A realidade é autoconsciente

A realidade é autoconsciente

realidade autoconscienteAnsiedade / Segurança uma questão de escolha?

Diariamente, recebo cartas de homens e mulheres confusos em relação à ética, religião e aos princípios e valores espirituais. Apesar dos estonteantes avanços tecnológicos, ainda existe quem não consiga separar a palavra “espiritual” de uma igreja ou religião. Apesar de se viverem tempos de grande expansão tecnológica, onde a inteligência artificial ocupa, de forma vantajosa, espaços até aqui ocupados por técnicos superiormente especializados, ainda continuamos agarrados a preconceitos materialistas do milénio passado, que de nada servem hoje. No seu livro “O universo autoconsciente”, Amit Goswami, traz à luz o funcionamento mecânico do universo e a influência do observador, na realidade que ele mesmo experiencia.

«Quer se entenda, quer não, as coisas são o que são» diz a sabedoria oriental. E hoje começa-se a saber que cada um faz sempre o melhor que sabe e pode, dentro do universo que consegue enxergar. Não importa se é uma visão mais limitada ou mais ampla…, cada um faz sempre o melhor que pode dentro da sua realidade. Essa consciência, faz com que o homem moderno abra a mente para uma nova visão da realidade, libertando-se do nefasto vitimismo. Já começa a enxergar que o seu próprio sofrimento não pode ser justificado pelos outros ou pelas circunstancias. Já se houve cada vez menos queixas pela “pouca sorte” ou justificarem o seu sofrimento com o egoísmo e falta de gratidão dos outros. Cada vez mais, encontro homens e mulheres que se responsabilizam incondicionalmente pela realidade que experimentam, adivinhando-se um mundo bem melhor para todos.

 “Tudo o que é posto à luz, se torna luz”. Afirma Paulo, numa das suas cartas. Neste despertar da consciência, homem moderno depara-se com paradoxos que precisa urgentemente entender. Não só nas áreas sociais e saúde, mas também na educação e finanças. Apesar de não existir neste artigo a intenção de aprofundar esses paradoxos, ninguém ao despertar fica alheio a facto de se investir diariamente milhões de euros, dólares e libras na investigação da cura de doenças como o cancro, diabetes ou depressão e ansiedade e nenhuma destas doenças deixa de crescer. Socialmente há milhões de pessoas no mundo, famintas, ao mesmo tempo que se queimam cereais ou paga-se a agricultores para não cultivarem as suas terras, ou que  se deixam apodrecer milhares de toneladas de alimentos, nos cais de embarque por politiquices. Ou a nível educacional incentivam-se nossos jovens a formações técnicas, para serem substituídos pela inteligência artificial, que a ritmo acelerado, assume o comando em todos os setores da indústria, comércio e serviços. Estes paradoxos acabam por mergulhar o mundo moderno na insatisfação, criando angústia, ansiedade e depressão, mas consoante se desperta para essa realidade, surge dessa insatisfação uma nova multidão de homens e mulheres de todas idades conhecidos pelos Ativistas da Nova Era, que com a sua forma de ser e estar, revolucionam o mundo à sua volta.

Assim, apesar de as estatísticas indicarem que os ansiosos não param de aumentar no mundo moderno, todos os dias surgem de todo o lado, pessoas a procurar ajuda para se libertarem da hipoteca dos preconceitos que lhe roubaram o contacto com a realidade (vida).

O homem de hoje precisa de reaprender a viver. E apesar de existem ferramentas fantásticas ao alcance de todos, é indispensável que se liberte dos conceitos pré-concebidos, com que hipotecou a sua vida.  Ansiedade resulta de um medo sem fundamento. Esse medo sem motivo, cria-se na mente do indivíduo que analisa o mundo e os acontecimentos à sua volta através de uma filosofia convencional materialista/dualista. Assim, o ansioso, devido ao seu modelo de comparação (preconceito), enxerga obstáculos onde a moderna filosofia espiritual vê oportunidades. Não tenho nada contra os conceitos ou quem justifica a ansiedade pelo consumo de alimentos refinados ou outra forma qualquer de se desresponsabilizar, mas é preciso tomar-se consciência que uma coisa é a realidade, outra coisa diferente é o conceito com que observa a realidade.

Em todos os meus artigos alerto para o facto de não ter a pretensão de ensinar nada a ninguém, apenas partilho a minha experiência, de cinquenta anos a trabalhar na arte da recuperação pessoal e dos últimos vinte anos da Casa Escola, onde tenho oportunidade de coordenar uma equipa fantástica.

Agora que está esclarecido vejamos então: hoje todos nós estamos familiarizados com a inteligência artificial criada pela ação da mecânica da moderna física quântica e está presente em 90% dos utensílios do nosso quotidiano.  A ciência que explica o que até a pouco os cientistas convencionais chamavam de metafísica. Se adaptarmos o modelo da física moderna, à nossa realidade, como nos finais dos anos sessenta “aceitámos” a matemática moderna, teremos à nossa disposição a mecânica quântica, para recrear e gerir de forma consciente a realidade pessoal e melhorar o mundo.

Optar pelo paradigma quântico (espiritual), não é uma opção, é escolha entre vida em abundância, ou angústia e sofrimento.

O ansioso está preso na filosofia materialista/dualista, analisa a sua realidade pelo preconceito; também conhecido pela aparência ilusória dos sentidos. Está cego em relação a qualquer outra possibilidade que vá para além do que consegue enxergar. Qualquer acontecimento que não esteja em harmonia com o certo, é visto como uma contrariedade geradora de ansiedade, stress etc. Porque o seu raio de visão é muito fechado, não consegue enxergar para lá do que seus sentidos podem abranger. Mas a verdade é que todos podem mudar.

Quando a mesma pessoa deixa de resistir e abre a sua mente ao novo e experimenta a moderna mecânica quântica; fica a saber que toda a realidade é feita de átomos e todos os átomos são energia (onda) e partícula (matéria) em simultâneo. Algo que nenhum sentido pode identificar. Mas como isso não bastasse, também a física quântica prova inequivocamente que o observador influencia o objeto observado. Assim sendo…, é o observador que decide o resultado prático de tudo que observa.

Por outras palavras e sem mais milongas…, quando nos convertemos à ciência moderna, mãe da inteligência artificial, sabemos que perante um determinado acontecimento, infinitas possibilidades estão presentes e é o observador (neste caso a pessoa que observa o acontecimento), que determina (escolhe) o resultado do acontecimento. Não existindo lugar para a ansiedade, stress ou depressão…, claro que, para quem está cego pelo preconceito, isto é um absurdo.

Sei que muitos não concordam com o que acabei de escrever, nem poderia ser de outra forma, a verdade depende sempre da perspetiva de cada um, a esses peço o especial favor de declarem o que pensam em comentários, para que mais pontos de luz possam iluminar mais. “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito” Albert Einstein. Também sei que ainda se assiste ao desfraldar das bandeiras dos vários movimentos terapêuticos new-ages, tão importantes para quem ainda não lhe chegou a hora do despertar e assumir o comando da sua própria realidade. Na verdade, a realidade é autoconsciente e neste mundo só existe o que se justifica a sua existência.

A escrita já vai longa, outros afazeres me chamam, obrigado pela possibilidade de partilhar um pouco da minha forma de ser e enxergar a vida e o mundo.

António Teixeira Fernandes

Uma crise é uma bênção

Uma crise é uma bênção

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Não tenho a pretensão de ensinar seja o que for com este artigo ou com qualquer outra coisa que divulgue; apenas transmito a minha experiência e o que a minha consciente limitação consegue enxergar, neste período de mudança.

Vive-se a época mais deslumbrante da história da humanidade, e apesar disso, nunca houve tanta insatisfação no mundo. Na verdade, as mudanças acontecem a uma velocidade estonteante, criando uma grande confusão em todos que resistem a nova realidade.

Apesar de fazer parte daquele grupo de pessoas, que em certa altura da sua vida, compreenderam que nada era o que parecia, e que a aparência ilusória da matéria os tinha levado a um beco sem saída (crise); por necessidade vital, fui forçado a abrir a mente e ampliar a consciência, acabando por enxergar uma oportunidade onde antes só existia o caos.

Todos sabemos que nesta época muitas pessoas em todas as partes do mundo passam dificuldades de toda espécie; não só de falta de recursos materiais, mas também perdidos no mundo da depressão, ansiedade, vagueando sem rumo, sem a esperança de que uma luz surja no fundo do túnel, incapazes de por si resolverem os simples problemas do quotidiano.

Oiço muitas vezes comentários do género…, “os ricos estão cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres”. Não é para comentar isso que escrevo estas linhas, embora concorde que o fosso entre a riqueza e a pobreza se alarga a cada segundo que passa; e que não há sistema económico ou político que possa travar isso. Esta realidade mostra-nos claramente a ignorância ilusória, em que o mundo ainda se encontra mergulhado, que apesar de pertencermos todos à mesma espécie divina, e por essa razão nascermos naturalmente na abundância, ainda há quem viva mergulhado na falta, ansiosos, deprimidos em sofrimento, por não sabermos viver no fluxo harmonioso com a prosperidade natural, que em seu movimento cósmico, nos empurra sem cessar para a frente e para cima. Enfim…, o fosso que separa a pobreza, ansiedade, depressão, sofrimento; do bem-estar da abundância e realização é a ignorância.

O fosso chama-se ignorância. Uma crise é uma bênção – será que o ser humano é ignorante? Claro que não…, nunca existiram tantos doutores, engenheiros e outros superiormente especializados, na história do mundo e da humanidade. O problema é que todo esse conhecimento e especialização, por ter origem num paradigma materialista dualista, outrora próspero, hoje encontra-se caduco e limitante para o homem da nova era, criando por si, frustração, ansiedade e sofrimento atroz, muitas vezes só apaziguado com drogas perigosas.

Uma crise é energia em potência, resultante da resistência ao crescimento contínuo. Não importa de que crise se fale, se é social económica ou pessoal, todas elas resultam da resistência ao crescimento natural, que nos leva à realização em abundância.

Porque é que as crises se tornaram cíclicas tanto na economia dos países como nas vidas pessoais? Não pretendo “dar uma de sabichão”, porque temos os nossos especialistas nessas matérias, que até hoje não encontraram uma solução perfeita e criativa. Apenas posso falar das minha experiência, com as crises que fui criando ao longo da minha existência. “A árvore conhece-se pelo fruto” e fraca seria a minha participação neste mundo, se as crises não tivessem sido ao longo da minha existência as minhas grandes chances (bênçãos).

É preciso uma crise para que exista uma bênção? Houve tempos que achei que sim. Até cheguei a viver na expectativa de uma crise, para saborear a bênção. Mas hoje sei quanto estúpido é resistir ao fluxo natural que me conduz inevitavelmente à realização, também conhecido pelo sucesso. Aí não há lugar as crises – tudo obedece ao fluxo.

O que nos leva a resistir ao fluxo natural da abundância (sucesso)? Basicamente a ignorância, baseada numa filosofia materialista separatista, que já não tem capacidade para satisfazer a humanidade atual. Essa é a principal razão do crescimento galopante dos ansiosos no mundo atual.

Quando ganhei a consciência da ilusão da matéria, que os meus fracos sentidos me mostram, uma nova visão sem órgão despertou em mim e ajudou-me a enxergar uma realidade muito mais ampla e abrangente. Uma realidade sem bom nem mau, onde tudo obedece a uma ordem perfeita. Aí inicia-se uma migração consciente da já caduca filosofia materialista limitante, para uma filosofia bem mais ampla e abrangente, não limitada na ilusão dos sentidos, mostrada por mestres e sábios ao longo da existência da humanidade e hoje tão bem explicada pela moderna mecânica quântica através do famoso efeito observador.

Onde se pode estudar esta nova filosofia que mostra uma bênção onde só enxergamos crise e caos? Hoje este conhecimento está ao alcance de todos na internet. Basta entrar na biblioteca de o Ativista da Nova Era http://ativistadanovaera.ning.com/page/biblioteca para encontrar centenas de obras, que teoricamente mostram uma realidade auto consciente. Mas além dessa literatura existem espaços por todo o mundo, à semelhança da Casas Escolas António Shiva, um aspaço acessível a todos, que procuram um sentido para a vida.  Que além de programas pré-estabelecidos de expansão da consciência destinados a pequenos grupos, existem também programas de reciclagem pessoal, criados à medida do cliente, além de um leque variado de cursos práticos.

O mundo já mudou e uma crise é reflexo da resistência a essa mudança.

Convido-te a colocares dúvidas ou questões que desejas ver esclarecidas, aguardo na expectativa.

António Teixeira Fernandes

Educação da nova era

Educação da nova era

educação

Abre um pouco o teu coração que eu te ensinarei a dançar com a vida nesta nova era.

Introdução

Numa altura que o mundo está mergulhado em grande agitação e os escapes para a ansiedade, angústia ou depressão estão limitados ao uso de drogas ou outros alteradores de humor, é urgente mergulhar no cerne do problema e buscar uma solução perfeita e criativa para o homem da nova era.

A solução passa por uma nova educação.

“Só conseguimos ver o que conseguimos enxergar.”

 Só uma nova educação focada no desenvolvimento pessoal, expandirá a consciência criando uma nova humanidade. Vejamos; se despertarmos da hipnose e dermos um pouco de atenção aos sinais, damos conta da existência do paradoxo: numa altura que a tecnologia de ponta avança a passos largos para a robotização da indústria, agricultura e serviços, reduzindo drasticamente a necessidade da intervenção humana no garante de bens e serviços para satisfazer o bem-estar e desenvolvimento do homem em particular e da humanidade num todo; a humanidade chega a este caos existencial, afundando-se na angústia, ansiedade, depressão e doença.

Porque se chegou a este caos existencial? Aqui não há culpa nem culpados. Todos fazem o melhor que sabem e podem, dentro do que conseguem enxergar. Ao longo da história da humanidade, sempre as grandes crises precederam as grandes mudanças. Faz parte da índole humana e as coisas foram acontecendo mais ou menos assim… Os mecanismos tradicionais baseados nas leis da física clássica foram sendo substituídos pela eletrónica da moderna física quântica, as novas tecnologias de ponta vindas dos princípios quânticos foram-se instalando, preenchendo a totalidade das necessidades duma sociedade governada por uma consciência coletiva materialista. É essa filosofia materialista dominante que cria a incompatibilidade no homem moderno, que apesar de possuir tudo que necessita para viver de forma paradisíaca, nunca foi tão deprimido, angustiado, doente e ansioso.

Porquê? A humanidade e o homem moderno em particular sentem-se esmagados e perdidos entre a culpa e o medo, devido ao paradigma educacional materialista que governa e limita a sua própria consciência, pensamentos, emoções e realidade; é como viver no paraíso com uma venda nos olhos, usando equipamentos dotados de inteligência própria.

A solução é uma nova educação que não ponha vendas que impeçam de enxergar realidade e que permita o desenvolvimento criativo do novo homem. É urgente criar escolas renovadoras, capazes de dar conhecer a mecânica do novo paradigma, criando dessa forma uma nova consciência ampla e abrangente, capaz de transformar o mundo atual num mundo de quietude, alegria e abundância.

Das muitas escolas que surgem no preenchimento desta lacuna, a Fundação António Shiva, com 20 anos de experiência, tem programas educacionais para adultos, com a função de retirar vendas e limitações; ao mesmo tempo que abre as portas para a formação prática de educadores infantis.

 Vale mais educar que remediar.

Em que difere a educação da nova era da velha educação ainda instituída?

A velha máquina educacional instituída está presa à filosofia materialista e durante as últimas décadas sufocou os sonhos das crianças de todo o mundo. Desde os anos sessenta que a educação liberal, sonhada para estimular a criatividade e realização pessoal, desviou-se aos poucos do propósito primordial, incitando seus alunos à competitividade, preparando indivíduos para ocuparem cargos em detrimento do desenvolvimento de talentos e realização dos sonhos pessoais. A educação tornou-se uma indústria de moldagem e normalização homologada, contribuindo para um mundo de homens e mulheres imaturos e despreparados para lidar com a própria vida, com sentimentos e emoções. Máquinas com mecânica rudimentar, incapazes de igualar a nova inteligência artificial aplicada no vulgar telemóvel ou celular, como dito em português do Brasil.

A educação da nova era foca todo o seu potencial no desenvolvimento pessoal do indivíduo, criando cidadãos inteligentes, responsáveis e realizados, tornando-se assim pais sábios e conscientes da sua ação no progresso da humanidade e do mundo.

É preciso acordar, as nossas crianças não podem continuar a ser sufocadas com uma educação separatista materialista, que lhes rouba a vida.

Não basta saber como é e ter consciência do problema, é preciso por ação. O que é que a fundação A. Shiva fez neste sentido?

A fundação A. Shiva vem desenvolvendo desde o ano 2000 programas de recuperação e expansão da consciência para adultos, baseados nas leis da física moderna. Estes programas individuais são caros, só acessíveis a alguns. Com o intuito de criar programas de expansão da consciência acessíveis a todos, desde 2015 a fundação A. Shiva, juntamente com o Ativista da Nova Era, tem tomado algumas iniciativas com o propósito de recolher feedbacks, que possam ajudar a criar soluções perfeitas e criativas para a humanidade infeliz e descontente; além dos programas bem estruturados de gestão do cotidiano que têm melhorado a vida de milhares de pessoas em todo o mundo, tem promovido palestras semanais e workshops 100% gratuitos de grande eficácia, de onde recebe diariamente feedbacks. Graças a esses feedbacks tem novos programas melhorados para iniciar em janeiro de 2018, além da já programada semana de expansão da consciência em Fátima, que apesar de um número muito reduzido de participantes, o acesso está ao alcance de qualquer um. http://cursoseworkshops.solucaoperfeita.com/semana-de-expansao-da-consciencia/

Se esse evento limitado a um pequeno grupo resultar na solução perfeita para a vida de seus participantes como esperado, novas semanas de expansão da consciência surgirão mensalmente onde existir um grupo pronto para uma nova vida.

É urgente a formação de professores. O que é que a fundação António Shiva contribuiu para a criação de novos educadores? Na nova era, o ensino é feito por mestres. Os alunos dão a oportunidade de o mestre ser a consciência que se expande. Por outras palavras, o mestre partilha com alegria a sua própria conduta, em vez de papaguear uma teoria.

A fundação A. Shiva, em parceria com o Ativista da Nova Era, oferece a oportunidade a jovens educadores de praticarem no seu quotidiano o que pretendem ensinar nas escolas da nova era. São programas com 12 meses de prática da mecânica quântica em todas as ações do quotidiano. É oferecida estadia e alimentação na sede da fundação em Portugal. É preciso salientar que a fundação António Shiva é totalmente autónoma, não recebe contribuições de fora, custeando as suas despesas com o rendimento dos serviços que presta e do empenho, boa vontade e dedicação de todos os ativistas da nova era, que sonham com o paraíso na terra.

CONTINUAÇÃO com os objetivo para 2018…, educar em vez de aliviar adultos que não vejam mais sentido para as suas vidas.

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