Como te tornares um terapeuta reconhecido e bem pago?

Como te tornares um terapeuta reconhecido e bem pago?

Como?

Este artigo foi publicado graças a todos os terapeutas corajosos, honestos e responsáveis que sem medo, animados com a certeza e autoconfiança do anonimato, partilharam as suas experiências. Graças a eles muitos outros vão poder inspirar as suas vidas e transformar uma crise numa bênção.

És um terapeuta próspero e rico ou estás imerso na falta? Crias ou resistes à abundância, impedindo-a de entrar na tua vida? Se és terapeuta e a tua área financeira não está como desejas não estás sozinho, existem mais a passar pela mesma experiência.

Mas aqui reside um paradoxo. É urgente mudar! Um terapeuta falido, sem dinheiro, não pode ajudar quem lhe pede ajuda. E pior está a contribuir com a sua vibração para um mundo cada dia mais pobre e miserável.

Caro colega e amigo não tenho qualquer pretensão de te ensinar seja o que for, eu simplesmente vou partilhar contigo a minha experiência de transformar uma crise numa bênção.

Nas antes de partilhar como transformei as minhas crises em bênçãos é preciso saber porque nos deixamos mergulhar na crise.

Sabem a história do sapo dentro da panela de água quente?

Esta velha história serve para ilustrar o que hoje se passa não só com terapeutas, psicólogos coachs e outros. Diz-se que se metermos um sapo dentro de uma panela com a água do charco que habita e se essa panela for posta sobre uma fonte de calor, até a fervura, o sapo morre feliz, cozinhado. Mas, se metermos um sapo desse mesmo lago em água bem quente, perto da ebulição, o sapo salta apesar de queimado, enquanto que o primeiro continua feliz até a cozedura.

Porque é que esse fenómeno acontece?

Ignoramos os sinais de mudança à nossa volta, vamo-nos habituando a empurrar com a barriga. Perde-se a coerência, esquecemos o que é ser terapeuta, afastamo-nos do altruísmo e por consequência perdemos a essência do terapeuta. O canal de luz, cura e abundância. Estamos prestes a morrer, mas ficamos boiando, estáveis e apáticos, na água que se aquece a cada minuto. Morremos felizes, sem tão pouco termos percebidos que nada é mais é como dantes.

Como transformar algo negativo em benéfico

O que vou partilhar da minha experiência de vida tem mais de 30 anos e mostra como transformei situações aparentemente caóticas em bênçãos. Não importa se perdeste o emprego, a tua empresa faliu, se perdeste os melhores clientes ou se alguém te deve e não paga, se sofreste um acidente ou doença como AVC ou outra que aparenta “ser de repente”

Vou contar-te algo que se passou em fevereiro de 1984 que mudou toda a minha realidade.

Iniciava um projeto novo depois de uma longa crise económica que quase me tinha levado à falência. Estava prestes a completar os 30 anos e sonhava com o sucesso nos negócios. Tinha garantido o sustendo da família com um pequeno, mas rentável negócio, gerido pela minha esposa e sogros. Com essa garantia, sentia-me livre para dar saltos mais largos e arrojados na realização dos meus sonhos. A nova empresa destinava-se à arquitetura e decoração de interiores. A economia de Portugal recompunha-se de três ameaças de bancarrota, diligenciadas por uma socialização feita de forma abrupta. Mas a esperança reinava com a possibilidade de o país entrar na CEE.

Focado no sucesso, nasce a ideia de fazer crescer a empresa, que lutava para manter em dia os ordenados da equipa formada por 3 colaboradores multifuncionais. Como a área metropolitana de Lisboa e limítrofes se encontrava em estado de saturação, começo a oferecer os meus serviços nos distritos mais prósperos e menos afetados pela crise politica de uma década. Depois de um breve estudo económico tinha percebido que o distrito mais próspero e menos penalizado pela profunda crise política se encontrava a norte de Portugal.

Nessa procura de expansão encontro-me com a minha pequena equipa de colaboradores num pequeno, mas pitoresco lugar chamados Sobrados, da freguesia de Paço, Sabrosa, no alto Douro. Depois do trabalho íamos até uma das 3 tabernas da aldeia. Os colaboradores ficavam numa mais próxima da residência, onde parava a escassa juventude da aldeia enquanto eu ia a um lugar mais distante com telefone público. Naquela altura os meios de comunicação eram precários e só no final de cada dia contactava a minha esposa, que durante a minha ausência, atendia os telefonemas da minha pequena empresa, além de gerir o seu negócio. Depois de me inteirar do ocorrido aproveitava para ter dois dedos de conversa com o velho proprietário do tasco sombrio, escavado na pedra com um balcão de madeira coçado pelo movimento dos tempos em que a aldeia tinha vida. Um homem de muita idade seco como um torgo e torcido como um arroxo, conseguia resistir à tuberculose que o definhara mas não o derrubava e aos noventa e muitos anos encontrava-se lúcido como um rapazola de 16 anos.

Depois de usar o telefone público ficávamos a conversar, geralmente de suas experiências. Eu gostava de o ouvir falar das suas experiências do tempo que dedicava aos negócios de resinas, madeiras e da corrida do volfrâmio em Portugal. O senhor chamava-se Nóbrega e tinha nascido no final do século XIX e na segunda ou terceira noite que se falava de prejuízos e lucros, que eram as duas faces do negócio, este senhor prestes a completar um século dá-me gratuitamente o segredo de transformar um prejuízo em lucro. E diz-me “no negócio onde deixares as calças, prepara-te para buscar um fato”. “Uma pessoa de sucesso nunca fica pelo prejuízo.”

Foi com este concelho do senhor Nóbrega que a minha vida transformou um prejuízo na minha maior expansão no mundo empresarial.

Agora vou explicar tintim por tintim qual foi o prejuízo que alavancou ao maior sucesso na minha vida empresarial.

Na manhã seguinte quando me dirigia a pé com minha equipa para a obra, fui abordado por um aldeão que me falou na possibilidade de ajudar um amigo de Viana do Castelo, que tinha sido seu colega de trabalho em França. Ele tinha oferecido umas traves de castanho com mais de 300 anos que tinham servido de cumeeiras nas antigas casas de pedra, características desta região. Essas traves tinham sido transportadas por trator até a serração a 5 quilómetros e o amigo precisava de transportar agora a madeira feita com elas para a sua terra natal, mas os transportes da região estavam todos ocupados. A questão era se eu me disponibilizava a emprestar a minha carrinha de 3500 quilos para esse fim. De imediato me disponibilizei e dei as chaves da carrinha para que fossem à serração e carregassem a madeira de castanho. Eu fui com a minha equipa e organizei o meu trabalho para que pudesse estar ausente no dia seguinte do trabalho.

Quando chego à tardinha a carrinha estava carregada com a madeira de castanho. Mas o peso era muito mais do que a carrinha poderia transportar. O primeiro impacto foi sentir-me mal, enganado, porque o aldeão me tinha garantido que não seria peso em excesso. Não conhecia as pessoas de nenhum lado e até ao momento ainda não sabia quem eram.  Mas lembrei-me “nunca fiques no prejuízo, onde perderes as calças vai lá buscar um fato”. Naquele momento poderia decidir não ir… recusar-me simplesmente. Estava acima da carga máxima. Se ia poderia ter várias complicações legais. Se não ia ficaria sem saber o resultado. Mas mesmo assim decidi ir. Procurei o aldeão e combinamos sair às 4 da manhã. Era um percurso de 300 quilómetros com mais de 100 através da montanha, com excesso de carga em marcha lenta. Às 4 da manhã conheci o amigo do aldeão e um primo, no total seríamos 4 e só havia 3 lugares na cabine. Aqui há mais uma infração ao código da estrada, transportar alguém em cima de uma pilha de toneladas de castanho a uma temperatura de 8 ou 9 graus. Mas já vinham preparados com uma manta para se embrulharem e acomodarem em cima da carga de madeira.

Os pneus estavam achatados acusando o excesso de peso, as estradas da altura eram estreitas e esburacadas, seriam 300 quilómetros de aventura. Ainda não tinha nascido o dia já tinha arrebentado um pneu em plena montanha ainda no distrito de Vila Real. Agora sem pneu suplente o cuidado era maior. Já foi em pleno Minho que comprei um pneu novo e aí senti-me mais seguro. Mas sempre que a ansiedade, o medo, a culpa ou a raiva se aproximava eu dizia “onde deixar umas calças vou buscar um fato. “

Ao meio-dia entravámos em Braga. O amigo do aldeão, pessoa de poucas falas, sugeriu que almoçássemos. Aí durante a refeição abrimo-nos um pouco ao diálogo. Já só faltavam 70 quilómetros e a estrada era bem melhor. Por volta das 15 horas tínhamos chegado a Castelo do Neiva, uma freguesia próspera a sul da cidade de Viana do Castelo.

Com a ajuda de um trator conseguimos subir por um quelho estreito até a carpintaria responsável por transformar aquele castanho centenário em lindas e valiosas caixilharias que ornamentariam a casa da praia da Amorosa do amigo do aldeão.

Depois de descarregar respirei de alívio e preparava-me para a partida. Mas logo um grupo de desconhecidos nos cercaram e não permitiram que saíssemos sem jantar. O tempo passou rápido, mas deu para visitarmos dois ou 3 lugar na freguesia que mostrava fervilhar de progresso.

Nesse dia conheci várias pessoas e fiquei com a vontade de voltar aquele lugar. O amigo do aldeão foi generoso para cobrir as despesas e regressei com o aldeão ao alto Douro satisfeito. Chegamos já perto da meia noite.

Agora vejam o resultado:

Regresso a Lisboa e continuo a procurar desenvolver a minha pequena empresa de arquitetura de interiores. Ainda não se tinham passado 3 semanas e recebo uma carta de Castelo do Neiva de um pescador a pedir um orçamento para os acabamentos interiores da sua casa nova. Aí começou a escalada para voos e ganhos imagináveis. A equipa que me acompanhava entrou em rota competitiva iniciando uma conspiração que rapidamente provocou grandes estragos no trabalho. Mais uma vez uso o ensinamento do Sr. Nóbrega “não te foques no prejuízo onde deixares as calças vai buscar um fato” depois de avaliar o estrago dessa conspiração multipliquei por 10 o valor do fato. Afirmei para comigo o que preciso fazer para multiplicar por dez? A conspiração obrigou-me a decidir se ficava com o prejuízo ou se o transformava em investimento de 1000%, multiplicando por 10.

Em Abril começo a preparar uma equipa da região e em Maio crio em Viana de castelo a primeira filial. Rapidamente se expandem os clientes e no final do ano abria uma segunda filial nos arredores de Vila Real. Sempre que alguma coisa parecia não correr de feição lembrava-me “onde perderes as calças vai buscar um fato” e um novo produto ou serviço surgia.

Muitas vezes encontro pessoas que ficam agarrados a situações do passado, hipotecando a sua vida, sendo um estorvo para a natureza.

Como é que alguém agarrado a um acontecimento ruim pode melhorar a sua vida?

Numa crise há sempre duas opções a escolher: ou culpar-se e culpar os outros, as circunstâncias, as pessoas ou instituições ou transformá-la num ESTÍMULO.

Como fazer?

PERANTE uma situação inesperada aparentemente prejudicial é preciso pensar numa maneira de transformá-la num INCENTIVO excitante para algo novo.

Atenção: não estou a dizer para se esquecer ou ignorar o incidente. Com a entrada das novas tecnologias que vai dos telemóveis e internet a toda uma infinidade de recursos esqueci a técnica simples de transformação de uma crise numa oportunidade. Então quando o sistema vigente mundial se afundou em 2008 no lodo, os meus projetos inovadores de reciclagem e transformação pessoal, perderam os seus clientes. Tentei controlar o meu projeto de vida, totalmente desgovernado. Usei as mais variadas e modernas técnicas e o resultado foi um AVC Isquémico. Mas perante aquela situação, mesmo antes de entrar na ambulância agradeci. Agradeci… agradeci… envolvi-me por um profundo estado de gratidão. Sabia que precisava ir buscar um fato, não tinha passado por todas aquelas experiências para morrer na praia.

Às vezes isso pode parecer muito difícil para quem está de fora, mas não se iludam. Encontrar um desafio, um novo projeto ou algo que nos possa incentivar e inspirar na cama de um S.O. de um hospital, é decidir viver ou morrer. Por outras palavras, sair dali para uma nova vida ou afundar-se na fuga à vida. Nunca percas tempo com o prejuízo, onde deixaste as calças prepara-te para buscar um fato.

Agora vejam outro exemplo.

Em 1990, apercebi-me que o negocio até a pouco próspero dava sinais de estagnação. Analisei que gastava muita energia a tentar receber dinheiros de clientes que me deviam; tinha para cima de meio milhão de contos de créditos que consumiam muita energia para os reaver. Fiquei convicto que em vez de me focar em aumentar a minha empresa focava-me em reaver dinheiro que me deviam. Aí de novo decidi largar tudo, onde deixei umas calças teria que buscar um fato. Mal tinha tido a ideia de largar e não desperdiçar mais energias, já tinha uma proposta que obrigava a minha empresa a se tornar cotada com alvará de obras públicas. Em 6 meses expandi para Barcelona. Ganhei 100 vezes o que tinha largado.

Caro colega e amigo este texto vai longo, esta experiência vai fazer parte de um workshop de cinco aulas que vou facilitar gratuitamente para todos. Também temos um grupo anónimo de apoio, informa-te a tua identidade está protegida pelo anonimato.

Vem libertar pensamentos obcecados com os eventos negativos e direcioná-los na criação de algo positivo.

É tão delicioso, simples e eficaz!

Põe a tua questão no fórum lembra-te que tens garantido o anonimato.

antonio@solucaoperfeita.com

 

O que bloqueia o sucesso financeiro a terapeutas de todo mundo?

O que bloqueia o sucesso financeiro a terapeutas de todo mundo?

Dinheiro – a energia que aciona o poder divino

Há mais de 20 anos que me cruzo com terapeutas de todo o mundo que apesar de serem pessoas maravilhosas, incondicionalmente disponíveis, e aliado ao facto de serem excelentes profissionais, não conseguem um fluxo constante e progressivo de dinheiro nas suas vidas.

Essa condição, além de pôr em causa o bom desempenho do terapeuta, entra em resistência ao crescimento contínuo e harmonioso do universo. Apesar da minha experiência me ter ensinado que o terapeuta é algumas vezes um pouco mais resistente ao fluxo do dinheiro que o utente habitual, devido ao seu conhecimento da verdade sobre o dinheiro.

Vamos tratar deste assunto em 3 artigos que servem de base de um dos workshops integrados no retiro de sete dias no santuário natural da fundação A. Shiva, na harmoniosa e aprazível planície ribatejana. O tema deste primeiro artigo tem como finalidade descortinar a causa deste paradoxo e mudar alguns dos conceitos destrutivos sobre o dinheiro e das pessoas que o fazem circular. Para saberes como se faz vem assistir a palestra online, a entrada é livre. O dinheiro em si não é bom, nem mau. É simplesmente o poder da realização. É urgente que as pessoas de bem, tenham acesso ao poder do dinheiro para realizarem os objetivos pelos quais estão aqui. Somente assim a natureza e o universo estarão em pleno fluxo e harmonia.

Na verdade, o terapeuta atual que não vive em riqueza, aprendeu novos conceitos saudáveis sobre o dinheiro, reprimindo outros que continuam latentes a manifestar a sua verdadeira realidade. É como viver simultaneamente influenciado em dois mundos.

Como fazer para sair deste paradoxo?

Por um lado, saber e ensinar que não é possível viver verdadeiramente sem muito dinheiro para desenvolver os talentos herdados à nascença, realizando obras bonitas, visitando lugares paradisíacos e contribuindo para o benefício da humanidade como um todo. Sem dinheiro e riqueza o ser humano não se pode realizar.

Como se sai da autossabotagem e se abre o fluxo?

A minha experiência ensina-me que não existem duas pessoas iguais e cada um tem os seus conceitos limitadores. Até aqui não há dúvida, o problema reside na confusão entre o conhecimento e o sentir.

A emoção e o sentimento antecedem sempre a realização. Não adianta dizer que o dinheiro é bom e benéfico se existe uma crença interior reprimida que diz que o dinheiro é sujo, que os ricos é que são culpados da miséria e da pobreza.

A verdade é que todos temos abundância do que queremos. Tanto o pobre como o rico têm 24 horas por dia.

Onde reside a verdadeira diferença?

A cabala ensina que o dinheiro pode vir de duas grandes fontes universais: da luz, fruto da mente criativa; e das trevas, fruto da mente competitiva.

Infelizmente desde muito pequenos somos incentivados e treinados a usar a competitividade para tudo. Tornamo-nos manipuladores e competitivos usando perspicazmente os cinco sentidos. É aqui a meu ver é que reside a causa fundamental do problema.

A causa que mais bloqueia o fluxo da riqueza nas nossas vidas é em primeiro lugar a ignorância assente no mundo limitante e ilusório dos cinco sentidos, dando origem ao aumento contínuo de ansiedade, pânico e depressão.

Próximo artigo: Quando algo prejudicial acontece (acidente, doença, desemprego, falência), como redireccionar essa energia para criarmos aquilo que queremos?

Vem participar na palestra on-line gratuitamente ou informa-te sobre os próximos retiros de transformação e realização pessoal no santuário da fundação António Shiva.

Como surfar a onda da transformação e realização

Como surfar a onda da transformação e realização

Transformação e realização - o que é preciso para se ter sucesso?

Introdução

Este curso pode mudar radicalmente a vida de qualquer um, mas o aluno precisa de boa-vontade, mente aberta e coragem para se desprender totalmente de tudo o que sabe e estar aberto a conceitos totalmente novos. Sem isso é impossível transformação e realização.

Compreender é sentir. Para entrar profundamente na transformação desapega-te já de tudo o que sabes. Não adianta saber que todas as possibilidades estão no mesmo lugar enquanto estamos agarrados a princípios que nos criaram algo que não queremos. Não interessa em que área ae nossa vida aparece o problema, logo que algo não esteja bem não existe harmonia em nenhuma das outras seis áreas da vida.

Desde já é preciso ficar bem claro, se não estás preparado para abrir mão do que criou o problema, este projeto de transformação e realização não é para ti. Não é para ti, porque ainda não queres usufruir da vida e realizar os teus objetivos neste mundo.

Embora o hábito não seja o monge o hábito faz o monge.

Como tudo começa

Desde muito novos somos educados a compreender intelectualmente, anulando assim o sentimento que cada coisa ou situação desperta no ser que habita num corpo ainda frágil em desenvolvimento. “De pequenino se torce o pepino”, diz o ditado popular…, para que a formatação seja facilitada mandamos os nossos filhos cada vez mais cedo para centros de formatação, para que na idade adulta sejam uma peça que se encaixe no puzzle.

Há alguns anos fui ao mercado a Beja e vi uma abóbora quadrada. Perguntei qual era o nome daquela espécie de abobora e o agricultor disse que quando a abóbora era ainda muito pequena foi introduzida dentro de um velho jerrican. A abóbora foi crescendo e ficando com o formato do molde que a comprimia. É dessa mesma forma que fomos moldados e que exigimos que os nossos filhos sejam moldados, para que sejam peças que se encaixem num determinado espaço.

Com esta pequena ilustração da abóbora do agricultor alentejano, vimos como foi fácil perdermos identidade. Mas o problema é que não somos vegetais abóboras, pepinos, melancias ou melões. Somos seres eternos, dotados de poder divino, que decidimos ocupar um organismo biológico e nos dão o nome de humanos.

Quais as implicações desta normalização?

Nada mais pode ser tão destrutivo para o ser humano do que o conceito de normalização aplicado ao ser humano. Para que uma normalização seja perfeita é preciso matar a razão porque decidiu vir a este mundo.

Quando a normalização acontece deparamos com um ser vazio de vida, um corpo sem espírito. Um ser alienado capaz fazer o que lhe indicam fazer.

É impossível qualquer verdadeira transformação ou cumprir a razão da nossa existência (realização), enquanto não retomarmos o contacto com o ser que ainda alimenta este corpo biológico que deveria ser o nosso veículo de realização e não uma peça no mecanismo de uma sociedade caduca e doente.

Precisamos saber que desde muito cedo entramos num processo de esclerose do ser, que nos foi invalidando, num processo contínuo de falso crescimento. Exteriormente até parece certo, porque crescer implica desenvolver-se e amadurecer; mas a questão é que não se trata nem de crescer nem de madurecer, bem pelo contrário. E quanto mais cedo entramos no velho processo educacional mais cedo ficamos alienados da vida, infelizes, frustrados e doentes.

E o que acontece quando uma criança não deixa que lhe roubem o ser?

Felizmente na minha geração ainda não existia a ritalina com que hoje drogam os nossos filhos quando reagem a quem lhes rouba a vida. No meu tempo eramos considerados marginais, rebeldes ou inaptos. Mas com o tempo lá nos fomos adaptando em alguns setores que não seja obrigatório cumprir ordens sem questionar. Em qualquer caso o resultado acaba sempre no vazio existencial.

Para se conseguir lidar com essa infeliz frustração, cedo começamos a usar drogas ilusórias, para conseguir iludir o vazio existencial, manifestado com a famosa e dolorosa ansiedade, depressão até pânico.

Como é possível criar tanto vazio e dor?

Não vivemos numa época em que a tecnologia nos mostra maravilhas, diariamente? A ciência moderna não nos prova cientificamente que vivemos num universo de possibilidades infinitas? Não existem recursos multimídia disponíveis com o poder de ajudar a nossa geração a evitar o sofrimento e alcançar a paz?

Tudo isto e muito mais é verdade. Então porque vivemos mergulhados no medo, inseguros e infelizes? Oi! Não adianta duvidar ou negar!… “O santo google” mostra quem povoa os consultórios e hospitais psiquiátricos.

Como reverter este estado de psicose hipnótica? Não seria coerente pretender dar uma solução aqui e estar em coerência com que foi escrito. Estaria a cometer um crime grave. Levar o leitor a usar as ferramentas com criou o vazio para preencher esse mesmo vazio existencial.  É preciso mergulhar-se no ambiente da recuperação para se aceder a realização. Foi por essa mesma razão que se criaram estes cursos em ambiente privilegiado, com acesso a todos que estejam prontos para encontrarem a vida perdida.

Se consegues sentir o que foi escrito; sabes que o vazio não se preenche com nada que esteja fora de ti, mas sim com o que foi retirado de ti. A razão pela qual nasceste.  É urgente sair da multidão de seres robotizados que se deslocam como zumbis, de um lado para o outro. Mortos num corpo que vive.

Continua…

http://cursoseworkshops.solucaoperfeita.com/curso-de-transformacao-e-realizacao-pessoal/

A vida espelha quem pensamos que somos

A vida espelha quem pensamos que somos

Como tudo começa

Seja o que for que esteja a acontecer no momento na vida de cada um de nós é simplesmente o reflexo da nossa consciência, tudo é um movimento de causa / efeito. Se o efeito está na nossa vida, a causa está na nossa consciência. Se as coisas não acontecem como esperado, se a vida se apresenta muitas vezes difícil e madrasta, se é sentido um vazio existencial, ansiedade ou inquietação… porque não parar e fazer a pergunta: porque fujo da vida? Porque resisto em vez de deixar que a vida aconteça?

Mas o mais engraçado é que conscientemente ou não todos sabemos que por mais voltas que queiramos dar tudo começa na nossa consciência. Tudo o que nos acontece em qualquer área da vida e tudo que acontece com o nosso corpo começa por alguma coisa que aconteceu na nossa consciência. A nossa consciência é quem habita o corpo físico e cria a realidade que cada um de nós experimenta neste momento. Na verdade, é a nossa experiência de Ser.

Seja o que for que esteja acontecendo na nossa vida, somos sempre os únicos responsáveis integrais pela situação que experimentamos no momento.

Apesar da grande vantagem de sabermos que somos os criadores da nossa realidade e que podemos mudar o que experimentamos da mesma forma que o criamos, não parece muito inteligente ter-se mais tendência para estar mal do que para estar bem. E também nos apanhamos enfermos, deprimidos, ansiosos e infelizes contemplando esse sofrimento em vez de mudar a causa.

Se o efeito é infelicidade, a solução óbvia seria mudar a causa, mudando assim o efeito. Mas quando já nos habituamos à infelicidade e a situação não põe aparentemente a vida em risco a tendência é adiar…

Porquê?

Será somente preguiça ou resistência à mudança?  Porque temos tendência a nos mantermos no vitimismo, criando o que não desejamos quando é mais fácil e simples mudar e criarmos o que desejamos?

Tudo isto é muito mais profundo do que normalmente nos é explicado pela psicologia, coaching ou por novas tendências terapêuticas emocionais. É urgente ir ao cerne da questão. As questões não têm fim: como foi possível criar um fosso tão grande e profundo na consciência do homem moderno? As explicações que nos são facultadas levam-nos aos meandros da imbecilidade. Onde está a verdadeira razão da fuga para processos autodestrutivos? Porque nos tratamos tão mal?

Sempre me consideraram à “margem do suposto” por ser tão curioso e colocar tanta questão. Feito de uma matéria difícil de formatar fui agraciado com imensos lideres e mentores, esses também considerados fora da caixa, que me foram mostrando a razão pelo qual estou aqui e o caminho a percorrer.

Se ficarmos um pouco mais atentos percebemos que a maior causa de sofrimento da sociedade moderna é exatamente o vazio existencial, criado pelo desconhecimento da razão da sua existência. O que fazer para pararmos o ciclo vicioso em que vítimas criam vítimas?

Não adianta chorar o leite derramado… nem culpar a educação limitante, que não soube mostrar a razão da nossa existência, nem nos mostrou o caminho nem a forma como o percorrer.

Como fazer?

É preciso ter calma: o nascimento de cada um de nós tem um propósito e não podemos mudar. A não realização desse propósito, causa o vazio existencial de uma vida sem sentido e leva-nos ao sofrimento extremo. As leis do micro e macrocosmo são imutáveis; da mesma maneira que não podemos manipular o que acontece no ambiente que nos rodeia nem no mundo. Porém, o ambiente dentro do qual existimos e do qual dependemos totalmente podemos mudar em definitivo! Podemos sempre optar por um ambiente interior que apoie o desenvolvimento espiritual e a realização de nosso propósito no mundo.

Assim é urgente aos “adultos” deste mundo, encontrar a razão da sua existência e entrar no fluxo da vida. E responsabilizarmo-nos por mostrar às gerações vindouras a razão pela qual nasceram e transmitir-lhes as leis para a realização.

Agora sim, como fazer… usei aspas na palavra adulto porque a educação moderna não criou pessoas livres e responsáveis, mas sim crianças imaturas grandes… para isso basta somente acessar aos números crescentes de “adultos” ansiosos e da crescente corrida aos gabinetes psiquiátricos. Felizmente hoje qualquer pessoa tem acesso a um curso de desenvolvimento e transformação pessoal, além de uma infinidade de meios de grande qualidade a preços simbólicos que pouco mais pagam que a alimentação, quando a pagam.

Não percas tempo!

Olhar para o pão não faz crescer.

Sê adulto responsável deixa o mundo melhor do que o encontraste.

Síndrome de Pânico e agorafobia

Síndrome de Pânico e agorafobia

“Se queres saber os pensamentos de ontem, observa a tua vida hoje. Se queres saber o que será a tua vida amanhã, observa os teus pensamentos de hoje”.

Pensamento indiano

O Pânico é uma ilusão distorcida da realidade.

Como mergulhar na nova realidade?

Apregoa-se aos quatro ventos que o mundo já mudou e continua-se a pensar como antigamente. Vive-se na era da in-formação e pensa-se como na era industrial. As síndromes de pânico, assim como outros grandes fenómenos causadores de um terrível mal-estar, surgem da falta de harmonia entre os princípios e valores aceites como verdadeiros e o que o indivíduo precisa para surfar o fluxo de ondas no quotidiano.

A ilusão dos sentidos é muito forte, mas se analisarmos com cuidado veremos que nada é o que parece…  os sentidos enganam-nos… e se nos deixarmos levar por essa ilusão o resultado é dor…

Foram-nos ensinados princípios e valores da velha era, e muitos de nós os aceitamos como verdade, entrando em conflito com a realidade atual… sentimo-nos desajustados, não nos sentindo a fazer parte do mundo. Muitas vezes sob o efeito dos pensamentos gerados por esses velhos princípios, mergulhamos em emoções negativas do momento, tudo parece ser ao contrário. Temos a sensação de estar a viver um caos terrível. A ilusão dos sentidos é de tal maneira destorcida, que causa sintomas como náuseas, vertigens ou sensação de desfalecer e morrer.

Mesmo em quem não se manifesta a síndrome de pânico e agorafobia, mas vive na luta pela sobrevivência o mecanismo é o mesmo…, aqui a realidade é ainda mais ilusória, faz lembrar o pobre sapo dentro da panela de água ao lume que se vai adaptando à zona de conforto e acaba cozinhado, o infeliz…

A síndrome de pânico e agorafobia é um transtorno de ansiedade, bem angustiante e doloroso criado pela ilusão dos sentidos. Na maioria dos casos o indivíduo vive uma situação aflitiva que provoca reações fisiológicas (palpitações cardíacas, tonturas, transpiração, fraqueza muscular, dificuldade em respirar, incontinência, etc.) e reações cognitivas como: medo de perder o controlo, medo de ficar louco, medo de ser humilhado em público, medo de morrer etc…. Todo este sofrimento doloroso criado pela ilusão dos sentidos mobiliza os psiquiatras, que prescrevem normalmente benzodiazepinas em SOS e um “antidepressivo tomado regularmente com a missão de captar serotonina”. Mas infelizmente este tratamento não resulta. Porquê? Porque não altera o principio que causa o sofrimento.

Todos sabemos que cada profissional faz o melhor que sabe e pode. Mas os resultados são bem conhecidos, apesar de não se resolver o problema, há uma tendência a criarem-se outros problemas como dependências de drogas e outras perturbações provenientes de contágios do mundo da doença, além de não se ajudar em nada o agoráfobo.

É urgente abrir as portas da vida a todos que estejam cansados do sofrimento da síndrome pânico e da agorafobia. Embora cada pessoa seja única e não existirem dois agoráfobos iguais há uma coisa em comum a todos: não se encontram em harmonia como o todo. Os princípios e valores espirituais onde assentam suas crenças estão fora de prazo, obsoletos, enfim, inúteis para uma vida de bem-estar, alegria e felicidade.

Como fazer para sair da escravatura do medo?

Em primeiro lugar, o agoráfobo tem que perguntar a ele mesmo se está disposto a mudar, abrir mão da verdade que carrega, criadora da realidade que experimenta. Sem esta pergunta, e uma resposta positiva, jamais estarão criadas as condições para uma vida livre de medos e incertezas.

Se a resposta for positiva (se o agoráfobo está disposto a mudar as crenças que lhe causam dor e sofrimento por crenças que lhe dão liberdade e alegria), deve procurar um terapeuta em Saúde Integral, ativista da nova era. Ele, numa sessão, dá-lhe todas as diretrizes para uma nova vida, acompanhando num percurso curto de ascensão.

É preciso desfazer o mito das velhas técnicas terapeutas, psicoterapias e outras que traziam envolvidos paciente e psicólogo por tempo infinito. A recuperação tem que ser rápida, eficaz e definitiva; raramente excede as seis semanas. Um terapeuta de Saúde Integral é honesto responsável, não tira partido do sofrimento de seu cliente. O terapeuta em Saúde Integral, depois de analisar o caso de seu cliente, mostra-lhe os vários caminhos da recuperação e deixa que seja o cliente a escolher o caminho que mais lhe convém ou melhor se adapta…

Apesar de todos fazerem o melhor que sabem e podem… não podendo ver mais do que conseguem enxergar; é urgente libertar mitos limitadores; não dar ouvidos aos arautos das desgraças que trazem parte da humanidade escravizada pelo medo… todas as doenças têm recuperação…

António Teixeira Fernandes

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