Como surfar a onda da transformação e realização

Como surfar a onda da transformação e realização

Transformação e realização - o que é preciso para se ter sucesso?

Introdução

Este curso pode mudar radicalmente a vida de qualquer um, mas o aluno precisa de boa-vontade, mente aberta e coragem para se desprender totalmente de tudo o que sabe e estar aberto a conceitos totalmente novos. Sem isso é impossível transformação e realização.

Compreender é sentir. Para entrar profundamente na transformação desapega-te já de tudo o que sabes. Não adianta saber que todas as possibilidades estão no mesmo lugar enquanto estamos agarrados a princípios que nos criaram algo que não queremos. Não interessa em que área ae nossa vida aparece o problema, logo que algo não esteja bem não existe harmonia em nenhuma das outras seis áreas da vida.

Desde já é preciso ficar bem claro, se não estás preparado para abrir mão do que criou o problema, este projeto de transformação e realização não é para ti. Não é para ti, porque ainda não queres usufruir da vida e realizar os teus objetivos neste mundo.

Embora o hábito não seja o monge o hábito faz o monge.

Como tudo começa

Desde muito novos somos educados a compreender intelectualmente, anulando assim o sentimento que cada coisa ou situação desperta no ser que habita num corpo ainda frágil em desenvolvimento. “De pequenino se torce o pepino”, diz o ditado popular…, para que a formatação seja facilitada mandamos os nossos filhos cada vez mais cedo para centros de formatação, para que na idade adulta sejam uma peça que se encaixe no puzzle.

Há alguns anos fui ao mercado a Beja e vi uma abóbora quadrada. Perguntei qual era o nome daquela espécie de abobora e o agricultor disse que quando a abóbora era ainda muito pequena foi introduzida dentro de um velho jerrican. A abóbora foi crescendo e ficando com o formato do molde que a comprimia. É dessa mesma forma que fomos moldados e que exigimos que os nossos filhos sejam moldados, para que sejam peças que se encaixem num determinado espaço.

Com esta pequena ilustração da abóbora do agricultor alentejano, vimos como foi fácil perdermos identidade. Mas o problema é que não somos vegetais abóboras, pepinos, melancias ou melões. Somos seres eternos, dotados de poder divino, que decidimos ocupar um organismo biológico e nos dão o nome de humanos.

Quais as implicações desta normalização?

Nada mais pode ser tão destrutivo para o ser humano do que o conceito de normalização aplicado ao ser humano. Para que uma normalização seja perfeita é preciso matar a razão porque decidiu vir a este mundo.

Quando a normalização acontece deparamos com um ser vazio de vida, um corpo sem espírito. Um ser alienado capaz fazer o que lhe indicam fazer.

É impossível qualquer verdadeira transformação ou cumprir a razão da nossa existência (realização), enquanto não retomarmos o contacto com o ser que ainda alimenta este corpo biológico que deveria ser o nosso veículo de realização e não uma peça no mecanismo de uma sociedade caduca e doente.

Precisamos saber que desde muito cedo entramos num processo de esclerose do ser, que nos foi invalidando, num processo contínuo de falso crescimento. Exteriormente até parece certo, porque crescer implica desenvolver-se e amadurecer; mas a questão é que não se trata nem de crescer nem de madurecer, bem pelo contrário. E quanto mais cedo entramos no velho processo educacional mais cedo ficamos alienados da vida, infelizes, frustrados e doentes.

E o que acontece quando uma criança não deixa que lhe roubem o ser?

Felizmente na minha geração ainda não existia a ritalina com que hoje drogam os nossos filhos quando reagem a quem lhes rouba a vida. No meu tempo eramos considerados marginais, rebeldes ou inaptos. Mas com o tempo lá nos fomos adaptando em alguns setores que não seja obrigatório cumprir ordens sem questionar. Em qualquer caso o resultado acaba sempre no vazio existencial.

Para se conseguir lidar com essa infeliz frustração, cedo começamos a usar drogas ilusórias, para conseguir iludir o vazio existencial, manifestado com a famosa e dolorosa ansiedade, depressão até pânico.

Como é possível criar tanto vazio e dor?

Não vivemos numa época em que a tecnologia nos mostra maravilhas, diariamente? A ciência moderna não nos prova cientificamente que vivemos num universo de possibilidades infinitas? Não existem recursos multimídia disponíveis com o poder de ajudar a nossa geração a evitar o sofrimento e alcançar a paz?

Tudo isto e muito mais é verdade. Então porque vivemos mergulhados no medo, inseguros e infelizes? Oi! Não adianta duvidar ou negar!… “O santo google” mostra quem povoa os consultórios e hospitais psiquiátricos.

Como reverter este estado de psicose hipnótica? Não seria coerente pretender dar uma solução aqui e estar em coerência com que foi escrito. Estaria a cometer um crime grave. Levar o leitor a usar as ferramentas com criou o vazio para preencher esse mesmo vazio existencial.  É preciso mergulhar-se no ambiente da recuperação para se aceder a realização. Foi por essa mesma razão que se criaram estes cursos em ambiente privilegiado, com acesso a todos que estejam prontos para encontrarem a vida perdida.

Se consegues sentir o que foi escrito; sabes que o vazio não se preenche com nada que esteja fora de ti, mas sim com o que foi retirado de ti. A razão pela qual nasceste.  É urgente sair da multidão de seres robotizados que se deslocam como zumbis, de um lado para o outro. Mortos num corpo que vive.

Continua…

http://cursoseworkshops.solucaoperfeita.com/curso-de-transformacao-e-realizacao-pessoal/

A vida espelha quem pensamos que somos

A vida espelha quem pensamos que somos

Como tudo começa

Seja o que for que esteja a acontecer no momento na vida de cada um de nós é simplesmente o reflexo da nossa consciência, tudo é um movimento de causa / efeito. Se o efeito está na nossa vida, a causa está na nossa consciência. Se as coisas não acontecem como esperado, se a vida se apresenta muitas vezes difícil e madrasta, se é sentido um vazio existencial, ansiedade ou inquietação… porque não parar e fazer a pergunta: porque fujo da vida? Porque resisto em vez de deixar que a vida aconteça?

Mas o mais engraçado é que conscientemente ou não todos sabemos que por mais voltas que queiramos dar tudo começa na nossa consciência. Tudo o que nos acontece em qualquer área da vida e tudo que acontece com o nosso corpo começa por alguma coisa que aconteceu na nossa consciência. A nossa consciência é quem habita o corpo físico e cria a realidade que cada um de nós experimenta neste momento. Na verdade, é a nossa experiência de Ser.

Seja o que for que esteja acontecendo na nossa vida, somos sempre os únicos responsáveis integrais pela situação que experimentamos no momento.

Apesar da grande vantagem de sabermos que somos os criadores da nossa realidade e que podemos mudar o que experimentamos da mesma forma que o criamos, não parece muito inteligente ter-se mais tendência para estar mal do que para estar bem. E também nos apanhamos enfermos, deprimidos, ansiosos e infelizes contemplando esse sofrimento em vez de mudar a causa.

Se o efeito é infelicidade, a solução óbvia seria mudar a causa, mudando assim o efeito. Mas quando já nos habituamos à infelicidade e a situação não põe aparentemente a vida em risco a tendência é adiar…

Porquê?

Será somente preguiça ou resistência à mudança?  Porque temos tendência a nos mantermos no vitimismo, criando o que não desejamos quando é mais fácil e simples mudar e criarmos o que desejamos?

Tudo isto é muito mais profundo do que normalmente nos é explicado pela psicologia, coaching ou por novas tendências terapêuticas emocionais. É urgente ir ao cerne da questão. As questões não têm fim: como foi possível criar um fosso tão grande e profundo na consciência do homem moderno? As explicações que nos são facultadas levam-nos aos meandros da imbecilidade. Onde está a verdadeira razão da fuga para processos autodestrutivos? Porque nos tratamos tão mal?

Sempre me consideraram à “margem do suposto” por ser tão curioso e colocar tanta questão. Feito de uma matéria difícil de formatar fui agraciado com imensos lideres e mentores, esses também considerados fora da caixa, que me foram mostrando a razão pelo qual estou aqui e o caminho a percorrer.

Se ficarmos um pouco mais atentos percebemos que a maior causa de sofrimento da sociedade moderna é exatamente o vazio existencial, criado pelo desconhecimento da razão da sua existência. O que fazer para pararmos o ciclo vicioso em que vítimas criam vítimas?

Não adianta chorar o leite derramado… nem culpar a educação limitante, que não soube mostrar a razão da nossa existência, nem nos mostrou o caminho nem a forma como o percorrer.

Como fazer?

É preciso ter calma: o nascimento de cada um de nós tem um propósito e não podemos mudar. A não realização desse propósito, causa o vazio existencial de uma vida sem sentido e leva-nos ao sofrimento extremo. As leis do micro e macrocosmo são imutáveis; da mesma maneira que não podemos manipular o que acontece no ambiente que nos rodeia nem no mundo. Porém, o ambiente dentro do qual existimos e do qual dependemos totalmente podemos mudar em definitivo! Podemos sempre optar por um ambiente interior que apoie o desenvolvimento espiritual e a realização de nosso propósito no mundo.

Assim é urgente aos “adultos” deste mundo, encontrar a razão da sua existência e entrar no fluxo da vida. E responsabilizarmo-nos por mostrar às gerações vindouras a razão pela qual nasceram e transmitir-lhes as leis para a realização.

Agora sim, como fazer… usei aspas na palavra adulto porque a educação moderna não criou pessoas livres e responsáveis, mas sim crianças imaturas grandes… para isso basta somente acessar aos números crescentes de “adultos” ansiosos e da crescente corrida aos gabinetes psiquiátricos. Felizmente hoje qualquer pessoa tem acesso a um curso de desenvolvimento e transformação pessoal, além de uma infinidade de meios de grande qualidade a preços simbólicos que pouco mais pagam que a alimentação, quando a pagam.

Não percas tempo!

Olhar para o pão não faz crescer.

Sê adulto responsável deixa o mundo melhor do que o encontraste.

Síndrome de Pânico e agorafobia

Síndrome de Pânico e agorafobia

“Se queres saber os pensamentos de ontem, observa a tua vida hoje. Se queres saber o que será a tua vida amanhã, observa os teus pensamentos de hoje”.

Pensamento indiano

O Pânico é uma ilusão distorcida da realidade.

Como mergulhar na nova realidade?

Apregoa-se aos quatro ventos que o mundo já mudou e continua-se a pensar como antigamente. Vive-se na era da in-formação e pensa-se como na era industrial. As síndromes de pânico, assim como outros grandes fenómenos causadores de um terrível mal-estar, surgem da falta de harmonia entre os princípios e valores aceites como verdadeiros e o que o indivíduo precisa para surfar o fluxo de ondas no quotidiano.

A ilusão dos sentidos é muito forte, mas se analisarmos com cuidado veremos que nada é o que parece…  os sentidos enganam-nos… e se nos deixarmos levar por essa ilusão o resultado é dor…

Foram-nos ensinados princípios e valores da velha era, e muitos de nós os aceitamos como verdade, entrando em conflito com a realidade atual… sentimo-nos desajustados, não nos sentindo a fazer parte do mundo. Muitas vezes sob o efeito dos pensamentos gerados por esses velhos princípios, mergulhamos em emoções negativas do momento, tudo parece ser ao contrário. Temos a sensação de estar a viver um caos terrível. A ilusão dos sentidos é de tal maneira destorcida, que causa sintomas como náuseas, vertigens ou sensação de desfalecer e morrer.

Mesmo em quem não se manifesta a síndrome de pânico e agorafobia, mas vive na luta pela sobrevivência o mecanismo é o mesmo…, aqui a realidade é ainda mais ilusória, faz lembrar o pobre sapo dentro da panela de água ao lume que se vai adaptando à zona de conforto e acaba cozinhado, o infeliz…

A síndrome de pânico e agorafobia é um transtorno de ansiedade, bem angustiante e doloroso criado pela ilusão dos sentidos. Na maioria dos casos o indivíduo vive uma situação aflitiva que provoca reações fisiológicas (palpitações cardíacas, tonturas, transpiração, fraqueza muscular, dificuldade em respirar, incontinência, etc.) e reações cognitivas como: medo de perder o controlo, medo de ficar louco, medo de ser humilhado em público, medo de morrer etc…. Todo este sofrimento doloroso criado pela ilusão dos sentidos mobiliza os psiquiatras, que prescrevem normalmente benzodiazepinas em SOS e um “antidepressivo tomado regularmente com a missão de captar serotonina”. Mas infelizmente este tratamento não resulta. Porquê? Porque não altera o principio que causa o sofrimento.

Todos sabemos que cada profissional faz o melhor que sabe e pode. Mas os resultados são bem conhecidos, apesar de não se resolver o problema, há uma tendência a criarem-se outros problemas como dependências de drogas e outras perturbações provenientes de contágios do mundo da doença, além de não se ajudar em nada o agoráfobo.

É urgente abrir as portas da vida a todos que estejam cansados do sofrimento da síndrome pânico e da agorafobia. Embora cada pessoa seja única e não existirem dois agoráfobos iguais há uma coisa em comum a todos: não se encontram em harmonia como o todo. Os princípios e valores espirituais onde assentam suas crenças estão fora de prazo, obsoletos, enfim, inúteis para uma vida de bem-estar, alegria e felicidade.

Como fazer para sair da escravatura do medo?

Em primeiro lugar, o agoráfobo tem que perguntar a ele mesmo se está disposto a mudar, abrir mão da verdade que carrega, criadora da realidade que experimenta. Sem esta pergunta, e uma resposta positiva, jamais estarão criadas as condições para uma vida livre de medos e incertezas.

Se a resposta for positiva (se o agoráfobo está disposto a mudar as crenças que lhe causam dor e sofrimento por crenças que lhe dão liberdade e alegria), deve procurar um terapeuta em Saúde Integral, ativista da nova era. Ele, numa sessão, dá-lhe todas as diretrizes para uma nova vida, acompanhando num percurso curto de ascensão.

É preciso desfazer o mito das velhas técnicas terapeutas, psicoterapias e outras que traziam envolvidos paciente e psicólogo por tempo infinito. A recuperação tem que ser rápida, eficaz e definitiva; raramente excede as seis semanas. Um terapeuta de Saúde Integral é honesto responsável, não tira partido do sofrimento de seu cliente. O terapeuta em Saúde Integral, depois de analisar o caso de seu cliente, mostra-lhe os vários caminhos da recuperação e deixa que seja o cliente a escolher o caminho que mais lhe convém ou melhor se adapta…

Apesar de todos fazerem o melhor que sabem e podem… não podendo ver mais do que conseguem enxergar; é urgente libertar mitos limitadores; não dar ouvidos aos arautos das desgraças que trazem parte da humanidade escravizada pelo medo… todas as doenças têm recuperação…

António Teixeira Fernandes

Existe sempre uma Solução perfeita para cada problema!

Existe sempre uma Solução perfeita para cada problema!

A solução

Existe sempre uma Solução perfeita para cada problema!

Existe sempre uma Solução perfeita para cada problema!

Esta afirmação aplica-se a tudo no universo. Não importa de que problema se trate, nem qual a dimensão do problema. Se existe um problema, existe uma solução!… Jamais poderia existir um problema se não existisse uma solução. Uma coisa não pode existir sem a outra e estão permanentemente ligadas. Estas afirmações são verdadeiras, até que alguém possa provar o contrário. Não pretendo aqui perder tempo a mostrar porque são verdadeiras. Elas serão verdadeiras até alguém consiga provar o contrário.

Como 2017 é o ano da Saúde Integral, promovido pelo Ativista da Nova Era e a Fundação António Shiva, vamos focar a solução do problema na saúde física. Todos sabemos que uma manifestação física (doença) é o estado mais adiantado de um longo processo, influenciado por inúmeras condicionantes. Também todos que me conhecem sabem que não tenho a pretensão de ensinar nada. Unicamente me limito a partilhar a minha experiência de mais de 30 anos na criação de programas de recuperação de doenças graves.

Apesar da OMS há muito denominar as doenças graves de doenças psicossomáticas, ainda se continua a investir no problema em vez da solução.

Muitos são os médicos e cientistas de todas as áreas que dedicaram as suas vidas na busca da cura de doenças que flagelam a humanidade. Cancro, diabetes, sida, depressão, pânico, males de todos os tipos. Médicos que dedicaram toda a sua vida e em alguns casos dariam a sua própria vida, para encontrar a cura do cancro ou da sida. Empenha-se ao máximo para entender os fenómenos do organismo humano e a química das doenças, criando equipamentos e drogas que eliminam células doentes ao mesmo tempo que desintegram vírus e bactérias e fungos nocivos. Mas apesar de todas essas descobertas as doenças não param de aumentar a cada minuto, o que passa, porquê?

Porque se continua a lutar contra o problema (doença) em vez de se focar na solução (mudança), o outro extremo da mesma coisa.

Explicar isto daria matéria para encher uma biblioteca. Mas todos temos inteligência para aprender com o que não funciona. Se homens e mulheres de todo o mundo e de todas as áreas deram as suas vidas (não quero nomear o nome desses mártires porque certamente alguns ficariam de fora e poderia parecer ofensivo para aqueles que mesmo assim seguem as práticas que não resultaram), e muitos acabaram morrer da doença que mais investigaram e “curaram”.

Mas neste universo nada se perde, tudo se transforma. Podemos aprender que eliminar células cancerígenas ou explodir vírus, fungos ou bactérias, apesar de parecer trazer algum alívio, não é a solução perfeita, porque o cancro continua a alastrar no mundo, assim como os ansiolíticos não são a solução porque o aumento de ansiosos é vertiginoso. A depressão aumenta a um ritmo alucinante, apesar de novos antidepressivos serem criados todos os meses.

Não existe erro em se procurar em lugar errado uma solução para o problema. Erro é continuar a procurar onde se sabe que não há solução e nos melhores dos casos é uma solução fictícia.

Aprender como não se faz foi o método usado pelo maior inventor da história da humanidade, Thomas Edison, a pessoa que mais soluções registou e patenteou para o bem-estar da humanidade. O seu segredo de sucesso foi não repetir uma experiência que não fosse satisfatória, focado sempre na solução perfeita.

Mas vejamos, graças a todo o percurso percorrido aos longo das ultimas décadas, tanto da medicina convencional como das outras que se dizem naturais, incluindo os grupos espirituais e espiritualizados, nós os que simplesmente partilhamos os resultados obtidos, não somente pela experiência profissional de Saúde Integral, mas pela experiência de nossos atos e resultados obtidos, temos consciência que há um poder curativo de dimensão infinita dentro de cada um de nós. Mas uma teia de conceitos e valores inúteis baseados no dualismo e na ilusão dos sentidos, trazem para dentro de cada um de nós pensamentos de culpa, criadores dos mais diversos medos, capazes de criar doenças como o cancro, a diabetes, a sida, a depressão, enfim todas aquelas doenças chamadas graves e que alimentam a indústria da doença e os consultórios dos psiquiatras de todo o mundo.

Resumindo: durante todos os anos que tenho dedicado à procura de soluções perfeitas (Saúde Integral) tentei reunir provas científicas que mostrassem a existência de um campo de energia que se expande para além da anatomia humana que interage com todo o universo. Só através da aceitação dessa verdade cientifica, hoje fornecida pela moderna teoria quântica, poderemos compreender a verdadeira natureza da estrutura humana e a sua interação e responsabilidade na própria vida e na realidade mundial. Apesar de ser fácil entender quanto a moderna física quântica alterou a realidade do mundo, o mesmo não acontece a nível da consciência individual e coletiva, ainda influenciada pelo paradigma cartesiano newtoniano. É como ter o conhecimento de uma realidade a nível da mente e a nível mais profundo da consciência humana e coletiva a verdade ser outra.

Assim a Saúde Integral para uma solução perfeita em qualquer caso de doença física, emocional e mental, necessita que:

1º- O portador assuma a responsabilidade pela sua condição.

2º- Aceitar ajuda.

3º Pôr em ação o processo de recuperação seguindo as sugestões do terapeuta.

Há sempre uma solução perfeita para qualquer problema quando existe boa vontade e mente aberta. Mente aberta para aceitar novos conceitos e boa vontade para seguir sugestões. Porquê?… Apesar de não sabermos, todos usamos o poder da mente para criarmos a nossa realidade. Mas a questão é a seguinte: noventa e nove por cento dos nossos pensamentos são controlados pelo ego e a realidade que cada um experiência é consequência disso. E nenhum problema pode ter uma solução perfeita, enquanto se estiver na mesma frequência que o criou.

Vejamos como e porquê funciona. Quando se assume a responsabilidade da realidade que se experimenta, pedimos ajuda, seguimos sugestões e pomos fora de jogo o ego. E inicia-se um processo de recuperação que culmina com o bem-estar integral.

Para terminar quero responder à questão que mais se coloca.

Quanto tempo dura o bem-estar pleno?

O bem-estar pleno é eterno. Mas enquanto permanecer como influência dominante o paradigma newtoniano cartesiano, corre-se o risco da recaída, dando de novo poder ao ego. Como evitar a recaída? Estando atento a nós mesmos. Porque na verdade a cada momento nós mesmos criamos a realidade.

Ficam em aberto muitas questões que gostava de te responder, por essa razão não hesites, não fiques na dúvida. Lembra-te que o ceticismo e o pessimismo são profecia que se autoconcretiza. Ou decide vir mergulhar no mar da transformação de uma semana temática. Reserva o teu lugar.

Aguardo-te,

António Fernandes

Como mudar o rumo da nossa vida?

Como mudar o rumo da nossa vida?

Mudar o rumo

Hoje neste artigo, de uma forma simples e muito fácil, vou mostrar como podemos manter a rota da felicidade, saúde e abundância, apesar das constantes mudanças de ventos e correntes nesta viagem ao descobrimento.

Mas, antes precisamos situar-nos no tempo e no espaço. A humanidade vive a maior e mais acelerada mudança que alguma vez se registou na sua história. A tecnologia avança a tal velocidade que 99% da tecnologia de ponta desenvolvida a cada dia que passa fica obsoleta sem tão pouco ser conhecida ou usada no benefício do homem e da humanidade.

Aparentemente a humanidade no seu despertar não acompanha nem consegue conceber a verdadeira dimensão da mudança em que está inserida que, quer queira ou não, vai mudar radicalmente as nossas vidas.  

Vivemos no normal estado de choque que sempre acontece quando somos apanhados de surpresa na aparente síndrome do “de repente”.

Apesar de ser benéfico nesta fase de transição. Podendo-se entrar na dinâmica ao ritmo de cada um e mediante as necessidades pessoais, vamos encontrando os meios que cada um dispõe para participarmos ativamente nesta mudança de paradigma.

Hoje podemos afirmar que tudo é perfeito neste universo. A vida de cada um é animada com tudo que precisa para entrar no fluxo de mudança através das situações oferecidas no quotidiano. A maior dificuldade é o desapegar e aceitar para poder mudar. Começamos a perceber agora que a mudança mundial depende também das mudanças interiores realizadas por cada um de nós. E o mais importante é saber que esta mudança não é uma opção. É uma questão de vida ou de morte.  Parafraseando o Papa Francisco “quem não transitar através do desapego e do amor, transita através da dor”.

Agora que nos situamos no espaço e no tempo, precisamos saber qual o poder que nos anima. Apesar de muitas vezes nos confundirmos com as vestes que usamos, precisamos esclarecer que o corpo de cada um de nós (humanos) são as vestes da nossa alma. Uma alma dotada de Poder Divino que nos distingue de todos os restantes seres do reino da Natureza Visível. O poder da criação obedece-se às leis da criação. Leis infalíveis e imutáveis que sempre se auto cumprem tanto para quem as conhece como para quem as desconhece.

Apesar desse poder de criar ser comum a toda a humanidade e estar em permanente atividade, criando a realidade que cada indivíduo experimenta, o seu uso consciente não tem sido ensinado nas escolas. Essa omissão aliada à contra ação de incentivarmos os nossos alunos na competição em vez de estimularmos a criatividade culmina no mundo de caos que a sociedade moderna se encontra mergulhada. A competição e a limitada ilusão dos sentidos tiram-nos a paz de espírito e intoxica as nossas vidas.

Da mesma forma que envenenamos o nosso corpo e as nossas vidas, podemos criar o bem-estar, a alegria e a abundância. Basta para isso saber como se faz e fazê-lo…

Todas as possibilidades estão no mesmo lugar. Tenhamos consciência disso ou não.

Como criar o que queremos?  

Somos seres únicos, vivemos num universo perfeito em que cada um recebe o que pede e encontra o que procura. É assim que cada um de nós tem criado a sua realidade.

Este pequeno exercício de alguns minutos pode mudar a consciência de qualquer um e pôr resultado a sua realidade.

Então vamos lá responder: Já tens papel ou caderno para escreveres? Se leres as questões de nada te serve… estás mais uma vez a autossabotares a tua vida.

As respostas mostram o estado da consciência.

Quais são os pensamentos com que mais ocupas a mente?

Há mais consciência do que se possui ou do que falta?

Qual a meta mais importante a nível pessoal?

Qual a meta mais importante na realização profissional?

Quanto tempo é dedicado diariamente em focar conscientemente o sucesso?

Há algum foco viciante que bloqueia o fluxo do sucesso? Exemplo: redes socias, noticiários, novelas, álcool ou outras drogas lícitas ou não (por exemplo, os vulgares calmantes).

O foco predominante é o problema ou a solução?

Predominam mais os pensamentos positivos ou os negativos?

Quando respondemos as estas perguntas percebemos onde estamos a usar o nosso poder divino da criação; onde nos encontramos e para onde nos dirigimos; com a vantagem de conscientemente podermos mudar a direção de para onde queremos ir.

Atenção: se por acaso te aconteceu de perceberes que não tens definida nenhuma meta e esse facto te levou a um círculo vicioso, não te aflijas é muito natural. Agora podes mudar tudo. Não hesites e esclarece as tuas dúvidas. Há sempre alguém pronto a falar da sua experiência neste mundo que desperta para a vida em abundância.

Espero que este alerta e pequeno exercício em conjunto com a experiência na descoberta do caminho da vida te possa ter sido útil.

Incondicionalmente disponível,

António

Como criar um cálculo renal?

Como criar um cálculo renal?

Cálculo renal

Os rins são filtros das emoções assim como o fígado é o órgão da transformação (mudança). Quando nos deixamos possuir pelo medo, ficamos inseguros e deixamo-nos invadir por pensamentos rígidos que pressionam e esmagam toda a região lombar, reprimindo naturalmente o fluxo da energia vital. Na prática este é o estado de quando se teme o futuro.

O medo do futuro tem origem num pensamento de culpa (do que fez ou do que não fez). O medo ativa as suprarrenais que injetam adrenalina no sangue, que não é usada por não existir como a usar, criando o que vulgarmente se chama ansiedade.

A violência é filha do medo e a crítica é gerada pela insegurança.

Tanto a física como a química sabem que no universo nada se perde e tudo se transforma. Um cálculo não é obra do acaso, da sorte ou do azar. Pela ilusão da aparência, pode afirmar-se que a carência de magnésio pode estar na origem do cálculo renal ou do cálculo da bexiga que pode tomar uma boa dimensão. Mas se essa fosse a única razão 90% da população do mundo moderno teria cálculos renais. Esse corpo estranho no interior de um órgão pode dar origem a infeções, à presença de sangue na urina e com frequência originar cólicas renais. Mas a verdade é bem mais ampla, apesar de tudo isto também ser “verdade”. E não serei eu certamente o dono dessa verdade.

Então o que cria essas pedras no caminho?

Na verdade, o que cria essa dolorosa realidade são preconceitos limitadores e princípios e valores desajustados.

Como os rins filtram emoções, há quem afirme que as pedras resultam da cultura de mágoas e de críticas de que não querem abrir mão. Um pouco manter vivo qualquer episódio que lhe trouxe mágoa e dor no passado, sobretudo em relações afetivas.

Perante um cálculo renal o que se deve fazer?

Em primeiro lugar, ganhar consciência que o corpo em que cada um habita é um universo de inteligência e que a cólica não é um castigo, mas um alerta para que abra mão do que não lhe pode dar felicidade. A dor pode dar prazer mórbido, mas nunca bem-estar ou felicidade.

Como sair dessa embrulhada?

O uso de Cloreto de Magnésio PA da forma aqui indicada:

http://solucaoperfeita.com/antoniotfernandes/magnesio-sal-da-vida/  é indispensável. Vai ajudar a relaxar o rim e debelar a infeção, ao mesmo tempo que pode ajudar a dissolução do “calhau”. Mas atenção se não inicia de imediato um processo de mudança, libertando-se da causa emocional, a pedra pode viajar até ao ureter e permanecer por lá.

Como resolver definitivamente?

1º Passo – Assumir a responsabilidade e aceitar a situação.

2º Passo – Procurar um profissional especializado em recuperação de Saúde Integral.

3º Passo – Deixar-se ajudar, não resistir…

Qual será o resultado final?

O resultado final será uma pessoa nova, segura e independente, que vê o passado como uma escola importante e que lhe deu ferramentas e capacidades para viver e criar a vida que deseja e merece.

Não me vou alongar nem dar mais informação para não gerar confusão. Seja qual for a sua dúvida, por favor não hesite.

Aguardo na expectativa,

António

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