolui a doença; a doença forma-se nos resíduos tóxicos e vive da degradação. 

Manual da Saúde Integral

Está aberta oficialmente “A caça as bruxas”. A maior parte das pessoas vive num terrível engano. Pensam que as doenças vêm de fora e do nada; como se um inimigo estivesse emboscado à espera da oportunidade certa para atacar. Esta forma de pensar ignorante, cria um meio ambiente tóxico, fragilizado com o medo, tanto o emocional como o físico. Não estamos mais evoluídos espiritualmente que na Idade média, em que acusavam os demónios e as bruxas com poderes sobrenaturais, pelos males que afligiam a humanidade. Atualmente, as bruxas e demónios foram substituídos, por micróbios, vírus, fungos e bactérias.

É urgente saber que, na verdade, ao contrário do que os meios de manipulação social, ao serviço indústria da doença, nos foram fazendo crer…, cada doença tem origem na mente de cada um de nós. O que se manifesta a nível físico (os sintomas) é o esforço do corpo a lutar com a doença.

Atenção, apesar de ser a nível da mente que podemos influenciar positivamente o processo de regeneração, quando a doença se instala é porque já existiam condições para tal. Vou deixar para o próximo artigo, qual o procedimento correto, para se ajudar o organismo na libertação do mal e restabelecer a saúde.

O importante aqui e agora é mudar-se o conceito errado sobre a forma como se adoece.

Então vamos lá…, como é que se adoece?

Já vimos que o doente não é uma vítima do caso ou azar. É preciso varrer definitivamente…, de uma vez, por todas, a ideia que “caímos” doentes, que estamos “angustiados” ou que “apanhámos” uma doença…  como se, estivéssemos muito bem alegres e felizes… no nosso caminho e de repente…, zumba…, catapumba…,  “caiu-nos uma doença em cima”.  Deixemo-nos dessa infantilidade…, acreditar que os micróbios, vírus, bactérias, fungos etc, são as causas dos nossos males é como acreditar que o sol, a chuva, a brisa, o luar, as aves dos céus ou os peixes do mar nos causem a morte. 

É preciso mudar o conceito para mudar a realidade que cada um experimenta.

Então venham comigo dar uma espiada ao moderno conceito de Saúde Integral, adotado pela Casa Escola António Shiva® e baseado nos princípios básicos da moderna e abrangente física quântica.

Vamos com calma, porque não é fácil para uma mente treinada no exame materialista de uma coisa pelo que essa coisa parece ser; ter facilidade em aceitar o que vai ser mostrado em seguida. A Saúde Integral considera todas os males (sofrimento) como manifestações reconhecidas de uma única alteração (1). Esse denominador comum, esse mal profundo de onde saem todos os males, tem a sua origem dentro do corpo físico cada pessoa. Mas não se limita somente ao terreno ou conjunto de células e líquidos nos quais se encontra imerso: o sangue, a linfa, o líquido cefalorraquidiano, assim como micróbios vírus, bactérias e etc. Mas também, aos campos mais vastos e abrangentes da consciência individual e coletiva. Enfim…, apesar da realidade que cada um de nós experimente ter origem ou estar ancorada em cada um de nós, há uma interação que abrange todo o universo.

A tentativa de separar o corpo físico de uma realidade mais ampla, pela “medicina” ortodoxa e também pela “medicina natural” (menos violenta), é como isolar a célula de um tecido, e pretender que se mantenha ativa..

Da mesma forma que não podemos separar os líquidos intra e extracelulares, representantes de 70% do peso do nosso corpo e representante o meio ambiente de nossas células…, também não podemos isolar o corpo físico do resto do universo.

Ou seja, cada célula do nosso corpo, está para o corpo humano, como cada homem ou mulher está para a humanidade.

Assim como as células que constituem o nosso corpo dependem totalmente do meio ambiente interno, que lhes asseguram os nutrientes, e eliminação de toxinas, resultantes das ações e da comunicação de uma célula para outra, de modo que garanta uma ação coordenada e harmoniosa. Também dependemos do meio ambiente que estamos inseridos e da forma de como nos comunicamos para garantirmos uma coordenação harmoniosa com a humanidade, com o mundo e com o universo.

 Assim; do mesmo modo que o ambiente em que o ser humano se insere pode apoiar a saúde ou instigar uma doença, dependendo de estar ou não contaminado, também o meio ambiente que rodeia as células é de terminante para o seu estado de saúde.

Como é que a consciência contribui para a realidade física, emocional e mental?  Só num próximo artigo dedicado ao sistema endócrino, mostrarei como é organizado e harmonizado o meio ambiente interno. A interação do pensamento com a secreção hormonal.  A influencia da consciência, individual e coletiva na saúde e na doença.

Os leitores dos meus artigos, estão habituados a soluções concretas e o tratamento claro das dúvidas.

A propósito dos vírus, micróbios, fungos, e bactérias, tive o privilégio de receber à 13 anos atrás aqui na nossa Casa Escola António Shiva®, a famosa Dra. Hulda Clark, mulher que dedicou a sua vida como cientista aos vírus, micróbios, fungos e bactérias. Escreveu imensos livros alguns traduzidos em várias línguas. Eu considero-a a Madre Teresa da Medicina Natural. Criadora de vários equipamentos, donde destaco o Zapper, que destrói vírus fungo e bactérias por meio de frequências eletromagnéticas. Esta grande mulher gastou a sua vida a procurar em lugar errado. Acabando ela por falecer em setembro de 2009 com a doença que tentou curar, eliminando micróbios, vírus e bactérias. O fantástico trabalho desta mulher é um legado para o mundo. Mostra com clareza que lutar contra micróbios vírus e bactérias é como lutar contra nós mesmos.

É urgente perceber que os microrganismos (micróbio, vírus, fungos e bactérias), que habitam por todo o lado, dentro e fora do nosso corpo são tão importantes como todos os seres do reino animal, vegetal e mineral.  Eles fazem parte do equilíbrio ambiental tanto interno como externo.

Seria melhor, como seres criadores que somos, observarmos a forma como nos vemos (o que pensamos de nós), dos outros e do mundo e do universo. Em vez de tentarmos tapar o sol com a peneira, isolando cidades, e aproveitando a oportunidade para dar-se espetáculo. Iludindo e manipulando as massas por si já descartelizadas.

Na verdade, tudo vem da consciência. Consoante a consciência matéria-prima do pensamento. Que cria o sentimento que resulta em emoção.

O mundo que se cria na mente, é o mundo que se expressa fisicamente.

“Mens sana in corpore sano” dizia a sabedoria latina.

Mente sã produz corpo são.

Só uma mente aberta e sadia pode fortificar um corpo sadio.

Mente alegre e feliz = a corpo alegre e juvenil;

Mente positiva = a corpo positivo;

Mente negativa = corpo negativo;

Mente profundamente magoada = corpo com cancro;

Mente zangada = corpo com úlceras, enfartes

Seria bom que refletíssemos sobre a forma como nos vemos e vemos os outros. Isso vai influenciar tanto o corpo que habitamos, como a vida que experimentamos.

A carência física de oxigénio e sobrecarga de resíduos tóxicos, tem muito mais a ver com o que pensamos do que aquilo que ingerimos.

Todos conhecemos ou sabemos de pessoas que nunca fumaram a sofrer de doenças pulmonares e outros que fumam 50 cigarros por dia viverem até aos 100 anos.

A saúde ou a doença começa em nós. Antes de decidirmos mudar de dieta seria bom mudar a forma de pensar, que a dieta muda automaticamente. Ninguém que está de bem com ele mesmo, com a vida e com o mundo, tem apetência por alimentos tóxicos. Relações toxicas. Quem se ama não adoece.

Não deixes de colocar as tuas dúvidas em antonio@solucaoperfeita.com

Incondicionalmente disponível,

António Teixeira Fernandes

O Coronavírus

O Coronavírus

OMS declara emergência de saúde pública mundial

O que precisa saber e fazer para ser imune ao “algoz” Coronavírus. Antes de conhecer o antídoto deste e doutros vírus, fungos e bactérias, precisa abrir a mente para perceber como tudo se processa.  

Por favor tenha um pouco de paciência, não tenha pressa; vamos recuar ao início deste mês, antes de irmos propriamente ao alarmismo do afamado Vírus.

  A indústria do passatempo hipnótico ou ilusionista entra impetuosa em 2020. Desde o “conflito” Irão, EUA, que “aterrou” o mundo com “a possibilidade” de uma guerra nuclear. O hacker Rui Pinto que desmascara a mulher mais rica de Africa, e poe em pânico uma gigantesca rede de galarotes do poder.  A concretização do ‘Brexit’, e a corrida as máscaras fabricadas na china contra o Coronavírus. Tudo isto é matéria do primeiro mês do ano. Se não estivermos atentos, até parece manobra de diversão. Mas não é! Ou é? Isso pouco importa a história o dirá.

Mas ante de irmos ao vírus propriamente dito, precisamos perceber o porquê deste arraial feito pelos órgãos de manipulação social.

É preciso refletir e não nos deixarmos levar, na onda da carneirada. Porque será que, é considerada epidemia, o facto uma dúzia de pessoas adoecer de repente, numa única localidade, mobilizando todos os órgãos de manipulação social? Sendo o Coronavírus, a notícia de abertura de todos os telejornais, e primeira página de todos os jornais. E é ignorado, o facto de um terço da população mundial estar infetada com tuberculose.

Só este 1º mês do ano, 15 000 homens foram afetados pelo cancro da próstata no mundo.

Em cada hora, 20 mulheres recebem o diagnostico de cancro da mama.

Só este mês 1 200 000 crianças morreram desnutridas, vítimas da fome.

A lista de contradições é muito longa, mas ficamos por aqui. O importante é alertar para que não se deixe, apanhar pelo medo e criar o que não quer.

Antão vamos lá, agora ao vírus. Será que o vírus, é assim tão perigoso? Se os vírus fossem assim tão perigosos, será que existiria humanidade?

Vejamos com calma, não há nada na natureza que possa sobreviver sem condições. Um vírus, bactéria ou micróbio, não são exceção.

Mas antes de continuarmos é preciso desmistificar o conceito errado, de que é o vírus, a causa principal de todas as doenças.

O que é um vírus? O vírus é micróbios de origem mineral. São os mais pequenos. Encontram-se presentes na pneumonia, na gripe, na meningite, no herpes, na hepatite B, na raiva na poliomielite, no sarampo, na papeira, na varicela, etc.,…

Mas por si os vírus são inofensivos. Precisamos ter consciência que, os vírus e micróbios vivem em todo o lado. Povoam tanto o ambiente que nos rodeia (as nossas casas, o ar que respiramos, os alimentos que comemos) como o “ambiente interior”, não só, as mucosas e as cavidades ocas dos nossos órgãos, mas também todo o corpo. Sem eles não teríamos vida. O corpo de um adulto, dizem ser constituído por 10 triliões de células que interagem diretamente no seu meio ambiente interno por 90 triliões de outros seres do reino animal vegetal e mineral.

Os maiores micróbios pertencentes ao reino animal são, por exemplo, a ameba da disenteria ou o parasita do paludismo. Os micróbios vegetais tanto podem ser fungos microscópicos (bolores ou fermentos) como algas (bactérias ou bacilos, como o estreptococo da escarlatina e o bacilo da difteria).

A ação dos microrganismos não é sempre má, como geralmente se pensa. Se todos os micróbios fossem perigosos, o ser humano há muito teria desaparecido da face da Terra. Na verdade, os microrganismos têm uma atividade benéfica. Vejam como exemplo a nossa flora intestinal, indispensável ao desenvolvimento correto dos processos digestivos. Há micróbios em todo o corpo tanto nos tecidos e órgão internos como na pele.

 É verdade que existem os micróbios patogénicos eles constituem uma categoria de microrganismos localizados no interior do corpo, resultantes de um meio ambiente interno poluído por crenças pouco saudáveis e pensamentos tóxicos. Estes micróbios patogénicos, podem ser nefastos quando o PH do organismo se torna muito ácido. Por outras palavras, por si só, a ação de um micróbio no nosso organismo é desprezível, se não lhe for dada as condições que eles precisam para se multiplicarem rapidamente. 

Apesar da OMS declarar emergência de saúde pública mundial pelo Coronavírus, é preciso ter consciência de que de pouco ou nada adianta “o estado de emergência”, até pode ter um efeito nocivo em espalhar o pânico.

É urgente educar

Só cuidando, e mantendo equilibrado o nosso meio ambiente interno, conseguimos harmonia ambiental interna. Não concedendo condições de proliferação de doenças. Por outro lado, tudo quanto constitua um benefício para os micróbios representa, para o hospedeiro, perdas e prejuízos que podem tornar-se importantes até ao ponto de fazer perigar a sua vida.

É evidente que o sistema imunológico começa a funcionar ante a presença de um vírus patológico. Mas é sempre mais seguro, prevenir com um meio ambiente equilibrado (saudável) do que o organismo remediar com atitudes defensivas para poder se libertar deles.

Já ficamos a saber até aqui os vírus por si só não são o problema. O problema é as condições do organismo degradado, ou seja, um terreno fortemente carregado de toxinas e carenciado, sendo a condição ideal para o desenvolvimento de todas as doenças.

Os vírus, só se desenvolvem se tiverem condições propicias de um terreno orgânico deficiente…, e são de imediato destruídos quando esse terreno regressa à normalidade. Parece, então, claro que a infeção viral, nada mais é do que a causa secundária da doença.

A causa essencial e elementar, é um terreno degradado e o Ph ácido, recetivo aos vírus invasores.

O bem-estar, não se alcança atacando a causa secundária (vírus), mas sim eliminando as condições propicias para o seu desenvolvimento.

Perante o já partilhado neste texto, a pergunta é a seguinte; será que tem alguma coerência, a caça ao vírus (idade média seria a caça as bruxas)? 

 Os vírus não são predadores vorazes, estimulados por uma lógica de destruição, mas, como todo o ser vivo, esforçam-se para encontrar condições de vida convenientes ao seu desenvolvimento. Se um organismo humano lhas oferecer, eles prosperam e multiplicam-se com toda a naturalidade. Os prejuízos conseguidos no organismo são uma consequência e não um objetivo do vírus.

Conclusão: o progresso de uma doença infeciosa deve-se mais à nossa incapacidade de resistir do que à força intrínseca do vírus ou micróbio.

Na verdade, sucumbe-se com maior rapidez devido às nossas debilidades do que à força que o micróbio possa possuir.

Para uma vida saudável, alegre e feliz, imune as assombrações dos vírus e outras maleitas, é preciso alimentar-se uma boa autoestima uma mente-aberta e boa vontade…, enfim uma mente sã num corpo são.

Por outras palavras, um corpo livre de tóxicos e bem nutrido, com uma mente são e emocionalmente equilibrado está livre de qualquer mal.

Incondicionalmente disponível,

António Teixeira Fernandes

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