Quando a angústia se instala

Quando a angústia se instala

A angústia é um veneno letal em expansão por todo o mundo. Apesar de afetar mais indivíduos do sexo feminino acima dos 40 anos, surge em grande desenvolvimento, neste momento, em jovens adultos de ambos os sexos.

Porque é que esse fenómeno acontece numa altura de tanto desenvolvimento e que a vida se torna tão simples e facilitada?

A angústia resulta de um mito enraizado na consciência coletiva da humanidade. A personalidade de vítima, resultante da separação do indivíduo com o universo (Deus), tem sido criada há milénios pelo próprio indivíduo (numa luta pela sobrevivência) muitas vezes com a ajuda de falsas crenças religiosas. “O amar o Deus que habita em ti e ao próximo como a ti mesmo”, pregado pelo nazareno, nunca foi bem assimilado pelas instituições (igrejas) religiosas ou pelos seus pastores. O altruísmo responsável que Jesus pregava, em que criador e criado são um, esteve implícita nos seus ensinamentos – “Eu e o pai somos um”,” Vós também sois deuses”- disse Jesus.

O conceito de separação com “o Todo” ou Deus, como cada um o concebe e entende, é a causa de insegurança geradora de ansiedade e angústia. Nunca a humanidade teve tanto e nunca foi tão infeliz… e isso deve-se intrinsecamente ao conceito de separação ainda alimentado por uma política de competitividade. Apesar de podermos nomear infinitas causas para a angústia ou ansiedade mórbida, todas elas terão um fator comum: a separação do homem do todo, de Deus e do universo. Sem isso não existiria luta pela sobrevivência, sentimento de inutilidade e de não pertença.

O que importa é como sair da angustia, não é explicar como ou porque que ela existe.

Como fazer?

Em primeiro lugar aceita a angústia, não lutes, não rejeites. Assume a responsabilidade do momento aceitando e entregando. Não deixes que a mente vaguei no passado nem no futuro, vem para o momento presente. Sem luta, sem resistência. Sente a angústia a desvanecer.

Se não conseguires sozinho pede ajuda.

Hoje recebi um email de alguém que dizia: “ a minha angústia já tem muitos anos, não pode passar de um dia para o outro”. “Fiz muita coisa errada na vida, estou a sofrer o castigo”.

Esta senhora está convicta da separação do todo e gera a sua própria angústia. Para não voltar a citar Jesus vou responder com os princípios da física moderna. Tudo no universo é feito de átomo. Tudo é átomo, tudo é feito da mesma matéria inteligente. Desde um pensamento com o poderoso poder criador até a um grão de areia. Como podemos verificar não existe separação. Deixemos agora a energia da qual tudo é feito e de tudo ser um e voltemos ao que cria ansiedade e angustia nesta senhora.

A senhora diz “fiz muita coisa errada” será que fez com a intenção de se prejudicar? Se não fez com a intenção de se prejudicar, não tem de se culpar. Se fez com a intenção de prejudicar os outros, só demostra quanto o conceito de separação é tão destrutivo e também não tem que se culpar. Recebeu imediatamente a reação na sua própria vida da ação.

Para refletir:

Se esta senhora não vivesse na ilusão da separação jamais poderia considerar-se vítima seja do que for, e, por conseguinte, querer alternar desempenhando o papel de agressor. Quando expandimos a consciência e saímos da pequenez da separação, entra-se num mundo onde não existe vítima nem agressor e por conseguinte não existe ansiedade, medo ou angústia.

Não importa o lugar onde te encontras. Há sempre uma solução perfeita e criativa e todo o mal se transforma em iluminação.

Se já estás cansado do sofrimento, criado pela separação do todo, não hesites e pede ajuda. Expõe o teu sofrimento. “Tudo que é posto à luz, se torna luz” disse o sábio Paulo.

antonio@solucaoperfeita.com

António Fernandes

Quer viver ou quer que a vida seja do seu jeito?

Quer viver ou quer que a vida seja do seu jeito?

viver

Recebo diariamente dezenas de emails de homens e mulheres das mais variadas condições e estratos sociais: Como me libertar de determinada droga dura? Apesar de 99 % dos pedidos de ajuda referirem-se a drogas legais receitadas por agentes autorizados da industria química, a questão é igual para todos. Quer viver ou quer que a vida seja do seu jeito? Se com esta questão o usuário da droga desperta para a realidade e escolhe viver, deixou de precisar de droga.

As drogas legais ou ilícitas são alteradoras de humor, usadas para não se viver a vida tal como ela se nos apresenta (em casos súbitos de extrema violência causadores de descontrolo, as drogas legais são extremamente úteis); ou melhor, foram criadas exatamente para esse fim.

Perante esta realidade, surge uma questão que necessita urgente resposta. Porque é que (segundo a OMS) 1/3 da população da sociedade moderna é usuário de ansiolíticos e antidepressivos?  Porque 33% de nós prefere drogar-se do que viver a vida em pleno?   As causas estarão em cada um de nós, não é culpa do sistema político, da droga, ou da industria da doença. Nem tão pouco motivado pelo caduco sistema de ensino (educação) ou da degradação do capitalismo e da democracia, a precisarem de urgente reciclagem. A chegada a este caos existencial, em que 1/3 do corpo da humanidade reside ao lado da vida usando alteradores de humor, dá que pensar.

E não queiramos tapar o sol com a peneira, justificando ou responsabilizando outros. A responsabilidade é de cada um de nós…, a matéria com a humanidade é feita. Quem usa a drogas para não sentir (vida), e se encontra dependente é o menos responsável pela falta de capacidade imposta pela droga. E é preciso ter-se consciência que por não usarmos drogas dura legais ou ilícitas, não significa que estejamos mais lúcidos.  Há mais formas de nos alienarmos e deixarmos que a vida nos passe ao lado. Mas hoje a mensagem destina-se a alertar todos que estão a passar por contrariedades que abram a mente e que decidam se querem viver ou que a vida seja do seu jeito.

Viver ou querer que a vida seja a seu jeito?

Viver é entrar no fluxo. É acordar a cada dia e, na expectativa, perguntar: o que é que a vida terá para me oferecer de bom hoje? Esta foi a postura que adotei quando conheci as experiências dolorosas do inferno existencial. O resultado foi maravilhoso, primeiro fui resgatado do inferno e de seguida conheci e instalei-me no fluxo da vida maravilhosa. Aproveitando sempre o melhor que sei cada dia totalmente novo que me é apresentado todas as manhãs. Há quem pense que é magia, outros que sou um sortudo, outros pensam que este mundo não existe. Havia outros, que infelizmente já cá não estão, que no princípio diziam: “isso é uma nuvem cor de rosa que ao fim de algum tempo acaba. E depois a frustração é bem pior”. Quando ouvia esses comentários, eu pensava até pode ser verdade, mas ninguém me vai impedir de viver esta experiência paradisíaca. O tempo foi passando e um dia tinha percebido que 10% da minha vida já tinha sido passada no paraíso. Os dias, um de cada vez foram acontecendo e dei com ¼ da minha vida neste estado de felicidade paz e amor agora prestes completar 1/3 da minha existência, tenho pena que já não estejam presentes nesta dimensão quem dizia que este bem-estar iria acabar. Mas quero concluir somente com este pensamento. Mesmo que o bem-estar como eu o sinto acabe neste momento, eu pude experimentar o verdadeiro inferno e o verdadeiro paraíso na minha existência. E doutra forma somente teria experimentado o inferno.

A pergunta é simples e clara; quer viver ou quer que a vida seja do seu jeito?

Com amor até já…, aguardo que participes com questões e comentário e experiências na palestra online dia 8 de novembro de 2017

Sabe mais detalhes sobre a palestra clicando aqui: http://ativistadanovaera.ning.com/events/palestra-online-como-acertar-o-passo-e-entrar-na-danca-da-vida

António Fernandes

“Tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento ”

“Tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento ”

A consciência cria realidade

O principal propósito deste artigo não é adicionar mais informação ao que já conhece nem tentar convencê-lo de alguma coisa, a intenção é alertar para a diferença entre expandir a consciência e o despertar para um novo paradigma.

Hoje vamos utilizar de novo os princípios abrangentes da ciência moderna não numa toada informativa, mas dentro de uma perspetiva prática.  

O observador dita a realidade através da própria consciência. Apesar de Jesus, Buda e todos os mestres conhecidos já nos terem mostrado com clareza que a consciência cria a realidade, isto nunca foi entendido nem mesmo pelos seus discípulos, que os acompanhavam diariamente ao longo de anos. Será que agora estamos mais preparados que há 2000 anos?

 Claro que sim. E a nível do conhecimento (teoria) a maioria já tem essa informação… e a nível da interação já faz parte da rotina diária de 80% da população mundial.

Então porque razão continua a aumentar vertiginosamente o sofrimento no mundo, com depressão, pobreza, ansiedade, cancro diabetes etc.?

Aqui reside o verdadeiro objetivo deste alerta. Enquanto se encher a mente de informação e não se despertar para uma consciência para lá da ilusão dualista da matéria, o que traria prazer, felicidade, alegria e bem-estar, torna-se gerador de dor, doença, infelicidade e sofrimento. Essa é razão porque diariamente oiço dizer que: “tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento”.

A consciência cria realidade! Esta é a grande revelação da ciência moderna, bradada aos quatro ventos: “a consciência cria a realidade” a nova ferramenta que liberta a humanidade para a nova era.

Com esta afirmação de que “a consciência cria realidade” são abertas infinitas questões. Mas vou responder às que são postas com mais frequência, nas palestras e workshops.

O que elucida o observador?

 A consciência.

 O que é a consciência?

A consciência inclui tudo o que está na nossa realidade, o que aceitamos como certo ou errado. Define a maneira como percebemos o nosso mundo a e forma como pensamos, sentimos e agimos etc.

A realidade que alguém ou qualquer um de nós experimente não resulta de nada exterior, mas da forma como se consegue observar o mundo exterior através da própria consciência, “o céu e o inferno” são uma única coisa, depende de cada um criar o quer com a própria consciência. Por exemplo: ansiedade, depressão, insegurança social, insegurança profissional e vocacional ou económica, além de todas as doenças chamadas crónicas e que a OMS chama de psicossomáticas, resultam sempre do ato de observar e são criadas no observador, através da consciência do observador.

Logo que se muda a consciência muda-se a realidade. Por essa razão se sabe que todas as doenças crónicas têm recuperação.

Normalmente surge esta questão: “será que o homem moderno está preparado para a mudança de consciência”? Ou esta; “se Jesus, Buda e outros tentaram e não conseguiram nem alargar a consciência dos seus discípulos como é que conseguiremos agora mudar?

Não se trata de opção. Que o digam todos que “optaram” ou foram induzidos a aliviar a ansiedade com drogas em vez de alterarem a consciência.

Qualquer um de nós sabe que a verdade de há 10 anos não é verdade hoje…, e que a consciência está sempre em expansão. Mas a dificuldade deve-se ao paradigma dualista materialista já inútil e obsoleto onde assenta o sistema vigente.

Os sinais do despertar

Na verdade, ainda temos a tendência de justificar com a consciência coletiva, manifestada na aldeia global em que nos movemos e que nos amarra a preconceitos que funcionam para defesa do sistema. Mas na verdade começamos a despertar para a ideia de que somos nós que impomos esses preconceitos a nós mesmos, para sermos inseridos nos limites acanhados da normalidade. E aí a luz começa a penetrar nas trevas…, e um novo observador desperta,

Concluindo…

A consciência de Jesus e outros mestres não era seletiva nem obedecia a preconceitos. Estava para lá da fragilidade do paradigma materialista dualista. O “novo paradigma” que de novo pouco tem, é inclusivo, inclui o ser humano no todo; reconhece a espiritualidade (onda/partícula) da matéria, libertando-nos do preconceito dualista  separatista limitado da normose.

Finalizando…

O Ativista da Nova Era tem como meta a recuperação e transformação pessoal, influenciando com a sua ação a aldeia global onde se movimenta. Para isso tornou-se um praticante dos princípios transformadores da física quântica e do novo paradigma. Não dando aso a comentários como este: “Tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento”

Se quiseres continuar a acompanhar e a interferir de uma forma ativista na mudança da realidade que experimentas vem participar nas palestras on line todas as quartas feiras com entrada livre abertas a todos. http://ativistadanovaera.ning.com/

Ou informa-te dos cursos e retiros que têm como função o despertar para uma nova consciência. http://convencao.solucaoperfeita.com/retiros-de-transformacao/

Incondicionalmente disponível,

António Teixeira Fernandes

Quando a ansiedade se instala o que fazer?

Quando a ansiedade se instala o que fazer?

 

A ansiedade é um estado de sofrimento progressivo sem causa física… avaliada como doença de sentimentos e emoções… no seu processo evolutivo, pode exibir picos que chamamos “crises de ansiedade”. A sua evolução progressiva leva o ansioso a um sofrimento atroz. 

Quais as soluções disponíveis para quem sofre de ansiedade?

Existem 3 “portas de saída” para quem mergulha na ansiedade.

A mais usada é a porta SOS,  que deveria somente ser usada em SOS, como a palavra indica.

A segunda mais usada é a gestão da ansiedade com técnicas com mais ou menos eficácia.

A terceira porta, sem dúvida a menos conhecida, e que transforma a ansiedade numa bênção ou a recuperação para uma nova consciência.

Vamos agora esclarecer como funcionam estas tês portas de saída…

Comecemos pela mais usada, a porta SOS. Esta porta é de um valor incalculável quando usada somente em SOS. Infelizmente muitas vezes o SOS, por falta de conhecimento de outras portas de saída, tornou-se permanente em milhões de casos, segurando e afastando o ansioso num ciclo vicioso, cada vez mais distante da própria vida…, muitas vezes essa ausência da vida, permanece por muitos anos. Quando isto acontece a solução perfeita para recuperação da própria vida, passa por um programa criado caso a caso, por técnicos responsáveis e experientes.

A segunda porta mais conhecida e usada é a gestão de ansiedade. Aqui o leque é extremamente grande. Técnicas terapêuticas, que vão desde a Fitoterapia à terapia Ortomolecular, passando pela meditação, EFT, Coach, ho oponopono, Hipnose clinica, reiki, terapêuticas quânticas, homeopáticas Ayurveda, hidroterapia, terapia do grito etc. etc. etc….  Apesar de se tratarem de técnicas valiosas, praticadas por técnicos honestos, conseguindo uma boa gestão de ansiedade e stress, o controlo não é suficiente para que a paz interior não esteja constantemente ameaçada, mantendo o indivíduo em constante tensão. Quem sofreu de ansiedade, apesar de poder conviver de forma aceitável com ela, consciente da própria vida, não atinge o seu propósito de nascença: a plenitude da missão cumprida e a alegria de ter contribuído para um mundo melhor para todos.

A terceira porta é a recuperação de uma nova vida, através da reciclagem dos velhos conceitos caducos, em princípios úteis e saudáveis para todos. Aqui quem sofre de ansiedade transforma o sofrimento numa bênção. Acedendo ao que a ciência moderna chama mundo paralelo… a ansiedade transforma-se em paz interior, certeza e autoconfiança.  Ansiedade nunca mais. Felizmente hoje a terceira porta está aberta para todos sem exceção, ao contrario de há 5 anos atrás… em que o seu acesso estava reservado a uma elite com dinheiro…

É natural que tenhas duvidas. Não hesites em colocá-las, não adies mais, nascestes para viver em paz interior, alegre e feliz mergulhado na abundância universal.

Aguardo as tuas duvidas e questões. Dá uma oportunidade a ti mesmo. Se tu não te a deres jamais alguém te a poderá dar…

Incondicionalmente disponível,

António

Ansiedade até QUANDO?

Ansiedade até QUANDO?

AVISO: antes de continuar quero esclarecer que não é nem nunca foi meu propósito denunciar ou relatar qualquer problema, sou uma pessoa ocupada e neste curto espaço procuro apresentar soluções para quem sofre, mergulhado no tenebroso mundo da ansiedade…  não pretendo filosofar e muito menos discursão filosófica… sou movido pelo espírito fraterno instituído no 1º artigo dos direitos humanos.

Agora que estamos esclarecidos vamos ao paradoxo.

A Humanidade vive a melhor e mais fantástica revolução conhecida da sua história. Vou só lembrar o porquê desta afirmação com alguns poucos exemplos: aplicações para telemóvel que facilitaram e melhoraram drasticamente a vida da população mundial, acabando com as filas intermináveis em repartições, ao mesmo tempo que se entra “a passo de corrida” na robotização da indústria, agricultura e serviços; numa altura em que impressoras 3D constroem uma casa em 24 horas e que drones transportam cargas e realizam tarefas agrícolas, facilitando o desempenho dos robôs; acabando pelas recentes descobertas por cientistas britânicos da conversão de luz em matéria… Mas apesar de todos estes sinais da chegada ao novo mundo, a OMS, autoridade certificada na matéria de saúde e bem-estar, revela números negros e assustadores  sobre a vida no planeta… 33% da população moderna sofre de ansiedade…

Como se explica tamanha contradição?

Quanto mais e melhor se tem, mais inseguro se está?

Ansiedade é medo sem objeto

Qual é a solução apresentada pelas autoridades responsáveis pela saúde e bem-estar para os 33% que sofrem de ansiedade, interferindo de imediato no bom funcionamento cardiovascular, digestivo e glandular, assim como em todas as áreas da vida, desde a social à profissional?

Infelizmente, a única solução que tem sido apresentada pelo órgão instituidamente aceite e gerido pela indústria da doença, é dopar com drogas viciantes, que pomposamente, essa mesma indústria dá o nome de ansiolíticos, entrando-se num caminho turbulento e nebuloso em que a saída na maioria das vezes é a toxicodependência…, a prisão cruel das sombras…
Será que a solução é drogar esta multidão de homens e mulheres, para não sentir a vida e viajar na sombra? Estamos a referirmo-nos a seres dotados de inteligência e fala-se de números assustadores… que rondam 1/3 da população… É bom refletir.
Nascemos seres livres com direito à vida. Uma pessoa drogada não é livre nem usufrui da vida…
Não sou contra a droga nem contra nada… e até penso que as benzodiazepinas foram uma descoberta maravilhosa para benefício da humanidade, quando usadas na proteção do indivíduo.
E como foi inicialmente afirmado, não é nem nunca foi minha intenção denunciar problemas ou entrar em controvérsias. O único propósito é mostrar outras opções, indo à real causa do problema.

É verdade que existem técnicas não convencionadas com que a ansiedade pode ser controlada. É um vasto universo de práticas terapêuticas, que podem ir do EFT até as técnicas meditativas ou mesmo às modernas frequências psicotrónicas e eletromagnéticas, além de outras… Mas apesar de todas elas realizarem uma diminuição da ansiedade e serem de grande importância, assim como os vulgares calmantes em SOS, não dão ao indivíduo a profunda realização e a plenitude existencial do momento.

Ansiedade é a semente para uma nova espécie humana, que revolucionará a face da terra. Toda esta revolução tecnológica, dá lugar a uma nova humanidade. E o estado ansioso deve-se ao facto de o indivíduo não conseguir lidar com a vida no ambiente (mundo) em que está inserido.
Por outras palavras, os princípios e valores espirituais aceites como válidos e outrora eficazes…, já não funcionam no momento presente…, reprimindo assim o indivíduo numa insatisfação geradora de mal-estar, a que damos o nome de ansiedade.

Como pode ser entendido de nada servirá uma droga ou uma técnica que acalme o mal-estar, a verdadeira solução está no melhoramento dos princípios e valores já existentes, o mundo já mudou, é preciso converter os princípios e valores que já não funcionam em princípios e valores válidos para o novo mundo, dando lugar à nova espécie que está surgindo no planeta.

E apesar de muitos pensarem que um novo mundo é uma ilusão utópica…, já ninguém pode parar esse poder em marcha.
Reciclar os velhos princípios não se trata de uma opção… é caso de vida ou morte… Assim como alguns répteis desenvolveram penas e asas e se transformaram em aves, desafiando a força da gravidade que os dominava, também a ansiedade vai elevar o ser humano à sua dimensão mais perfeita.
Vem conhecer a vida,
António

Como surfar a onda da transformação e realização

Como surfar a onda da transformação e realização

Transformação e realização - o que é preciso para se ter sucesso?

Introdução

Este curso pode mudar radicalmente a vida de qualquer um, mas o aluno precisa de boa-vontade, mente aberta e coragem para se desprender totalmente de tudo o que sabe e estar aberto a conceitos totalmente novos. Sem isso é impossível transformação e realização.

Compreender é sentir. Para entrar profundamente na transformação desapega-te já de tudo o que sabes. Não adianta saber que todas as possibilidades estão no mesmo lugar enquanto estamos agarrados a princípios que nos criaram algo que não queremos. Não interessa em que área ae nossa vida aparece o problema, logo que algo não esteja bem não existe harmonia em nenhuma das outras seis áreas da vida.

Desde já é preciso ficar bem claro, se não estás preparado para abrir mão do que criou o problema, este projeto de transformação e realização não é para ti. Não é para ti, porque ainda não queres usufruir da vida e realizar os teus objetivos neste mundo.

Embora o hábito não seja o monge o hábito faz o monge.

Como tudo começa

Desde muito novos somos educados a compreender intelectualmente, anulando assim o sentimento que cada coisa ou situação desperta no ser que habita num corpo ainda frágil em desenvolvimento. “De pequenino se torce o pepino”, diz o ditado popular…, para que a formatação seja facilitada mandamos os nossos filhos cada vez mais cedo para centros de formatação, para que na idade adulta sejam uma peça que se encaixe no puzzle.

Há alguns anos fui ao mercado a Beja e vi uma abóbora quadrada. Perguntei qual era o nome daquela espécie de abobora e o agricultor disse que quando a abóbora era ainda muito pequena foi introduzida dentro de um velho jerrican. A abóbora foi crescendo e ficando com o formato do molde que a comprimia. É dessa mesma forma que fomos moldados e que exigimos que os nossos filhos sejam moldados, para que sejam peças que se encaixem num determinado espaço.

Com esta pequena ilustração da abóbora do agricultor alentejano, vimos como foi fácil perdermos identidade. Mas o problema é que não somos vegetais abóboras, pepinos, melancias ou melões. Somos seres eternos, dotados de poder divino, que decidimos ocupar um organismo biológico e nos dão o nome de humanos.

Quais as implicações desta normalização?

Nada mais pode ser tão destrutivo para o ser humano do que o conceito de normalização aplicado ao ser humano. Para que uma normalização seja perfeita é preciso matar a razão porque decidiu vir a este mundo.

Quando a normalização acontece deparamos com um ser vazio de vida, um corpo sem espírito. Um ser alienado capaz fazer o que lhe indicam fazer.

É impossível qualquer verdadeira transformação ou cumprir a razão da nossa existência (realização), enquanto não retomarmos o contacto com o ser que ainda alimenta este corpo biológico que deveria ser o nosso veículo de realização e não uma peça no mecanismo de uma sociedade caduca e doente.

Precisamos saber que desde muito cedo entramos num processo de esclerose do ser, que nos foi invalidando, num processo contínuo de falso crescimento. Exteriormente até parece certo, porque crescer implica desenvolver-se e amadurecer; mas a questão é que não se trata nem de crescer nem de madurecer, bem pelo contrário. E quanto mais cedo entramos no velho processo educacional mais cedo ficamos alienados da vida, infelizes, frustrados e doentes.

E o que acontece quando uma criança não deixa que lhe roubem o ser?

Felizmente na minha geração ainda não existia a ritalina com que hoje drogam os nossos filhos quando reagem a quem lhes rouba a vida. No meu tempo eramos considerados marginais, rebeldes ou inaptos. Mas com o tempo lá nos fomos adaptando em alguns setores que não seja obrigatório cumprir ordens sem questionar. Em qualquer caso o resultado acaba sempre no vazio existencial.

Para se conseguir lidar com essa infeliz frustração, cedo começamos a usar drogas ilusórias, para conseguir iludir o vazio existencial, manifestado com a famosa e dolorosa ansiedade, depressão até pânico.

Como é possível criar tanto vazio e dor?

Não vivemos numa época em que a tecnologia nos mostra maravilhas, diariamente? A ciência moderna não nos prova cientificamente que vivemos num universo de possibilidades infinitas? Não existem recursos multimídia disponíveis com o poder de ajudar a nossa geração a evitar o sofrimento e alcançar a paz?

Tudo isto e muito mais é verdade. Então porque vivemos mergulhados no medo, inseguros e infelizes? Oi! Não adianta duvidar ou negar!… “O santo google” mostra quem povoa os consultórios e hospitais psiquiátricos.

Como reverter este estado de psicose hipnótica? Não seria coerente pretender dar uma solução aqui e estar em coerência com que foi escrito. Estaria a cometer um crime grave. Levar o leitor a usar as ferramentas com criou o vazio para preencher esse mesmo vazio existencial.  É preciso mergulhar-se no ambiente da recuperação para se aceder a realização. Foi por essa mesma razão que se criaram estes cursos em ambiente privilegiado, com acesso a todos que estejam prontos para encontrarem a vida perdida.

Se consegues sentir o que foi escrito; sabes que o vazio não se preenche com nada que esteja fora de ti, mas sim com o que foi retirado de ti. A razão pela qual nasceste.  É urgente sair da multidão de seres robotizados que se deslocam como zumbis, de um lado para o outro. Mortos num corpo que vive.

Continua…

http://cursoseworkshops.solucaoperfeita.com/curso-de-transformacao-e-realizacao-pessoal/

Holler Box

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