Como fazer desmame do ansiolítico?

Como fazer desmame do ansiolítico?

Nota: Este artigo não oferece aconselhamento médico, nem recomenda técnicas de tratamento para males físicos, emocionais sem conselho médico, direto ou indireto. O autor pretende apenas oferecer informações de natureza geral, úteis na busca de bem-estar físico, emocional, mental e espiritual. Nem o autor nem os colaboradores são responsáveis pelo uso das informações aqui apresentadas. Os utentes têm à sua disposição orientação gratuita na “Saúde Integral tem a Solução”.

Esta questão é-me posta, todos os dias, várias vezes. Perante esta questão sinto-me frustrado, impotente e angustiado. Porquê? Frustrado porque se o usuário da droga está dependente fisicamente dela, o desmame é perigoso, cruel e muitas vezes fatal. Se não existe dependência da droga, quando se deseja parar a droga para-se sem qualquer problema. O desmame aplicado numa dependência, como a dependência de uma benzodiazepina, leva o organismo a uma exaustão que pode ser fatal, ou levar meses a recuperar ou mesmo nunca recuperar totalmente.  Impotente porque só o agente da indústria da doença que receitou o sedante, tem autoridade para o retirar, mesmo que não exista qualquer efeito terapêutico, como é caso destas drogas sedantes. Qualquer sugestão honesta e responsável dada publicamente que vá contra esta “barbárie instituída”, é punido impiedosamente pelo inquisidor do sistema.  Angustiado porque a cada dia que passa aumenta o número de pessoas que perdem a vida, em favor da droga.

Este artigo não tem a intenção de denunciar seja o que for, e muito menos incentivar alguém a deixar a droga sem o auxílio do profissional que o sedou. Pelo contrário a intenção é dar uma informação que pode salvar vidas. Antes informar que “curar”, porque depois de um desmame levar um organismo à exaustão, além das prováveis sequelas, a recuperação vai depender da vida que ainda restar no organismo.

Eu vou explicar porque é perigoso ou desumano desmamar uma droga da qual o organismo está dependente.

Quando uma droga tem o poder de se adicionar ao organismo, como é o caso da benzodiazepina, conhecida pelo vulgar calmante, embora haja quem lhe chame ansiolítico… o organismo depois de dependente, vai reclamar a droga durante algum tempo (a esse processo é dado o nome de compulsão física), atingindo o topo dessa compulsão física normalmente às 72 horas após o seu tempo de ação. Após as 72 horas, os resíduos da droga mantêm-se no organismo e a compulsão física é cada vez mais fraca até desaparecer totalmente e o corpo ficar 100% desintoxicado da droga em causa. Este processo é comum a todas as drogas, embora a variação de permanência no organismo seja diferente de droga para droga.

Como curiosidade podemos afirmar que a cocaína permanece 4 dias no organismo; a heroína 6 dias no organismo, o álcool “de um alcoólico”, não de um bebedor social, 12 dias; a benzodiazepina varia dos 12 aos 21 dias ou mais dependendo da família a que ela pertença.

Porque é que o desmame é cruel, desgastante e muitas vezes fatal? Porque o reduzir a droga, vai ativar a compulsão física, que se vai perpetuar por todo o processo, levando o organismo à exaustão através de um desgaste cruel e desumano. Muitos são os casos em organismos mais debilitados em que a recuperação física nunca mais é restabelecida. E neste momento tenho vários casos em mão de pessoas agarrados a cadeiras de rodas há mais de seis meses e não há previsão de restabelecida a sua vida profissional e social.

Antes educar que drogar

Apesar da benzodiazepina ser uma droga extremamente útil, criada para substituir a desumana eletroconvulsoterapia, também conhecida por eletrochoques, e ser usada em caso de crise aguda de surto psicótico, descontrolo etc…, reservada às urgências psiquiátricas, ela acabou fazer parte da higiene diária de biliões de pessoas no mundo.

Como se pode ajudar quem vive em ansiedade ou sofre de insónias? Nada acontece por acaso. Ansiedade é medo sem objeto. O mesmo é dizer que a pessoa tem medo do que não existe. Será que esse facto justifica que a pessoa seja sedada? Em caso de crise aguda sim, em SOS… o que pode causar medo sem razão? Conceitos preconcebidos que já não se encontram atualizados. Insónia – o que leva a uma noite mal dormida? Preocupação? Um episódio desagradável que se está a viver?  Demasiado tempo na cama? Seja o que for tem sempre uma solução perfeita e criativa, em vez de sedar deixando de sentir o evento.

Tanto para a ansiedade como para a insónia, as duas portas por onde se entra no mundo legal da toxicodependência, existem soluções infinitas que além de valorizarem e realizarem o individuo, libertam-no justamente das crenças limitantes que impedem que os seus desejos sejam realizados. A maioria das pessoas não sabe nem consegue enxergar que a ansiedade é produzida pelas crenças limitantes que impedem o crescimento.

Apesar de saber que todos fazemos o melhor que sabemos e podemos, é urgente educar em vez de dopar. O mundo precisa de homens e mulheres sóbrios, realizados e felizes, para educar as nossas crianças e prepará-las para um mundo de abundância, paz e amor, não de uma multidão de zumbis dependentes de drogas duras, vagueando pelo mundo sem vida.

Não quero alongar mais este alerta, mas não posso me despedir de vós que me acompanharam até aqui sem primeiro apelar aos profissionais autorizados a receitar estas drogas a avaliar bem os benefícios e prejuízos antes de dopar quem vai de coração aberto e confiantemente a procura de uma solução para sua realidade.

“A vida é impossível sem mudança, quem não pode mudar a mente, não pode mudar nada.”

António Fernandes

“Tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento ”

“Tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento ”

A consciência cria realidade

O principal propósito deste artigo não é adicionar mais informação ao que já conhece nem tentar convencê-lo de alguma coisa, a intenção é alertar para a diferença entre expandir a consciência e o despertar para um novo paradigma.

Hoje vamos utilizar de novo os princípios abrangentes da ciência moderna não numa toada informativa, mas dentro de uma perspetiva prática.  

O observador dita a realidade através da própria consciência. Apesar de Jesus, Buda e todos os mestres conhecidos já nos terem mostrado com clareza que a consciência cria a realidade, isto nunca foi entendido nem mesmo pelos seus discípulos, que os acompanhavam diariamente ao longo de anos. Será que agora estamos mais preparados que há 2000 anos?

 Claro que sim. E a nível do conhecimento (teoria) a maioria já tem essa informação… e a nível da interação já faz parte da rotina diária de 80% da população mundial.

Então porque razão continua a aumentar vertiginosamente o sofrimento no mundo, com depressão, pobreza, ansiedade, cancro diabetes etc.?

Aqui reside o verdadeiro objetivo deste alerta. Enquanto se encher a mente de informação e não se despertar para uma consciência para lá da ilusão dualista da matéria, o que traria prazer, felicidade, alegria e bem-estar, torna-se gerador de dor, doença, infelicidade e sofrimento. Essa é razão porque diariamente oiço dizer que: “tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento”.

A consciência cria realidade! Esta é a grande revelação da ciência moderna, bradada aos quatro ventos: “a consciência cria a realidade” a nova ferramenta que liberta a humanidade para a nova era.

Com esta afirmação de que “a consciência cria realidade” são abertas infinitas questões. Mas vou responder às que são postas com mais frequência, nas palestras e workshops.

O que elucida o observador?

 A consciência.

 O que é a consciência?

A consciência inclui tudo o que está na nossa realidade, o que aceitamos como certo ou errado. Define a maneira como percebemos o nosso mundo a e forma como pensamos, sentimos e agimos etc.

A realidade que alguém ou qualquer um de nós experimente não resulta de nada exterior, mas da forma como se consegue observar o mundo exterior através da própria consciência, “o céu e o inferno” são uma única coisa, depende de cada um criar o quer com a própria consciência. Por exemplo: ansiedade, depressão, insegurança social, insegurança profissional e vocacional ou económica, além de todas as doenças chamadas crónicas e que a OMS chama de psicossomáticas, resultam sempre do ato de observar e são criadas no observador, através da consciência do observador.

Logo que se muda a consciência muda-se a realidade. Por essa razão se sabe que todas as doenças crónicas têm recuperação.

Normalmente surge esta questão: “será que o homem moderno está preparado para a mudança de consciência”? Ou esta; “se Jesus, Buda e outros tentaram e não conseguiram nem alargar a consciência dos seus discípulos como é que conseguiremos agora mudar?

Não se trata de opção. Que o digam todos que “optaram” ou foram induzidos a aliviar a ansiedade com drogas em vez de alterarem a consciência.

Qualquer um de nós sabe que a verdade de há 10 anos não é verdade hoje…, e que a consciência está sempre em expansão. Mas a dificuldade deve-se ao paradigma dualista materialista já inútil e obsoleto onde assenta o sistema vigente.

Os sinais do despertar

Na verdade, ainda temos a tendência de justificar com a consciência coletiva, manifestada na aldeia global em que nos movemos e que nos amarra a preconceitos que funcionam para defesa do sistema. Mas na verdade começamos a despertar para a ideia de que somos nós que impomos esses preconceitos a nós mesmos, para sermos inseridos nos limites acanhados da normalidade. E aí a luz começa a penetrar nas trevas…, e um novo observador desperta,

Concluindo…

A consciência de Jesus e outros mestres não era seletiva nem obedecia a preconceitos. Estava para lá da fragilidade do paradigma materialista dualista. O “novo paradigma” que de novo pouco tem, é inclusivo, inclui o ser humano no todo; reconhece a espiritualidade (onda/partícula) da matéria, libertando-nos do preconceito dualista  separatista limitado da normose.

Finalizando…

O Ativista da Nova Era tem como meta a recuperação e transformação pessoal, influenciando com a sua ação a aldeia global onde se movimenta. Para isso tornou-se um praticante dos princípios transformadores da física quântica e do novo paradigma. Não dando aso a comentários como este: “Tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento”

Se quiseres continuar a acompanhar e a interferir de uma forma ativista na mudança da realidade que experimentas vem participar nas palestras on line todas as quartas feiras com entrada livre abertas a todos. http://ativistadanovaera.ning.com/

Ou informa-te dos cursos e retiros que têm como função o despertar para uma nova consciência. http://convencao.solucaoperfeita.com/retiros-de-transformacao/

Incondicionalmente disponível,

António Teixeira Fernandes

Quando a ansiedade se instala o que fazer?

Quando a ansiedade se instala o que fazer?

 

A ansiedade é um estado de sofrimento progressivo sem causa física… avaliada como doença de sentimentos e emoções… no seu processo evolutivo, pode exibir picos que chamamos “crises de ansiedade”. A sua evolução progressiva leva o ansioso a um sofrimento atroz. 

Quais as soluções disponíveis para quem sofre de ansiedade?

Existem 3 “portas de saída” para quem mergulha na ansiedade.

A mais usada é a porta SOS,  que deveria somente ser usada em SOS, como a palavra indica.

A segunda mais usada é a gestão da ansiedade com técnicas com mais ou menos eficácia.

A terceira porta, sem dúvida a menos conhecida, e que transforma a ansiedade numa bênção ou a recuperação para uma nova consciência.

Vamos agora esclarecer como funcionam estas tês portas de saída…

Comecemos pela mais usada, a porta SOS. Esta porta é de um valor incalculável quando usada somente em SOS. Infelizmente muitas vezes o SOS, por falta de conhecimento de outras portas de saída, tornou-se permanente em milhões de casos, segurando e afastando o ansioso num ciclo vicioso, cada vez mais distante da própria vida…, muitas vezes essa ausência da vida, permanece por muitos anos. Quando isto acontece a solução perfeita para recuperação da própria vida, passa por um programa criado caso a caso, por técnicos responsáveis e experientes.

A segunda porta mais conhecida e usada é a gestão de ansiedade. Aqui o leque é extremamente grande. Técnicas terapêuticas, que vão desde a Fitoterapia à terapia Ortomolecular, passando pela meditação, EFT, Coach, ho oponopono, Hipnose clinica, reiki, terapêuticas quânticas, homeopáticas Ayurveda, hidroterapia, terapia do grito etc. etc. etc….  Apesar de se tratarem de técnicas valiosas, praticadas por técnicos honestos, conseguindo uma boa gestão de ansiedade e stress, o controlo não é suficiente para que a paz interior não esteja constantemente ameaçada, mantendo o indivíduo em constante tensão. Quem sofreu de ansiedade, apesar de poder conviver de forma aceitável com ela, consciente da própria vida, não atinge o seu propósito de nascença: a plenitude da missão cumprida e a alegria de ter contribuído para um mundo melhor para todos.

A terceira porta é a recuperação de uma nova vida, através da reciclagem dos velhos conceitos caducos, em princípios úteis e saudáveis para todos. Aqui quem sofre de ansiedade transforma o sofrimento numa bênção. Acedendo ao que a ciência moderna chama mundo paralelo… a ansiedade transforma-se em paz interior, certeza e autoconfiança.  Ansiedade nunca mais. Felizmente hoje a terceira porta está aberta para todos sem exceção, ao contrario de há 5 anos atrás… em que o seu acesso estava reservado a uma elite com dinheiro…

É natural que tenhas duvidas. Não hesites em colocá-las, não adies mais, nascestes para viver em paz interior, alegre e feliz mergulhado na abundância universal.

Aguardo as tuas duvidas e questões. Dá uma oportunidade a ti mesmo. Se tu não te a deres jamais alguém te a poderá dar…

Incondicionalmente disponível,

António

Ansiedade até QUANDO?

Ansiedade até QUANDO?

AVISO: antes de continuar quero esclarecer que não é nem nunca foi meu propósito denunciar ou relatar qualquer problema, sou uma pessoa ocupada e neste curto espaço procuro apresentar soluções para quem sofre, mergulhado no tenebroso mundo da ansiedade…  não pretendo filosofar e muito menos discursão filosófica… sou movido pelo espírito fraterno instituído no 1º artigo dos direitos humanos.

Agora que estamos esclarecidos vamos ao paradoxo.

A Humanidade vive a melhor e mais fantástica revolução conhecida da sua história. Vou só lembrar o porquê desta afirmação com alguns poucos exemplos: aplicações para telemóvel que facilitaram e melhoraram drasticamente a vida da população mundial, acabando com as filas intermináveis em repartições, ao mesmo tempo que se entra “a passo de corrida” na robotização da indústria, agricultura e serviços; numa altura em que impressoras 3D constroem uma casa em 24 horas e que drones transportam cargas e realizam tarefas agrícolas, facilitando o desempenho dos robôs; acabando pelas recentes descobertas por cientistas britânicos da conversão de luz em matéria… Mas apesar de todos estes sinais da chegada ao novo mundo, a OMS, autoridade certificada na matéria de saúde e bem-estar, revela números negros e assustadores  sobre a vida no planeta… 33% da população moderna sofre de ansiedade…

Como se explica tamanha contradição?

Quanto mais e melhor se tem, mais inseguro se está?

Ansiedade é medo sem objeto

Qual é a solução apresentada pelas autoridades responsáveis pela saúde e bem-estar para os 33% que sofrem de ansiedade, interferindo de imediato no bom funcionamento cardiovascular, digestivo e glandular, assim como em todas as áreas da vida, desde a social à profissional?

Infelizmente, a única solução que tem sido apresentada pelo órgão instituidamente aceite e gerido pela indústria da doença, é dopar com drogas viciantes, que pomposamente, essa mesma indústria dá o nome de ansiolíticos, entrando-se num caminho turbulento e nebuloso em que a saída na maioria das vezes é a toxicodependência…, a prisão cruel das sombras…
Será que a solução é drogar esta multidão de homens e mulheres, para não sentir a vida e viajar na sombra? Estamos a referirmo-nos a seres dotados de inteligência e fala-se de números assustadores… que rondam 1/3 da população… É bom refletir.
Nascemos seres livres com direito à vida. Uma pessoa drogada não é livre nem usufrui da vida…
Não sou contra a droga nem contra nada… e até penso que as benzodiazepinas foram uma descoberta maravilhosa para benefício da humanidade, quando usadas na proteção do indivíduo.
E como foi inicialmente afirmado, não é nem nunca foi minha intenção denunciar problemas ou entrar em controvérsias. O único propósito é mostrar outras opções, indo à real causa do problema.

É verdade que existem técnicas não convencionadas com que a ansiedade pode ser controlada. É um vasto universo de práticas terapêuticas, que podem ir do EFT até as técnicas meditativas ou mesmo às modernas frequências psicotrónicas e eletromagnéticas, além de outras… Mas apesar de todas elas realizarem uma diminuição da ansiedade e serem de grande importância, assim como os vulgares calmantes em SOS, não dão ao indivíduo a profunda realização e a plenitude existencial do momento.

Ansiedade é a semente para uma nova espécie humana, que revolucionará a face da terra. Toda esta revolução tecnológica, dá lugar a uma nova humanidade. E o estado ansioso deve-se ao facto de o indivíduo não conseguir lidar com a vida no ambiente (mundo) em que está inserido.
Por outras palavras, os princípios e valores espirituais aceites como válidos e outrora eficazes…, já não funcionam no momento presente…, reprimindo assim o indivíduo numa insatisfação geradora de mal-estar, a que damos o nome de ansiedade.

Como pode ser entendido de nada servirá uma droga ou uma técnica que acalme o mal-estar, a verdadeira solução está no melhoramento dos princípios e valores já existentes, o mundo já mudou, é preciso converter os princípios e valores que já não funcionam em princípios e valores válidos para o novo mundo, dando lugar à nova espécie que está surgindo no planeta.

E apesar de muitos pensarem que um novo mundo é uma ilusão utópica…, já ninguém pode parar esse poder em marcha.
Reciclar os velhos princípios não se trata de uma opção… é caso de vida ou morte… Assim como alguns répteis desenvolveram penas e asas e se transformaram em aves, desafiando a força da gravidade que os dominava, também a ansiedade vai elevar o ser humano à sua dimensão mais perfeita.
Vem conhecer a vida,
António

Como te tornares um terapeuta reconhecido e bem pago?

Como te tornares um terapeuta reconhecido e bem pago?

Como?

Este artigo foi publicado graças a todos os terapeutas corajosos, honestos e responsáveis que sem medo, animados com a certeza e autoconfiança do anonimato, partilharam as suas experiências. Graças a eles muitos outros vão poder inspirar as suas vidas e transformar uma crise numa bênção.

És um terapeuta próspero e rico ou estás imerso na falta? Crias ou resistes à abundância, impedindo-a de entrar na tua vida? Se és terapeuta e a tua área financeira não está como desejas não estás sozinho, existem mais a passar pela mesma experiência.

Mas aqui reside um paradoxo. É urgente mudar! Um terapeuta falido, sem dinheiro, não pode ajudar quem lhe pede ajuda. E pior está a contribuir com a sua vibração para um mundo cada dia mais pobre e miserável.

Caro colega e amigo não tenho qualquer pretensão de te ensinar seja o que for, eu simplesmente vou partilhar contigo a minha experiência de transformar uma crise numa bênção.

Nas antes de partilhar como transformei as minhas crises em bênçãos é preciso saber porque nos deixamos mergulhar na crise.

Sabem a história do sapo dentro da panela de água quente?

Esta velha história serve para ilustrar o que hoje se passa não só com terapeutas, psicólogos coachs e outros. Diz-se que se metermos um sapo dentro de uma panela com a água do charco que habita e se essa panela for posta sobre uma fonte de calor, até a fervura, o sapo morre feliz, cozinhado. Mas, se metermos um sapo desse mesmo lago em água bem quente, perto da ebulição, o sapo salta apesar de queimado, enquanto que o primeiro continua feliz até a cozedura.

Porque é que esse fenómeno acontece?

Ignoramos os sinais de mudança à nossa volta, vamo-nos habituando a empurrar com a barriga. Perde-se a coerência, esquecemos o que é ser terapeuta, afastamo-nos do altruísmo e por consequência perdemos a essência do terapeuta. O canal de luz, cura e abundância. Estamos prestes a morrer, mas ficamos boiando, estáveis e apáticos, na água que se aquece a cada minuto. Morremos felizes, sem tão pouco termos percebidos que nada é mais é como dantes.

Como transformar algo negativo em benéfico

O que vou partilhar da minha experiência de vida tem mais de 30 anos e mostra como transformei situações aparentemente caóticas em bênçãos. Não importa se perdeste o emprego, a tua empresa faliu, se perdeste os melhores clientes ou se alguém te deve e não paga, se sofreste um acidente ou doença como AVC ou outra que aparenta “ser de repente”

Vou contar-te algo que se passou em fevereiro de 1984 que mudou toda a minha realidade.

Iniciava um projeto novo depois de uma longa crise económica que quase me tinha levado à falência. Estava prestes a completar os 30 anos e sonhava com o sucesso nos negócios. Tinha garantido o sustendo da família com um pequeno, mas rentável negócio, gerido pela minha esposa e sogros. Com essa garantia, sentia-me livre para dar saltos mais largos e arrojados na realização dos meus sonhos. A nova empresa destinava-se à arquitetura e decoração de interiores. A economia de Portugal recompunha-se de três ameaças de bancarrota, diligenciadas por uma socialização feita de forma abrupta. Mas a esperança reinava com a possibilidade de o país entrar na CEE.

Focado no sucesso, nasce a ideia de fazer crescer a empresa, que lutava para manter em dia os ordenados da equipa formada por 3 colaboradores multifuncionais. Como a área metropolitana de Lisboa e limítrofes se encontrava em estado de saturação, começo a oferecer os meus serviços nos distritos mais prósperos e menos afetados pela crise politica de uma década. Depois de um breve estudo económico tinha percebido que o distrito mais próspero e menos penalizado pela profunda crise política se encontrava a norte de Portugal.

Nessa procura de expansão encontro-me com a minha pequena equipa de colaboradores num pequeno, mas pitoresco lugar chamados Sobrados, da freguesia de Paço, Sabrosa, no alto Douro. Depois do trabalho íamos até uma das 3 tabernas da aldeia. Os colaboradores ficavam numa mais próxima da residência, onde parava a escassa juventude da aldeia enquanto eu ia a um lugar mais distante com telefone público. Naquela altura os meios de comunicação eram precários e só no final de cada dia contactava a minha esposa, que durante a minha ausência, atendia os telefonemas da minha pequena empresa, além de gerir o seu negócio. Depois de me inteirar do ocorrido aproveitava para ter dois dedos de conversa com o velho proprietário do tasco sombrio, escavado na pedra com um balcão de madeira coçado pelo movimento dos tempos em que a aldeia tinha vida. Um homem de muita idade seco como um torgo e torcido como um arroxo, conseguia resistir à tuberculose que o definhara mas não o derrubava e aos noventa e muitos anos encontrava-se lúcido como um rapazola de 16 anos.

Depois de usar o telefone público ficávamos a conversar, geralmente de suas experiências. Eu gostava de o ouvir falar das suas experiências do tempo que dedicava aos negócios de resinas, madeiras e da corrida do volfrâmio em Portugal. O senhor chamava-se Nóbrega e tinha nascido no final do século XIX e na segunda ou terceira noite que se falava de prejuízos e lucros, que eram as duas faces do negócio, este senhor prestes a completar um século dá-me gratuitamente o segredo de transformar um prejuízo em lucro. E diz-me “no negócio onde deixares as calças, prepara-te para buscar um fato”. “Uma pessoa de sucesso nunca fica pelo prejuízo.”

Foi com este concelho do senhor Nóbrega que a minha vida transformou um prejuízo na minha maior expansão no mundo empresarial.

Agora vou explicar tintim por tintim qual foi o prejuízo que alavancou ao maior sucesso na minha vida empresarial.

Na manhã seguinte quando me dirigia a pé com minha equipa para a obra, fui abordado por um aldeão que me falou na possibilidade de ajudar um amigo de Viana do Castelo, que tinha sido seu colega de trabalho em França. Ele tinha oferecido umas traves de castanho com mais de 300 anos que tinham servido de cumeeiras nas antigas casas de pedra, características desta região. Essas traves tinham sido transportadas por trator até a serração a 5 quilómetros e o amigo precisava de transportar agora a madeira feita com elas para a sua terra natal, mas os transportes da região estavam todos ocupados. A questão era se eu me disponibilizava a emprestar a minha carrinha de 3500 quilos para esse fim. De imediato me disponibilizei e dei as chaves da carrinha para que fossem à serração e carregassem a madeira de castanho. Eu fui com a minha equipa e organizei o meu trabalho para que pudesse estar ausente no dia seguinte do trabalho.

Quando chego à tardinha a carrinha estava carregada com a madeira de castanho. Mas o peso era muito mais do que a carrinha poderia transportar. O primeiro impacto foi sentir-me mal, enganado, porque o aldeão me tinha garantido que não seria peso em excesso. Não conhecia as pessoas de nenhum lado e até ao momento ainda não sabia quem eram.  Mas lembrei-me “nunca fiques no prejuízo, onde perderes as calças vai lá buscar um fato”. Naquele momento poderia decidir não ir… recusar-me simplesmente. Estava acima da carga máxima. Se ia poderia ter várias complicações legais. Se não ia ficaria sem saber o resultado. Mas mesmo assim decidi ir. Procurei o aldeão e combinamos sair às 4 da manhã. Era um percurso de 300 quilómetros com mais de 100 através da montanha, com excesso de carga em marcha lenta. Às 4 da manhã conheci o amigo do aldeão e um primo, no total seríamos 4 e só havia 3 lugares na cabine. Aqui há mais uma infração ao código da estrada, transportar alguém em cima de uma pilha de toneladas de castanho a uma temperatura de 8 ou 9 graus. Mas já vinham preparados com uma manta para se embrulharem e acomodarem em cima da carga de madeira.

Os pneus estavam achatados acusando o excesso de peso, as estradas da altura eram estreitas e esburacadas, seriam 300 quilómetros de aventura. Ainda não tinha nascido o dia já tinha arrebentado um pneu em plena montanha ainda no distrito de Vila Real. Agora sem pneu suplente o cuidado era maior. Já foi em pleno Minho que comprei um pneu novo e aí senti-me mais seguro. Mas sempre que a ansiedade, o medo, a culpa ou a raiva se aproximava eu dizia “onde deixar umas calças vou buscar um fato. “

Ao meio-dia entravámos em Braga. O amigo do aldeão, pessoa de poucas falas, sugeriu que almoçássemos. Aí durante a refeição abrimo-nos um pouco ao diálogo. Já só faltavam 70 quilómetros e a estrada era bem melhor. Por volta das 15 horas tínhamos chegado a Castelo do Neiva, uma freguesia próspera a sul da cidade de Viana do Castelo.

Com a ajuda de um trator conseguimos subir por um quelho estreito até a carpintaria responsável por transformar aquele castanho centenário em lindas e valiosas caixilharias que ornamentariam a casa da praia da Amorosa do amigo do aldeão.

Depois de descarregar respirei de alívio e preparava-me para a partida. Mas logo um grupo de desconhecidos nos cercaram e não permitiram que saíssemos sem jantar. O tempo passou rápido, mas deu para visitarmos dois ou 3 lugar na freguesia que mostrava fervilhar de progresso.

Nesse dia conheci várias pessoas e fiquei com a vontade de voltar aquele lugar. O amigo do aldeão foi generoso para cobrir as despesas e regressei com o aldeão ao alto Douro satisfeito. Chegamos já perto da meia noite.

Agora vejam o resultado:

Regresso a Lisboa e continuo a procurar desenvolver a minha pequena empresa de arquitetura de interiores. Ainda não se tinham passado 3 semanas e recebo uma carta de Castelo do Neiva de um pescador a pedir um orçamento para os acabamentos interiores da sua casa nova. Aí começou a escalada para voos e ganhos imagináveis. A equipa que me acompanhava entrou em rota competitiva iniciando uma conspiração que rapidamente provocou grandes estragos no trabalho. Mais uma vez uso o ensinamento do Sr. Nóbrega “não te foques no prejuízo onde deixares as calças vai buscar um fato” depois de avaliar o estrago dessa conspiração multipliquei por 10 o valor do fato. Afirmei para comigo o que preciso fazer para multiplicar por dez? A conspiração obrigou-me a decidir se ficava com o prejuízo ou se o transformava em investimento de 1000%, multiplicando por 10.

Em Abril começo a preparar uma equipa da região e em Maio crio em Viana de castelo a primeira filial. Rapidamente se expandem os clientes e no final do ano abria uma segunda filial nos arredores de Vila Real. Sempre que alguma coisa parecia não correr de feição lembrava-me “onde perderes as calças vai buscar um fato” e um novo produto ou serviço surgia.

Muitas vezes encontro pessoas que ficam agarrados a situações do passado, hipotecando a sua vida, sendo um estorvo para a natureza.

Como é que alguém agarrado a um acontecimento ruim pode melhorar a sua vida?

Numa crise há sempre duas opções a escolher: ou culpar-se e culpar os outros, as circunstâncias, as pessoas ou instituições ou transformá-la num ESTÍMULO.

Como fazer?

PERANTE uma situação inesperada aparentemente prejudicial é preciso pensar numa maneira de transformá-la num INCENTIVO excitante para algo novo.

Atenção: não estou a dizer para se esquecer ou ignorar o incidente. Com a entrada das novas tecnologias que vai dos telemóveis e internet a toda uma infinidade de recursos esqueci a técnica simples de transformação de uma crise numa oportunidade. Então quando o sistema vigente mundial se afundou em 2008 no lodo, os meus projetos inovadores de reciclagem e transformação pessoal, perderam os seus clientes. Tentei controlar o meu projeto de vida, totalmente desgovernado. Usei as mais variadas e modernas técnicas e o resultado foi um AVC Isquémico. Mas perante aquela situação, mesmo antes de entrar na ambulância agradeci. Agradeci… agradeci… envolvi-me por um profundo estado de gratidão. Sabia que precisava ir buscar um fato, não tinha passado por todas aquelas experiências para morrer na praia.

Às vezes isso pode parecer muito difícil para quem está de fora, mas não se iludam. Encontrar um desafio, um novo projeto ou algo que nos possa incentivar e inspirar na cama de um S.O. de um hospital, é decidir viver ou morrer. Por outras palavras, sair dali para uma nova vida ou afundar-se na fuga à vida. Nunca percas tempo com o prejuízo, onde deixaste as calças prepara-te para buscar um fato.

Agora vejam outro exemplo.

Em 1990, apercebi-me que o negocio até a pouco próspero dava sinais de estagnação. Analisei que gastava muita energia a tentar receber dinheiros de clientes que me deviam; tinha para cima de meio milhão de contos de créditos que consumiam muita energia para os reaver. Fiquei convicto que em vez de me focar em aumentar a minha empresa focava-me em reaver dinheiro que me deviam. Aí de novo decidi largar tudo, onde deixei umas calças teria que buscar um fato. Mal tinha tido a ideia de largar e não desperdiçar mais energias, já tinha uma proposta que obrigava a minha empresa a se tornar cotada com alvará de obras públicas. Em 6 meses expandi para Barcelona. Ganhei 100 vezes o que tinha largado.

Caro colega e amigo este texto vai longo, esta experiência vai fazer parte de um workshop de cinco aulas que vou facilitar gratuitamente para todos. Também temos um grupo anónimo de apoio, informa-te a tua identidade está protegida pelo anonimato.

Vem libertar pensamentos obcecados com os eventos negativos e direcioná-los na criação de algo positivo.

É tão delicioso, simples e eficaz!

Põe a tua questão no fórum lembra-te que tens garantido o anonimato.

antonio@solucaoperfeita.com

 

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