Libertar a ansiedade agora é muito simples

Libertar a ansiedade agora é muito simples

libertar a ansiedade

 

É verdade que agora é muito simples libertarmos a ansiedade e surfar cada onda da vida com entusiasmo e alegria. Mas por ser simples não quer dizer que seja fácil para uma mente calcinada pela ilusão da matéria. E é essa falha que contribui para vivermos num mundo cada vez mais povoado por ansiosos. Como alertar essas mentes petrificadas pela ilusão da matéria? Como mostrar a quem não quer ver? Este é o pesadelo com que me confronto diariamente, há mais de 20 anos. É desesperante presenciar o sofrimento de um ansioso, quando é tão simples e fácil deixar esse sofrimento, quando se abre a mente e com boa-vontade se seguem sugestões.

Vejamos; se nos encontrarmos numa praia a apreciar a beleza dos surfistas, vemos como homens e mulheres, de distintas idades e estratos sociais, com entusiamo, se divertem apaixonadamente surfando as ondas, do jeito que elas se apresentam. No quotidiano da vida é a mesma coisa. Há quem esteja empedernido pela ilusão dualista materialista, e em vez de surfar cada onda (situação ou acontecimento) entusiasmado, pleno de certeza e autoconfiança, independentemente da forma como cada situação se apresenta, paralisa por um medo de algo que nem tão pouco existe.  Se formos ao santo Google, e pesquisarmos a palavra ansiedade, todas as explicações nos levam para a mesma conclusão: medo sem objeto (causa). Graças a esse flagelo ilusório, muitos caíram no logro de tentar libertar a ansiedade com o consumo de drogas, álcool, compras, sexo, internet etc…. e rapidamente perceberam que procuraram a salvação do seu sofrimento no lugar errado. A ansiedade, assim como o stress, “o algoz”, são resultados da ignorância, que nos leva à pratica reativa em vez de proativa em relação ao fluxo dos acontecimentos diários. Basta observar como faz o surfista.

Libertar a ansiedade é muito simples. A questão está no “pôr em prática”. Como fazer? Existem imensas soluções e a casa escola António Shiva tem ajudado GRATUITAMENTE ansiosos de todo o mundo e stressados do mundo inteiro. Com o programa: Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva https://antoniofernandes.solucaoperfeita.com/saude-integral-solucao/  e com o treino de gestão de stress online http://stress.solucaoperfeita.com/treino-em-gestao-de-stress/, além de cursos e workshops, para desintoxicar química e emocionalmente pessoas que procuram a solução fora deles com drogas ou outros alteradores de humor, quando na verdade, para libertar a ansiedade, nada mais é preciso do que certeza e autoconfiança. CERTEZA que a vida SEMPRE nos dá o que mais precisamos para o nosso bem-estar, sucesso e riqueza. E AUTOCONFIANÇA para ACEITAR cada situação como um propósito da vida e do universo, para nosso bem-estar, sucesso e riqueza. É simples, mas muitos não conseguem conceber acabar com o sofrimento de uma forma tão acessível.

Para esses a Casa Escola António Shiva tem uma enorme lista de soluções feitas à imagem e semelhança do ansioso que ainda sofre.

No próximo artigo vamos expandir ainda mais a consciência com “O que a física quântica nos pode transmitir sobre o processo de criação da realidade”.

Espero que este artigo seja uma luz no fundo do túnel para o ansioso que ainda sofre.

Não se acanhe em expor as suas dúvidas.

António Teixeira Fernandes  

Ansiedade & stress: como sair?

Ansiedade & stress: como sair?

stress

O universo está em permanente expansão (mudança)

Este é mais um artigo da série “A expansão da consciência e o fim do sofrimento”. Tanto a ansiedade como o stress resultam da ignorância das leis que fazem funcionar o mecanismo de expansão universal. Por mais que nos queiramos enganar com a estabilidade, nada pode impedir o crescimento constante do universo. Conhecer o mecanismo e as leis que fazem funcionar o
universo é fundamental para nos libertarmos do sofrimento causado pelo stress e ansiedade e caminharmos proactivamente realizados e felizes neste mundo maravilhoso.

Ficou esclarecido nas palestras (presenciais e on-line) que provieram os artigos anteriores, que a tomada de consciência de que fazemos parte integrante do universo e de tudo que nele existe, é o primeiro passo para que possamos alinhar a nossa vida com o crescimento (prosperidade e abundância) universal de uma forma proativa. Com a consciência de que fazemos parte do todo, pomos as leis da física materialista e espiritualista em ação; anulando todo e qualquer tipo de sofrimento físico, emocional e mental. Por outras palavras, quando pomos as leis da física clássica e moderna a funcionar nas nossas vidas, tudo pode dar certo na nossa realidade.

Vivemos num universo onde só existe vida em abundância; a própria OMS afirma que 85% das doenças são psicossomáticas. Mas na verdade existe um crescente constante de ansiedade, depressão, doenças de todas as espécies. Porque será que apesar de se ter acesso às tecnologias mais avançadas, as doenças não param de aumentar a uma velocidade estonteante?

Penso que é neste ponto que devemos refletir. O porquê de tanto sofrimento, numa época tecnicamente tão bem equipada? Se sabemos (OMS) que o sofrimento é psicossomático (criado pelo próprio individuo) porque não se muda esta realidade?
Ghandhi dizia: “…O mundo é um grande espelho…. cada um enxerga o que a sua consciência admite…”

Na verdade, a realidade que cada um de nós experiencia, reflete a forma como nos sentimos, vemos os outros e vemos o mundo.
Só expandindo a consciência poderemos vermo-nos como seres divinos, únicos e perfeitos na nossa imperfeição, a fazer parte de um todo. Onde tudo é transitório e nada é estável. Com esta consciência, estamos livres de preconceitos, ansiedade,
depressão, stress, enfim, sofrimento.

Então como sair da ansiedade e não acumular stress?

Todos sabemos que a maioria das doenças graves são reflexo direto do stress. O stress resulta de uma ação reativa a qualquer coisa, pessoa ou acontecimento. E a ansiedade resulta de uma falta de confiança na própria pessoa, de falta de
confiança no fluxo e processo da vida. O que é que estas duas doenças têm em comum? A ação reativa em relação ao acontecimento. Apesar da ansiedade ainda ir mais longe, é fruto da ação reativa a um medo sem coisa ou acontecimento. Se olharmos à nossa volta, sabemos que em nada adianta ao ansioso encharcar-se em drogas duras, que não lhe deixam sentir a vida em abundância. A única coisa que vai conseguir é uma queda num vazio existencial, local preferido do sofrimento
atroz.

Para que a ansiedade e o stress não possam mais existir é preciso ter uma ação proativa, em vez de reativa. Mas para que essa ação seja espontânea (voluntária) e natural, é essencial libertar os velhos preconceitos inúteis com que estimulamos as
ações reativas (nefastas), que somente criam ansiedade e stress. E para que possamos substitui conceitos nocivos, não basta vivermos mergulhados no sofrimento, é preciso subir a uma dimensão (vibração) mais alta para podermos
enxergar com clareza como criamos o nosso próprio sofrimento.

Como conseguir expandir a consciência e transformar o que antes era ansiedade, stress e doença, em paz, alegria, realização e felicidade?

Os caminhos são imensos. E todos são bons, quando o resultado é o desejado. O mestre nazareno dizia “a casa do Pai tem muitas moradas” e “muitos são os caminhos que levam até Ele”. A casa escola António Shiva iniciou no ano 2000
programas de recuperação e transformação pessoal (muitas foram as vidas recuperadas). Hoje com a ajuda das modernas tecnologias, consegue chegar a muitos mais utentes em todo mundo. A expansão da consciência deixou de estar só
ao alcance de alguns privilegiados…, mas ao alcance de todos que queiram usufruir de uma vida em abundância e estejam dispostos a fazer o que for preciso para a alcançarem.
Hoje não nos vamos alongar mais… O próximo artigo, que será postado nas próximas 72 horas, terá como tema “Só existe abundância no universo”.
Se desejam ver as vossas dúvidas esclarecidas, não hesitem (deixem no comentário abaixo). Na próxima palestra presencial e on-line responderei a todas as dúvidas.

António Fernandes

Ansiedade e ansiolíticos: uma parceria pouco saudável

Ansiedade e ansiolíticos: uma parceria pouco saudável

ansiedade e ansiolíticos

Há coisas que se aprendem navegando,

e coisas que se aprendem naufragando.

 

Hoje é conhecido que a ansiedade sobe de forma galopante na sociedade moderna. Os motivos, apesar de já bem identificados, continuam a provocar grandes estragos na sociedade, arruinando muitas vidas ainda em flor.

Hoje para ilustrar este artigo, vou transcrever parte de um mail acabado de receber, para preservar o anonimato e preservar a confiança do utente que sofre. “Ajudem-me a ter a minha vida de volta”, é o assunto do email.

Como referi vou transcrever só parte do mail para preservar o anonimato. “Por favor ajudem-me. Iniciei o consumo de ansiolíticos no último ano da faculdade há mais de 10 anos. Daí para cá a qualidade de vida enfraqueceu de forma assustadora. Sinto-me dependente de uma droga que me anula a cada dia que passa. Já tentei 3 vezes o desmame, mas é horroroso; antes de chegar a meio do programa, entro no inferno. A ansiedade, as náuseas, os espasmo, e sensações que não consigo descrever, fazem da minha vida um suplicio. Ninguém merece vale mais a morte. Não sei se foi da ultima tentativa de desmame…, agora também me foi diagnosticada intolerância ao glúten e alergia a muitos alimentos e até vitaminas. Por favor deem-me uma luz que mostre um caminho para sair desta tortura”.

Todos os dias chovem na minha caixa de correio eletrónico vários emails de homens e mulheres, das mais variadas idades e estratos sociais com conteúdo idêntico. Infelizmente trata-se de “um problema de saúde pública” e o seu uso e abuso não deixa de aumentar a cada segundo que passa. Não se descortinando uma redução à vista; bem pelo contrário…, o seu consumo é incentivado diariamente pelos agentes da indústria da doença.

A situação é angustiante é urgente fazer alguma coisa. Vou tentar elucidar esta jovem senhora que em sofrimento aclama por ajuda.

O que mais me tortura nem é o uso e abuso destas drogas, receitadas pelos detentores do poder para tal. O que me tortura mesmo é a ignorância desses mesmos agentes sujeitarem os infelizes toxicodependentes a fazer o desmame da droga.

Será que não há consciência de como funciona uma dependência química? Mais uma vez vou esclarecer como funciona uma dependência química.

Numa dependência química existem dois componentes: a compulsão e a obsessão. A compulsão é física e manifesta-se SEMPRE que a droga é subtraída. A obsessão é mental.

A compulsão desaparece logo que a droga é retirada definitivamente do organismo. A obsessão mental desaparece quando se muda o paradigma com que o usuário gere a sua realidade.

Nenhuma droga dever ser abandonada (desintoxicada), sem a ajuda de um terapeuta ou médico experiente e responsável. Quem aconselha o desmame, não imagina tão pouco o que é uma dependência.

Porque é que o desmame é tão perigoso?

Vejamos; cada vez que se reduz a droga, há uma manifestação violenta (compulsão) do organismo. O organismo vai fazer tudo que esteja ao seu alcance para que lhe seja dada a droga da qual se encontra dependente. Começa normalmente com ansiedade, se não lhe derem mais droga vêm outros sintomas mais violentos: náuseas, rejeição alimentar até intolerâncias, espasmos etc…. Assim acontece sempre que se reduz a dose, levando em alguns casos à exaustão física por longos períodos. Quanto mais se tentar reduzir maior é compulsão física.

Quando é que este panorama não acontece? Este panorama não acontece a quem não é dependente. Por outras palavras pode usar-se uma droga dura como a benzodiazepina e nunca se ficar dependente. Da mesma forma que se pode viver alcoolizado durante anos e nunca ser alcoólico. Vejam este exemplo, por favor…, Portugal durante 13 anos manteve uma guerra nas ex-colónias africanas. Os militares Portugueses, para aguentarem o stress de “guerra de guerrilha”, na sua esmagadora maioria, saíam do continente Europeu alcoolizados, regressando ainda alcoolizados. Eram 24 meses mergulhados no álcool. Mas daqueles militares só cerca de 10% eram alcoólicos. Todos os outros 90% deixaram o abuso do álcool e passaram a ser bebedores sociais.

Apesar de nas outras drogas o processo ser semelhante, nenhum alcoólico consegue deixar o álcool reduzindo (desmamando). Da mesma forma que desmamar uma benzodiazepina é altamente perigoso, deixando normalmente cicatrizes para toda a vida.

Se vives ansioso, pede ajuda para mudar o paradigma obsoleto com geres a tua realidade, em vez de consumires uma droga que não te resolve o problema e te rouba avida.

Se és consumidor dessa droga e desejas a tua vida de volta, não te aflijas, há sempre uma solução perfeita, sem o desmame que tantas vidas tem roubado.

Se és médico ou terapeuta e estás a ler este artigo, a Fundação A. Shiva e agora também a Casa Escola António Shiva disponibiliza cursos gratuitos.

Incondicionalmente disponível,

António Teixeira Fernandes

Porque vivemos ansiosos, deprimidos e doentes?

doentes

“Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão”

Ditado popular

Diariamente chegam cartas de homens e mulheres de todos os estratos sociais reclamando a falta de qualidade de vida. O bem-estar pleno é ameaçado por doenças causadas por emoções e pela nossa incapacidade de curá-las, não porque os custos médicos são insuportáveis, mas porque as instituições e os profissionais da doença sofrem do mesmo problema. O sistema parece estar doente.

Há poucos dias ouvi um responsável religioso apelar à reflexão do que está a acontecer com a humanidade. Dizia ele: “Apesar dos gastos avultados com a educação e com a saúde, apetrechada com tecnologia de ponta; tudo o que homem moderno alcançou foi infelicidade para si e para os outros”. Mas esse líder religioso poderia acrescentar outro paradoxo; quanto mais se investe e investiga na cura da doença, mais a doença cresce. Ou ainda mais; quanto mais investimos na educação de nossos filhos, mais infelizes os encontramos. Será que estamos condenados à infelicidade e ao sofrimento? Claro que não… Então porque vivemos cada vez mais ansiosos, deprimidos e doentes? A causa parece estar na educação.

Vejamos, o mundo já mudou e a humanidade vive na era tecnológica e a velha máquina educacional materialista, que durante as ultimas décadas sufocou os sonhos das crianças de todo o mundo, precisa urgentemente de ser substituída por um sistema educacional baseado nos princípios da ciência moderna. Que faça homens inteligentes, responsáveis e realizados, dotados duma consciência abrangente; que faz pais sábios e cidadãos ativos no desenvolvimento do mundo e da humanidade.

Assim para que possamos acabar com a ansiedade e depressão no mundo basta simplesmente substituir a velha máquina educacional materialista, pela educação da nova era.

A nova educação faz o novo homem e o novo homem cria um mundo novo.

Como é que uma nova educação cria um novo mundo?

Onde é que o velho sistema educacional falhou? A educação instituída está estruturada na velha filosofia materialista, onde a criança é incentivada a enxergar os valores materiais como fundamentais; alimentando assim o orgulho e a egoesclerose através do estímulo do patriotismo, fazendo-o acreditar, que ele, assim como seu grupo, clube, país, religião, são superiores aos outros. Com essa formatação torna-se um adulto preconceituoso de mente estreita, desajustado em relação à vida e ao mundo. Entre os sintomas físicos deste desajuste temos a ansiedade em grande plano e a frustração e depressão dos que não conseguem atingir os padrões de “normalidade” exigido.

Apesar do papa João XXIII ter alertado para os resultados catastróficos que poderiam advir…, impondo reformas profundas na instituição que presidia, a sua mensagem não foi percebida e rapidamente a educação liberal sonhada para estimular a criatividade e realização pessoal, desviou-se do propósito primordial, incitando à competitividade preparando indivíduos para ocuparem cargos em detrimento do desenvolvimento de talentos e realização de sonhos. Foi deste jeito que foi construída uma sociedade descontente, triste e infeliz. Apesar das licenciaturas, doutorados ou cargos que ocupam são eles de povoam os consultórios psiquiátricos, precisando cada vez de mais drogas e alteradores de humor para conseguirem viverem com ele próprios.

A educação na nova era tem como base a ciência moderna que primazia a consciência abrangente em detrimento da aparência.  Cada indivíduo é motivado à autorrealização e desenvolvimento dos seus talentos. Na educação da nova era toda a criança começa por aprender a lei da interdependência da natureza que garante que nenhuma criatura se vai sobrepor a outras criaturas porque destruir as outras criaturas significaria destruir a si próprio.

Se não estiver atento você que leu o último parágrafo possivelmente está a pensar que a lei da interdependência é uma tolice. Talvez a grande maioria viva a pisar e a prejudicar outras pessoas e, por consequência, eles próprios. Aqui respondo com clareza porque vivemos ansiosos, deprimidos e doentes…

Sabemos que a educação materialista nos levou a pensar que poderíamos controlar os outros ou mesmo o nosso ambiente, moldando o mundo a nosso belo prazer. Mas se fizermos uma rápida viagem pelas manchetes mundiais e analisarmos os resultados o mais que foi conseguido foi infelicidade.

A escola da nova era tem as inscrições abertas – programas intensivos para adultos.

São precisos homens inteligentes, responsáveis e realizados, dotados duma consciência abrangente.

Aqui tem a solução: https://solucaoperfeita.com/fundacao/programa-recuperacao-expansao-da-consciencia/

António Fernandes

Ansiedade, ansiolíticos e o homem moderno

Ansiedade, ansiolíticos e o homem moderno

ansiedade

Escrevo este artigo de coração apertado e triste pelo sentimento de impotência por dezenas de apelos aflitos de socorro que diariamente me chegam a mim e à minha equipa. A ansiedade, ou medo sem objeto, está a roubar a vida de 1/3 da população mundial. A maioria queixa-se do sentimento de inutilidade, mentira, derrota e vazio existencial. Esse mal-estar é o reflexo de uma sociedade limitada pela filosofia material e religiosa que obriga através do medo económico à  competitividade, fazendo aos outros o que não desejamos que nos façam. Por outras palavras, ser-se simultaneamente agressor e vítima numa constante luta pela sobrevivência.

 O paradoxo…

Apesar da dor do vácuo existencial, preenchido com o sentimento de inutilidade, ilusão, derrota, comum a todos os intervenientes, continua-se dia após dia a lutar contra esse medo (ilusório) sem objeto. E pior, para se aliviar ou não sentir o vazio existencial, que pomposamente chamam ansiedade, procuram-se drogas duras sedantes, em vez de sair daquela luta pela sobrevivência, sem sentido, onde ninguém pode ganhar.

O que é ansiedade?

Ansiedade é medo sem objeto (razão).

Porque aumentam de forma vertiginosa os ansiosos no mundo?

A maior causa de aumento da ansiedade resulta da imaturidade gerada por uma educação limitada à filosofia materialista/dualista. O mundo já mudou, já se vive a era tecnológica e os conceitos da era industrial, ainda usados na educação e formação, já estão caducos para as necessidades e desafios de hoje. Por outras palavras, os princípios e valores que nós mesmos escolhemos como corretos e que outrora (num passado recente) funcionavam bem… hoje não funcionam mais. É urgente mudar…

Mudar o quê?

É urgente o homem e a mulher modernos mudarem o paradigma! Passarem do paradigma materialista/dualista da era industrial, com que foram formatados, para o novo paradigma abrangente da consciência da era tecnológica ou IN- Formação.

O que fazer quando se entra num estado de ansiedade?

Antes de saber o que fazer, é importante falar do ansioso. A ansiedade não cai dos céus aos trambolhões em cima de alguém que está em dia de azar. A ansiedade, assim como tudo, obedece a um conjunto de reflexos pessoais gerados nas mais diversas situações do quotidiano de cada indíviduo. Se na verdade a pessoa já está em estado de ansiedade há que usar em SOS um dos vários métodos ao dispor. Se nenhum procedimento resultar, pode sempre optar por drogar o ansioso em SOS (apesar de não ser um ato muito digno para um ser humano). Mas após drogar o ansioso, o mais urgente é mudar a causa desse sofrimento. Procurar um bom programa de recuperação (vida), para sair da ignorância materialista da competição e entrar na consciência abrangente da criação. Felizmente hoje há muitos programas eficazes de transformação pessoal, acessíveis a qualquer bolsa. Só quem não quer mudar e ser feliz não encontra uma solução perfeita.

Como faz aquele que está preso na dependência de “ansiolíticos”, drogas sedantes?

Não podemos falar de dependência de benzodiazepinas sem falar de toxicodependência e esclarecer que apesar de se dizer que a toxidependência é a peste da era moderna, mais de 90% dos toxicodepentes resultam de drogas legais, receitadas por agentes da indústria química e adquiridas por receita médica em farmácias. Na verdade, a maioria dos pedidos de ajuda vêm de pessoas desesperadas (toxicodependentes de drogas legais de ambos os sexos).

Como faz o que deseja viver livre (sem droga)?

Apesar de existirem muitas drogas lícitas e ilegais no mercado, estamos aqui a referirmo-nos às benzodiazepinas, com o vulgar nome de calmantes ou pomposamente ansiolíticos. Seja qual for o nome que se dê a esta droga receitada pelo agente da indústria química, é preciso saber que as benzodiazepinas não tem qualquer efeito terapêutico. O seu único e exclusivo efeito é sedar (dopar, drogar), por outras palavras, tirar a capacidade de sentir e agir. Quem as usa aos poucos vai perdendo o contacto com a vida.

Estas drogas apesar de possuírem um grande poder dopante, também tornam rapidamente dependentes a maioria dos seus usuários.

O que fazer?

Quem quer a vida de volta, deve confrontar o agente (médico) que lhe receitou a droga, com a pretensão de querer a vida de novo.

Como profissional honesto e responsável vai louvar o seu desejo de viver e ajudar a desintoxicar a droga rapidamente. Nesta fase de desintoxicação, aproveita-se para mudar o paradigma, senão o que deveria ser regresso à vida, torna-se regresso ao inferno que o levou aos ansiolíticos.

O QUE O DEPENDENTE DE UMA DROGA NUNCA DEVE FAZER

Quando se é dependente nunca se deve tentar a desintoxicação através de um desmame. O desmame é para os bezerros e cabritos numa fase de transição de alimento líquido para alimento sólido. Apesar de não saber de onde surgiu esta ideia, ela demonstra total ignorância em relação ao funcionamento de uma dependência. O desmame só pode resultar em quem não é dependente.  Se se é dependente existe uma compulsão física e uma obsessão mental. Estes dois componentes é que definem se a pessoa é ou não dependente de uma droga ou outra coisa que lhe provoca alteração de humor.

Qual é a diferença entre vício e dependência?

Vício é um mau hábito. Os hábitos bons ou maus rapidamente se ganham e rapidamente se perdem. Dependência traz manifestações físicas, que no caso do álcool podem levar a morte.

Porque é que nunca se deve desmamar uma droga? 

Neste caso a droga chama-se benzodiazepina, mas poderia chamar-se heroína, álcool ou outra qualquer.  A benzodiazepina, com o vulgar nome de calmante, é sem dúvida a mais poderosa de todas as drogas feitas pelo homem, nada nem ninguém tem tanta gente dependente. Gosto especialmente dela pelo poder e habilidade com que dominou o mundo moderno. Criada há seis décadas, destinada a viver trancada no cofre forte das urgências dos hospitais psiquiátricos, hoje o seu crescimento, uso e abuso perdeu o controlo. Com mais de mil nomes comerciais também se pode encontrar dissimulada em quase todas as formas farmacêuticas. Desde o xarope para a tosse, vendido em qualquer supermercado até a analgésicos de venda livre. Fico especialmente triste quando me deparo com a ignorância de se tentar fazer braço de ferro com o poder responsável pela maior legião de zumbis alguma vez vista no planeta terra.

Com esta rápida visão do poder desta droga, vamos perceber porque o desmame é agressivo para o organismo e muitas vezes com lesões irreversíveis.

Um organismo dependente reconhece-se pela compulsão física. O que é compulsão física? Compulsão física são manifestações físicas reclamando a falta de algo de que o organismo é dependente. Em certos casos pode levar a morte.

Como atua a compulsão?

Só um exemplo

Atenção:  o que vou declarar aqui refere-se à 1ª tentativa de desintoxicação de uma benzodiazepina. Não me responsabilizo se usar esta informação para fazer uma desintoxicação desta poderosa droga. Quem o fizer sem ajuda não tem noção do que foi transmitido aqui.

Quando a droga perde a sua ação começa-se a entrar num estado de ansiedade (sem perigo de vida). A ansiedade aumenta gradualmente com algumas oscilações até às 72 horas após ter terminado o efeito da última toma. Quando a benzodiazepina tem uma duração longa, pode se substituir por uma de ação rápida e de curta duração, durante 3 dias antes de fazer a desintoxicação. Após as 72 horas, o organismo continua a reclamar a droga, cada vez com menos intensidade até que ao final de alguns dias a compulsão desaparece definitivamente. Normalmente no 15º dia já não há qualquer manifestação.

Agora vejamos o que acontece quando se faz um desmame.

Quem faz um desmame além dos muitos riscos que corre, algumas lesões podem ser irreversíveis e em caso de recaída a vida torna-se um tormento.

Como em caso de falta de droga, a compulsão manifesta-se com o seu pico máximo às 72 horas. Cada vez que se reduza o consumo vai iniciar-se um novo ciclo de compulsão em cima de um que já começou há 24 horas atrás para ter o seu pico máximo de ansiedade às 72 horas. Como com ansiedade ou não o usuário continua a baixar a dose, novos sintomas aparecem para que seja reposta a droga. E assim cria-se um inferno totalmente descontrolado. Se o corpo é jovem e forte, além de muito debilitado, pode recuperar quase totalmente a vitalidade, mas na maioria dos casos ficam abertas condições para várias doenças graves.

O que fazer se iniciar erradamente um desmame e não conseguir mais aguentar a compulsão física? Volto à dose inicial?

Infelizmente muitos são as vezes que isso acontece, o ideal seria fixar nessa dose droga, mas em muitos casos isso é impossível. Só mesmo perante cada caso poderão ser analisado os estragos. Se retomar a dose inicial e se organismo estiver muito deteriorado pode entrar num estado de zumbi.

Resumindo se não dorme, não caia na asneira de procurar uma droga para ser sedado. Analise com cuidado o que se está a passar na sua vida. A maior parte das vezes basta não ouvir mais noticias para dormir bem. Eu não vejo telejornais há 20 anos e não é por isso que não sou uma pessoa informada. Tomar uma droga não resolve o problema.

Se está ansioso, parabéns chegou a hora de brilhar! Não procure drogas para não sentir a vida. Além de adiar a vida, sem saber se está cá amanhã,  o tempo não vivido jamais será recuperado. Procure ajuda honesta e responsável, mude o paradigma e torne-se num alegre e feliz surfista da vida. O seu destino é surfar.

António Fernandes

Como fazer desmame do ansiolítico?

Como fazer desmame do ansiolítico?

Nota: Este artigo não oferece aconselhamento médico, nem recomenda técnicas de tratamento para males físicos, emocionais sem conselho médico, direto ou indireto. O autor pretende apenas oferecer informações de natureza geral, úteis na busca de bem-estar físico, emocional, mental e espiritual. Nem o autor nem os colaboradores são responsáveis pelo uso das informações aqui apresentadas. Os utentes têm à sua disposição orientação gratuita na “Saúde Integral tem a Solução”.

Esta questão é-me posta, todos os dias, várias vezes. Perante esta questão sinto-me frustrado, impotente e angustiado. Porquê? Frustrado porque se o usuário da droga está dependente fisicamente dela, o desmame é perigoso, cruel e muitas vezes fatal. Se não existe dependência da droga, quando se deseja parar a droga para-se sem qualquer problema. O desmame aplicado numa dependência, como a dependência de uma benzodiazepina, leva o organismo a uma exaustão que pode ser fatal, ou levar meses a recuperar ou mesmo nunca recuperar totalmente.  Impotente porque só o agente da indústria da doença que receitou o sedante, tem autoridade para o retirar, mesmo que não exista qualquer efeito terapêutico, como é caso destas drogas sedantes. Qualquer sugestão honesta e responsável dada publicamente que vá contra esta “barbárie instituída”, é punido impiedosamente pelo inquisidor do sistema.  Angustiado porque a cada dia que passa aumenta o número de pessoas que perdem a vida, em favor da droga.

Este artigo não tem a intenção de denunciar seja o que for, e muito menos incentivar alguém a deixar a droga sem o auxílio do profissional que o sedou. Pelo contrário a intenção é dar uma informação que pode salvar vidas. Antes informar que “curar”, porque depois de um desmame levar um organismo à exaustão, além das prováveis sequelas, a recuperação vai depender da vida que ainda restar no organismo.

Eu vou explicar porque é perigoso ou desumano desmamar uma droga da qual o organismo está dependente.

Quando uma droga tem o poder de se adicionar ao organismo, como é o caso da benzodiazepina, conhecida pelo vulgar calmante, embora haja quem lhe chame ansiolítico… o organismo depois de dependente, vai reclamar a droga durante algum tempo (a esse processo é dado o nome de compulsão física), atingindo o topo dessa compulsão física normalmente às 72 horas após o seu tempo de ação. Após as 72 horas, os resíduos da droga mantêm-se no organismo e a compulsão física é cada vez mais fraca até desaparecer totalmente e o corpo ficar 100% desintoxicado da droga em causa. Este processo é comum a todas as drogas, embora a variação de permanência no organismo seja diferente de droga para droga.

Como curiosidade podemos afirmar que a cocaína permanece 4 dias no organismo; a heroína 6 dias no organismo, o álcool “de um alcoólico”, não de um bebedor social, 12 dias; a benzodiazepina varia dos 12 aos 21 dias ou mais dependendo da família a que ela pertença.

Porque é que o desmame é cruel, desgastante e muitas vezes fatal? Porque o reduzir a droga, vai ativar a compulsão física, que se vai perpetuar por todo o processo, levando o organismo à exaustão através de um desgaste cruel e desumano. Muitos são os casos em organismos mais debilitados em que a recuperação física nunca mais é restabelecida. E neste momento tenho vários casos em mão de pessoas agarrados a cadeiras de rodas há mais de seis meses e não há previsão de restabelecida a sua vida profissional e social.

Antes educar que drogar

Apesar da benzodiazepina ser uma droga extremamente útil, criada para substituir a desumana eletroconvulsoterapia, também conhecida por eletrochoques, e ser usada em caso de crise aguda de surto psicótico, descontrolo etc…, reservada às urgências psiquiátricas, ela acabou fazer parte da higiene diária de biliões de pessoas no mundo.

Como se pode ajudar quem vive em ansiedade ou sofre de insónias? Nada acontece por acaso. Ansiedade é medo sem objeto. O mesmo é dizer que a pessoa tem medo do que não existe. Será que esse facto justifica que a pessoa seja sedada? Em caso de crise aguda sim, em SOS… o que pode causar medo sem razão? Conceitos preconcebidos que já não se encontram atualizados. Insónia – o que leva a uma noite mal dormida? Preocupação? Um episódio desagradável que se está a viver?  Demasiado tempo na cama? Seja o que for tem sempre uma solução perfeita e criativa, em vez de sedar deixando de sentir o evento.

Tanto para a ansiedade como para a insónia, as duas portas por onde se entra no mundo legal da toxicodependência, existem soluções infinitas que além de valorizarem e realizarem o individuo, libertam-no justamente das crenças limitantes que impedem que os seus desejos sejam realizados. A maioria das pessoas não sabe nem consegue enxergar que a ansiedade é produzida pelas crenças limitantes que impedem o crescimento.

Apesar de saber que todos fazemos o melhor que sabemos e podemos, é urgente educar em vez de dopar. O mundo precisa de homens e mulheres sóbrios, realizados e felizes, para educar as nossas crianças e prepará-las para um mundo de abundância, paz e amor, não de uma multidão de zumbis dependentes de drogas duras, vagueando pelo mundo sem vida.

Não quero alongar mais este alerta, mas não posso me despedir de vós que me acompanharam até aqui sem primeiro apelar aos profissionais autorizados a receitar estas drogas a avaliar bem os benefícios e prejuízos antes de dopar quem vai de coração aberto e confiantemente a procura de uma solução para sua realidade.

“A vida é impossível sem mudança, quem não pode mudar a mente, não pode mudar nada.”

António Fernandes

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